{"id":958,"date":"2008-10-07T14:44:51","date_gmt":"2008-10-07T14:44:51","guid":{"rendered":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/influencia-da-visita-pre-operatoria-no-controlo-da-ansiedade-pre-operatoria\/"},"modified":"2021-04-28T15:46:18","modified_gmt":"2021-04-28T15:46:18","slug":"influencia-da-visita-pre-operatoria-no-controlo-da-ansiedade-pre-operatoria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/influencia-da-visita-pre-operatoria-no-controlo-da-ansiedade-pre-operatoria\/","title":{"rendered":"Influ\u00eancia da Visita Pr\u00e9-Operat\u00f3ria no Controlo da Ansiedade Pr\u00e9-Operat\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p>O tipo de Anestesia e\/ou cirurgia s\u00e3o elementos causadores de grande\u00a0 ansiedade para o utente.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p align=\"center\">\n<p align=\"center\">\n<p align=\"center\">Influ\u00eancia da Visita Pr\u00e9-Operat\u00f3ria no Controlo da Ansiedade Pr\u00e9-Operat\u00f3ria no Contexto da Anestesia Espinhal<\/p>\n<p align=\"center\">\n<p align=\"center\">\n<p align=\"justify\"><strong>V\u00edtor Ant\u00f3nio Soares Santos <\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">Enfermeiro do Bloco Operat\u00f3rio do Hospital S\u00e3o Pedro Gon\u00e7alves Telmo<\/p>\n<p align=\"justify\">Formador na \u00e1rea da enfermagem Perioperat\u00f3ria na FORMASAU , Forma\u00e7\u00e3o e Sa\u00fade Lda.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<h4 align=\"justify\"><strong>Resumo<\/strong><\/h4>\n<p align=\"justify\">O tipo de Anestesia e\/ou cirurgia s\u00e3o elementos causadores de grande\u00a0 ansiedade para o utente. Como tal, a visita pr\u00e9-operat\u00f3ria de Enfermagem, deve ser ser realizada a todos os utentes antes da cirurgia, de modo a reduzir este stress\/ansiedade e preparar convenientemente o utente.<\/p>\n<p align=\"justify\">O presente estudo tem como objectivos \u201cExplicar a rela\u00e7\u00e3o entre a Visita Pr\u00e9-Operat\u00f3ria e o grau de ansiedade no pr\u00e9-operat\u00f3rio, em utentes submetidos a Anestesia Espinhal;\u201d e \u201cRefor\u00e7ar a import\u00e2ncia da Visita Pr\u00e9-Operat\u00f3ria na redu\u00e7\u00e3o da ansiedade pr\u00e9-operat\u00f3ria.\u201dPara tal foi efectuado um estudo explicativo\/preditivo, quase-experimental, de desenho \u201cAntes-Ap\u00f3s com grupo Testemunho n\u00e3o equivalente\u201d, com an\u00e1lise quantitativa. Os participantes no est\u00e3o foram repartidos por dois grupos (grupo experimental e grupo de controlo), com 30 elementos cada. De modo a se concretizar o estudo proposto, foi elaborada a seguinte hipotese de investiga\u00e7\u00e3o \u201cOs utentes cir\u00fargicos, propostos para anestesia espinhal, submetidos a Visita Pr\u00e9-Operat\u00f3ria t\u00eam menos ansiedade que os utentes cir\u00fargicos que n\u00e3o foram submetidos a esta visita.\u201d<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<h4 align=\"justify\"><strong>Abstract<\/strong><\/h4>\n<p align=\"justify\">The kind of Anesthesia and\/or surgery cause great anxiety for the patient.\u00a0 As such, Nursing preoperative care, should be carried out to all patients before of the surgery, in order to reduce this stress\/anxiety and prepare conveniently the user.\u00a0 This study has the following objectives &#8220;Explain the relation between the Nursing preoperative care and the rank of anxiety in the preoperative period, in patients submitted to Spinal Anesthesia;&#8221; and to &#8220;Reinforce the importance of the Nursing preoperative care in the reduction of the preoperative.&#8221; As so, it was performed a study explanatory\/predictiv, barely-experimental, of drawing &#8220;Before-After with not equivalent Testimony group &#8220;, with quantitative analysis.\u00a0 The participants in the study were divided by two groups (experimental group and control group), with 30 elements each.\u00a0 In order to make the study, it was elaborated the following hipotesis &#8220;The surgical patients, proposed for spinal anesthesia, submitted the Nursing preoperative care have less anxiety than the surgical patients that were not submitted to this care.&#8221;<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<h4 align=\"justify\"><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/h4>\n<p align=\"justify\">O ponto de partida para este estudo foi sem d\u00favida o meu interesse pela \u00e1rea da Cirurgia\/Anestesia. O que me \u201cinquietou\u201d, e levou \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o deste estudo, foi o facto de ter constatado, que apesar de existir uma presta\u00e7\u00e3o de cuidados de enfermagem com qualidade, assentes numa abordagem holistica e individualizada, ao utente cir\u00fargico, uma parte significativa dos utentes n\u00e3o tinha o seu bem estar assegurado a n\u00edvel psicol\u00f3gico. Este facto deve-se \u00e0 ansiedade gerada em torno da interven\u00e7\u00e3o cir\u00fargica. Ao se encontrar uma forma de minimizar a ansiedade, encontra-se igualmente uma forma de minimizar o impacto biopsicossocial da interven\u00e7\u00e3o cir\u00fargica. Face a isto, uma boa prepara\u00e7\u00e3o para cirurgia, poder\u00e1 ser bastante importante para a recupera\u00e7\u00e3o do utente e redu\u00e7\u00e3o da ansiedade perioperat\u00f3ria.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>I &#8211; CLARIFICA\u00c7\u00c3O DE CONCEITOS\u00a0<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">Anestesia<\/p>\n<p align=\"justify\">A palavra Anestesia, de acordo com MAREK e BOEHNLEIN (2003:559), prov\u00e9m do termo grego Anaisthesis, cujo significado \u00e9 \u201caus\u00eancia de sensibilidade\u201d.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">De acordo com MAREK e BOEHNLEIN (2003:564), a \u201canestesia regional provoca perda tempor\u00e1ria de sensibilidade numa determinada parte do corpo, pela ac\u00e7\u00e3o de anest\u00e9sicos locais (\u2026) os anest\u00e9sicos locais n\u00e3o provocam inconsci\u00eancia.\u201d Os v\u00e1rios tipos de anestesia regional s\u00e3o a anestesia espinhal (Raquianestesia e Epidural), o bloqueio de nervos e a anestesia regional endovenosa.<\/p>\n<p align=\"justify\">No que respeita \u00e0 anestesia Espinhal, MAREK e BOEHNLEIN (2003:564), referem que \u00e9 \u201cgeralmente, administrada em procedimentos cir\u00fargicos executados no baixo abd\u00f3men, na regi\u00e3o inguinal, no per\u00edneo ou nos membros inferiores.\u201d No caso da raquianestesia, o f\u00e1rmaco \u00e9 injectado para o liquido cefalorraquidiano, no espa\u00e7o subaracnoideu, sendo o efeito quase imediato. A anestesia epidural, de acordo com MAREK e BOEHNLEIN (2003:565), consegue-se \u201cquando um anest\u00e9sico local \u00e9 injectado atrav\u00e9s do espa\u00e7o intervertebral para dentro do espa\u00e7o que rodeia a dura-m\u00e1ter na coluna.\u201d<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">Cirurgia<\/p>\n<p align=\"justify\">A cirurgia define-se como \u201co diagn\u00f3stico e tratamento m\u00e9dicos de traumatismos, deformidade e doen\u00e7a, por actos manuais e instrumentais\u201d (MAREK e BOEHNLEIN, 2003:525). N\u00e3o \u00e9 portanto de estranhar que a palavra cirurgia derive do grego Kheirourgia, que significa trabalho manual.