{"id":1775,"date":"2014-01-27T14:01:22","date_gmt":"2014-01-27T14:01:22","guid":{"rendered":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/na-mouche\/"},"modified":"2014-01-27T14:01:22","modified_gmt":"2014-01-27T14:01:22","slug":"na-mouche","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/na-mouche\/","title":{"rendered":"Na mouche! Os enfermeiros e os Lares de Idosos"},"content":{"rendered":"<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1774\" src=\"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/01\/140800f06a83a38cc18f4df3ed9abedb.jpg\" alt=\"\" class=\"caption\" title=\"Na mouche!\" width=\"276\" height=\"183\" \/>\n<p>O SR. Ministro da Sa\u00fade acertou na mouche:&nbsp;A presen\u00e7a de enfermeiros nos lares ajuda na diminui\u00e7\u00e3o do aparecimento de causas, na gest\u00e3o cl\u00ednica de situa\u00e7\u00f5es agudas ou agudiza\u00e7\u00e3o de problemas cr\u00f3nicos <!--more--> <\/p>\n<p>O Sr. Ministro da Sa\u00fade, estranhando o elevado n\u00famero de idosos que t\u00eam sido atendidos nas urg\u00eancias hospitalares nas \u00faltimas semanas, questionou a assist\u00eancia cl\u00ednica prestada nos lares de idosos, referindo que \u201cestamos a receber no Servi\u00e7o Nacional de Sa\u00fade muitas pessoas de lares, e temos que verificar se as pessoas nos lares est\u00e3o a ter todo o tipo de assist\u00eancia cl\u00ednica quer ao n\u00edvel de enfermagem, quer m\u00e9dica, que est\u00e1 prevista na lei\u201d, e acrescentando que \u201cse essas pessoas tiverem um acompanhamento regular nos pr\u00f3prios lares estar\u00e3o mais controladas e s\u00f3 vir\u00e3o ao hospital em caso de efetiva necessidade\u201d.<\/p>\n<p>O SR. Ministro da Sa\u00fade acertou na mouche: os enfermeiros s\u00e3o um recurso chave para melhorar a assist\u00eancia nos lares de idosos e diminuir despesa in\u00fatil no SNS. A presen\u00e7a de enfermeiros nos lares ajuda na diminui\u00e7\u00e3o do aparecimento de causas, na gest\u00e3o cl\u00ednica de situa\u00e7\u00f5es agudas ou agudiza\u00e7\u00e3o de problemas cr\u00f3nicos, redu\u00e7\u00e3o da frequ\u00eancia e custos de idas ao hospital, assim como na diminui\u00e7\u00e3o de cuidados f\u00fateis. indesejados e potencialmente evit\u00e1veis, assim como na clarifica\u00e7\u00e3o de incertezas e falsas expetativas em rela\u00e7\u00e3o aos benef\u00edcios da hospitaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, a valoriza\u00e7\u00e3o do papel do enfermeiro nos lares de idosos implica 3 mudan\u00e7as essenciais.<\/p>\n<p><strong>A primeira \u00e9 uma mudan\u00e7a no entendimento que damos ao envelhecimento<\/strong>. Envelhecer \u00e9 um processo natural e n\u00e3o \u00e9 em si uma doen\u00e7a, mas a verdade \u00e9 que nem todas as pessoas envelhecem saud\u00e1veis. Na maioria dos processos de envelhecimento aumenta a incid\u00eancia de doen\u00e7as agudas relacionadas com a maior fragilidade do sistema imunol\u00f3gico, aumenta a preval\u00eancia de doen\u00e7as cr\u00f3nicas degenerativas e incapacitantes, o consumo de medicamentos \u00e9 elevado e \u00e9 maior a tend\u00eancia para o sedentarismo; quando estes factos s\u00e3o negligenciados, abre-se caminho ao aparecimento das grandes s\u00edndromes geri\u00e1tricas: isolamento social, iatrogenia, instabilidade postural, insufici\u00eancia cerebral e incontin\u00eancia urin\u00e1ria\u2026 O idoso perde progressivamente a capacidade de exerc\u00edcio da sua autonomia, vai ficando mais e mais limitado nas suas capacidades f\u00edsicas e cognitivas, vai sofrendo perdas afetivas irrepar\u00e1veis, perdas econ\u00f3micas, afastamento social\u2026 Por fim, confinado ao calv\u00e1rio da vontade alheia, pode acabar institucionalizado num Lar de Idosos.