{"id":1182,"date":"2009-09-12T16:28:08","date_gmt":"2009-09-12T16:28:08","guid":{"rendered":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/congresso-feridas-novas-evidencias-melhores-praticas\/"},"modified":"2021-05-04T09:02:54","modified_gmt":"2021-05-04T09:02:54","slug":"congresso-feridas-novas-evidencias-melhores-praticas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/congresso-feridas-novas-evidencias-melhores-praticas\/","title":{"rendered":"Congresso \u201cFeridas: Novas Evid\u00eancias, Melhores pr\u00e1ticas\u201d"},"content":{"rendered":"<p>A deficiente cicatriza\u00e7\u00e3o de feridas encontra-se associada aos excessivos n\u00edveis de proteases, nomeadamente de metaloproteases (MMP\u2019s).<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">\n<div>\n<p align=\"center\">Congresso \u201cFeridas: Novas Evid\u00eancias, Melhores pr\u00e1ticas\u201d<\/p>\n<p align=\"center\">14 e 15 Maio de 2009 &#8211; FIL\n<\/p>\n<p align=\"justify\">Este evento, mais uma vez, contou com um leque variado de intervenientes, quer membros do Grupo Associativo de Investiga\u00e7\u00e3o em Feridas (GAIF), quer convidados nacionais e internacionais. V\u00e1rias empresas do ramo dos materiais de tratamento de feridas, tamb\u00e9m, marcaram presen\u00e7a com stands no hall do Centro do Congresso, e atrav\u00e9s da realiza\u00e7\u00e3o de simp\u00f3sios em paralelo.<\/p>\n<p align=\"justify\">Sem querer menosprezar determinadas mesas em prol de outras, apenas vamos apresentar as mais inovadoras e que para n\u00f3s eram mais desconhecidas ou pouco discutidas.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1179\" src=\"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/09\/cong-gaif2.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"300\" border=\"0\" srcset=\"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/09\/cong-gaif2.jpg 400w, https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/09\/cong-gaif2-300x225.jpg 300w, https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/09\/cong-gaif2-80x60.jpg 80w, https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/09\/cong-gaif2-100x75.jpg 100w, https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/09\/cong-gaif2-180x135.jpg 180w, https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/09\/cong-gaif2-238x178.jpg 238w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">Biofilmes: uma nova entidade (Dr.\u00aa\u00a0Elaine Pina &#8211; HLU)<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">Os biofilmes s\u00e3o comunidades biol\u00f3gicas, de uma \u00fanica ou mais esp\u00e9cies, com um elevado grau de organiza\u00e7\u00e3o, e que se encontram embebidas em matrizes produzidas por elas pr\u00f3prias. Os biofilmes podem desenvolver-se em qualquer superf\u00edcie h\u00famida, sendo respons\u00e1veis por 80% das infec\u00e7\u00f5es cr\u00f3nicas (Pazo e Patel in Clin Pharm Ther) e mais prevalentes nas feridas cr\u00f3nicas do que nas agudas.<\/p>\n<p align=\"justify\">O comportamento bacteriano ir\u00e1\u00a0depender do tipo de bact\u00e9rias em causa \u2013 planct\u00f3nicas, s\u00e9sseis (associadas a infec\u00e7\u00f5es menos agressivas mas mais duradouras) ou associadas. Estas poder-se-\u00e3o associar devido ao chamado quorum sensing (comunica\u00e7\u00e3o bacteriana).<\/p>\n<p align=\"justify\">Um biofilme compreende uma complexa comunidade multibacteriana, na qual se d\u00e1\u00a0a secre\u00e7\u00e3o da subst\u00e2ncia polim\u00e9rica extracelular (SPE), uma esp\u00e9cie de \u201ccola\u201d que protege a bact\u00e9ria e d\u00e1 coes\u00e3o \u00e0 comunidade. A matriz formada por esta protege, a n\u00edvel individual, de stresses ambientais, recolhe nutrientes do ambiente envolvente e providencia abrigo para os micro-nichos heterog\u00e9neos dentro deste biofilme.