{"id":673,"date":"2007-08-05T14:40:52","date_gmt":"2007-08-05T14:40:52","guid":{"rendered":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/envelhecimento-um-desafio-para-a-actual-sociedade\/"},"modified":"2021-04-28T15:53:23","modified_gmt":"2021-04-28T15:53:23","slug":"envelhecimento-um-desafio-para-a-actual-sociedade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/envelhecimento-um-desafio-para-a-actual-sociedade\/","title":{"rendered":"Envelhecimento, um Desafio para a Actual Sociedade"},"content":{"rendered":"<p>Um aspecto importante que a avalia\u00e7\u00e3o de sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o idosa pode promover, \u00e9 a desmistifica\u00e7\u00e3o do conceito de velhice associado \u00e0 fragilidade f\u00edsica e \u00e0 depend\u00eancia socioecon\u00f3mica de terceiros.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"right\"><strong>Enf. Elsa Angelina Pereira Cerqueira<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"right\">Enfermeira Graduada.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: left;\" align=\"center\"><strong>NA ACTUALIDADE O ENVELHECIMENTO CONSTITUI-SE UM DESAFIO, PARA A ACTUAL SOCIEDADE<\/strong><\/h4>\n<p align=\"justify\">A idade \u00e9 usualmente uma medida cronol\u00f3gica que determina o desenvolvimento do percurso de um determinado organismo. No ser humano pode ser mensurada em diferentes fases da vida desde o nascimento at\u00e9 \u00e0 morte, somos crian\u00e7a, jovem, adulto ou idoso consoante a transi\u00e7\u00e3o efectuada pelas referidas fases.<\/p>\n<p align=\"justify\">As sociedades industrializadas e as sociedades subdesenvolvidas t\u00eam todos um ponto em comum, o aumento da popula\u00e7\u00e3o idosa. O envelhecimento demogr\u00e1fico resultante do aumento da propor\u00e7\u00e3o de pessoas com mais de 65 anos de idade \u00e9 uma realidade. A Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (O.M.S) em 1999<sup>1<\/sup>, \u00e9 da opini\u00e3o que \u201cO crescimento global e r\u00e1pido da popula\u00e7\u00e3o de idosos \u00e9 um dos maiores desafios que o mundo ter\u00e1 de enfrentar no pr\u00f3ximo s\u00e9culo.\u201d \u00c0 semelhan\u00e7a do que se passa no mundo, em Portugal<sup>2<\/sup> este fen\u00f3meno \u00e9 tamb\u00e9m vis\u00edvel, uma vez que nas \u00faltimas d\u00e9cadas foram v\u00e1rios os processos demogr\u00e1ficos e sociais que marcaram claramente a especificidade do contexto actual do \u00edndice de envelhecimento (91,6%) da popula\u00e7\u00e3o portuguesa.<\/p>\n<p align=\"justify\">A velhice \u00e9 um per\u00edodo vulner\u00e1vel, fruto de toda uma vida exposta a elementos ambientais, por vezes demasiado hostis, por isso as pessoas idosas correm mais riscos de qualquer outro grupo et\u00e1rio. Os idosos requerem uma ampla escala de cuidados preventivos, curativos e de reabilita\u00e7\u00e3o. Em todo o mundo aumenta o n\u00famero de idosos, nasce menos gente e aumenta o n\u00famero dos que sobrevivem at\u00e9 \u00e0 velhice, \u00e9 importante que a popula\u00e7\u00e3o idosa n\u00e3o s\u00f3 viva mais tempo, mas que viva melhor e com melhores condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade. Os centros culturais e outros espa\u00e7os de conv\u00edvio t\u00eam cada vez mais valor, tornando-se progressiva e significativamente um recurso para evitar o isolamento social, dado poderem responder \u00e0s solicita\u00e7\u00f5es para pr\u00e1ticas conducentes \u00e0 promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade, pelo desenvolvimento e manuten\u00e7\u00e3o da autonomia da pessoa idosa.<\/p>\n<p align=\"justify\">Estudos efectuados referem que nos \u00faltimos anos \u201c\u2026passou a sobreviver-se ao que dantes se sucumbia, de tal modo que hoje \u00e9 normal viver-se com uma doen\u00e7a ou seja, \u00e9 quase normal a coexist\u00eancia de doen\u00e7a e sa\u00fade.