<\/p>\n<p>E \u00e9 ali que, salvo raras exce\u00e7\u00f5es, se oferece uma resposta \u00e0s necessidades do idoso assente numa filosofia excessivamente moldada por estere\u00f3tipos e mitos relacionados com o envelhecimento, condicionando cuidados de insuficiente qualidade.<\/p>\n<p>Sabe-se que o principal motivo da decis\u00e3o de institucionaliza\u00e7\u00e3o em lar de idosos \u00e9, segundo investiga\u00e7\u00e3o recente, a solid\u00e3o, seguido de motivos de sa\u00fade ou ambos os motivos em conjunto, sendo que uma grande maioria dos residentes tem algum problema de sa\u00fade e mais de metade sofrem de dor. Existe tamb\u00e9m investiga\u00e7\u00e3o que prova que os idosos em lares t\u00eam necessidades em cuidados de sa\u00fade complexas, frequentemente n\u00e3o detetadas e superiores \u00e0 popula\u00e7\u00e3o da mesma idade residente em domic\u00edlio.<\/p>\n<p><strong>Estes factos obrigam a uma segunda mudan\u00e7a, ao n\u00edvel do entendimento que temos de lar de idosos.<\/strong> Face \u00e0 predomin\u00e2ncia de situa\u00e7\u00f5es em que prevalecem necessidades do \u00e2mbito dos cuidados de sa\u00fade, \u00e9 necess\u00e1rio que nos interroguemos sobre as insufici\u00eancias do modelo das respostas sociais Lar de Idosos, claramente deficit\u00e1rio em muitos aspetos:<\/p>\n<ul>\n<li>&nbsp;A assist\u00eancia no lar de idosos incide maioritariamente na componente social, com uma oferta, em muitos casos, deficit\u00e1ria em cuidados de sa\u00fade;<\/li>\n<li>&nbsp;De uma forma gen\u00e9rica, os cuidados s\u00e3o assumidos quase exclusivamente por pessoal sem forma\u00e7\u00e3o adequada para abranger a amplitude de necessidades que caracterizam esta fase e circunst\u00e2ncias da vida;<\/li>\n<li>As exig\u00eancias normativas da qualidade s\u00e3o insuficientes. Existem v\u00e1rios guias orientadores de boas pr\u00e1ticas, elaborados por institui\u00e7\u00f5es, mas a t\u00edtulo individual. N\u00e3o obstante as orienta\u00e7\u00f5es contidas na legisla\u00e7\u00e3o sobre cuidados de sa\u00fade \u00e0 pessoa idosa, a problem\u00e1tica da sa\u00fade e da doen\u00e7a no idoso institucionalizado n\u00e3o est\u00e1 especificamente contemplada no Manual de Gest\u00e3o da Qualidade para Lares de Idosos elaborado pela Comiss\u00e3o T\u00e9cnica da Normaliza\u00e7\u00e3o no Dom\u00ednio das Respostas Sociais do Instituto Portugu\u00eas da Qualidade, cujo principal objetivo \u00e9 determinar os referenciais normativos para a qualidade das respostas sociais, entre as quais as respostas para Pessoas Idosas, incluindo os Lares;<\/li>\n<li>Os cuidados s\u00e3o prestados sem o planeamento, supervis\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o necess\u00e1rios \u00e0 garantia da qualidade dos mesmos;<\/li>\n<li>Verifica-se uma aus\u00eancia, do ponto de vista estrat\u00e9gico, de quadros de refer\u00eancia