<\/p>\n<p align=\"justify\">O per\u00edodo perioperat\u00f3rio refere-se aos acontecimentos que t\u00eam lugar desde a prepara\u00e7\u00e3o da cirurgia at\u00e9 \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o dos efeitos desta. Dentro deste per\u00edodo destaco a fase pr\u00e9-operat\u00f3ria. Segundo MAREK e BOEHNLEIN (2003:526), \u201co per\u00edodo pr\u00e9-operat\u00f3rio come\u00e7a quando \u00e9 tomada a decis\u00e3o de interven\u00e7\u00e3o cir\u00fargica. (\u2026) termina quando o doente \u00e9 transportado, em seguran\u00e7a, para o bloco operat\u00f3rio (\u2026)\u201d. As actividades de enfermagem neste per\u00edodo, consistem na avalia\u00e7\u00e3o inicial do utente e no planeamento e implementa\u00e7\u00e3o dos cuidados de enfermagem necess\u00e1rios \u00e0 prepara\u00e7\u00e3o da cirurgia.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">Ansiedade<\/p>\n<p align=\"justify\">De acordo com KAPLAN, SADOCK e GREBB (1997:545), a ansiedade \u00e9 \u201c\u2026uma viv\u00eancia comum de virtualmente qualquer ser humano.\u201d, \u00e9 uma sensa\u00e7\u00e3o que se caracteriza por \u201c\u2026um sentimento difuso desagrad\u00e1vel e vago de apreens\u00e3o, frequentemente, acompanhado por sintomas auton\u00f3micos como cefaleia, perspira\u00e7\u00e3o, palpita\u00e7\u00f5es, (\u2026) inquieta\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p align=\"justify\">Esta defini\u00e7\u00e3o est\u00e1 de acordo com STUART e LARAIA (2001:306), que afirmam tratar-se de \u201c\u2026uma emo\u00e7\u00e3o e uma experi\u00eancia individual subjectiva.\u201d De acordo com estes mesmos autores o termo ansiedade, deriva da palavra latina \u201cangere\u201d, que significa \u201cestrangular\u201d e \u201ccausar sofrimento\u201d.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">DAVIDOFF (1983:440), por seu lado surge com o conceito de ansiedade como \u201c\u2026 uma emo\u00e7\u00e3o caracterizada por sentimentos de previs\u00e3o de perigo, tens\u00e3o e afli\u00e7\u00e3o e pela vigil\u00e2ncia do sistema nervoso simp\u00e1tico.\u201d Esta defini\u00e7\u00e3o lembra-nos a parte fisiol\u00f3gica da ansiedade, o stress.\u00a0 Esta ideia \u00e9 refor\u00e7ada por NEEB (1997:185), que afirma \u201co stress provoca ansiedade\u201d, este na maioria dos casos \u00e9 associado a situa\u00e7\u00f5es negativas. De acordo com CASSMEYER e MARANTIDES (2003:122), \u201ca reac\u00e7\u00e3o ao stress inclui componentes de car\u00e1cter intelectual, comportamental e emocional, como actos de tomada de decis\u00e3o, recusa e raiva, bem como componentes fisiol\u00f3gicas.\u201d<\/p>\n<p align=\"justify\">A ansiedade pode tamb\u00e9m afectar a aprendizagem, pois, de acordo com DAVIDOFF (1983:444), \u201cem termos do nosso modelo de mem\u00f3ria (\u2026), a ansiedade pode influenciar a codifica\u00e7\u00e3o, armazenamento e\/ou recupera\u00e7\u00e3o.\u201d De acordo com a mesma autora, as pessoas ansiosas podem sentir problemas de codifica\u00e7\u00e3o que interferem na coloca\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o na mem\u00f3ria. Tanto a anestesia como a interven\u00e7\u00e3o cir\u00fargica s\u00e3o factores geradores de ansiedade\/stress. De acordo com NETO e NETO (1995:64), \u201ca anestesia, provocando a perda de consci\u00eancia, na maior parte dos doentes poder\u00e1 significar meio caminho andado para a morte.\u201d A interven\u00e7\u00e3o cir\u00fargica causa inquietude, n\u00e3o por si pr\u00f3pria, mas pelo mist\u00e9rio que envolve a sala de opera\u00e7\u00f5es. Segundo NETO e NETO (1995:65), a sala de opera\u00e7\u00f5es \u00e9 um meio misterioso, \u201c\u2026por ser o local onde se exerce um poder, \u2013 o poder sobre a vida e sobre a morte.\u201d<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p>Visita Pr\u00e9-Operat\u00f3ria<\/p>\n<p align=\"justify\">\u201cA visita pr\u00e9-operat\u00f3ria pode ser considerada como uma atitude personalizada e de humaniza\u00e7\u00e3o dos cuidados de sa\u00fade dos nossos hospitais. O enfermeiro \u00e9 a pedra basilar dessa humaniza\u00e7\u00e3o, uma vez que \u00e9 o elemento de contacto mais \u00edntimo e cont\u00ednuo com o utente.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 (LOUREN\u00c7O, 2004:26)<\/p>\n<p align=\"right\">\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">Esta visita visa globalmente tranquilizar o utente na procura de uma melhoria do seu bem-estar, num ambiente novo e hostil, assumindo um papel importante, no excesso de ansiedade do utente. Deve ser feita sempre que poss\u00edvel na v\u00e9spera da interven\u00e7\u00e3o cir\u00fargica, visando transmitir uma sensa\u00e7\u00e3o de acolhimento e protec\u00e7\u00e3o. De acordo com LEIT\u00c3O (1992:15), exige-se ao enfermeiro, \u201c a necessidade de se munir de atitude de ajuda, no respeito pelo outro, de modo a permitir o desenvolvimento da empatia, situando a interac\u00e7\u00e3o estabelecida no campo da aceita\u00e7\u00e3o e compreens\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p align=\"justify\">O objectivo major da visita pr\u00e9-operat\u00f3ria, \u00e9 o de reduzir a ansiedade de utente face \u00e0 interven\u00e7\u00e3o cir\u00fargica. Esta prepara\u00e7\u00e3o, deve ser efectuada, no contexto da rela\u00e7\u00e3o enfermeiro-utente, na qual deve haver uma permanente disponibilidade para ajudar o utente. O estabelecimento desta rela\u00e7\u00e3o, funciona como um solo f\u00e9rtil que facilita o suporte psicoemocional ao utente, permitindo a redu\u00e7\u00e3o da ansiedade e transmitindo-lhe seguran\u00e7a e algum controlo sobre a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p><strong>II \u2013 METODOLOGIA\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Tipo de estudo<\/p>\n<p align=\"justify\">\u00c9 um estudo de n\u00edvel IV, explicativo\/preditivo, quase-experimental, de desenho \u201cAntes-Ap\u00f3s com grupo Testemunho n\u00e3o equivalente\u201d, com an\u00e1lise quantitativa. Trata-se de um estudo de n\u00edvel IV, na medida em que \u00e9 utilizado um estudo do tipo experimental, no qual se avalia o resultado de uma interven\u00e7\u00e3o, sendo um estudo Quase-experimental, na medida em que apesar das suas caracter\u00edsticas de desenho experimental, n\u00e3o t\u00eam grupos equivalentes, criados pela reparti\u00e7\u00e3o aleat\u00f3ria. Esta situa\u00e7\u00e3o deve-se ao facto de ser dif\u00edcil distribuir aleatoriamente os utentes do servi\u00e7o hospitalar, em dois grupos. De acordo com FORTIN (2000:191), \u201cUma tal reparti\u00e7\u00e3o criaria enviesamento por causa dos contactos quotidianos entre os sujeitos pertencentes a um e outro grupo.\u201d<\/p>\n<p align=\"justify\">\u00c9 explicativo e preditivo, na medida em que, de acordo com FORTIN (2000:139): \u201cCaracteriza-se essencialmente pelo estabelecimento de rela\u00e7\u00f5es de causalidade entre os fen\u00f3menos.<\/p>\n<p align=\"justify\">De uma forma geral, ser\u00e1 feita uma interven\u00e7\u00e3o num grupo experimental (a visita pr\u00e9-operat\u00f3ria), enquanto que o grupo de controlo, n\u00e3o recebe essa mesma interven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p>Vari\u00e1veis<\/p>\n<p align=\"justify\">Segundo FORTIN (2000:36), \u201cAs vari\u00e1veis s\u00e3o qualidades, propriedades ou caracter\u00edsticas de objectos, de pessoas ou de situa\u00e7\u00f5es que s\u00e3o estudadas numa investiga\u00e7\u00e3o\u201d. Trata-se de um par\u00e2metro ao qual s\u00e3o atribu\u00eddos valores num\u00e9ricos, de modo a exprimir graus, quantidades e diferen\u00e7as.