{"id":554,"date":"2006-12-01T03:21:51","date_gmt":"2006-12-01T03:21:51","guid":{"rendered":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/1-jornadas-de-enfermagem-do-sci-1-hgsa-epe\/"},"modified":"2021-05-04T09:14:09","modified_gmt":"2021-05-04T09:14:09","slug":"1-jornadas-de-enfermagem-do-sci-1-hgsa-epe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/1-jornadas-de-enfermagem-do-sci-1-hgsa-epe\/","title":{"rendered":"1\u00aa Jornadas de Enfermagem do SCI 1 &#8211; HGSA, EPE"},"content":{"rendered":"<p>No dia 9 de Novembro de 2006 teve lugar no Hotel M\u00e9lia de Vila Nova de gaia, as 1ras jornadas de Enfermagem do servi\u00e7o de Cuidados Intensivos\u00a0 do Hospital geral de Santo Ant\u00f3nio, EPE.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p align=\"justify\">No dia 9 de Novembro de 2006 teve lugar no Hotel M\u00e9lia de Vila Nova de gaia, as 1ras jornadas de Enfermagem do servi\u00e7o de Cuidados Intensivos\u00a0 do Hospital geral de Santo Ant\u00f3nio, EPE.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">Ap\u00f3s a singela cerimonia de abertura, passsou-se prontamente para os trabalhos.<\/p>\n<p align=\"justify\">Na primeira mesa \u201cBreve Historia do SCI (servi\u00e7o de Cuidados Intensivos), o Dr. Armando Pinheiro (m\u00e9dico ex-director do servi\u00e7o e poeta), apresentou as suas memorias acerca do per\u00edodo \u201cinesquec\u00edvel do ponto de vista m\u00e9dico e humano\u201d em que o servi\u00e7o deu os primeiros passos.<\/p>\n<p align=\"justify\">A seguir a Enf. Fernanda Nascimento (antiga Enf. Chefe do SCI, abordou o passado do servi\u00e7o desde 1972, cujo nome de Reanima\u00e7\u00e3o Respirat\u00f3ria com 6 camas. Na altura foi necess\u00e1rio fazer est\u00e1gio fora do pa\u00eds. A falta de condi\u00e7\u00f5es era compensada pela \u201cenorme compet\u00eancia profissional.<\/p>\n<p align=\"justify\">Mostrou imagens de equipamento como os ventiladores\u00a0 \u201cbird\u201d, \u201cbennet\u201d, engstron\u201d. Aut\u00eanticos \u201cmonstruos\u201d pelo espa\u00e7o que ocupavam, sem alarmes, mas que salvavam os doentes. Na altura o enfermeiro tinha que estar em observa\u00e7\u00e3o constante, quer do doente, quer do ventilador. Desde \u201cdespejar as ampolas de condensa\u00e7\u00e3o da agua, at\u00e9 apertar as anilhas dos tubos de borracha que faziam a liga\u00e7\u00e3o ao doente, e dilatavam com o calor\u201d.<\/p>\n<p align=\"justify\">Na altura a equipa de enfermagem era constitu\u00edda apenas por mulheres, s\u00f3 anos mais tarde \u00e9 que autorizaram a entrada do primeiro homem enfermeiro no servi\u00e7o.<\/p>\n<p align=\"justify\">Em 1973 com a abertura do \u201cservi\u00e7o novo\u201d, o n\u00famero de camas aumentou para 10 camas, s\u00e3o introduzidas seringas el\u00e9ctricas e bombas perfusoras, assim como novos ventiladores.<\/p>\n<p align=\"justify\">Era chamado de \u201cnave espacial\u201d, pois sobressaia no meio da arquitectura antiga do HGSA.<\/p>\n<p align=\"justify\">O m\u00e9dico estava de chamada (em casa), pela que o pessoal de enfermagem tinha que ter iniciativa e capacidade de decis\u00e3o, como para iniciar manobras de ressuscita\u00e7\u00e3o, etc\u2026Os familiares ao visitar os doentes, n\u00e3o podiam tocar no doente.