\u201d (Ribeiro, 1998)<sup>3<\/sup>. Neste sentido, para se desenvolver um programa de interven\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria em mat\u00e9ria de sa\u00fade, numa comunidade de pessoas idosas, torna-se imperioso avaliar a sa\u00fade dessa comunidade, ou seja, identificar o seu perfil de sa\u00fade, bem como a especificidade local em termos de alguns aspectos socioecon\u00f3micos e culturais.<\/p>\n<p align=\"justify\">Um aspecto importante que a avalia\u00e7\u00e3o de sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o idosa pode promover, \u00e9 a desmistifica\u00e7\u00e3o do conceito de velhice associado \u00e0 fragilidade f\u00edsica e \u00e0 depend\u00eancia socioecon\u00f3mica de terceiros.<\/p>\n<p align=\"justify\">A enfermagem centra o seu interesse na aten\u00e7\u00e3o no indiv\u00edduo, para manter a sua vida, a sa\u00fade e o bem-estar, integrado na comunidade onde habita com os demais. Efectivamente, \u201c\u2026desde que surge a vida que existe cuidados, porque \u00e9 preciso, tomar conta da vida, para que ela possa permanecer.\u201d (Colli\u00e9re, 1999)<sup>4<\/sup>. A enfermagem teve sempre como objectivo o cuidar de pessoas, pelo que o cuidar do idoso sempre fez parte da profiss\u00e3o. O enfermeiro \u00e9 um elemento chave com requisitos que lhe permitem desenvolver os conhecimentos, as habilidades e os comportamentos necess\u00e1rios em todas as actividades inerentes aos diversos Programas de Sa\u00fade em geral, particularmente da sa\u00fade do idoso, desenvolvidos pelos Servi\u00e7os de Sa\u00fade. Urge ver o idoso como uma pessoa actuante e com projectos pessoais, tanto em termos culturais como socais.<\/p>\n<p align=\"justify\">Tendo em conta a import\u00e2ncia desta fase da vida, sendo os idosos um dos grupos mais suscept\u00edveis \u00e0 doen\u00e7a, \u00e9 essencial a promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade e a preven\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, bem como a reabilita\u00e7\u00e3o. Aos Centro de Sa\u00fade cabe a grande tarefa de melhorar a qualidade de vida da pessoa idosa, mantendo a sua independ\u00eancia tanto na fam\u00edlia, como elemento inserido na comunidade.<\/p>\n<p align=\"justify\">Todos os indiv\u00edduos s\u00e3o sens\u00edveis aos transtornos de sa\u00fade. Desde sempre que a popula\u00e7\u00e3o, de uma maneira ou de outra, se tem preocupado com o seu estado de sa\u00fade, com a forma de aumentar o seu n\u00edvel de sa\u00fade, fazendo a sua promo\u00e7\u00e3o e a sua protec\u00e7\u00e3o. Quando as pessoas ficam doentes procuram os meios que conhecem e que est\u00e3o dispon\u00edveis para tratar a doen\u00e7a e para se reabilitarem quando se sentem incapacitados. A sa\u00fade e o bem-estar da popula\u00e7\u00e3o, para al\u00e9m de serem o resultado da viv\u00eancia das pessoas, dos seus valores, interesses, estilos de vida, etc., est\u00e3o tamb\u00e9m interrelacionados com os aspectos socio-econ\u00f3micos, ambientais e Sistemas de Sa\u00fade.<\/p>\n<p align=\"justify\">Face a esta realidade, as sociedades v\u00e3o tentando encontrar formas de gerir estas altera\u00e7\u00f5es demogr\u00e1ficas, criando redes de suporte formais e informais de apoio aos idosos.