{"id":1992,"date":"2014-11-21T12:37:12","date_gmt":"2014-11-21T12:37:12","guid":{"rendered":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/faz-sentido-ser-sindicalizado\/"},"modified":"2014-11-21T12:37:12","modified_gmt":"2014-11-21T12:37:12","slug":"faz-sentido-ser-sindicalizado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/faz-sentido-ser-sindicalizado\/","title":{"rendered":"Faz sentido ser sindicalizado?"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1991\" src=\"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/2a7782ba9a9664bb86982fd61d0ab590-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1121\" srcset=\"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/2a7782ba9a9664bb86982fd61d0ab590-scaled.jpg 2560w, https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/2a7782ba9a9664bb86982fd61d0ab590-300x131.jpg 300w, https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/2a7782ba9a9664bb86982fd61d0ab590-1200x526.jpg 1200w, https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/2a7782ba9a9664bb86982fd61d0ab590-768x336.jpg 768w, https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/2a7782ba9a9664bb86982fd61d0ab590-1536x673.jpg 1536w, https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/2a7782ba9a9664bb86982fd61d0ab590-2048x897.jpg 2048w, https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/2a7782ba9a9664bb86982fd61d0ab590-959x420.jpg 959w, https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/2a7782ba9a9664bb86982fd61d0ab590-640x280.jpg 640w, https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/2a7782ba9a9664bb86982fd61d0ab590-681x298.jpg 681w\" sizes=\"auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><\/p>\n<p>Os sindicatos, \u00e0 semelhan\u00e7a de outras organiza\u00e7\u00f5es devem renovar as suas direc\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p>Se um jornalista vier ter comigo num dia de greve e perguntar o motivo pelo qual a ela aderi, dir-lhe-ei que h\u00e1 duas fortes raz\u00f5es para isso: defesa do Servi\u00e7o Nacional de Sa\u00fade e reivindica\u00e7\u00e3o por melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho para os enfermeiros. A situa\u00e7\u00e3o de crise em que vivemos h\u00e1 alguns anos, tem mostrado o qu\u00e3o \u00e9 importante um Servi\u00e7o de Sa\u00fade baseado em princ\u00edpios como a solidariedade e o respeito pela dignidade humana. Quanto ao modo como os enfermeiros s\u00e3o tratados, basta lembrar alguns exemplos que ilustram o desgoverno da actual equipa do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade: faltam materiais e manuten\u00e7\u00e3o de equipamentos nas institui\u00e7\u00f5es de sa\u00fade; h\u00e1 milhares de colegas a trabalhar 40 horas pelo valor das 35; h\u00e1 condicionamentos diversos no acesso aos cuidados de sa\u00fade; h\u00e1 servi\u00e7os em que existem CIT com valor base de 1165\u20ac, 1220\u20ac e 1340\u20ac, sendo que os primeiros exercem h\u00e1 mais tempo que os demais; h\u00e1 escalas que saem de base com mais de 40 horas por trabalhador; est\u00e3o congeladas as progress\u00f5es nas carreiras; falta di\u00e1logo entre as profiss\u00f5es e dentro de cada uma delas; foram feitos cortes muito significativos nos suplementos pelo trabalho em hor\u00e1rio nocturno e de fim de semana\u2026 Como \u00e9 bom de ver, os elogios que todos os dias vemos na comunica\u00e7\u00e3o social ao Dr. Paulo Macedo s\u00f3 podem vir de pessoas \u201csimp\u00e1ticas\u201d ou ent\u00e3o de pessoas distra\u00eddas da realidade que se vive nos hospitais, centros de sa\u00fade e outras unidades de sa\u00fade.