<\/p>\n<p align=\"justify\">A vari\u00e1vel independente, de acordo com FORTIN (2000:184) \u00e9 \u201c\u2026conhecida por exercer um efeito sobre as vari\u00e1veis dependentes.\u201d Por seu lado a vari\u00e1vel dependente, \u201c\u2026\u00e9 a que sofre o efeito esperado da vari\u00e1vel independente: \u00e9 o comportamento, a resposta ou o resultado observado que \u00e9 devido \u00e0 presen\u00e7a da vari\u00e1vel independente.\u201d (FORTIN, 2000:37). Dentro das vari\u00e1veis independentes podemos incluir ainda as vari\u00e1veis atributo, que de acordo com FORTIN (2000:37) s\u00e3o as caracter\u00edsticas dos sujeitos num estudo, sendo geralmente demogr\u00e1ficas e a sua escolha \u201c&#8230;determinada em fun\u00e7\u00e3o das necessidades do estudo.\u201d Neste estudo, temos como vari\u00e1veis independentes, a vari\u00e1vel explicativa ou tratamento, ou seja, a realiza\u00e7\u00e3o de Visita Pr\u00e9-Operat\u00f3ria e as seguintes vari\u00e1veis atributo:<\/p>\n<ul type=\"disc\">\n<li>Sexo;<\/li>\n<li>Idade;<\/li>\n<li>Estado civil;<\/li>\n<li>Religi\u00e3o;<\/li>\n<li>Habilita\u00e7\u00f5es Acad\u00e9micas;<\/li>\n<li>Situa\u00e7\u00e3o Profissional;<\/li>\n<li>Agregado Familiar;<\/li>\n<li>Patologia;<\/li>\n<li>Antecedentes Anest\u00e9sicos.<\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"justify\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Como vari\u00e1vel dependente, temos a intensidade da ansiedade no per\u00edodo pr\u00e9-operat\u00f3rio, constitu\u00edda pelos seguintes indicadores:<\/p>\n<ul type=\"disc\">\n<li>Tens\u00e3o Muscular;<\/li>\n<li>Altera\u00e7\u00f5es no Sistema Tegumentar;<\/li>\n<li>Altera\u00e7\u00f5es Cardiorrespirat\u00f3rias;<\/li>\n<li>Altera\u00e7\u00f5es na Voz e Padr\u00e3o de Fala;<\/li>\n<li>Actividade Mental;<\/li>\n<li>Altera\u00e7\u00f5es Comportamentais.<\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"justify\">Cada um destes indicadores pode apresentar 5 n\u00edveis de ansiedade: M\u00ednima, Fraca, Moderada, Forte e M\u00e1xima.<\/p>\n<p align=\"justify\">De acordo com FORTIN (2000:102) uma hip\u00f3tese \u00e9 \u201c\u2026um enunciado formal das rela\u00e7\u00f5es previstas entre duas ou mais vari\u00e1veis. \u00c9 uma predi\u00e7\u00e3o baseada na teoria ou numa por\u00e7\u00e3o desta (proposi\u00e7\u00e3o). A hip\u00f3tese combina o problema e o objectivo numa explica\u00e7\u00e3o ou predi\u00e7\u00e3o clara dos resultados esperados de um estudo\u201d. Assim para este estudo foi formulada a seguinte hip\u00f3tese: \u201cOs utentes cir\u00fargicos, propostos para anestesia espinhal, submetidos a Visita Pr\u00e9-Operat\u00f3ria t\u00eam menos ansiedade que os utentes cir\u00fargicos que n\u00e3o foram submetidos a esta visita.\u201d<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p>Local do Estudo<\/p>\n<p align=\"justify\">Este estudo foi realizado no servi\u00e7o de Cirurgia Geral\/Ortopedia, do Hospital S\u00e3o Pedro Gon\u00e7alves Telmo (Peniche). O servi\u00e7o possui 30 camas distribu\u00eddas por onze enfermarias, em que oito, t\u00eam tr\u00eas camas cada, e tr\u00eas com duas camas apenas. Destas 30 camas, 21 s\u00e3o destinadas \u00e0 Cirurgia Geral e 9 destinadas \u00e0 Ortopedia.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p>Amostra<\/p>\n<p align=\"justify\">O tipo de amostra utilizada neste estudo \u00e9 uma amostra por quotas.De acordo com FORTIN (2000:209), a amostra por quotas, \u00e9 uma amostra n\u00e3o probabil\u00edstica, que consiste em \u201c\u2026formar estratos da popula\u00e7\u00e3o na base de certas caracter\u00edsticas e proceder, de maneira que estas estejam representadas em propor\u00e7\u00f5es semelhantes \u00e0s que existem na popula\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p align=\"justify\">No caso particular deste estudo, a amostra foi constitu\u00edda por dois grupos (grupo experimental e grupo de controlo), com 30 elementos cada. Como crit\u00e9rios de selec\u00e7\u00e3o, foram definidos a inclus\u00e3o, em cada grupo, apenas de indiv\u00edduos submetidos a Anestesia espinhal (seja Raquianestesia ou Epidural), dos quais 15 devem ser utentes do g\u00e9nero masculino e destes, 3 devem ter mais de 65 anos. Os restantes 15 elementos de cada grupo devem ser do g\u00e9nero feminino e destes, 3 devem ter mais de 65 anos. Estes crit\u00e9rios de idade e g\u00e9nero est\u00e3o de acordo com as caracter\u00edsticas da popula\u00e7\u00e3o do concelho de Peniche, na medida em que de acordo com o Centro de Sa\u00fade de Peniche, da popula\u00e7\u00e3o com mais de 18 anos cerca de 20% s\u00e3o idosos e cada um dos g\u00e9neros representa 50% da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"justify\">Em ambos os grupos, os utentes devem estar conscientes e orientados, sem hipoac\u00fasia acentuada ou total, com facilidade em se exprimir e falar em portugu\u00eas.Estes crit\u00e9rios foram delineados de modos a conseguirmos uma maior homogeneidade entre os grupos e uma amostra o mais aproximada poss\u00edvel \u00e0s caracter\u00edsticas da popula\u00e7\u00e3o que acorre a este servi\u00e7o.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p>Instrumento de colheita de dados<\/p>\n<p align=\"justify\">O instrumento de colheita de dados \u00e9 constitu\u00eddo por duas partes. A primeira parte consiste na caracteriza\u00e7\u00e3o dos utentes, enquanto que a segunda parte consiste na avalia\u00e7\u00e3o da intensidade da ansiedade, recorrendo a uma escala do tipo Likert, por mim elaborada, com base na bibliografia consultada para a elabora\u00e7\u00e3o deste projecto. De entre as poss\u00edveis fun\u00e7\u00f5es das escalas de medida, FORTIN (2000:254), inclui a \u201c\u2026avalia\u00e7\u00e3o de medidas fisiol\u00f3gicas como no caso da dor, da n\u00e1usea ou da intensidade do esfor\u00e7o.\u201d, de entre as quais se inclui a ansiedade.<\/p>\n<p align=\"justify\">A caracteriza\u00e7\u00e3o dos utentes consiste em 9 itens, que contemplam, o g\u00e9nero, idade, estado civil, religi\u00e3o, habilita\u00e7\u00f5es acad\u00e9micas, situa\u00e7\u00e3o profissional, agregado familiar, Patologia e antecedentes anest\u00e9sicos (Anexo 1).