{"id":217,"date":"2006-04-15T09:45:17","date_gmt":"2006-04-15T09:45:17","guid":{"rendered":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/trabalho-de-equipa-em-enfermagem\/"},"modified":"2021-04-28T16:03:05","modified_gmt":"2021-04-28T16:03:05","slug":"trabalho-de-equipa-em-enfermagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/trabalho-de-equipa-em-enfermagem\/","title":{"rendered":"Trabalho de Equipa em Enfermagem"},"content":{"rendered":"<p>A satisfa\u00e7\u00e3o das necessidades do cliente n\u00e3o pode ser abordada por um s\u00f3 profissional, mas sim por uma equipa de sa\u00fade, que aglutina profissionais de categorias e forma\u00e7\u00f5es diferentes em torno de prop\u00f3sitos comuns que culminam na presta\u00e7\u00e3o de cuidados ao cliente do mais alto n\u00edvel<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<div>\n<p align=\"center\">\n<p align=\"center\">FERREIRA, Alcino; FERREIRA, Luis ; PEREIRA, Lurdes; PEDROSA, C\u00e1tia; PINTO, Nuno; VENDEIRO, Jo\u00e3o<\/p>\n<p align=\"center\">\n<p align=\"center\">Unidade Curricular de Gest\u00e3o em Enfermagem\/Ensino em Enfermagem<\/p>\n<p align=\"left\">\n<div>\n<p><strong>Palavras Chave:<\/strong> Trabalho, equipa, enfermagem, qualidade.<\/p>\n<p>A enfermagem \u00e9 uma profiss\u00e3o que tem como objectivo a presta\u00e7\u00e3o de cuidados ao cliente quer numa situa\u00e7\u00e3o de sa\u00fade quer de doen\u00e7a, que para ser adequadamente exercida exige do enfermeiro apurado esp\u00edrito de servi\u00e7o, permanente atitude de miss\u00e3o, leal sentido de vida de equipa, plena consci\u00eancia de rec\u00edproca complementaridade dos cuidados de enfermagem, assim como responsabilidade \u00e9tica, cient\u00edfica e social, tanto pessoal como colectiva.<\/p>\n<p>A satisfa\u00e7\u00e3o das necessidades do cliente n\u00e3o pode ser abordada por um s\u00f3 profissional, mas sim por uma equipa de sa\u00fade, que aglutina profissionais de categorias e forma\u00e7\u00f5es diferentes em torno de prop\u00f3sitos comuns que culminam na presta\u00e7\u00e3o de cuidados ao cliente do mais alto n\u00edvel; Para tal, os profissionais t\u00eam de se complementar, articular e depender uns dos outros.<\/p>\n<p>No entanto trabalhar em equipa implica um certo n\u00famero de pressupostos e dificuldades que n\u00f3s enfermeiros vivenciamos no quotidiano.<\/p>\n<p>Procuraremos abordar de forma sum\u00e1ria o conceito e modos de trabalho de equipa e analisar as quest\u00f5es e vantagens do trabalho assente numa estrutura de equipa numa perspectiva centrada no cliente.<\/p>\n<p>O conceito de equipa como \u201cum pequeno grupo, baseado na coopera\u00e7\u00e3o, e em contacto regular, contacto esse que n\u00e3o \u00e9 \u00e0 dist\u00e2ncia, mas face a face, que est\u00e1 envolvido numa ac\u00e7\u00e3o coordenada e cujos membros contribuem de maneira empenhada, competente e respons\u00e1vel para a realiza\u00e7\u00e3o de ac\u00e7\u00f5es concretas \u201c (Gra\u00e7a in Figueiredo, 1997,p. 19) tem sido abra\u00e7ado pelos enfermeiros desde h\u00e1 longa data, baseando nele a maioria das suas ac\u00e7\u00f5es. De facto, este tipo de trabalho conjunto \u00e9 um requisito impreter\u00edvel para a consecu\u00e7\u00e3o de muitos dos esfor\u00e7os e cuidados empreendidos pelos enfermeiros, sendo a qualidade destes modulada pelo modo de formata\u00e7\u00e3o das equipas de enfermagem e, de um modo mais geral, das equipes de sa\u00fade. Com o advento da Internet, dos media, assistimos a \u201cuma press\u00e3o constante da parte do cidad\u00e3o para ganhar mais influ\u00eancia sobre a forma como \u00e9 utilizada a sua contribui\u00e7\u00e3o\/imposto na aquisi\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de que necessita\u201d (Sakellerides in Serra, 2002, p.19). \u00c9 pois de ingente import\u00e2ncia a presta\u00e7\u00e3o de cuidados de sa\u00fade de elevada qualidade, onde se integram os cuidados de enfermagem, sendo uma das estrat\u00e9gias preconizadas para atingir esse desiderato a cria\u00e7\u00e3o de sinergias entre os diversos profissionais de sa\u00fade, quer sejam da mesma classe profissional ou afins, onde \u201ca cria\u00e7\u00e3o de um todo \u00e9 maior do que a soma das partes\u201d \u00a0(Schermerhorn, 1995,p. 286) \u00a0sendo o trabalho em equipa o meio por excel\u00eancia para atingir tal des\u00edgnio. Apesar do trabalho em equipe ser um apan\u00e1gio de longa data dos enfermeiros, uma vez que a este n\u00edvel a enfermagem sempre teve um papel bivalente, quer por um lado se constituir em equipes uniprofissionais (de enfermagem) e por outro em se integrar na equipe de sa\u00fade multiprofissional, urge capitalizar os benef\u00edcios desse tipo de trabalho, caminhando de formas de equipe mais frustres como a multidisciplinar \u201cem que existe justaposi\u00e7\u00e3o de compet\u00eancias dos diferentes elementos\u00a0 \u00a0assim como a utiliza\u00e7\u00e3o paralela das diferentes disciplinas mas sem rela\u00e7\u00e3o entre ela\u201d (Guyonnet e Adam in Figueiredo, 1997, p.20) at\u00e9 formas mais entrosadas e estruturadas como a equipe interdisciplinar em que \u201cexiste um n\u00edvel de contribui\u00e7\u00e3o mais elevado, em que a utiliza\u00e7\u00e3o combinada das diferentes disciplinas acarreta transforma\u00e7\u00f5es m\u00fatuas\u201d (Guyonnet e Adam in Figueiredo, 1997, p.20) ou mesmo transdisciplinar que preconiza um conhecimento que \u201ccruza as diferentes disciplinas\u201d (Figeiredo,1997:20).<\/p>\n<p>Anteriormente ao Renascimento, o conhecimento procurava um todo, assumia-se como totalizante constituindo um corpo \u00fanico e indivis\u00edvel. O conhecimento procurava imitar a integralidade do universo, recriando todas as suas rela\u00e7\u00f5es. \u201cO saber s\u00f3 podia exercer-se no \u00e2mbito da totalidade\u201d (Hilton Japiassu in Serra, 2002, p.20).Os eruditos da \u00e9poca eram polivalentes, abra\u00e7ando esse conhecimento como um todo. No entanto, a crescente fermenta\u00e7\u00e3o e multiplica\u00e7\u00e3o dos conhecimentos levou \u00e0 fragmenta\u00e7\u00e3o destes, nascendo assim as disciplinas do conhecimento, iniciando a era do paradigma Cartesiano. Essa fragmenta\u00e7\u00e3o encontra o seu apogeu na revolu\u00e7\u00e3o industrial, \u201conde a especializa\u00e7\u00e3o \u00e9 a principal caracter\u00edstica da \u00e9poca e onde cada vez mais se sabe mais de menos\u201d(Serra, 2002, p.24).<\/p>\n<p>\u201cA complexidade das situa\u00e7\u00f5es apresentadas pelos clientes dos servi\u00e7os de sa\u00fade e o desenvolvimento tecnol\u00f3gico, por um lado, e a explos\u00e3o e fragmenta\u00e7\u00e3o do conhecimento, por outro, d\u00e3o origem a que nos nossos dias seja imposs\u00edvel trabalhar isoladamente\u201d (Kerouac et al in Figueiredo , 2002, p.19).O campo da sa\u00fade, onde se assiste a um devir absolutamente vertiginoso da tecnologia e do saber, \u00e9 paradigm\u00e1tico dessa realidade; se por um lado uma cada vez maior especializa\u00e7\u00e3o \u00e9 uma realidade improtel\u00e1vel, por outro o imperativo de encarar a Pessoa Ab integrum \u00e9 posto em causa. \u00c1 medida que se vai reduzindo o conhecimento \u00e0s suas \u201cpart\u00edculas elementares\u201d cresce