<\/p>\n<p>Quando se ventilou a possibilidade de os enfermeiros passarem a trabalhar 40 horas semanais em vez das 35, alguns colegas diziam que at\u00e9 nem se importavam, desde que o ordenado fosse coincidente. N\u00e3o perceberam que isso deixaria tudo na mesma! A inten\u00e7\u00e3o do Governo era simples (e era outra): ter o mesmo n\u00famero de trabalhadores (pagando igual sal\u00e1rio) mas aumentar o n\u00famero de horas de trabalho. Como j\u00e1 deu para ver, tal situa\u00e7\u00e3o gerou um descontentamento enorme entre os trabalhadores (diminuindo-se o seu rendimento\/produtividade), fen\u00f3meno ainda agravado pelo facto de haver outros profissionais que n\u00e3o est\u00e3o sujeitos a iguais medidas de austeridade. Porque ser\u00e1?!<\/p>\n<p>H\u00e1 uma frase chav\u00e3o muito utilizada entre n\u00f3s, que diz que \u201cos sindicatos defendem os enfermeiros e a Ordem defende o utente\u201d. Creio que s\u00f3 algu\u00e9m distra\u00eddo pode acreditar numa coisa destas. Ambas as entidades (cada uma \u00e0 sua maneira) devem zelar pelo respeito para com trabalhador-enfermeiro e para com o utente.<\/p>\n<p>Sou sindicalizado e, naturalmente, n\u00e3o concordo com todas as decis\u00f5es que s\u00e3o tomadas nesse \u00e2mbito. Ainda assim, n\u00e3o me custa elogiar o empenho de todos os colegas que se dedicam \u00e0 causa sindical: abdicam de tempo das suas vidas (pessoal e profissional) em nome da Enfermagem. N\u00e3o me custa a crer, que alguns at\u00e9 tenham de suportar algumas despesas decorrentes da sua actividade sindical.<\/p>\n<p>Quando me dizem que a culpa do estado actual da profiss\u00e3o \u00e9 do sindicato, d\u00e1-me vontade de rir. Como j\u00e1 disse, h\u00e1 aspectos da \u201cluta\u201d que carecem de reformula\u00e7\u00e3o. Mas isso n\u00e3o nos deve desviar o olhar dos principais respons\u00e1veis pelo estado em que nos encontramos. Olhemos para os 3 \u00faltimos ministros da sa\u00fade: Correia de Campos disse publicamente que n\u00e3o aprova a ideia do MDP (ou algo do g\u00e9nero) para os enfermeiros; Ana Jorge disse que os enfermeiros n\u00e3o t\u00eam um trabalho t\u00e3o individualizado como os professores; Paulo Macedo acha normal que na ARS-LVT o valor hora a pagar a um enfermeiro seja 3,96\u20ac em Lisboa e 3,1\u20ac em Abrantes\u2026<\/p>\n<p>Depois, h\u00e1 tamb\u00e9m aquela frase de ataque ao sindicato X: \u201cest\u00e3o dominados pelo partido comunista\u201d\u2026 Se admitirmos que isso \u00e9 verdade, temos de nos interrogar quem foram os partidos que nos governaram nas \u00faltimas d\u00e9cadas, e tentar perceber porque nos trataram t\u00e3o bem; Se admitirmos que isso \u00e9 verdade, temos de criar uma onda de liberta\u00e7\u00e3o nas autarquias governadas por este partido; Se admitirmos que isso \u00e9 verdade, temos de nos interrogar como foi poss\u00edvel a coliga\u00e7\u00e3o \u201cvodka laranja\u201d em Loures (Cunhal e S\u00e1 Carneiro devem estar com as m\u00e3os na cabe\u00e7a).<\/p>\n<p>Para que conste, eu vivo numa freguesia governada pela CDU, num conselho governado pelo PS, num pa\u00eds governado pelo PSD\/CDS e tenho reparado que um dos v\u00eddeos mais partilhados pelos enfermeiros \u00e9 do elogio do Miguel Portas (BE) \u00e0 nossa profiss\u00e3o. E sabem que mais? Estou vivo!<\/p>\n<p>H\u00e1 que relativizar a ideologia, sem claro, ignorar que o ultra-liberarismo est\u00e1 a dar cabo da Europa (Junker-Multinacionais-Luxemburgo).