{"id":976,"date":"2008-10-07T14:52:38","date_gmt":"2008-10-07T14:52:38","guid":{"rendered":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/a-saude-como-vector-de-uma-estrategia-de-desenvolvimento-regional\/"},"modified":"2021-04-28T18:46:47","modified_gmt":"2021-04-28T18:46:47","slug":"a-saude-como-vector-de-uma-estrategia-de-desenvolvimento-regional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/a-saude-como-vector-de-uma-estrategia-de-desenvolvimento-regional\/","title":{"rendered":"A Sa\u00fade como Vector de uma Estrat\u00e9gia de Desenvolvimento Regional"},"content":{"rendered":"<p>Todas as vis\u00f5es sectoriais tendem hoje a ser mais amplas, incorporando elementos e preocupa\u00e7\u00f5es provenientes de diferentes origens atrav\u00e9s do recurso a conceitos integradores.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-975\" src=\"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2008\/10\/ESTRATEGIA.jpg\" alt=\"\" width=\"100\" height=\"144\" border=\"0\" \/><\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p>Autor: Adelaide Brissos<br \/>\nEditora: Formasau<br \/>\nAno de edi\u00e7\u00e3o: 2008<\/p>\n<p align=\"justify\">T\u00edtulo: A Sa\u00fade como Vector de uma Estrat\u00e9gia de Desenvolvimento Regional<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">PREF\u00c1CIO<\/p>\n<p align=\"justify\">Todas as vis\u00f5es sectoriais tendem hoje a ser mais amplas, incorporando elementos e preocupa\u00e7\u00f5es provenientes de diferentes origens atrav\u00e9s do recurso a conceitos integradores.<\/p>\n<p align=\"justify\">O dom\u00ednio da sa\u00fade n\u00e3o foge, naturalmente, a esta tend\u00eancia. Para a sua an\u00e1lise, planeamento e avalia\u00e7\u00e3o recorre-se, cada vez mais, a perspectivas complexas e que exigem um relacionamento estreito com \u00e1reas de an\u00e1lise e de interven\u00e7\u00e3o at\u00e9 h\u00e1 pouco negligenciadas ou mesmo ignoradas.<\/p>\n<p align=\"justify\">Neste contexto, o desenvolvimento de estrat\u00e9gias de sa\u00fade tendo como pano de fundo estrat\u00e9gias de desenvolvimento local ou regional constitui uma via particularmente promissora para enriquecer ambos os dom\u00ednios de interven\u00e7\u00e3o. \u00c9 esse o objecto desta publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"justify\">A partir de uma clara focaliza\u00e7\u00e3o da quest\u00e3o em causa, de um enquadramento te\u00f3rico actualizado e robusto e de uma an\u00e1lise minuciosa da regi\u00e3o estudada, o Alentejo, Adelaide Brissos abre uma frente inovadora em Portugal, demonstrando como o planeamento em sa\u00fade ganha ao basear-se em estrat\u00e9gias de sa\u00fade integradas ou integr\u00e1veis em estrat\u00e9gias de \u00e2mbito territorial. Ao mesmo tempo, este estudo demonstra as virtualidades da rela\u00e7\u00e3o sim\u00e9trica, sugerindo que o planeamento de base territorial n\u00e3o deve prescindir da componente \u201csa\u00fade\u201d.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">Alinhado com as investiga\u00e7\u00f5es mais recentes desenvolvidas em termos internacionais, o estudo acrescenta valor em tr\u00eas frentes de particular relev\u00e2ncia.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">Ao n\u00edvel anal\u00edtico, porque enriquece o debate sobre estrat\u00e9gias de sa\u00fade, alargando-o e reformulando-o. Ao n\u00edvel das pol\u00edticas p\u00fablicas, porque identifica novas prioridades de coordena\u00e7\u00e3o e articula\u00e7\u00e3o institucional e de instrumentos de interven\u00e7\u00e3o. Finalmente, ao n\u00edvel comunicacional, porque estimula o contacto e a coopera\u00e7\u00e3o entre comunidades t\u00e9cnicas e pol\u00edticas \u2013 umas associadas \u00e0 sa\u00fade, outras ao desenvolvimento