com regula\u00e7\u00e3o profissional suficientemente abrangente para as interven\u00e7\u00f5es na ajuda ao idoso;<\/li>\n<li>N\u00e3o est\u00e1 tamb\u00e9m determinado, inequivocamente, qual o peso real relativo dos cuidados de sa\u00fade ao idoso institucionalizado nas din\u00e2micas do lar, sabendo-se j\u00e1, atrav\u00e9s de v\u00e1rios estudos, que h\u00e1 necessidades em sa\u00fade no idoso residente em lar relacionadas com as atividades de vida di\u00e1rias, incapacidade cognitiva moderada ou severa, depress\u00e3o, uso de restri\u00e7\u00e3o f\u00edsica, dor moderada ou severa, desnutri\u00e7\u00e3o e desidrata\u00e7\u00e3o, risco de aspira\u00e7\u00e3o, incontin\u00eancia vesical e fecal, obstipa\u00e7\u00e3o, desempenho cognitivo e rela\u00e7\u00f5es sociais, sa\u00fade mental, del\u00edrio, poli medica\u00e7\u00e3o e uso de anti psic\u00f3ticos, infe\u00e7\u00f5es, ulceras de press\u00e3o, cuidados dent\u00e1rios, cuidados em fim de vida, traumatismos por queda, rigidez articular, macera\u00e7\u00e3o da pele, agudiza\u00e7\u00e3o de condi\u00e7\u00f5es cr\u00f3nicas, etc\u2026<\/li>\n<li>Existe uma crescente intromiss\u00e3o de outros cuidadores na \u00e1rea de interven\u00e7\u00e3o de enfermagem;<\/li>\n<li>A legisla\u00e7\u00e3o \u00e9 vaga quanto ao ratio enfermeiro\/residente, ajustado ao contexto de cuidados, graus de depend\u00eancia do idoso e diferencia\u00e7\u00e3o profissional \u2013 dos enfermeiros e restantes cuidadores;<\/li>\n<li>N\u00e3o est\u00e3o formalizados padr\u00f5es de qualidade para cuidados de enfermagem, quer no que se refere aos ratios, quer \u00e0s interven\u00e7\u00f5es esperadas e tempo dedicado a cada \u00e1rea dos cuidados.<\/li>\n<li>\u00c9 escassa a evid\u00eancia sobre necessidades de forma\u00e7\u00e3o e treino de prestadores, e pouca ou nenhuma forma\u00e7\u00e3o de base para os principais cuidadores;<\/li>\n<li>H\u00e1 um desconhecimento de iniciativas sobre interven\u00e7\u00f5es em parceria de profissionais, que estimulem formas de trabalho em colabora\u00e7\u00e3o entre cuidadores;<\/li>\n<li>Existem fragilidades ao n\u00edvel das atitudes dos t\u00e9cnicos e outros envolvidos nos cuidados ao idoso;<\/li>\n<li>\u00c9 escassa a evid\u00eancia sobre cultura e pr\u00e1ticas nos lares sob a perspetiva dos residentes, pessoal e familiares;<\/li>\n<li>A avalia\u00e7\u00e3o, a n\u00edvel operacional, de documenta\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o dos resultados obtidos e grau de satisfa\u00e7\u00e3o dos residentes, familiares e amigos, \u00e9 claramente insuficiente;<\/li>\n<li>H\u00e1 falta de evid\u00eancia sobre o acesso dos idosos a cuidados de sa\u00fade e com a sa\u00fade, qualidade dos cuidados que recebem e impactos dos mesmos nos custos e qualidade de vida;<\/li>\n<li>\u00c9 muito insuficiente a documenta\u00e7\u00e3o de riscos e a defini\u00e7\u00e3o de padr\u00f5es de qualidade relacionados com a avalia\u00e7\u00e3o de risco de queda, dor, \u00falceras por press\u00e3o, infe\u00e7\u00f5es, imobilidade, entre outros;<\/li>\n<li>\u00c9 insuficiente a evid\u00eancia sobre potenciais cuidados inapropriados na sa\u00fade, poli medica\u00e7\u00e3o, descontinuidade no seguimento m\u00e9dico, situa\u00e7\u00f5es cr\u00edticas sem atendimento m\u00e9dico e\/ou de