<\/p>\n<p align=\"justify\">Segundo dados do Instituto Nacional de Estat\u00edstica de 1999 \u2013 97,5% da popula\u00e7\u00e3o idosa ainda vivia em fam\u00edlias cl\u00e1ssicas e 2,5% em fam\u00edlias institucionais, ou seja, ao contr\u00e1rio do que vulgarmente consta em termos de opini\u00e3o p\u00fablica a percentagem de idosos institucionalizados era relativamente reduzida; a mesma fonte revela que a procura de institui\u00e7\u00f5es seja consideravelmente superior \u00e0 institucionaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"justify\">Repensar os padr\u00f5es tradicionais da fam\u00edlia \u00e9 uma medida importante, com o objectivo de tentar resolver, ou pelo menos minimizar, um grande n\u00famero de preocupa\u00e7\u00f5es com que nos debatemos colectivamente. De facto, actualmente tem-se vindo a assistir a transforma\u00e7\u00f5es ao n\u00edvel de certos valores de cada elemento da fam\u00edlia, verifica-se uma certa \u201cdesintegra\u00e7\u00e3o\u201d da vida familiar, \u00e9 cada vez menos comum a coabita\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia extensa (pais\/filhos\/netos). Contudo se os pais precisarem de ajuda podem contar com os filhos, esta tradi\u00e7\u00e3o de ajuda entre pais e filhos tem uma base s\u00f3lida.<\/p>\n<p align=\"justify\">A pessoa idosa perde desta forma o seu papel de transmissor transgeracional do saber, face a uma economia de mercado onde s\u00f3 o lucro interessa (GRANDE, Nuno 1994)<sup>5<\/sup>.<\/p>\n<p align=\"justify\">Fomentar medidas que voltem a colocar os idosos na c\u00fapula dos agregados familiares, onde se entrecruzem tr\u00eas ou mais gera\u00e7\u00f5es \u00e9 permitir que crian\u00e7as e adolescentes encontrem refer\u00eancias e valores universais na fase de constru\u00e7\u00e3o da personalidade e da modela\u00e7\u00e3o do car\u00e1cter (GRANDE, Nuno 1994)<sup>6<\/sup>.<\/p>\n<p align=\"justify\">Ser-se velho era ser-se s\u00e1bio; era ter-se a mais valia do tempo, que fazia do velho o conselheiro, o amigo&#8230; a mem\u00f3ria das gera\u00e7\u00f5es (COSTA, M. Arminda 1999)<sup>7<\/sup>.<\/p>\n<p align=\"justify\">As ajudas naturais (cuidadores informais) s\u00e3o essenciais para a manuten\u00e7\u00e3o da pessoa idosa no domic\u00edlio, ou seja no seu meio natural.<\/p>\n<p align=\"justify\">Estes cuidadores informais dividem com os cuidadores formais (Lares, Centros de Sa\u00fade, Hospitais\u2026) os cuidados ao idoso, por vezes os primeiros sentem-se s\u00f3s, desmotivados, desamparados, fatigados; uma vez que d\u00e3o ajuda sem peso e medida. O respons\u00e1vel dos cuidados formais tem um papel preponderante junto dos cuidadores informais, sem os substituir, deve dar-lhes suporte e ajuda, com o intuito de que estes continuem assumir a presta\u00e7\u00e3o de cuidados ao idoso, de forma altru\u00edsta, com coragem e determina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"justify\">A possibilidade de descansarem e beneficiarem de uma rela\u00e7\u00e3o de ajuda, deve fazer parte dos meios postos \u00e0 sua disposi\u00e7\u00e3o, pois os cuidadores informais s\u00e3o recursos preciosos no sistema de sa\u00fade, por isso \u00e9 fundamental proteg\u00ea-los.<\/p>\n<p align=\"justify\">Quando a rede informal est\u00e1 exausta ou deixa de poder fazer face \u00e0 situa\u00e7\u00e3o ou estado de sa\u00fade do idoso se detiora ou mesmo quando a rede informal n\u00e3o existe, \u00e9 preciso encarar outras solu\u00e7\u00f5es e recorrer \u00e0 rede de suporte formal. Como forma de ajudar o idoso e fam\u00edlia, atrav\u00e9s da institucionaliza\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria, em lares de dia e apoio domicili\u00e1rio, que permite manter o idoso no seu ambiente natural, pr\u00f3ximo dos seus familiares e amigos, com cuidados de qualidade. Nesta fase, surge a import\u00e2ncia da Rede de Cuidados Continuados cuja a finalidade premente \u00e9 promover a manuten\u00e7\u00e3o das pessoas idosas no seu meio natural, melhorar a equidade do acesso aos cuidados de qualidade, flex\u00edveis, transit\u00f3rios ou de longa dura\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s de uma resposta multiprofissional a todos os n\u00edveis de cuidados de sa\u00fade e apoio social, com ganhos de vida, em anos de vida com independ\u00eancia.