{"id":346,"date":"2006-09-29T18:58:53","date_gmt":"2006-09-29T18:58:53","guid":{"rendered":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/prevencao-de-ulceras-de-pressao-parte-i\/"},"modified":"2021-04-28T16:01:01","modified_gmt":"2021-04-28T16:01:01","slug":"prevencao-de-ulceras-de-pressao-parte-i","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/prevencao-de-ulceras-de-pressao-parte-i\/","title":{"rendered":"Preven\u00e7\u00e3o de \u00falceras de press\u00e3o &#8211; Parte I"},"content":{"rendered":"<p>Segundo o European Pressure Ulcer Advisory Panel (EPUAP), \u00dalcera de Press\u00e3o \u00e9 uma \u201cles\u00e3o localizada na pele e tecidos subjacentes, causada por press\u00e3o, tor\u00e7\u00e3o ou deslizamento, fric\u00e7\u00e3o e\/ou uma combina\u00e7\u00e3o destes.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"right\"><strong>Enf. S\u00e9rgio Ferreira<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"right\"><strong>Enf.\u00aa Patr\u00edcia Quit\u00e9rio<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"right\">Servi\u00e7o Medicina I \u2013 Hospital Infante D. Pedro, EPE \u2013 Aveiro<\/p>\n<p align=\"justify\">A pele \u00e9 constitu\u00edda por duas camadas distintas: a epiderme e a derme. A epiderme corresponde \u00e0 camada mais fina, encontra-se organizada em cinco camadas e n\u00e3o cont\u00e9m vasos sangu\u00edneos. \u00c9 constitu\u00edda por epit\u00e9lio de descama\u00e7\u00e3o estratificado, o que lhe permite exercer fun\u00e7\u00f5es como: evitar a perda de \u00e1gua, manter a integridade cut\u00e2nea contra barreiras f\u00edsicas, qu\u00edmicas e microorganismos, sintetizar vitamina D, entre outras. A derme corresponde \u00e0 parte mais profunda da pele. Nesta predomina o tecido conjuntivo irregular, em duas camadas, que lhe vai conferir flexibilidade e for\u00e7a estrutural. Esta camada integra estruturas como vasos sangu\u00edneos e linf\u00e1ticos, gl\u00e2ndulas seb\u00e1ceas e sudor\u00edparas, fol\u00edculos pilosos, terminais nervosos, entre outros. Intimamente ligada \u00e0 derme encontra-se a hipoderme (constitu\u00edda por tecido adiposo e conectivo) que, n\u00e3o fazendo parte integrante da pele, serve de liga\u00e7\u00e3o \u00e0 estrutura subjacentes (m\u00fasculos, ossos tend\u00f5es). (SEELEY; STEPHENS; TATE, 1997)\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n<p><center><\/p>\n<table id=\"AutoNumber3\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\">FIGURA 1 \u2013 Anatomia da Pele<\/p>\n<p align=\"center\">\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-343\" src=\"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2006\/09\/image001.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"316\" border=\"0\" srcset=\"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2006\/09\/image001.jpg 450w, https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2006\/09\/image001-300x211.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/p>\n<p align=\"center\">FONTE: MORISON, Moya J. \u2013 Preven\u00e7\u00e3o e Tratamento de \u00daLCERAS DE PRESS\u00c3O. Loures: LUSODIDACTA. 2004, p. 18.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><\/center><\/p>\n<p align=\"center\">\n<p align=\"justify\">As \u00dalceras de Press\u00e3o s\u00e3o uma entidade multifactorial. Resultam da conflu\u00eancia de factores externos e internos. Os factores externos dizem respeito \u00e0 press\u00e3o, deslizamento (ou tor\u00e7\u00e3o), fric\u00e7\u00e3o, entre outros.