<\/p>\n<p align=\"justify\">Os biofilmes t\u00eam a capacidade de se replicar, ao \u201cquebrar\u201d pequenas por\u00e7\u00f5es da sua constitui\u00e7\u00e3o, por\u00e7\u00f5es estas que est\u00e3o envolvidas em SPE e t\u00eam a capacidade de atacar uma determinada superf\u00edcie, tornando-se metabolicamente activas e formar uma nova comunidade bacteriana.<\/p>\n<p align=\"center\">\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1180\" src=\"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/09\/biofilme2.png\" alt=\"\" width=\"541\" height=\"391\" border=\"0\" srcset=\"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/09\/biofilme2.png 541w, https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/09\/biofilme2-300x217.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 541px) 100vw, 541px\" \/><\/p>\n<p align=\"center\">\n<p align=\"center\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Em: <a href=\"http:\/\/www.e-escola.pt\/mgallery\/default.asp?obj=2992\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.e-escola.pt\/mgallery\/default.asp?obj=2992<\/a><\/p>\n<p align=\"center\">\n<p align=\"justify\">Muitas bact\u00e9rias n\u00e3o s\u00e3o identificadas por biopsias ou zaragatoas. Estas deixam de ter interesse em feridas polimicrobianas, uma vez que existem bact\u00e9rias protectoras e n\u00e3o nocivas. Estas t\u00e9cnicas n\u00e3o t\u00eam import\u00e2ncia cl\u00ednica, uma vez que ser\u00e3o sempre positivas em feridas cr\u00f3nicas, n\u00e3o nos dando indica\u00e7\u00e3o de infec\u00e7\u00e3o, mas apenas de coloniza\u00e7\u00e3o\/contamina\u00e7\u00e3o. Se estas t\u00e9cnicas forem utilizadas, apenas dever\u00e3o s\u00ea-lo em feridas agudas monomicrobianas. Mais correctamente, dever\u00e1 ser realizado um exame bacteriol\u00f3gico para identificar alguma bact\u00e9ria de que n\u00e3o estamos \u00e0 espera de encontrar.<\/p>\n<p align=\"justify\">Os biofilmes n\u00e3o s\u00e3o sempre nocivos (ex.: flora da boca, vagina, pele\u2026), existem alguns que s\u00e3o protectores, mas, ocasionalmente, podem ser considerados uma nova entidade patog\u00e9nica que interfere na cicatriza\u00e7\u00e3o, contudo n\u00e3o est\u00e1 provado que s\u00e3o respons\u00e1veis pelo seu atraso. A forma\u00e7\u00e3o destes biofilmes acarreta in\u00fameras vantagens para as bact\u00e9rias tais como: impede a fagocitose, anticorpos, radicais livres e ac\u00e7\u00e3o antibi\u00f3tica, pelo que, para o antibi\u00f3tico ter efeito, o biofilme dever\u00e1 ser previamente desbridado.<\/p>\n<p align=\"justify\">O bioburden \u00e9 a carga (micro)biol\u00f3gica polimorfa que compete com o processo cicatricial (potenciadores de necrose, infec\u00e7\u00e3o, hematoma, etc.).<\/p>\n<p align=\"justify\">Nos biofilmes, poder-se-\u00e3o formar simbioses, nas quais os produtos de degrada\u00e7\u00e3o de umas bact\u00e9rias s\u00e3o o alimento de outras, aumentando, deste modo, a sua resist\u00eancia. Algumas entram numa esp\u00e9cie de \u201chiberna\u00e7\u00e3o\u201d, tornando-se inertes aos antibi\u00f3ticos, uma vez que estes apenas actuam em bact\u00e9rias activas.<\/p>\n<p align=\"justify\">Patogenia da cronicidade<\/p>\n<ul>\n<li>Hipoxia;<\/li>\n<li>Press\u00e3o \u2013 causa a demora da resposta do sistema imunit\u00e1rio parando a cicatriza\u00e7\u00e3o na fase inflamat\u00f3ria;<\/li>\n<li>Isqu\u00e9mia;<\/li>\n<li>Idade;<\/li>\n<li>Desnutri\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>Sobrecarga bacteriana;<\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"justify\">A evolu\u00e7\u00e3o cicatricial de uma ferida nas primeiras semanas permite avaliar a cicatriza\u00e7\u00e3o\/cronicidade futura.