<\/p>\n<p align=\"justify\">Trabalhar naquele tempo exigiu muita dedica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"justify\">No final falou o Enf. Jos\u00e9 Ant\u00f3nio Pinho, actual Enf-Chefe do SCI. Abordou v\u00e1rios pontos para montar uma estrat\u00e9gia no plano de actividades do servi\u00e7o. Numa linguagem clara e de lideran\u00e7a, abordou a import\u00e2ncia da gest\u00e3o das organiza\u00e7\u00f5es, partilha de responsabilidades por \u00e1reas especificas, para dar respostas r\u00e1pidas e eficazes. Preocupado em criar uma \u201cequipe de sucesso\u201d, referiu que a sua ess\u00eancia passa, entre outros, a seguran\u00e7a, gest\u00e3o, autogest\u00e3o, enpowerment, etc\u2026<\/p>\n<p align=\"justify\">A avalia\u00e7\u00e3o em Cuidados Intensivos foi o tema da segunda mesa. Abriu com as palavras da Enf F\u00e1tima Morais (HGSA), referiu a dificuldade na comunica\u00e7\u00e3o que obriga a adaptar as escalas de avalia\u00e7\u00e3o da dor. A seguir o Enf. Henrique Dias do CH Vila Real. Uma dor aguda n\u00e3o tratada pode evoluir para uma dor cr\u00f3nica.<\/p>\n<p align=\"justify\">Defini\u00e7\u00e3o da dor da IASP. \u00c9 dif\u00edcil encontrar m\u00e9todos de avalia\u00e7\u00e3o objectiv\u00e1veis. O doente \u00e9 o melhor avaliador da sua dor. Chamou a aten\u00e7\u00e3o do Plano nacional de luta contra a dor.<\/p>\n<p align=\"justify\">Escalas unidimensionais: anal\u00f3gica visual (n\u00e3o \u00e9 bom p dor aguda nem p UCI), num\u00e9rica ( de 0 a 10), descritiva verbal, de faces, etc\u2026 chama a aten\u00e7\u00e3o que as melhores s\u00e3o a 2da e a 3ra, pela facilidade de aplica\u00e7\u00e3o. Em termos metodol\u00f3gicos faz sentido todos os servi\u00e7os do hospital usar os mesmos instrimentos de avalia\u00e7\u00e3o da dor. O doente tem que ser confrontado com os mesmos instrumentos.<\/p>\n<p align=\"justify\">H\u00e1 casos em que n\u00e3o se aplicam, como os doentes inconscientes, tendo que se aplicar a Avalia\u00e7\u00e3o Objectiva da Dor, par\u00e2metros cl\u00ednicos que dependem do estado de doen\u00e7a (ex. tonus muscular).<\/p>\n<p align=\"justify\">Existem tamb\u00e9m escalas comportamentais de avalia\u00e7\u00e3o da dor. H\u00e1 muitas limita\u00e7\u00f5es na sua aplica\u00e7\u00e3o, mas \u00e9 validada para doentes entubados.<\/p>\n<p align=\"justify\">\u00c9 importante relatar em notas a dificuldade de avaliar a dor num determinado doente.<\/p>\n<p align=\"justify\">As escalas de seda\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m s\u00e3o importantes, pois um doente sedado \u00e9 tamb\u00e9m um doente que sente dor.<\/p>\n<p align=\"justify\">A Enf. Daniela Ribeiro (IPO \u2013 Porto), voltou a focar a defini\u00e7\u00e3o de Dor da IASP. Para depois focar-se na dor oncol\u00f3gica.<\/p>\n<p align=\"justify\">A Enf. Alice Coelho (HGSA \u2013 Porto) come\u00e7ou por perfuntar \u00e0 plateia, se algu\u00e9m da plateia nunca sentiu dor. A dor \u00e9 uma experi\u00eancia universal. Referiu alguns estudos sobre a dor. Apresentou a escala de dor utilizada no servi\u00e7o de Cuidados intensivos do HGSA, \u00e9 uma escala qualitativa em cinco patamares, desde dor m\u00e1xima at\u00e9 sem dor. A escala \u00e9 aplicada pelo menos uma vez por turno.<\/p>\n<p align=\"justify\">Em doentes n\u00e3o conscientes, utilizam a BPS \u2013 Behavioral pain Scale, validada desde 2001. Com score de 1 (sem resposta) a 4 em cada item, express\u00e3o facial, tonus dos membros superiores e adapta\u00e7\u00e3o ao ventilador.