<\/p>\n<p align=\"justify\">A press\u00e3o \u00e9 um dos factores mais preponderantes no aparecimento de \u00dalceras de Press\u00e3o. Se os tecidos forem alvo de press\u00e3o superior \u00e0 tens\u00e3o capilar ocorre uma isqu\u00e9mia localizada. Fisiologicamente, ap\u00f3s o al\u00edvio da press\u00e3o, surge uma zona de hiper\u00e9mia (em resultado de um maior afluxo de sangue cujo objectivo \u00e9 a remo\u00e7\u00e3o de res\u00edduos e o fornecimento do aporte de oxig\u00e9nio e nutrientes adequado) que reverte espontaneamente. Quando o al\u00edvio da press\u00e3o n\u00e3o se verifica, ocorre les\u00e3o a n\u00edvel dos tecidos e capilares ocorrendo inicialmente uma zona de hiper\u00e9mia n\u00e3o revers\u00edvel que rapidamente se transformar\u00e1 numa necrose tecidular. (DEALEY, 2006)<\/p>\n<p align=\"justify\">A figura seguinte esquematiza todo este processo.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"center\">\n<p><center><\/p>\n<table id=\"AutoNumber2\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\">FIGURA 2 \u2013 Respostas Celulares \u00e0 Press\u00e3o<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-344\" src=\"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2006\/09\/image004.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"511\" border=\"0\" \/>\n<\/p>\n<p align=\"center\">FONTE: JORGE S\u00edlvia A.; DANTAS, S\u00f3nia Regina P. E. \u2013 Abordagem Multiprofissional do Tratamento de Feridas. S\u00e3o Paulo: Editora Atheneu. 2003, p. 289.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><\/center><\/p>\n<p align=\"center\">\n<p align=\"justify\">O deslizamento (FIGURA 3) ocorre quando permanecendo a superf\u00edcie cut\u00e2nea em contacto com uma superf\u00edcie de apoio, ocorre a movimenta\u00e7\u00e3o da estrutura \u00f3ssea tangencialmente \u00e0 referida superf\u00edcie de apoio. Este fen\u00f3meno que ocorre por exemplo quando o doente escorrega na cama provoca altera\u00e7\u00f5es estruturais a n\u00edvel dos vasos sangu\u00edneos. (BARANOSKI; AYELLO, 2006)<\/p>\n<p align=\"center\">\n<p><center><\/p>\n<table id=\"AutoNumber1\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"100%\">\n<p align=\"center\">FIGURA 3 \u2013 For\u00e7as de Deslizamento<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-345\" src=\"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2006\/09\/image007.png\" alt=\"\" width=\"385\" height=\"217\" border=\"0\" \/><\/p>\n<p>FONTE: JORGE S\u00edlvia A.; DANTAS, S\u00f3nia Regina P. E. \u2013 Abordagem Multiprofissional do Tratamento de Feridas. S\u00e3o Paulo: Editora Atheneu. 2003, p. 291.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><\/center><\/p>\n<p align=\"center\">\n<p align=\"justify\">A fric\u00e7\u00e3o ocorre quando entre duas superf\u00edcies existe atrito. Este fen\u00f3meno sucede frequentemente quando um doente, ao ser posicionado, \u00e9 arrastado no leito (a camada superior de c\u00e9lulas epiteliais da pele acaba por ser removida). (DEALEY, 2006)<\/p>\n<p align=\"justify\">Existe, como j\u00e1 foi dito, outro tipo de factores envolvidos na g\u00e9nese das \u00dalceras de Press\u00e3o &#8211; os factores intr\u00ednsecos &#8211; nomeadamente: o estado geral, a idade, a mobilidade reduzida, o estado de consci\u00eancia, o estado nutricional, o peso corporal, a incontin\u00eancia de esf\u00edncteres, o baixo fornecimento sangu\u00edneo por baixa tens\u00e3o capilar, entre outros. (DEALEY, 2006)<\/p>\n<p align=\"justify\">Como \u00e9 vis\u00edvel, existem in\u00fameros factores contributivos para o aparecimento de \u00dalceras de Press\u00e3o. Este facto reflecte-se na necessidade de proceder a avalia\u00e7\u00f5es de risco exaustivas, de forma a prevenir les\u00f5es cut\u00e2neas e n\u00e3o s\u00f3. Ora, a preven\u00e7\u00e3o \u00e9 sempre a atitude mais sensata a tomar, \u00e9 aquela que envolve menos custos e que permite a manuten\u00e7\u00e3o\/ promo\u00e7\u00e3o da qualidade de vida dos doentes.