<\/p>\n<p align=\"justify\">Assim sendo e perante esta nova verdade, envelhecimento populacional, admitamos que temos que sonhar para vislumbrar outra realidade mais promissora.<\/p>\n<p align=\"justify\">Sonhos que possam ser traduzidos em ac\u00e7\u00f5es por todos aqueles que acreditam na velhice como mais uma fase realizadora na vida. Isto n\u00e3o custa assim tanto. Basta que cada um comece a fazer a sua parte, porque na realidade envelhecer \u00e9 tamb\u00e9m ir aprendendo outra forma de viver&#8230;<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\"><sup>1 <\/sup>OMS \u2013 Envelhecimento: Enfermagem. Lisboa: 2\u00aa S\u00e9rie. 15 Julho\/Setembro (1999) 50<\/p>\n<p align=\"justify\"><sup>2 <\/sup>Nat\u00e1rio, num estudo publicado em 1992 (p\u00e1g. 47-56), com o t\u00edtulo \u201cEnvelhecimento em Portugal uma realidade e um desafio\u201d referia que ap\u00f3s a an\u00e1lise comparativa de alguns indicadores e da pir\u00e2mide et\u00e1ria, previa-se que no ano 2000 a propor\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o de 65 e mais anos ultrapassasse os 14,5%. Nazar\u00e9, no pref\u00e1cio in Fernandes (1997, p\u00e1g. 5) aponta para o \u201cano de 2025 um total de 2 milh\u00f5es de idosos\u201d (20%). Recentemente, um estudo demogr\u00e1fico publicado em 2000 e efectuado por Barreto e tal., sobre \u201cA situa\u00e7\u00e3o social em Portugal, 1960-1999\u201d, refere a exist\u00eancia de 15% de pessoas com mais de 65 anos de idade, por considerarmos actual \u00e9 com base neste estudo que referenciaremos os valores dos diferentes indicadores mencionados na introdu\u00e7\u00e3o deste trabalho.<\/p>\n<p align=\"justify\"><sup>3<\/sup> RIBEIRO, Jos\u00e9 Lu\u00eds Pais \u2013 Psicologia e Sa\u00fade. Lisboa: ISPA, 1998, p\u00e1g. 3.<\/p>\n<p align=\"justify\"><sup>4<\/sup> COLLI\u00c9RE, Marie Francoise \u2013 Promover a Vida: da pr\u00e1tica das mulheres de virtude aos cuidados de enfermagem. Lisboa: LIDEL, 1999, p\u00e1g. 27.<\/p>\n<p align=\"justify\"><sup>5<\/sup> Cf. GRANDE, Nuno &#8211; Linhas mestras par uma pol\u00edtica nacional de terceira idade. Rev. Portuguesa de Medicina Geri\u00e1trica. 68 (1994) 8.<\/p>\n<p align=\"justify\"><sup>6<\/sup> Cf. GRANDE, Nuno &#8211; Linhas mestras par uma pol\u00edtica nacional de terceira idade. Rev. Portuguesa de Medicina Geri\u00e1trica. 68 (1994), p\u00e1g. 9.<\/p>\n<p align=\"justify\"><sup>7<\/sup> Cf. COSTA, M. Arminda M. \u2013 Quest\u00f5es demogr\u00e1ficas: repercuss\u00f5es nos cuidados de sa\u00fade e na forma\u00e7\u00e3o dos enfermeiros. In O idoso: problemas e realidades. Coimbra: Formasau, (1999) 10.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um aspecto importante que a avalia\u00e7\u00e3o de sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o idosa pode promover, \u00e9 a desmistifica\u00e7\u00e3o do conceito de velhice associado \u00e0 fragilidade f\u00edsica e \u00e0 depend\u00eancia socioecon\u00f3mica de terceiros.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2220,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[365,367,156,157,366],"class_list":["post-673","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos-de-autor","tag-desafio","tag-envelhecer","tag-envelhecimento","tag-idoso","tag-sociedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/673","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=673"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/673\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2456,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/673\/revisions\/2456"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2220"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=673"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=673"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=673"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}