<\/p>\n<p align=\"justify\">A avalia\u00e7\u00e3o da ansiedade \u00e9 feita recorrendo a uma escala com 6 itens, relativos a: Tens\u00e3o Muscular, Altera\u00e7\u00f5es no sistema tegumentar, Altera\u00e7\u00f5es cardiorrespirat\u00f3rias, Altera\u00e7\u00f5es na voz e padr\u00e3o de fala, Actividade mental, Altera\u00e7\u00f5es comportamentais. O resultado do somat\u00f3rio da escala pode ir de 0 a 24 pontos. Para se obter a intensidade da ansiedade \u00e9 feito o somat\u00f3rio da escala (somat\u00f3rio dos resultados das 6 categorias). A intensidade da ansiedade \u00e9 nos dada, com base no resultado desse somat\u00f3rio e recorrendo \u00e0 seguinte chave:<\/p>\n<blockquote><p>&#8211; M\u00ednima: \u2264 5<\/p>\n<p>&#8211; Fraca: 6 &#8211; 9<\/p>\n<p>&#8211; Moderada: 10 &#8211; 14<\/p>\n<p>&#8211; Forte: 15 &#8211; 19<\/p>\n<p>&#8211; M\u00e1xima: \u2265 20<\/p><\/blockquote>\n<p>Colheita de dados<\/p>\n<p align=\"justify\">Foi efectuada uma avalia\u00e7\u00e3o da ansiedade nos utentes dos dois grupos antes de qualquer interven\u00e7\u00e3o, devido \u00e0 n\u00e3o equival\u00eancia dos dois grupos. Esta primeira avalia\u00e7\u00e3o teve lugar no momento da admiss\u00e3o no servi\u00e7o, que tamb\u00e9m \u00e9 uma altura prop\u00edcia para a colheita de dados, para a caracteriza\u00e7\u00e3o do utente. Como normalmente a admiss\u00e3o dos utentes no servi\u00e7o \u00e9 feita na v\u00e9spera da cirurgia, nesse mesmo dia ser\u00e1 efectuada a visita pr\u00e9-operat\u00f3ria aos utentes do grupo experimental. A segunda avalia\u00e7\u00e3o da ansiedade, ser\u00e1 efectuada no dia seguinte, nos dois grupos, no inicio do turno onde ser\u00e1 realizada a cirurgia. Uma vez que na altura a visita pr\u00e9-operat\u00f3ria n\u00e3o era efectuada no servi\u00e7o, o instrumento de colheita de dados, foi aplicado primeiro nos utentes do grupo de controlo e s\u00f3 depois nos utentes do grupo experimental (que ser\u00e1 submetido \u00e0 visita pr\u00e9-operat\u00f3ria), de modo a evitar um enviesamento dos resultados da investiga\u00e7\u00e3o e evitar complica\u00e7\u00f5es a n\u00edvel \u00e9tico.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p><strong>III \u2013 AN\u00c1LISE E DISCUSS\u00c3O DOS RESULTADOS<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">Observando os resultados apresentados nos quadros 1 e 4, podemos caracterizar as amostras quanto ao g\u00e9nero, idade, estado civil e agregado familiar. No que respeita \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o segundo o g\u00e9nero e idade, verifica-se que est\u00e1 de acordo com o previsto na defini\u00e7\u00e3o de amostra, podendo apenas ressalvar que no que concerne \u00e0 idade, n\u00e3o temos no grupo experimental nenhum individuo representaivo da faixa et\u00e1ria 18 \u2013 25 anos, sendo a faixa et\u00e1ria mais representativa a dos 36 \u2013 45 anos, com 8 individuos (26.6%). Por seu lado a faixa et\u00e1ria dos 56 \u2013 65 anos, \u00e9 a mais representativa no grupo de controlo, com 9 individuos (30%). Posto isto, verifica-se que o grupo de controlo apesar de ser mais representativo em termos de faixas et\u00e1rias, \u00e9 tamb\u00e9m ligeiramente mais envelhecido, com uma m\u00e9dia de idades de 52.1 anos, contra 50.4 anos do grupo experimental, sendo as duas amostras quase equivalentes em termos et\u00e1rios. No que ao estado civil diz respeito, em ambos os grupos predominam os utentes casados (80% e 70%, respectivamente), havendo portanto um predominio tamb\u00e9m de pessoas que vivem acompanhadas (90% e 80% respectivamente), o que garante \u00e0 partida, um bom suporte familiar no domicilio e equival\u00eancia das duas amostras em rela\u00e7\u00e3o a estes dois par\u00e2metros.<\/p>\n<p align=\"justify\">Nos quadros 2 e 5, podemos observar a distribui\u00e7\u00e3o das amostras quanto \u00e0s habilita\u00e7\u00f5es acad\u00e9micas, situa\u00e7\u00e3o profissional e religi\u00e3o, sendo que em ambos os grupos predominam os utentes com o 1\u00ba ciclo do ensino b\u00e1sico (63.3 % e 46.6%, respectivamente), sendo a disparidade menor no grupo experimental, que tem o 2\u00ba e 3\u00ba ciclos \u201crefor\u00e7ados\u201d com 30%\u00a0 e 20%, contra 10% e 13.3% do grupo de controlo. Por seu lado, o grupo de controlo apresenta mais individuos com o ensino secund\u00e1rio (10%, contra 3.3% do grupo experimental), e um analfabeto (3.3% contra 0% no grupo experimental). Verifica-se portanto alguma heterogeneidade, neste parametro. Relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o profissional, verifica-se um predominio, nos dois grupos de individuos empregados (46.6% e 50%, respectivamente) e reformados (33.3% e 40%, respectivamente), o que \u00e0 partida afasta um cen\u00e1rio de preocupa\u00e7\u00f5es econ\u00f3micas, pois a maioria dos individuos tem actualmente, pelo menos uma fonte de rendimentos. Estes n\u00fameros tamb\u00e9m comprovam haver equival\u00eancia neste par\u00e2metro. A grande maioria dos individuos, em ambas as amostras tem religi\u00e3o (96.7% e 93.4%, respectivamente), o que garante \u00e0 partida um suporte espirutual sustentado.<\/p>\n<p align=\"justify\">Relativamente \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o de acordo com a patologia cir\u00fargica, tempo de evolu\u00e7\u00e3o da mesma e antecedentes de anestesia espinhal (quadros 3 e 6), verifica-se que a patologia mais comum \u00e9 a h\u00e9rnia inguinal (43.3% e 33.3%, respectivamente) e varizes (16.6% e 30% respectivamente), que s\u00e3o interven\u00e7\u00f5es cirurgicas de menor complexidade e pouco tempo de recupera\u00e7\u00e3o. A patologia ortop\u00e9dica contemplada nas amostras, osteoartroses (gonartoses e coxartroses), tamb\u00e9m \u00e9 bastante representativa (20% e 16.6%, respectivamente), e tratam-se de interven\u00e7\u00f5es cir\u00fargicas revestidas de uma maior complexidade e tempo de recupera\u00e7\u00e3o. Verifica-se portanto homogeneidade neste par\u00e2metro. O tempo de evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 bastante variado, apesar de predominarem os casos de evolu\u00e7\u00e3o menor que 1 ano (16.6% e 33.3%, respectivamente) e superior a 10 anos (30% e 13.3%, respectivamente). Relativamente aos antecedentes anest\u00e9sicos em anestesia espinhal, verifica-se que em ambas as amostras, predominam os utentes que nunca foram submetidos a anestesia espinhal, com valores de 63.3% e 70%, respectivamente.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">De um modo global, ap\u00f3s a an\u00e1lise descritiva das vari\u00e1veis atributo, que caracterizam a popula\u00e7\u00e3o, verifica-se que as amostras s\u00e3o equivalentes, \u00e0 excep\u00e7\u00e3o da varia\u00e7\u00f5es observadas nas habilita\u00e7\u00f5es acad\u00e9micas.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p>GRUPO DE CONTROLO<\/p>\n<p align=\"center\">Quadro 1 &#8211; Distribui\u00e7\u00e3o da amostra quanto ao g\u00e9nero, idade, estado civil e agregado familiar\n<\/p>\n<div align=\"center\"><center><\/p>\n<table border=\"2\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr valign=\"top\">\n<td rowspan=\"2\" width=\"63%\"><\/td>\n<td colspan=\"2\" align=\"center\" width=\"36%\">N Total = 30<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td align=\"center\" width=\"18%\">n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">%<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">G\u00c9NERO<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">Feminino<\/p>\n<p>Masculino<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">15<\/p>\n<p align=\"center\">15<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">50<\/p>\n<p align=\"center\">50<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">IDADE<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">18 &#8211; 25 anos<\/p>\n<p>26 &#8211; 35 anos<\/p>\n<p>36 &#8211; 45 anos<\/p>\n<p>46 &#8211; 55 anos<\/p>\n<p>56 &#8211; 65 anos<\/p>\n<p>&gt; 65 anos<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">2<\/p>\n<p align=\"center\">1<\/p>\n<p align=\"center\">5<\/p>\n<p align=\"center\">7<\/p>\n<p