\n<\/p>\n<p align=\"justify\">Quando falamos em preven\u00e7\u00e3o de \u00dalceras de Press\u00e3o \u00e9 impreter\u00edvel n\u00e3o proceder \u00e0 identifica\u00e7\u00e3o dos indiv\u00edduos de risco. Para tal existem in\u00fameros instrumentos de medida \u2013 Escalas de Avalia\u00e7\u00e3o de Risco \u2013 que permitem uniformizar estrat\u00e9gias preventivas. Seria demasiado exaustivo enumer\u00e1-las a todas mas existem algumas que pelas suas caracter\u00edsticas (aplicabilidade, facilidade de uso, valida\u00e7\u00e3o no Pa\u00eds, etc.) s\u00e3o de uso mais frequente, nomeadamente a escala de Norton e a de Braden. A primeira avalia cinco par\u00e2metros: condi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas, condi\u00e7\u00f5es mentais, actividade, mobilidade e incontin\u00eancia. A segunda incide sobre a percep\u00e7\u00e3o sensorial, humidade da pele, actividade, mobilidade, nutri\u00e7\u00e3o e fric\u00e7\u00e3o e for\u00e7as de deslizamento. (JORGE; DANTAS, 2003)<\/p>\n<p align=\"justify\">Reconhecendo o indiscut\u00edvel valor das escalas de avalia\u00e7\u00e3o, n\u00e3o pode ser esquecido que estas s\u00e3o auxiliares que n\u00e3o devem ser usados isoladamente. A avalia\u00e7\u00e3o do risco deve ser cont\u00ednua e a sua periodicidade deve atender \u00e0s condi\u00e7\u00f5es do doente, inclu\u00eddo uma avalia\u00e7\u00e3o do estado geral, da pele, mobilidade, grau de humidade, incontin\u00eancia, nutri\u00e7\u00e3o e dor. (EPUAP)<\/p>\n<p align=\"justify\">Uma vez detectados doentes de risco devem ser adoptadas medidas preventivas adequadas ao n\u00edvel de risco. Desta forma ser\u00e3o atenuados os factores de risco predisponentes (intr\u00ednsecos e extr\u00ednsecos). Dado o vasto n\u00famero de factores, a sua abordagem pormenorizada seria certamente muito extensa. Deste modo apenas ser\u00e1 feita refer\u00eancia aos factores extr\u00ednsecos.<\/p>\n<p align=\"justify\">Assim sendo \u00e9 objectivo da nossa ac\u00e7\u00e3o melhorar a toler\u00e2ncia dos tecidos \u00e0 press\u00e3o, de forma a evitar o aparecimento de les\u00f5es. Este pode ser conseguido atrav\u00e9s de uma inspec\u00e7\u00e3o minuciosa e regular das proemin\u00eancias \u00f3sseas (occipital, cotovelos, trocanteres, mal\u00e9olos, calc\u00e2neos, regi\u00e3o sagrada, etc.) e do estado da pele (procurando detectar zonas de eritema, macera\u00e7\u00e3o, desidrata\u00e7\u00e3o, escoria\u00e7\u00f5es, etc.). (DEALEY, 2006)<\/p>\n<p align=\"justify\">Algumas medidas preventivas neste \u00e2mbito dizem respeito a:<\/p>\n<ul type=\"disc\">\n<li>Evitar massagens vigorosas a n\u00edvel das proemin\u00eancias \u00f3sseas;<\/li>\n<li>Manter uma higiene adequada (procurando remover excesso de humidade), evitando usar \u00e1gua muito quente e aplicando sempre creme hidratante;<\/li>\n<li>Evitar as for\u00e7as de fric\u00e7\u00e3o e deslizamento atrav\u00e9s de t\u00e9cnicas de posicionamento correcto (n\u00e3o arrastar doentes; n\u00e3o elevar a cabeceira da cama a mais de 30\u00ba);<\/li>\n<li>Promover suporte nutricional adequado;<\/li>\n<li>Incentivar a deambula\u00e7\u00e3o precoce;<\/li>\n<li>Etc. (Falc\u00e3o, 2001)<\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"justify\">Uma vez que a press\u00e3o conjuntamente com as for\u00e7as de fric\u00e7\u00e3o e deslizamento s\u00e3o condi\u00e7\u00f5es omnipresentes e determinantes no desenvolvimento de \u00falceras de press\u00e3o, h\u00e1 que apostar na minimiza\u00e7\u00e3o dos seus efeitos.