<\/p>\n<p>Concordo que os sindicatos, \u00e0 semelhan\u00e7a de outras organiza\u00e7\u00f5es devem renovar as suas direc\u00e7\u00f5es. Talvez se d\u00ea muito \u00eanfase \u00e0s bandeiras e palavras de ordem. Pod\u00edamos explorar mais as vig\u00edlias ou protestos de sil\u00eancio (ou guarda chuvas coloridos como em Hong Kong; ou uma avioneta com uma tarja como aconteceu nas praias do Algarve; ou um cami\u00e3o com um enorme outdoor, em frente ao hospital X ou Y; ou uns gigantones do Paulo Macedo e do Camilo Louren\u00e7o; ou umas arruadas com os Z\u00e9s Pereiras\u2026). N\u00e3o sei se uma greve de z\u00ealo seria eficaz. Gostaria de ver os sindicatos a ter um papel mais incisivo para com as Direc\u00e7\u00f5es de Enfermagem (embora perceba que isso possa fragilizar a profiss\u00e3o). Admito que o n\u00famero de greves deva ser diminu\u00eddo, n\u00e3o s\u00f3 para tentar uma maior ades\u00e3o dos colegas, mas tamb\u00e9m para tentar n\u00e3o gelar\/crispar a nossa rela\u00e7\u00e3o com a opini\u00e3o p\u00fablica. Concordo com as greves \u00e0 Quarta Feira em vez de \u00e0 Sexta. Sinto que nem sempre se valoriza a produtividade e efici\u00eancia (na vida n\u00e3o h\u00e1 s\u00f3 direitos; os profissionais de sa\u00fade n\u00e3o podem preocupar-se com a produtividade apenas no sector privado)\u2026<\/p>\n<p>Mas tudo isto s\u00e3o quest\u00f5es que os enfermeiros devem debater nas assembleias dos seus sindicatos. Ficar em casa n\u00e3o \u00e9 solu\u00e7\u00e3o. Como n\u00e3o \u00e9 solu\u00e7\u00e3o n\u00e3o ser sindicalizado, at\u00e9 porque, como \u00e9 sabido, o valor pago em cotas \u00e9 deduzido no IRS\u2026<\/p>\n<p>O que s\u00e3o servi\u00e7os m\u00ednimos? \u201cS\u00e3o todos os cuidados de Enfermagem necess\u00e1rios para que n\u00e3o se coloque em risco a vida do utente\u201d. Como \u00e9 bom de ver, esta \u00e9 uma defini\u00e7\u00e3o algo d\u00fabia (se um doente tem uma neoplasia do intestino e a sua cirurgia foi adiada um dia ou uma semana por causa de uma greve, isso pode ter impacto na evolu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a). Os sindicatos dizem que n\u00e3o podem ser eles a clarificar o que s\u00e3o servi\u00e7os m\u00ednimos (eu acho que podiam dar umas dicas). E os enfermeiros, em cada servi\u00e7o, tamb\u00e9m n\u00e3o t\u00eam sido capazes de o fazer, o que revela que n\u00e3o somos capazes de gerar, entre portas, uma cumplicidade de equipa que garanta um protesto eficaz por melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho sem penalizar (a vida) do doente. A problem\u00e1tica dos servi\u00e7os m\u00ednimos remete-nos para a import\u00e2ncia de l\u00edderes fortes (por exemplo, qual o papel do enfermeiro chefe num dia de greve?) e de estrat\u00e9gias de benchmarking entre v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es de sa\u00fade (nacionais e n\u00e3o s\u00f3).<\/p>\n<p>A ideia de uma paraliza\u00e7\u00e3o geral (com os enfermeiros concentrados \u00e0 porta das institui\u00e7\u00f5es) de norte a sul do pa\u00eds parece-me muito dif\u00edcil de alcan\u00e7ar, mas seria seguramente uma prova de coragem de todos n\u00f3s. Dirigir uma greve a um determinado sector (por exemplo, bloco operat\u00f3rio), e em que os enfermeiros de outros servi\u00e7os \u201ccusteassem\u201d as penaliza\u00e7\u00f5es salariais dos envolvidos, parece-me igualmente dif\u00edcil de por em pr\u00e1tica. Bem sei que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil dar a cara nas actuais greves (h\u00e1 colegas que at\u00e9 usam \u00f3culos escuros). No dia 23 de Julho passado, numa ac\u00e7\u00e3o de protesto em frente ao Hospital onde trabalho, do meu servi\u00e7o estava eu e outra colega. Onde andam os outros? Parece existir, para alguns colegas, uma certa tend\u00eancia aristocrata que os impede de integrar uma manifesta\u00e7\u00e3o. H\u00e1 colegas que exercem em Lisboa e nunca participaram numa manifesta\u00e7\u00e3o junto ao Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Outros h\u00e1, que se levantam \u00e0s 6 da manh\u00e3 e percorrem centenas de quil\u00f3metros (em autocarro) para o fazer.