a necessidade destes serem subsidiados por outros saberes para que seja poss\u00edvel serem transpostos para o plano pr\u00e1ticode um modo satisfat\u00f3rio. Desse modo, as equipes de sa\u00fade tendem a organizar-se mais eficazmente no sentido de corresponder \u00e0s expectativas que a sociedade deposita nelas. Nesse sentido, para al\u00e9m do refor\u00e7o da l\u00f3gica de equipe no seio da enfermagem, a adop\u00e7\u00e3o de formas de trabalho conjunto entre os v\u00e1rios profissionais tem assumido uma crescente import\u00e2ncia na organiza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de sa\u00fade. De facto, o trabalho produzido quer por equipas uni profissionais quer multiprofissionais oferece, em termos gen\u00e9ricos maiores recursos para a resolu\u00e7\u00e3o de problemas, um \u201cmaior est\u00edmulo \u00e0 produtividade, uma aperfei\u00e7oamento do processo decis\u00f3rio, um maior compromisso dos v\u00e1rios membros da equipe para com as tarefa , um aumento da motiva\u00e7\u00e3o e disciplina dos membros\u201d. \u00a0(Schermerhorn, 1995, p.286)<\/p>\n<p>\u201cA for\u00e7a das interven\u00e7\u00f5es plurais reside nas diferentes conceptualiza\u00e7\u00f5es de sucesso\u201d (Guerrish , 1999 ,p. 379), na diversidade de opini\u00f5es e vis\u00f5es que reportadas mesmoapenas a equipes de enfermagem, promovem um maior grau de qualidade dos cuidados uma vez que deste modo \u00e9 gizada uma maior variedade de objectivos a atingir face a um mesmo problema, garantindo uma interven\u00e7\u00e3o mais abrangente e completa. Ao n\u00edvel dos cuidados de sa\u00fade prim\u00e1rios a cria\u00e7\u00e3o de equipas de enfermagem integradas em Inglaterra revelou-se prol\u00edfica melhorando a qualidade dos servi\u00e7os prestados. Por outro lado, esses mesmos objectivos tra\u00e7ados no seio da equipe de sa\u00fade s\u00e3o assumidos pela integralidade dos seus membros, sendo encarada a sua prossecu\u00e7\u00e3o como uma responsabilidade colectiva e n\u00e3o apenas imputada a um determinado grupo profissional. Deste modo, \u00e9 abandonada a concep\u00e7\u00e3o do parcelamento herm\u00e9tico dos objectivos segundo grupos profissionais em detrimento de um conceito mais unificador em que toda a equipe assume objectivos centrais comuns. Por exemplo, no dom\u00ednio dos cuidados paliativos, a equipa multidisciplinar assume o objectivo de proporcionar uma vida com mais qualidade ao utente, sendo essa qualidade modulada por v\u00e1rios factores interdependentes e intermut\u00e1veis, podendo-se no entanto delinear objectivos secund\u00e1rios espec\u00edficos de cada grupo profissional concordantes com o seu mandato social com um intuito orientador tendo em vista o objectivo principal.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>A exist\u00eancia de vias de comunica\u00e7\u00e3o formais entre os elementos da equipe concorre para uma maior valoriza\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o veiculada pelos diferentes membros da equipe, permitindo assim determinar estrat\u00e9gias e ac\u00e7\u00f5es de uma forma mais eficiente e fundamentada. No caso da equipe de enfermagem, a passagem de turno \u00e9, por excel\u00eancia, um momento de comunica\u00e7\u00e3o entre os enfermeiros sendo o Core de muitas das decis\u00f5es e reflex\u00f5es acerca dos cuidados de enfermagem.