align=\"center\">9<\/p>\n<p align=\"center\">6<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">6.6<\/p>\n<p align=\"center\">3.3<\/p>\n<p align=\"center\">16.6<\/p>\n<p align=\"center\">23.3<\/p>\n<p align=\"center\">30<\/p>\n<p align=\"center\">20<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">ESTADO CIVIL<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">Solteiro<\/p>\n<p>Casado<\/p>\n<p>Vi\u00favo<\/p>\n<p>Uni\u00e3o de Facto<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">2<\/p>\n<p align=\"center\">24<\/p>\n<p align=\"center\">3<\/p>\n<p align=\"center\">1<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">6.6<\/p>\n<p align=\"center\">80<\/p>\n<p align=\"center\">10<\/p>\n<p align=\"center\">3.3<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">AGREGADO FAMILIAR<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">Vive Sozinho<\/p>\n<p>Vive com conjugue<\/p>\n<p>Vive com conjugue e filhos<\/p>\n<p>Vive com os pais<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">3<\/p>\n<p align=\"center\">12<\/p>\n<p align=\"center\">14<\/p>\n<p align=\"center\">1<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">10<\/p>\n<p align=\"center\">40<\/p>\n<p align=\"center\">46.6<\/p>\n<p align=\"center\">3.3<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><\/center><\/div>\n<p align=\"center\">\n<p align=\"center\">\n<p align=\"center\">Quadro 2 &#8211; Distribui\u00e7\u00e3o da amostra quanto \u00e0s habilita\u00e7\u00f5es acad\u00e9micas, Situa\u00e7\u00e3o profissional e religi\u00e3o<\/p>\n<p align=\"center\">\n<div align=\"center\"><center><\/p>\n<table border=\"2\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr valign=\"top\">\n<td rowspan=\"2\" width=\"63%\"><\/td>\n<td colspan=\"2\" align=\"center\" width=\"36%\">N Total = 30<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td align=\"center\" width=\"18%\">n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">%<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">HABILITA\u00c7\u00d5ES ACAD\u00c9MICAS<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">Analfabeto<\/p>\n<p>1\u00ba Ciclo do Ensino B\u00e1sico<\/p>\n<p>2\u00ba Ciclo do Ensino B\u00e1sico<\/p>\n<p>3\u00ba Ciclo do Ensino B\u00e1sico<\/p>\n<p>Ensino Secund\u00e1rio<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">1<\/p>\n<p align=\"center\">19<\/p>\n<p align=\"center\">3<\/p>\n<p align=\"center\">4<\/p>\n<p align=\"center\">3<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">3.3<\/p>\n<p align=\"center\">63.3<\/p>\n<p align=\"center\">10<\/p>\n<p align=\"center\">13.3<\/p>\n<p align=\"center\">10<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">SITUA\u00c7\u00c3O PROFISSIONAL<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">Empregado<\/p>\n<p>Desempregado<\/p>\n<p>Reformado<\/p>\n<p>Dom\u00e9stica<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">14<\/p>\n<p align=\"center\">3<\/p>\n<p align=\"center\">10<\/p>\n<p align=\"center\">3<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">46.6<\/p>\n<p align=\"center\">10<\/p>\n<p align=\"center\">33.3<\/p>\n<p align=\"center\">10<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">RELIGI\u00c3O<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">Cat\u00f3lica<\/p>\n<p>Sem Religi\u00e3o<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">29<\/p>\n<p align=\"center\">1<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">96.7<\/p>\n<p align=\"center\">3.3<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><\/center><\/div>\n<p align=\"center\">Quadro 3 &#8211; Distribui\u00e7\u00e3o da amostra quanto \u00e0 patologia, tempo de evolu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a e antecedentes anest\u00e9sicos\n<\/p>\n<div align=\"center\"><center><\/p>\n<table border=\"2\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr valign=\"top\">\n<td rowspan=\"2\" width=\"63%\"><\/td>\n<td colspan=\"2\" align=\"center\" width=\"36%\">N Total = 30<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td align=\"center\" width=\"18%\">n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">%<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">PATOLOGIA<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">Gonartrose<\/p>\n<p>Coxartrose<\/p>\n<p>F\u00edstula Anal<\/p>\n<p>H\u00e9rnia Inguinal<\/p>\n<p>H\u00e9rnia Incisional<\/p>\n<p>Cistocelo<\/p>\n<p>Hemorr\u00f3idas<\/p>\n<p>Sinus Pilonidalis<\/p>\n<p>Varizes<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">3<\/p>\n<p align=\"center\">3<\/p>\n<p align=\"center\">1<\/p>\n<p align=\"center\">13<\/p>\n<p align=\"center\">1<\/p>\n<p align=\"center\">1<\/p>\n<p align=\"center\">1<\/p>\n<p align=\"center\">2<\/p>\n<p align=\"center\">5<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">10<\/p>\n<p align=\"center\">10<\/p>\n<p align=\"center\">3.3<\/p>\n<p align=\"center\">43.3<\/p>\n<p align=\"center\">3.3<\/p>\n<p align=\"center\">3.3<\/p>\n<p align=\"center\">3.3<\/p>\n<p align=\"center\">6.6<\/p>\n<p align=\"center\">16.6<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">TEMPO DE EVOLU\u00c7\u00c3O DA DOEN\u00c7A<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">&lt; 1 ano<\/p>\n<p>1 ano<\/p>\n<p>2 anos<\/p>\n<p>3 anos<\/p>\n<p>4 anos<\/p>\n<p>5 anos<\/p>\n<p>&gt; 10 anos<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">5<\/p>\n<p align=\"center\">4<\/p>\n<p align=\"center\">4<\/p>\n<p align=\"center\">2<\/p>\n<p align=\"center\">2<\/p>\n<p align=\"center\">4<\/p>\n<p align=\"center\">9<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">16.6<\/p>\n<p align=\"center\">13.3<\/p>\n<p align=\"center\">13.3<\/p>\n<p align=\"center\">6.6<\/p>\n<p align=\"center\">6.6<\/p>\n<p align=\"center\">13.3<\/p>\n<p align=\"center\">30<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">ANTECEDENTES ANEST\u00c9SICOS<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">Nunca foi submetido a Anestesia Espinhal<br \/>\nSubmetido a Anestesia Espinhal anteriormente<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">19<\/p>\n<p align=\"center\">11<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">63.3<\/p>\n<p align=\"center\">36.6<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><\/center><\/div>\n<p>GRUPO EXPERIMENTAL<\/p>\n<p align=\"center\">Quadro 4 &#8211; Distribui\u00e7\u00e3o da amostra quanto ao g\u00e9nero, idade, estado civil e agregado familiar\n<\/p>\n<div align=\"center\"><center><\/p>\n<table border=\"2\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr valign=\"top\">\n<td rowspan=\"2\" width=\"63%\"><\/td>\n<td colspan=\"2\" align=\"center\" width=\"36%\">N Total = 30<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td align=\"center\" width=\"18%\">n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">%<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">G\u00c9NERO<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">Feminino<\/p>\n<p>Masculino<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">15<\/p>\n<p align=\"center\">15<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">50<\/p>\n<p align=\"center\">50<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">IDADE<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">18 &#8211; 25 