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Medicina Intensiva: metade dos serviços têm camas fechadas, a maioria por falta de enfermeiros

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País duplicou número de camas entre 2010 e 2022, mas piorou em 2024. “Não são precisas mais camas, basta abrir as que estão inactivas”, defende o coordenador da proposta de rede de referenciação.

 

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