<\/p>\n<p align=\"justify\">Devem ser adoptadas estrat\u00e9gias facilitadoras e permissivas de forma a:<\/p>\n<ul type=\"disc\">\n<li>Posicionar frequentemente os doentes (de acordo com a toler\u00e2ncia de cada um);<\/li>\n<li>Usar meios complementares de apoio para reduzir a press\u00e3o nas proemin\u00eancias \u00f3sseas e evitar que estas contactem entre si;<\/li>\n<li>Lateralizar doentes apenas a 30\u00ba;<\/li>\n<li>N\u00e3o elevar muito a cabeceira da cama, evitando aumento da press\u00e3o na regi\u00e3o sagrada;<\/li>\n<li>Utilizar almofadas de ar, \u00e1gua ou gel em doentes sentados em cadeiras;<\/li>\n<li>Utilizar colch\u00f5es que permitam reduzir a press\u00e3o (ex: colch\u00f5es de press\u00e3o alterna); (JORGE; DANTAS, 2003)<\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"justify\">As \u00dalceras de Press\u00e3o constituem um importante problema de sa\u00fade p\u00fablica. S\u00e3o um importante indicador da qualidade em Sa\u00fade, e como tal devem ser alvo de reflex\u00e3o e estudo, tendo como objectivo a melhoria da qualidade de vida dos doentes. Mais do que tratar \u00e9 importante prevenir. Os custos ser\u00e3o menores mas mais importante ser\u00e1 a diminui\u00e7\u00e3o do sofrimento f\u00edsico e ps\u00edquico daquele que v\u00ea o seu corpo e mente serem mutilados.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<h4 align=\"justify\"><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/h4>\n<p align=\"justify\">BARANOSKI, Sharon; AYELLO, Elizabeth A. \u2013 O ESSENCIAL SOBRE O TRATAMENTO DE FERIDAS: PRINCIPIOS PR\u00c1TICOS. Loures: LUSODIDACTA, 2006.<\/p>\n<p align=\"justify\">DEALEY, Carol \u2013 Tratamento de feridas: Guia para Enfermermeiros. Lisboa: CLIMEPSI EDITORES,\u00a0 2006.<\/p>\n<p align=\"justify\">FAL\u00c7\u00c3O, Circe Cristiana Pereira \u2013 \u00daLCERAS DE PRESS\u00c3O: UNIFORMIDADE DE CUIDADOS \u2013 UMA PRIORIDADE. Separata Cientifica do HSO. Guimar\u00e3es: Hospital da Senhora da Oliveira. N.\u00ba 3 (Setembro 2001), p. 4-10.<\/p>\n<p align=\"justify\">JORGE S\u00edlvia A.; DANTAS, S\u00f3nia Regina P. E. \u2013 Abordagem Multiprofissional do Tratamento de Feridas. S\u00e3o Paulo: Editora Atheneu, 2003.<\/p>\n<p align=\"justify\">MORISON, Moya J. \u2013 Preven\u00e7\u00e3o e Tratamento de \u00daLCERAS DE PRESS\u00c3O. Loures: LUSODIDACTA, 2004.<\/p>\n<p align=\"justify\">EPUAP &#8211; Pressure Ulcer Prevention Guidelines, citado em 25 de Setembro de 2006, disponivel em <a href=\"http:\/\/www.epuap.org\/glprevention.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> www.epuap.org\/glprevention.html<\/a><\/p>\n<p align=\"justify\">SEELEY, Rod R.; STEPHENS,Trent D.; TATE, Philip \u2013 Anatomia &amp; Fisiologia. 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o. Lisboa: LUSODIDACTA, 1997.\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo o European Pressure Ulcer Advisory Panel (EPUAP), \u00dalcera de Press\u00e3o \u00e9 uma \u201cles\u00e3o localizada na pele e tecidos subjacentes, causada por press\u00e3o, tor\u00e7\u00e3o ou deslizamento, fric\u00e7\u00e3o e\/ou uma combina\u00e7\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2220,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[114,70,124,65,126],"class_list":["post-346","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos-de-autor","tag-cicatrizacao","tag-feridas","tag-prevencao","tag-tratamento","tag-ulcera-pressao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/346","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=346"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/346\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2476,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/346\/revisions\/2476"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2220"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=346"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=346"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=346"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}