anos<\/p>\n<p>26 &#8211; 35 anos<\/p>\n<p>36 &#8211; 45 anos<\/p>\n<p>46 &#8211; 55 anos<\/p>\n<p>56 &#8211; 65 anos<\/p>\n<p>&gt; 65 anos<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">0<\/p>\n<p align=\"center\">4<\/p>\n<p align=\"center\">8<\/p>\n<p align=\"center\">5<\/p>\n<p align=\"center\">7<\/p>\n<p align=\"center\">6<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">0<\/p>\n<p align=\"center\">13.3<\/p>\n<p align=\"center\">26.6<\/p>\n<p align=\"center\">16.6<\/p>\n<p align=\"center\">23.3<\/p>\n<p align=\"center\">20<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">ESTADO CIVIL<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">Solteiro<\/p>\n<p>Casado<\/p>\n<p>Vi\u00favo<\/p>\n<p>Uni\u00e3o de Facto<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">3<\/p>\n<p align=\"center\">21<\/p>\n<p align=\"center\">4<\/p>\n<p align=\"center\">2<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">10<\/p>\n<p align=\"center\">70<\/p>\n<p align=\"center\">13.3<\/p>\n<p align=\"center\">6.6<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">AGREGADO FAMILIAR<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">Vive Sozinho<\/p>\n<p>Vive com conjugue<\/p>\n<p>Vive com conjugue e filhos<\/p>\n<p>Vive com filho e netos<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">6<\/p>\n<p align=\"center\">12<\/p>\n<p align=\"center\">11<\/p>\n<p align=\"center\">1<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">20<\/p>\n<p align=\"center\">40<\/p>\n<p align=\"center\">36.6<\/p>\n<p align=\"center\">3.3<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><\/center><\/div>\n<p align=\"center\">Quadro 5 &#8211; Distribui\u00e7\u00e3o da amostra quanto \u00e0s habilita\u00e7\u00f5es acad\u00e9micas, Situa\u00e7\u00e3o profissional e religi\u00e3o<\/p>\n<p align=\"center\">\n<div align=\"center\"><center><\/p>\n<table border=\"2\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr valign=\"top\">\n<td rowspan=\"2\" width=\"63%\"><\/td>\n<td colspan=\"2\" align=\"center\" width=\"36%\">N Total = 30<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td align=\"center\" width=\"18%\">n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">%<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">HABILITA\u00c7\u00d5ES ACAD\u00c9MICAS<\/td>\n<td width=\"18%\"><\/td>\n<td width=\"18%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">Analfabeto<\/p>\n<p>1\u00ba Ciclo do Ensino B\u00e1sico<\/p>\n<p>2\u00ba Ciclo do Ensino B\u00e1sico<\/p>\n<p>3\u00ba Ciclo do Ensino B\u00e1sico<\/p>\n<p>Ensino Secund\u00e1rio<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">0<\/p>\n<p align=\"center\">14<\/p>\n<p align=\"center\">9<\/p>\n<p align=\"center\">6<\/p>\n<p align=\"center\">1<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">0<\/p>\n<p align=\"center\">46.6<\/p>\n<p align=\"center\">30<\/p>\n<p align=\"center\">20<\/p>\n<p align=\"center\">3.3<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">SITUA\u00c7\u00c3O PROFISSIONAL<\/td>\n<td width=\"18%\"><\/td>\n<td width=\"18%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">Empregado<\/p>\n<p>Desempregado<\/p>\n<p>Reformado<\/p>\n<p>Dom\u00e9stica<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">15<\/p>\n<p align=\"center\">2<\/p>\n<p align=\"center\">12<\/p>\n<p align=\"center\">1<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">50<\/p>\n<p align=\"center\">6.6<\/p>\n<p align=\"center\">40<\/p>\n<p align=\"center\">3.3<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">RELIGI\u00c3O<\/td>\n<td width=\"18%\"><\/td>\n<td width=\"18%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">Cat\u00f3lica<\/p>\n<p>Sem Religi\u00e3o<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">28<\/p>\n<p align=\"center\">2<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">93.4<\/p>\n<p align=\"center\">6.6<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><\/center><\/div>\n<p align=\"center\">Quadro 6 &#8211; Distribui\u00e7\u00e3o da amostra quanto \u00e0 patologia, tempo de evolu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a e antecedentes anest\u00e9sicos\n<\/p>\n<div align=\"center\"><center><\/p>\n<table border=\"2\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr valign=\"top\">\n<td rowspan=\"2\" width=\"63%\"><\/td>\n<td colspan=\"2\" align=\"center\" width=\"36%\">N Total = 30<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td align=\"center\" width=\"18%\">n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">%<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">PATOLOGIA<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">Gonartrose<\/p>\n<p>Coxartrose<\/p>\n<p>H\u00e9rnia Inguinal<\/p>\n<p>H\u00e9rnia Incisional<\/p>\n<p>H\u00e9rnia Umbilical<\/p>\n<p>Laquea\u00e7\u00e3o de Trompas<\/p>\n<p>Hemorr\u00f3idas<\/p>\n<p>Hidrocelo<\/p>\n<p>Varizes<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">4<\/p>\n<p align=\"center\">1<\/p>\n<p align=\"center\">10<\/p>\n<p align=\"center\">1<\/p>\n<p align=\"center\">2<\/p>\n<p align=\"center\">1<\/p>\n<p align=\"center\">1<\/p>\n<p align=\"center\">1<\/p>\n<p align=\"center\">9<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">13.3<\/p>\n<p align=\"center\">3.3<\/p>\n<p align=\"center\">33.3<\/p>\n<p align=\"center\">3.3<\/p>\n<p align=\"center\">6.6<\/p>\n<p align=\"center\">3.3<\/p>\n<p align=\"center\">3.3<\/p>\n<p align=\"center\">3.3<\/p>\n<p align=\"center\">30<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">TEMPO DE EVOLU\u00c7\u00c3O DA DOEN\u00c7A<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">&lt; 1 ano<\/p>\n<p>2 anos<\/p>\n<p>3 anos<\/p>\n<p>5 anos<\/p>\n<p>6 anos<\/p>\n<p>7 anos<\/p>\n<p>8 anos<\/p>\n<p>&gt; 10 anos<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">10<\/p>\n<p align=\"center\">4<\/p>\n<p align=\"center\">3<\/p>\n<p align=\"center\">3<\/p>\n<p align=\"center\">1<\/p>\n<p align=\"center\">3<\/p>\n<p align=\"center\">2<\/p>\n<p align=\"center\">4<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">33.3<\/p>\n<p align=\"center\">13.3<\/p>\n<p align=\"center\">10<\/p>\n<p align=\"center\">10<\/p>\n<p align=\"center\">3.3<\/p>\n<p align=\"center\">10<\/p>\n<p align=\"center\">6.6<\/p>\n<p align=\"center\">13.3<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">ANTECEDENTES ANEST\u00c9SICOS<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td width=\"63%\">Nunca foi submetido a Anestesia Espinhal<br \/>\nSubmetido a Anestesia Espinhal anteriormente<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">21<\/p>\n<p align=\"center\">9<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"18%\">70<\/p>\n<p align=\"center\">30<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><\/center><\/div>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">A avalia\u00e7\u00e3o da intensidade da ansiedade, antes da Visita Pr\u00e9-Operat\u00f3ria, revelou, numa pontua\u00e7\u00e3o que poderia variar entre 0 e 24 pontos, que os utentes do grupo de controlo apresentaram resultados entre 3 e 15, enquanto que os utentes do grupo experimental apresentaram resultados entre 0 e 15. No grupo de controlo 46.6% dos utentes obtiveram valores de ansiedade \u201cmoderada\u201d, contra 73.3% no grupo experimental. No grupo de controlo verificaram-se valores elevados de intensidade \u201cfraca\u201d (43.3%, contra 16.6% no grupo experimental) e intensidade \u201cminima\u201d de 10% (3.3% no grupo experimental). Verificou-se ainda no grupo experimental um utente com ansiedade \u201cforte\u201d (3.3%) e outro com \u201csem ansiedade\u201d (3.3%). Ainda assim pode-se considerar que os dois grupos s\u00e3o equivalentes em termos de ansiedade (sem visita pr\u00e9-operat\u00f3ria), uma vez que as m\u00e9dias das intensidades do grupo de controlo e experimental s\u00e3o de 9 e de 10 respectivamente, apesar de serem classificados respectivamente com as intensidades \u201cfraca\u201d e \u201cmoderada\u201d, o que neste caso n\u00e3o \u00e9 significativo.