<\/p>\n<p>O facto de sermos a classe profissional mais numerosa do sector da sa\u00fade, podia dar-nos for\u00e7a para reivindicar os nossos direitos, mas ao mesmo tempo, \u00e9 uma das raz\u00f5es pelas quais nos encontramos neste estado. Fa\u00e7amos uma conta (muito) por alto: no pa\u00eds h\u00e1 cerca de 60 mil enfermeiros; consideremos que 40 mil exercem no sector p\u00fablico; se imaginarmos que estes 40 mil est\u00e3o uniformemente distribu\u00eddos em escal\u00f5es et\u00e1rios (20 aos 30 anos; 30 aos 40 anos; 40 aos 50 anos; 50 aos 60 anos), e que a cada escal\u00e3o corresponde um sal\u00e1rio m\u00e9dio (1300\u20ac; 1400\u20ac; 1500\u20ac; 1600\u20ac), temos uma despesa anual em sal\u00e1rios de enfermeiros na ordem dos 800 milh\u00f5es de euros. Qualquer mexida no sal\u00e1rio dos enfermeiros representa uma \u201cpipa de massa\u201d. S\u00f3 um governante verdadeiramente determinado em apostar no nosso valor, seria capaz de fazer diferente dos seus antecessores.<\/p>\n<p>Olhando para o cen\u00e1rio actual, considero que a exclusividade \u00e9 uma batalha perdida. Ali\u00e1s, com os elevados \u00edndices de desemprego e emigra\u00e7\u00e3o (e mais uma vez, n\u00e3o podemos ignorar o facto de haver um desajuste entre oferta formativa e capacidade de absor\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho), duvido que algum governante ceda a essa. Ali\u00e1s, h\u00e1 contratos de muitos de n\u00f3s que j\u00e1 prev\u00eaem que o trabalhador pe\u00e7a autoriza\u00e7\u00e3o (ou pelo menos comunique) \u00e0 sua institui\u00e7\u00e3o se est\u00e1 ou n\u00e3o a acumular fun\u00e7\u00f5es noutro local.<\/p>\n<p>H\u00e1 quem considere que descontar 1% do vencimento para o sindicato \u00e9 uma fortuna. N\u00e3o sei qual \u00e9 o or\u00e7amento anual do meu sindicato. Suponhamos que s\u00e3o 250 mil euros anuais. Se todos os enfermeiros fossem sindicalizados, o valor de cota anual seria de 4,2\u20ac (at\u00e9 dava vontade de estar sindicalizado no SEP, SIPE e SE, em simult\u00e2neo\u2026 n\u00e3o sei se a lei permite tal coisa). Claro que, havendo v\u00e1rios sindicatos (e eu concordo com isso, pois estamos a falar de estrat\u00e9gias diferentes de reivindica\u00e7\u00e3o; o que n\u00e3o significa que n\u00e3o deva existir respeito m\u00fatuo e margem para entendimentos), o valor de cota acaba por ficar inflacionado. \u00c9 importante, tamb\u00e9m, n\u00e3o esquecer que vai haver sempre algu\u00e9m que, embora sem mexer uma palha, tire partido da luta levado a cabo por outros. Pelo menos, tem sido assim ao longo dos anos.<\/p>\n<p class=\"error\">Nota: o epis\u00f3dio do despacho ministerial a prop\u00f3sito do surto da Legionella e da greve dos enfermeiros vem demonstrar que os problemas que enfrentamos s\u00e3o (muito mais) de causa pol\u00edtica do que de natureza sindical.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os sindicatos, \u00e0 semelhan\u00e7a de outras organiza\u00e7\u00f5es devem renovar as suas direc\u00e7\u00f5es<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":1990,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[964,90,1010,1009],"class_list":["post-1992","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-opiniao","tag-opiniao","tag-ordem-dos-enfermeiros","tag-sindicalizado","tag-sindicato"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1992","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1992"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1992\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1990"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1992"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1992"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1992"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}