<\/p>\n<p align=\"justify\">Moderada pela Enf. Isabel Alves (HGSA), teve in\u00edcio a palestra da Enf. Leonor Feij\u00f3, sobre a \u201cMonitoriza\u00e7\u00e3o do Doente Neurocr\u00edtico\u201d, abordando a: monitoriza\u00e7\u00e3o invasiva (PIC, PPC, PtiO2, SjO2 e a Microdi\u00e1lise cerebral) e a monitoriza\u00e7\u00e3o n\u00e3o invasiva (INVOS e BIS).<\/p>\n<p align=\"justify\">Ap\u00f3s esta clara exposi\u00e7\u00e3o, o Dr. Manuel Brand\u00e3o (HGSA), moderou a mesa sobre \u201cInfec\u00e7\u00e3o e S\u00e9psis\u201d, durante a qual o Dr. Jos\u00e9 Manuel Pereira (HSJ) abordou o que h\u00e1 de novo sobre esta tem\u00e1tica (conceitos e defini\u00e7\u00f5es, \u201cSurviving Sepsis Campaign\u201d, a import\u00e2ncia da precocidade do tratamento, col\u00f3ides vs cristal\u00f3ides, vasopressores, os corticoesteroides, a mortalidade). Seguidamente o Enf. Paulo Lopes (HSA) abordou os contributos da Enfermagem na preven\u00e7\u00e3o da Infec\u00e7\u00e3o relacionada com o cateter venoso central e a Enf. Alice Moreira (HGSA) abordou o estudo SEPTIC (que visava a caracteriza\u00e7\u00e3o das diferen\u00e7as epidemiol\u00f3gicas do MSSA e MRSA numa Unidade de Cuidados Intensivos).<\/p>\n<p align=\"justify\">O segundo dia de trabalhos teve in\u00edcio com a mesa redonda: \u201cAs UCI\u2019s como parceria no ensino\u201d, moderada pelo Enf. Jos\u00e9 Ant\u00f3nio Pinho (HGSA), com as interven\u00e7\u00f5es do Enfermeiro Almerindo (ISAVE), que abordou a interliga\u00e7\u00e3o Escola\/UCI e do Enf. Jo\u00e3o Cain\u00e9 (Ordem dos Enfermeiros), que abordou a perspectiva da Ordem. Foram abordados diversos aspectos interessantes, incluindo a liga\u00e7\u00e3o Escola\/ UCI e caracter\u00edsticas inerentes \u00e0 mesma fundamentais para um bom funcionamento, assim como a import\u00e2ncia do estabelecimento de protocolos Escolas\/ Unidades de Sa\u00fade e a dificuldade das escolas do interior de terem campos de est\u00e1gio que se coadunem com os seus objectivos.<\/p>\n<p align=\"justify\">Na segunda mesa, foi abordado o doente ventilado, sob modera\u00e7\u00e3o de um expert na mat\u00e9ria: Dr. Fernando Rua (HGSA), que come\u00e7ou por salientar a diversidade presente na mesa: um m\u00e9dico, um enfermeiro e um fisioterapeuta, dando a palavra ao Enf. Paulo Vaz (CHL\/ HSJ). Este abordou a sua experi\u00eancia de \u201cVentila\u00e7\u00e3o em casos especiais\u201d. Abordou assim Ventila\u00e7\u00e3o independente ou a pulm\u00f5es separados (permite optimizar os volumes de cada pulm\u00e3o, assim como diminuir as fugas em casos de f\u00edstulas bronco-pleurais), insufla\u00e7\u00e3o de g\u00e1s\u00a0 intratraqueal, ventila\u00e7\u00e3o com alta frequ\u00eancia (Que tem mostrado \u00f3ptimos resultados em pediatria, por\u00e9m existe uma dif\u00edcil adapta\u00e7\u00e3o do doente a esta modalidade e ainda h\u00e1 pouca experi\u00eancia na mesma) e o dec\u00fabito ventral (que sendo um recurso extremo, continua a suscitar alguma controv\u00e9rsia, necessitando de 5 elementos, sendo o posicionamento do doente dif\u00edcil, tornando dif\u00edcil o desempenho de outras t\u00e9cnicas).