enfermagem;<\/li>\n<li>\u00c9 escassa a avalia\u00e7\u00e3o da qualidade dos cuidados de sa\u00fade na perspetiva do idoso, dos familiares e dos profissionais;<\/li>\n<li>Os registos de \u00e2mbito cl\u00ednico sobre a situa\u00e7\u00e3o de sa\u00fade e doen\u00e7a dos idosos em lar, \u00e9 deficit\u00e1rio: h\u00e1 lacunas na gest\u00e3o e registo de aspetos de sa\u00fade como sa\u00fade oral, dor, cuidados aos p\u00e9s, estado mental, tratamentos e procedimentos t\u00e9cnicos, monitoriza\u00e7\u00e3o da TA, diagn\u00f3sticos de doen\u00e7as, condi\u00e7\u00f5es gerais de sa\u00fade, preven\u00e7\u00e3o, hist\u00f3rico do idoso antes da admiss\u00e3o com implica\u00e7\u00f5es na continuidade dos cuidados, comunica\u00e7\u00e3o, \u2026<\/li>\n<li>(\u2026)<\/li>\n<\/ul>\n<p>Estas e outras insufici\u00eancias n\u00e3o permitem que seja devidamente assegurada resposta para as necessidades em sa\u00fade dos idosos institucionalizados em lar, colocando quest\u00f5es de acessibilidade aos cuidados de sa\u00fade e equidade na distribui\u00e7\u00e3o dos recursos.<\/p>\n<p>Os enfermeiros s\u00e3o um elemento chave na resolu\u00e7\u00e3o de muitos destes problemas, <strong>mas a valoriza\u00e7\u00e3o do seu papel implica uma terceira mudan\u00e7a em 3 dimens\u00f5es que interessam especificamente \u00e0 enfermagem:<\/strong><\/p>\n<p>a) Legislar de forma inequ\u00edvoca como \u00e9 feito o c\u00e1lculo em horas necess\u00e1rias de cuidados de enfermagem no lar de idosos. Infelizmente, e a menos que haja outra ideia na forja, documento conjunto \u201cProposta do grupo de trabalho do minist\u00e9rio da Sa\u00fade e da OE &#8211; guia de recomenda\u00e7\u00f5es para o c\u00e1lculo da dota\u00e7\u00e3o de enfermeiros no servi\u00e7o nacional de sa\u00fade\u201d, n\u00e3o menciona a problem\u00e1tica dos lares de idosos, ficando esta \u00e1rea ainda sem solu\u00e7\u00e3o. Sendo a lei pouco objetiva quando refere um enfermeiro por cada 40 idosos residentes, ou por cada 20 idosos em situa\u00e7\u00e3o de \u201cgrande\u201d depend\u00eancia (DR 1\u00aa s\u00e9rie, n\u00ba 58, Portaria n\u00ba 67\/2012 de 21 de Mar\u00e7o, art\u00ba 12), sem especificar graus de depend\u00eancia nem a quantidade de horas de cuidados de enfermagem necess\u00e1rias, h\u00e1 que rever a legisla\u00e7\u00e3o e clarificar um m\u00e9todo de c\u00e1lculo de horas de cuidados de enfermagem necess\u00e1rias nos lares de idosos.<\/p>\n<p>b) Para al\u00e9m da resolu\u00e7\u00e3o do problema relacionado com o n\u00famero de residentes por enfermeiro, h\u00e1 necessidade de explicitar quais s\u00e3o as necessidades n\u00e3o satisfeitas em cuidados de enfermagem e os potenciais e reais benef\u00edcios da interven\u00e7\u00e3o qualificada de enfermagem.<\/p>\n<p>c) \u00c9 tamb\u00e9m o momento para que se reveja o conte\u00fado do trabalho proposto e realizado pelos enfermeiros, que \u00e9 pobre face ao potencial que os cuidados de enfermagem t\u00eam de contribuir para todos os perfis de atividade num lar de idosos. S\u00e3o in\u00fameros os estudos que ilustram o contributo \u00fanico que os enfermeiros podem dar, quer na administra\u00e7\u00e3o, nos aspetos estruturais e de funcionamento das institui\u00e7\u00f5es, na gest\u00e3o a todos os n\u00edveis, na forma\u00e7\u00e3o de outros cuidadores, na investiga\u00e7\u00e3o e na atividade cl\u00ednica. Importa que os resultados desse trabalho tenham visibilidade e impactos na sa\u00fade das pessoas, nos lares, nas institui\u00e7\u00f5es de sa\u00fade, nos profissionais, nas fam\u00edlias, e nas despesas do Estado.