territorial \u2013 sem rotinas de trabalho comum. Aliando rigor, inova\u00e7\u00e3o e vis\u00e3o estrat\u00e9gica, este estudo estabelece um conjunto invulgar de pontes simult\u00e2neas entre a teoria e o trabalho de campo, a an\u00e1lise e a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas, o dom\u00ednio da sa\u00fade e a \u00e1rea do desenvolvimento regional que lhe conferem um estatuto de ineg\u00e1vel interesse e utilidade. Por todas estas raz\u00f5es, o leitor dar\u00e1 por bem empregue o tempo que lhe dedicar: folheando-o, lendo-o, consultando-o.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">Jo\u00e3o Ferr\u00e3o<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p>\u00cdNDICE<\/p>\n<p>NOTA PR\u00c9VIA<\/p>\n<p>PREF\u00c1CIO<\/p>\n<p>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p>PROBLEMA EM ESTUDO<\/p>\n<p>PRESSUPOSTOS DE INVESTIGA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p>QUEST\u00d5ES DE PARTIDA E FIXA\u00c7\u00c3O DE OBJECTIVOS<\/p>\n<p>ENQUADRAMENTO TE\u00d3RICO<\/p>\n<p>Novas concep\u00e7\u00f5es de sa\u00fade<\/p>\n<p>Novas concep\u00e7\u00f5es de desenvolvimento regional<\/p>\n<p>Novas concep\u00e7\u00f5es de pol\u00edticas p\u00fablicas<\/p>\n<p>S\u00edntese do enquadramento te\u00f3rico<\/p>\n<p>MUTA\u00c7\u00d5ES S\u00d3CIO-DEMOGR\u00c1FICAS NO ALENTEJO<\/p>\n<p>Evolu\u00e7\u00e3o e caracteriza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Situa\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica e social<\/p>\n<p>Sa\u00fade e Seguran\u00e7a Social \u2013 Servi\u00e7os prestados<\/p>\n<p>METODOLOGIA DE INVESTIGA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p>Op\u00e7\u00f5es metodol\u00f3gicas<\/p>\n<p>Recolha de informa\u00e7\u00e3o: instrumento utilizado e crit\u00e9rios de aplica\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Tratamento da informa\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>APRESENTA\u00c7\u00c3O E DISCUSS\u00c3O DE RESULTADOS<\/p>\n<p>Posi\u00e7\u00e3o dos v\u00e1rios actores sobre os temas em an\u00e1lise segundo o seu n\u00edvel<\/p>\n<p>de actua\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Representa\u00e7\u00f5es sobre o conceito de sa\u00fade<\/p>\n<p>Representa\u00e7\u00f5es e expectativas relativas ao futuro da sa\u00fade no Alentejo<\/p>\n<p>Estrat\u00e9gias como instrumento de desenvolvimento regional e actores intervenientes<\/p>\n<p>Potencialidades e obst\u00e1culos apontados \u00e0 regi\u00e3o do Alentejo<\/p>\n<p>An\u00e1lise dos resultados obtidos face \u00e0 problem\u00e1tica da investiga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>CONSIDERA\u00c7\u00d5ES FINAIS<\/p>\n<p align=\"justify\">BIBLIOGRAFIA<\/p>\n<p align=\"justify\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Todas as vis\u00f5es sectoriais tendem hoje a ser mais amplas, incorporando elementos e preocupa\u00e7\u00f5es provenientes de diferentes origens atrav\u00e9s do recurso a conceitos integradores.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":974,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-976","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-formasau"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/976","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=976"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/976\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2521,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/976\/revisions\/2521"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/974"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=976"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=976"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=976"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}