<\/p>\n<p align=\"justify\">Seguidamente, o Dr Chaves Caminha (HGSA) abordou o desmame ventilat\u00f3rio e ventila\u00e7\u00e3o n\u00e3o invasiva (VNI), apontando alguns dados interessantes: \u201ccerca de 40% do tempo de VM \u00e9 gasto em desmame\u201d, \u201cmandat\u00f3rio o ensaio de ventila\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea \u2013 PA ou pe\u00e7a em T\u201d, \u201cn\u00e3o usar SIMV\u201d, \u201cos benbef\u00edcios da VNI na preven\u00e7\u00e3o da reentuba\u00e7\u00e3o podem s\u00f3 ser observados em doentes com DPOC, sendo de real\u00e7ar que a efic\u00e1cia da VNI na preven\u00e7\u00e3o da reentub\u00e7\u00e3o noutras patologias n\u00e3o est\u00e1 provada, (\u2026) estando tamb\u00e9m indicada no desmame persistentemente falhado\u201d.<\/p>\n<p align=\"justify\">Dando continuidade \u00e0 tem\u00e1tica o Fisioterapeuta Miguel Gon\u00e7alves (HSJ) abordou o seu papel em doentes ventilados, salientando desde o in\u00edcio que a \u201c abordagem ao doente ventilado em UCI deve ser realizada em equipa multidisciplinar onde todos contribuem individualmente para o sucesso de um protocolo comum\u201d, abordando a VNI e as diferentes t\u00e9cnicas que poder\u00e3o ser usadas neste grupo de doentes.<\/p>\n<p align=\"justify\">Ap\u00f3s um breve intervalo para caf\u00e9, surgiu uma das mesas que mais interesse suscitava: \u201cPr\u00f3\/ Contra: Autonomias de Enfermagem\u201d, moderada pelo Enf. Am\u00edlcar Carvalho (HUC). Este debate come\u00e7ou de forma engra\u00e7ada com o Enf. Paulo Baltazar (CHL\/ HSJ) a refutar desde o in\u00edcio as poss\u00edveis interpreta\u00e7\u00f5es que o seu \u201copositor\u201d iria fazer da defini\u00e7\u00e3o de autonomia, e de diferentes estudos. Segundo opini\u00f5es colhidas na plateia, foi um debate \u201cpoliticamente correcto\u201d, do qual sobressa\u00edram algumas ideias fundamentais: a necessidade da responsabiliza\u00e7\u00e3o para a aquisi\u00e7\u00e3o de compet\u00eancias, que s\u00e3o importantes, na opini\u00e3o de m\u00e9dicos e Enfermeiros, para o bom funcionamento de uma UCI. Importa, neste contexto, implicar as inst\u00e2ncias superiores, no sentido de fomentares a aquisi\u00e7\u00e3o de conhecimentos e compet\u00eancias \u201cna gest\u00e3o de recursos, no controlo de qualidade e no relacionamento com doentes e seus familiares\u201d, de acordo com o Dr. Paulo Maia (HGSA).<\/p>\n<p align=\"justify\">Actualmente assiste-se a um crescente interesse e investimento nos meios inform\u00e1ticos nas unidade de sa\u00fade, pelo que se torna pertinente abordar esta mesma \u201cInformatiza\u00e7\u00e3o em Cuidados Intensivos\u201d, que foi moderada pelo Enf. Paulino Sousa (ESESJ), que deu a palavra \u00e0 Enf. Ana Mota (HSO), que abordou temas\/ defini\u00e7\u00f5es importantes para se compreender o que viria a seguir: Sistemas de informa\u00e7\u00e3o, informatiza\u00e7\u00e3o, entre outros. O Enf. Jorge Dias (CHCB\/ HPC), abordou a sua experi\u00eancia com o \u201cCentricity<sup>\u00ae<\/sup> Critical Care Clinisoft\u201d, de uma forma simples, mostrando in\u00fameros screenshots das diferentes funcionalidades do mesmo, procedendo de forma similar \u00e0 Enf. Cristina Alves (HCC), que abordou a passagem do suporte em papel para um suporte inform\u00e1tico (SAPE<sup>\u00ae<\/sup>).