<\/p>\n<p align=\"justify\">A avalia\u00e7\u00e3o da intensidade da ansiedade, no inicio do turno em que ser\u00e1 realizada a cirurgia, revelou, que os utentes do grupo de controlo apresentaram resultados entre 5 e 14, enquanto que os utentes do grupo experimental apresentaram resultados entre 1 e 8. No grupo de controlo 53.3% dos utentes obtiveram valores de ansiedade \u201cmoderada\u201d, enquanto que no grupo experimental apenas se verificou 3.3%. No grupo de controlo verificaram-se ainda valores tamb\u00e9m altos de intensidade \u201cfraca\u201d (46.6%, contra 23.3% no grupo experimental). No grupo de controlo, n\u00e3o se verificou intensidade \u201cminima\u201d, sendo que por seu lado no grupo experimental, verificou-se o valor de 73.3%. As m\u00e9dias das intensidades do grupo de controlo e experimental nesta segunda avalia\u00e7\u00e3o, s\u00e3o de 10 e de 3 respectivamente, valores dos quais decorrem as intensidades \u201cmoderada\u201d e \u201cm\u00ednima\u201d, resultados que por si s\u00f3 j\u00e1 assumem alguma relev\u00e2ncia.<\/p>\n<p align=\"justify\">De modo a poder fazer a verifica\u00e7\u00e3o da hipotese enunciada, foi utilizado o teste param\u00e9trico \u201ct de Student\u201d, um teste unilateral \u00e0 esquerda, em que H\u043e= A intensidade da ansiedade nos utentes cir\u00fargicos, propostos para anestesia espinhal ap\u00f3s terem sido submetidos a visita pr\u00e9-operat\u00f3ria \u00e9 semelhante \u00e0 intensidade da ansiedade, nos utentes cir\u00fargicos que n\u00e3o foram submetidos \u00e0 visita pr\u00e9-operat\u00f3ria; e H1= Os utentes cir\u00fargicos, propostos para anestesia espinhal, submetidos a Visita Pr\u00e9-Operat\u00f3ria t\u00eam menos ansiedade que os utentes cir\u00fargicos que n\u00e3o foram submetidos a esta visita (que corresponde \u00e0 hip\u00f3tese de investiga\u00e7\u00e3o). Assim, considerando A como sendo o grupo experimental e B como o grupo de controlo, temos: H\u043e= \u00b5A = \u00b5B com H1= \u00b5A &lt; \u00b5B. Ap\u00f3s o c\u00e1lculo das m\u00e9dias e desvios padr\u00e3o das amostras A e B (<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-956\" src=\"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2008\/10\/x.gif\" alt=\"\" width=\"17\" height=\"19\" border=\"0\" \/>A\u00a0 = 3 e <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-956\" src=\"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2008\/10\/x.gif\" alt=\"\" width=\"17\" height=\"19\" border=\"0\" \/>B = 10; SA = 1.93 e SB = 3.07 respectivamente), tendo em conta o tamanho das amostras n (nA = 30 e nB = 30) e assumindo que as vari\u00e2ncias s\u00e3o supostamente iguais, a f\u00f3rmula de c\u00e1lculo a utilizar ser\u00e1:<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-957\" src=\"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2008\/10\/formula.gif\" alt=\"\" width=\"359\" height=\"102\" border=\"0\" \/><\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0que obedece a uma lei de student (nA + nB -2) com 58 graus de liberdade e um n\u00edvel de signific\u00e2ncia (\u03b1) de 5% (0.05).<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">Posto isto, obt\u00e9m-se |t obs| =16.03 &lt; t cr\u00edtico = 1.671, que vai corresponder a H1= 16.03 &lt; 1.671, o que significa, que se observa uma diferen\u00e7a significativa, ao n\u00edvel cr\u00edtico 5%, que leva \u00e0 rejei\u00e7\u00e3o da hipotese nula H\u043e e que permite confirmar estatisticamente que \u201cOs utentes cir\u00fargicos, propostos para anestesia espinhal, submetidos a Visita Pr\u00e9-Operat\u00f3ria t\u00eam menos ansiedade que os utentes cir\u00fargicos que n\u00e3o foram submetidos a esta visita\u201d.<\/p>\n<p align=\"justify\">Como principais condicionantes dos resultados deste estudo, identifico, os efeitos da medica\u00e7\u00e3o pr\u00e9-anest\u00e9sica e a reac\u00e7\u00e3o individual de cada utente a esta, que influencia a intensidade da ansiedade dos utentes na segunda avalia\u00e7\u00e3o, apesar da grande maioria dos individuos de ambas as amostras terem sido submetidos a esta terap\u00eautica. Uma outra limita\u00e7\u00e3o do estudo, prende-se com o facto de alguns utentes estarem ansiosos, devido a factores alheios ao tipo de anestesia ou cirurgia. Outro aspecto que pode ter condicionado estes estudo pode tamb\u00e9m estar relacionado com a possibilidade de algum enfermeiro do servi\u00e7o, executar algum tipo de interven\u00e7\u00e3o que reduza a ansiedade antes da interven\u00e7\u00e3o cir\u00fargica, em utentes do grupo de controlo.<\/p>\n<p align=\"justify\">Os aspectos \u00e9ticos est\u00e3o salvaguardados, na medida em que a investiga\u00e7\u00e3o proposta satisfaz as exig\u00eancias da benefic\u00eancia, da justi\u00e7a e do respeito pelas pessoas.<\/p>\n<p align=\"justify\">O principio da benefic\u00eancia est\u00e1 salvaguardado, na medida em que se fez uma avalia\u00e7\u00e3o de eventuais riscos\/benef\u00edcios para os utentes, decorrentes da sua participa\u00e7\u00e3o na investiga\u00e7\u00e3o, na qual se concluiu que os benef\u00edcios para a comunidade, assumem maior import\u00e2ncia, face ao facto de existir a situa\u00e7\u00e3o de um grupo de utentes (grupo de controlo), que n\u00e3o vai beneficiar da visita pr\u00e9-operat\u00f3ria. De facto a n\u00e3o realiza\u00e7\u00e3o desta interven\u00e7\u00e3o nestes utentes, n\u00e3o traz qualquer tipo de implica\u00e7\u00e3o a n\u00edvel \u00e9tico, uma vez que na altura em que se realizou este estudo, n\u00e3o existia visita pr\u00e9-operat\u00f3ria no servi\u00e7o de cirurgia geral\/ortopedia do Hospital S\u00e3o Pedro Gon\u00e7alves Telmo. Logo, tamb\u00e9m o princ\u00edpio da justi\u00e7a est\u00e1 salvaguardado, na medida em n\u00e3o se est\u00e1 a tomar nenhuma atitude discriminat\u00f3ria entre os grupos.<\/p>\n<p align=\"justify\">O respeito est\u00e1 salvaguardado, pelo facto de ter sido pedida ao utente a sua colabora\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria, atrav\u00e9s do consentimento informado, com a garantia do respeito pelos seus direitos, confidencialidade e de que a participa\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o no estudo n\u00e3o colocou em causa, a qualidade dos cuidados prestados.