<\/p>\n<p>Na atividade cl\u00ednica, o enfermeiro tem compet\u00eancias para intervir na adapta\u00e7\u00e3o ao processo de envelhecimento, na promo\u00e7\u00e3o da autonomia funcional durante o maior tempo poss\u00edvel, na promo\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o da sa\u00fade de acordo com cada caso individual, na satisfa\u00e7\u00e3o de necessidades em sa\u00fade identificadas, percebidas e\/ou expressas, na preven\u00e7\u00e3o de complica\u00e7\u00f5es de situa\u00e7\u00f5es patol\u00f3gicas e no desenvolvimento do projeto de sa\u00fade de cada idoso no respeito pela sua autonomia, preserva\u00e7\u00e3o das suas capacidades f\u00edsicas, psicol\u00f3gicas e sociais assim como no desenvolvimento de novas capacidades, o est\u00edmulo \u00e0 pessoa para que esta se insira no seu meio, na preven\u00e7\u00e3o do isolamento social, na defesa dos seus direitos, e na ajuda nos processos de luto. Estas s\u00e3o \u00e1reas que fazem parte do que se preconiza para um envelhecimento digno. A satisfa\u00e7\u00e3o das necessidades em sa\u00fade que se enquadram nestas \u00e1reas diz respeito aos enfermeiros, que s\u00e3o os profissionais competentes para dar uma resposta completa e alinhada com os objetivos da OMS para a presta\u00e7\u00e3o de cuidados de sa\u00fade \u00e0 pessoa idosa e com as orienta\u00e7\u00f5es da DGS sobre a presta\u00e7\u00e3o de cuidados de sa\u00fade ao idoso.<\/p>\n<p>Muito embora as expectativas dos lares em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 enfermagem possam estar alinhadas com uma vis\u00e3o ultrapassada das necessidades dos idosos e n\u00e3o haja grande disposi\u00e7\u00e3o para investimento em m\u00e3o de obra qualificada, <strong>o que deve prevalecer e ser devidamente imposto pela Lei \u00e9 o respeito pelo direito que os idosos t\u00eam ao cuidado<\/strong>. Ao cuidado social e aos cuidados de sa\u00fade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O SR. Ministro da Sa\u00fade acertou na mouche:&nbsp;A presen\u00e7a de enfermeiros nos lares ajuda na diminui\u00e7\u00e3o do aparecimento de causas, na gest\u00e3o cl\u00ednica de situa\u00e7\u00f5es agudas ou agudiza\u00e7\u00e3o de problemas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":1774,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[85,156,945,944],"class_list":["post-1775","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-opiniao","tag-enfermagem","tag-envelhecimento","tag-lares-de-idosos","tag-qualidade-de-cuidados"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1775","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/12"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1775"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1775\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1774"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1775"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1775"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1775"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}