<\/p>\n<p align=\"justify\">Ap\u00f3s o intervalo para almo\u00e7o, abordou-se a Nutri\u00e7\u00e3o Artificial (NA), moderada pela Enf. Ana S\u00e1 (CHAM). A Dra. S\u00f3nia Cabral (IPO) abordou a import\u00e2ncia da NA no doente critico, que apresentam hipermetabolismo, hipercatabolismo e malnutri\u00e7\u00e3o. Seguidamente a Enf. Margarida Oliveira (HGSA), abordou o protocolo vigente no SCI 1, que deu azo a enorme burburinho entre a plateia, que foi sendo esclarecida das suas d\u00favidas. Por fim, a Dra. Helena Santos (CHC\/ MBB) abordou a interac\u00e7\u00e3o dos f\u00e1rmacosnutrientes.<\/p>\n<p align=\"justify\">A mesa seguinte, moderada pela Enf. Paula Meireis (HGSA), foi marcante para muitos dos presentes, porque abordou, na primeira pessoa, o \u201cStress p\u00f3s-traum\u00e1tico em cuidados intensivos\u201d, pela voz do Dr. Mota Cardoso (HSJ). Foram apontados diversos aspectos dignos de reflex\u00e3o, como a import\u00e2ncia de se falar para os doentes em estado de coma, os estados de del\u00edrio dos mesmos, a import\u00e2ncia de se manter um ambiente adequado, isento de ru\u00eddos na medida do poss\u00edvel, dado que s\u00e3o todo aspectos que, para quem est\u00e1 nessa situa\u00e7\u00e3o assumem um relevo maior, a import\u00e2ncia da equipa transmitir confian\u00e7a ao doente, assim como humanizar os cuidados, apesar de assumir, para o palestrante, mais import\u00e2ncia o sentimento de confian\u00e7a transmitido.<\/p>\n<p align=\"justify\">Seguiu-se um breve intervalo para caf\u00e9, abordando-se posteriormente o \u201cTransplante de \u00d3rg\u00e3os\u201d, moderado pela Enf. Ros\u00e1rio Pereira (HGSA). A Enf. Ros\u00e1rio Coelho (CHL\/ HSJ) abordou a manuten\u00e7\u00e3o do dador e num relato algo emotivo a import\u00e2ncia dada \u00e0 fam\u00edlia do mesmo e da abordagem \u00e0 mesma.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\" align=\"justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-553\" style=\"text-align: justify;\" src=\"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2006\/12\/cartaz-gaia.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"254\" border=\"0\" \/><\/p>\n<p align=\"justify\">O enfermeiro: \u201cO alicerce escondido sem o qual a constru\u00e7\u00e3o cai\u201d Dr. Armando\u00a0 Pinheiro, m\u00e9dico ex-director do servi\u00e7o e poeta<\/p>\n<p align=\"justify\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No dia 9 de Novembro de 2006 teve lugar no Hotel M\u00e9lia de Vila Nova de gaia, as 1ras jornadas de Enfermagem do servi\u00e7o de Cuidados Intensivos\u00a0 do Hospital geral [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":552,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[29],"tags":[232,273,121,274,272,271],"class_list":["post-554","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-estive-la","tag-cuidados-intensivos","tag-doente-neurocritico","tag-dor","tag-monitorizacao","tag-sedacao","tag-ventilador"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/554","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=554"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/554\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2677,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/554\/revisions\/2677"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/552"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=554"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=554"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=554"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}