<\/p>\n<p>Reuni\u00f5es rotineiras entre os diferentes membros da equipe multiprofissional permitem uma transmiss\u00e3o correcta da informa\u00e7\u00e3o, em contraposi\u00e7\u00e3o \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o acidental que por vezes causa perda de informa\u00e7\u00f5es valiosas. Na maioria dos casos a comunica\u00e7\u00e3o entre enfermeiro e m\u00e9dico, por exemplo, precessa-se nos \u201ccorredores\u201d de um modo casual, sem a garantia de uma correcta compreens\u00e3o ou valoriza\u00e7\u00e3o daquilo que comunicamos. Por outro lado este contacto estreito assume-se como um valioso contributo para a forma\u00e7\u00e3o dos elementos da equipe, ao se constituir uma verdadeira rede de transfer\u00eancia de conhecimentos.<\/p>\n<p>O trabalho em equipa requer uma din\u00e2mica de funcionamento partilhada, assente no ajuste de h\u00e1bitos e rotinas pr\u00f3prias de cada grupo profissional ou de cada elemento, permitindo a presta\u00e7\u00e3o de cuidados em tempo \u00fatil e oportuno mediante uma planifica\u00e7\u00e3o do timming dos cuidados mais eficaz com o m\u00ednimo de interfer\u00eancias nefastas entre si permitindo ao utente tirar o m\u00e1ximo proveito destes. Deste modo, cuidados m\u00e9dicos e de enfermagem poder\u00e3o operar-se de forma coordenada e consertada. Por exemplo, a visita m\u00e9dica poder\u00e1 ser efectuada de modo a n\u00e3o interferir com a realiza\u00e7\u00e3o dos cuidados de higiene matinais .<\/p>\n<p>Em algumas equipes, quer de enfermagem quer interdisciplinares subjaz o conceito de perito, em que determinado acto ou decis\u00e3o \u00e9 consumado pelo elemento mais habilitado ou com melhores capacidades para tal. Segundo Serra ,a responsabilidade da coordena\u00e7\u00e3o das interven\u00e7\u00f5es para proporcionar cuidados eficientes ao utente, tamb\u00e9m deve ser partilhada. Tal pr\u00e1tica promove a uniformidade e congru\u00eancia das ac\u00e7\u00f5es facilitando a posterior avalia\u00e7\u00e3o, afian\u00e7ado a m\u00e1xima qualidade poss\u00edvel nas diversas ac\u00e7\u00f5es que a equipa pode produzir. Numa dada situa\u00e7\u00e3o certas decis\u00f5es de foro m\u00e9dico poder\u00e3o ser \u201csugeridas\u201d pelo enfermeiro caso este apresente uma experi\u00eancia mais vasta naquela situa\u00e7\u00e3o tornando-o o elemento mais apto a decidir.<\/p>\n<p>A discuss\u00e3o das estrat\u00e9gias e cuidados no \u00e2mbito das equipes de sa\u00fade pode, \u00e0 priori tornar o processo decis\u00f3rio mais moroso e complexo, face \u00e0 maior quantidade de factores, vari\u00e1veis e vis\u00f5es a serem ponderados. No entanto, tal discuss\u00e3o resulta numa maior adequa\u00e7\u00e3o das ac\u00e7\u00f5es \u00e0 circunst\u00e2ncia particular de cada cliente, para al\u00e9m de se estabelecer uma verdadeira simbiose entre ac\u00e7\u00f5es que de outra maneira operariam separadamente, potenciando os seus benef\u00edcios de forma m\u00fatua. P\u00f5e exemplo, no caso de uma \u00falcera de press\u00e3o infectada, a sua resolu\u00e7\u00e3o depender\u00e1 da conjuga\u00e7\u00e3o eficiente dos cuidados de penso e de posicionamento, de uma correcta nutri\u00e7\u00e3o e das terapias medicamentosas. A assertividade dos membros da equipa permite que o plano de cuidados preconizado para determinado utente seja negociado no \u00e2mbito da equipe constituindo-se como um \u201cprojecto assistencial comum ao grupo de profissionais\u201d (Gaiva, 2004,p.471) Por outro lado os problemas levantados s\u00e3o abordados em v\u00e1rias frentes de ac\u00e7\u00e3o, ao inv\u00e9s da sua abordagem ser endossada a apenas uma determinada frente de actua\u00e7\u00e3o. A multidimensionalidade dos processos de doen\u00e7a ou sa\u00fade \u00e9 acompanhada por uma multiplicidade de dimens\u00f5es na sua abordagem, o que concorre para que nenhuma faceta desse processo seja sobrevalorizada enquanto outras s\u00e3o subvalorizadas.