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p><strong>IV &#8211; CONCLUS\u00c3O\u00a0<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">A meta deste estudo, foi verificar se a ansiedade nos doentes submetidos \u00e0 visita pr\u00e9-operat\u00f3ria, era inferior \u00e0 ansiedade verificada nos doentes que n\u00e3o tinham sido submetidos a visita pr\u00e9-operat\u00f3ria. Este estudo assumiu especial relev\u00e2ncia por se tratar de doentes, que para al\u00e9m do stressor cir\u00fargico, tinham ainda a agravante de serem submetidos a uma anestesia que foge aos moldes tradicionais de ter de \u201cadormecer para ser operado\u201d, e que est\u00e1 envolta num receio de perda de funcionalidade e defici\u00eancia permanente dos membros inferiores. Este tipo de estudos experimentais, como est\u00e3o para al\u00e9m da simples identifica\u00e7\u00e3o de fen\u00f3menos, s\u00e3o uma ferramenta \u00fatil para a corrobora\u00e7\u00e3o de teorias que relacionam os fen\u00f3menos, mas tamb\u00e9m uma ferramenta \u00fatil ao n\u00edvel da gest\u00e3o e qualidade, ao demonstrar a import\u00e2ncia desta actividade aut\u00f3noma de enfermagem, tanto para o doente, que ter\u00e1 tendencialmente um percurso cir\u00fargico menos atribulado, como para as institui\u00e7\u00f5es que reduzem os custos, com as eventuais complica\u00e7\u00f5es que pode gerar um doente demasiado ansioso, durante o epis\u00f3dio cir\u00fargico.<\/p>\n<p align=\"justify\">Conclui-se portanto que os utentes do grupo experimental, por terem sido submetidos \u00e0 visita pr\u00e9-operat\u00f3ria, tinham menor ansiedade que os utentes do grupo de controlo. Na pr\u00e1tica, mesmo dentro do bloco operat\u00f3rio, estes doentes estavam muito mais tranquilos, conversavam mais com a equipe, n\u00e3o estranham os procedimentos (pois j\u00e1 lhes haviam sido descritos anteriormente) e acima de tudo sentiam mais descansados por ver uma cara conhecida, ou seja o \u201cseu enfermeiro de refer\u00eancia\u201d, que lhe havia feito a visita pr\u00e9-operat\u00f3ria na v\u00e9spera da cirurgia.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<h4 align=\"justify\"><strong>Bibliografia<\/strong><\/h4>\n<p>&#8211; BELL, J.\u2013 Como realizar um projecto de investiga\u00e7\u00e3o: Um guia para a pesquisa em ci\u00eancias sociais e da educa\u00e7\u00e3o. 2\u00aa ed., Lisboa, Gradiva, 2002, 212 p\u00e1gs.<\/p>\n<p>&#8211; CASSMEYER, V.; MARANTIDES, D.- Stress, Factores de Stress e Gest\u00e3o do Stress, In: PHIPPS, W. et al \u2013 Enfermagem M\u00e9dico-Cir\u00fargica: Conceitos e Pr\u00e1tica cl\u00ednica. 6\u00aa ed., Loures, Lusoci\u00eancia, 2003, p. 121-143 ISBN: 972-8383-65-7<\/p>\n<p>&#8211; DAVIDOFF, L. L.- Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Psicologia, S\u00e3o Paulo, Mc Graw-Hill, 1983, 732 p\u00e1gs.<\/p>\n<p>&#8211; DU GAS, B. W.- Enfermagem Pr\u00e1tica, Rio de Janeiro, Interamericana, 3\u00aa ed., 1977, 526 p\u00e1gs.<\/p>\n<p>&#8211; ELKIN; et al- Interven\u00e7\u00f5es de Enfermagem e Procedimentos Cl\u00ednicos, 2\u00aa ed., Loures, Lusoci\u00eancia, 2005, 1044 p\u00e1gs.<\/p>\n<p>&#8211; FORTIN, M.- O Processo de Investiga\u00e7\u00e3o \u2013 Da concep\u00e7\u00e3o \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o, 2\u00aa ed., Loures, Lusoci\u00eancia, 2000, 388 p\u00e1gs. ISBN:972-8383-10-X<\/p>\n<p>&#8211; KAPLAN, H.; SADOCK, B.; GREBB, J.- Comp\u00eandio de Psiquiatria: Ci\u00eancias do comportamento e Psiquiatria, Porto Alegre, Artes M\u00e9dicas, 1997, 1169 p\u00e1gs.<\/p>\n<p>&#8211; LEIT\u00c3O J. M.- Contributo da rela\u00e7\u00e3o enfermeiro\/utente no comportamento do doente cir\u00fargico., \u201cRevista Nursing\u201d, Sintra, n\u00ba 58, (1992), p. 6-16<\/p>\n<p>&#8211; LONG, B. \u2013 Enfermagem Pr\u00e9-Operat\u00f3ria, In: PHIPPS, W. et al \u2013 Enfermagem M\u00e9dico-Cir\u00fargica: Conceitos e Pr\u00e1tica cl\u00ednica. 4\u00aa ed., Lisboa, Lusodidacta, 1999, p. 455-476. ISBN: 972-96610-0-6<\/p>\n<p>&#8211; LOUREN\u00c7O, M.- Cuidar no Bloco Operat\u00f3rio, \u201cRevista Nursing\u201d, Sintra, n\u00ba 187, (Abril, 2004), p. 25-28<\/p>\n<p>&#8211; MANUILA,\u00a0 L. et al \u2013 Dicion\u00e1rio M\u00e9dico. 1\u00aa ed., Lisboa, Climepsi, 2000, 799 p\u00e1gs. ISBN: 972-8449-55-0<\/p>\n<p>&#8211; MAREK, J.; BOEHNLEIN, M.- Cirurgia: Enfermagem Perioperat\u00f3ria, In: PHIPPS, W. et al \u2013 Enfermagem M\u00e9dico-Cir\u00fargica: Conceitos e Pr\u00e1tica cl\u00ednica. 6\u00aa ed., Loures, Lusoci\u00eancia, 2003, p. 525-615. ISBN: 972-8383-65-7<\/p>\n<p>&#8211; NEEB, K.\u2013 Fundamentos de Enfermagem de Sa\u00fade Mental, Loures, Lusoci\u00eancia, 1997, 432 p\u00e1gs. ISBN: 972-8383-14-2<\/p>\n<p>&#8211; NETO, H.; NETO, A.- Factores Geradores de Stress Pr\u00e9-operat\u00f3rio, \u201cRevista Servir\u201d, Lisboa, vol. 43, n\u00ba 2, (Mar\u00e7o\/Abril, 1995), p. 62-68<\/p>\n<p>&#8211; PINTO, A.; PINTO, C.- Visita Pr\u00e9-operat\u00f3ria, \u201cRevista Nursing\u201d, Sintra, n\u00ba 104, (Outubro, 1996), p. 14-15<\/p>\n<p>&#8211; POLIT, D.; HUNGLER, B.- Fundamentos de Pesquisa em Enfermagem, 3\u00aa ed., Porto Alegre, Artes M\u00e9dicas, 1995, 391 p\u00e1gs.<\/p>\n<p>&#8211; RIBEIRO, A.; RIBEIRO, M.- Unidade de Cuidados P\u00f3s-Anest\u00e9sicos: A presen\u00e7a do Enfermeiro, \u201cRevista Nursing\u201d, Sintra, n\u00ba 151, (Janeiro, 2001), p. 22-24<\/p>\n<p>&#8211; STUART, G.; LARAIA, M.\u2013 Enfermagem Psiqui\u00e1trica: Princ\u00edpios e Pr\u00e1tica, 6\u00aa ed., Porto Alegre, Artmed Editora, 2001, 943 p\u00e1gs. ISBN: 0-8151-2603-4<\/p>\n<p>&#8211; THOMPSON, I.; MELIA, K., BOYD, K.\u2013 \u00c9tica em Enfermagem, 4\u00aa ed., Loures, Lusoci\u00eancia, 2004, 445 p\u00e1gs. ISBN: 972-8383-67-3<\/p>\n<p>&#8211; LONG, B. \u2013 \u201cEnfermagem Pr\u00e9-Operat\u00f3ria\u201d, In: PHIPPS, W. et al \u2013 Enfermagem M\u00e9dico-Cir\u00fargica: Conceitos e Pr\u00e1tica cl\u00ednica. 4\u00aa ed., Lisboa, Lusodidacta, 1999\u00a0 ISBN: 972-96610-0-6<\/p>\n<p>&#8211; NEEB, K.\u2013 \u201cFundamentos de Enfermagem de Sa\u00fade Mental\u201d, Loures, Lusoci\u00eancia, 1997\u00a0 ISBN: 972-8383-14-2<\/p>\n<p>&#8211; NETO, H.; NETO, A.- \u201cFactores Geradores de Stress Pr\u00e9-operat\u00f3rio\u201d, in Servir, Lisboa, vol. 43, n\u00ba 2, Mar\u00e7o\/Abril, 1995<\/p>\n<p>&#8211; STUART, G.; LARAIA, M.\u2013 \u201cEnfermagem Psiqui\u00e1trica: Princ\u00edpios e Pr\u00e1tica\u201d, 6\u00aa ed., Porto Alegre, Artmed Editora, 2001\u00a0 ISBN: 0-8151-2603-4<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O tipo de Anestesia e\/ou cirurgia s\u00e3o elementos causadores de grande\u00a0 ansiedade para o utente.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2220,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[120,547,78,550,439,122,170],"class_list":["post-958","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos-de-autor","tag-anestesia","tag-ansiedade","tag-cirurgia","tag-controlo","tag-operacao","tag-pre-operatorio","tag-visita"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/958","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=958"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/958\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2435,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/958\/revisions\/2435"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2220"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=958"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=958"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=958"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}