<\/p>\n<p>Conclu\u00edmos que a pr\u00e1tica do trabalho em equipa em enfermagem, mais do que um objectivo, assume-se como um imperativo improrrog\u00e1vel uma vez que o trabalho parcelar e individual n\u00e3o permite responder \u00e0s exig\u00eancias actuais em termos de cuidados de sa\u00fade. A estrutura\u00e7\u00e3o correcta e l\u00f3gica das equipes de enfermagem por um lado, e a sua integra\u00e7\u00e3o plena na equipe de sa\u00fade multiprofissional por outro permitir\u00e1 a presta\u00e7\u00e3o de cuidados de enfermagem com padr\u00f5es de qualidade mais elevados e, num sentido mais lato, de cuidados de sa\u00fade. Muitos factores constituem-se como peias ao caminho rumo a esta forma de organiza\u00e7\u00e3o do trabalho e dos grupos profissionais; no entanto da sua prossecu\u00e7\u00e3o depende a validade do servi\u00e7o que prestamos e a credibilidade e valor social da classe de enfermagem.<\/p>\n<h4><strong>Bibliografia:<\/strong><\/h4>\n<p>-Figueiredo, Maria do C\u00e9u A. Barbieri -Trabalho em equipa, o contributo dos enfermeiros.\u201dRevista Sinais Vitais\u201d. N\u00ba10, p. 19-22.<\/p>\n<p><span lang=\"EN-GB\">-Guerrish, Kate -Teamwork in primary care:na evaluation of integrated nursing teams. \u201c Health and Social care in the community\u201d Ano 7 , N\u00ba5, 1999, p. 367-375 dispon\u00edvel na web em <a href=\"http:\/\/www.blackwell-synergy.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.blackwell-synergy.com<\/a> a <\/span><span lang=\"EN-GB\">12\/10\/2004<\/span><\/p>\n<p>-Gaiva, Maria Aparecida Munhoz; Scochi, Carmen Gracibda Silvan &#8211; Processo de trabalho em sa\u00fade e enfermagem em UTI neonatal. \u201cRevista Latino-Americana Enfermagem\u201d Ano 12 , N\u00ba3, 2004 p. 469-476 dispon\u00edvel \u00a0na Web em <a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.scielo.br<\/a> a 12\/10\/2004<\/p>\n<p>-Serra, Anabela Salgado \u2013 Interdisciplinaridade, valores e autonomia (I parte).\u201cRevista Nursing\u201d .Ano14, N\u00ba169 Setembro 2002, p. 22-25.<\/p>\n<p>-Serra, Anabela Salgado &#8211; Interdisciplinaridade, valores e autonomia (I parte). <span lang=\"EN-GB\">\u201cRevista Nursing\u201d. Ano 14, N\u00ba170, Setembro 2002, p. 17-22<\/span><\/p>\n<p>-Schermerhorn, \u00a0Jonh\u00a0 K.-Administra\u00e7\u00e3o.5\u00aa edi\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: CTC,1999<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A satisfa\u00e7\u00e3o das necessidades do cliente n\u00e3o pode ser abordada por um s\u00f3 profissional, mas sim por uma equipa de sa\u00fade, que aglutina profissionais de categorias e forma\u00e7\u00f5es diferentes em [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2220,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[85,84,87,86,83],"class_list":["post-217","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos-de-autor","tag-enfermagem","tag-equipa","tag-equipas-multidisciplinares","tag-qualidade","tag-trabalho"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/217","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=217"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/217\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2482,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/217\/revisions\/2482"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2220"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=217"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=217"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=217"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}