<\/p>\n<p align=\"justify\">Tratamento &#8211; identificar e erradicar as barreiras da cicatriza\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Desbridamento cortante;<\/li>\n<li>Biocidas \u2013 prata ou iodo;<\/li>\n<li>Agentes antibiofilme de curto (como por ex. xilitol, lactoferrina, gallium, \u00f3xido n\u00edtrico, gel de \u00e1cidos gordos ou EDTA) ou longo prazo;<\/li>\n<li>Antibi\u00f3ticos complementares \u2013 se infec\u00e7\u00e3o profunda.<\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"center\">Op\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas na infec\u00e7\u00e3o local: vantagens e desvantagens (Dr.\u00aa Ondina Martins &#8211; GAIF)<\/p>\n<p align=\"left\">\n<p align=\"left\">Antes da administra\u00e7\u00e3o de qualquer terap\u00eautica deve-se come\u00e7ar pela prepara\u00e7\u00e3o do leito da ferida e para tal procede-se \u00e0\u00a0sua limpeza e, caso seja necess\u00e1rio, ao desbridamento. Existem v\u00e1rias op\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas entre as quais:<\/p>\n<ul>\n<li>Antimicrobianos \u2013 actuam no microrganismo e n\u00e3o no utente;<\/li>\n<li style=\"list-style-type: none;\">Antibi\u00f3ticos t\u00f3picos ou sist\u00e9micos:\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">Vantagens:\n<ul>\n<li>Reduzem o n\u00famero e tipo de microrganismos;<\/li>\n<li>Transmitem seguran\u00e7a;<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>\n<li>Desvantagens:\n<ul>\n<li>Antibi\u00f3tico t\u00f3pico:\n<ul>\n<li>Dificuldade na quantidade a utilizar;<\/li>\n<li>A concentra\u00e7\u00e3o do princ\u00edpio activo \u00e9 emp\u00edrica. A concentra\u00e7\u00e3o na superf\u00edcie \u00e9 diferente em \u00e1reas mais profundas;<\/li>\n<li>Podem atrasar a cicatriza\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>N\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancia de efic\u00e1cia;<\/li>\n<li>Pode provocar alergias;<\/li>\n<li>Favorece as resist\u00eancias;<\/li>\n<li>Nunca utilizar com sist\u00e9mico (resist\u00eancias cruzadas).<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li>Antibi\u00f3tico sist\u00e9mico:\n<ul>\n<li>Favorece as resist\u00eancias;<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li style=\"list-style-type: none;\">Antiss\u00e9pticos:\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>\n<li>Vantagem &#8211; reduzem o tipo de microrganismos;<\/li>\n<li>Desvantagens:\n<ul>\n<li>Pode provocar alergias;<\/li>\n<li>Podem atrasar a cicatriza\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>Incapaz de interagir com biofilmes;<\/li>\n<li>Tempo de contacto reduzido;<\/li>\n<li>Necessidade de repetidas aplica\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"justify\">Como op\u00e7\u00e3o terap\u00eautica na infec\u00e7\u00e3o local possu\u00edmos pensos com:<\/p>\n<ul>\n<li>Iodo \u2013 possui um largo espectro;<\/li>\n<li>Prata \u2013 bactericida de largo espectro (dever\u00e1 ser usado apenas durante 2 semanas);<\/li>\n<li>Mel \u2013 pode causar ardor ou reac\u00e7\u00f5es al\u00e9rgicas devido ao p\u00f3len ou \u00e0 apitoxina;<\/li>\n<li>Larvas (Lucillia Sericata) \u2013 produzem enzimas que destroem as bact\u00e9rias;<\/li>\n<li>\u00c1cido gordos esterilizados \u2013 absorvem os microrganismos;<\/li>\n<li>Polihexanida.<\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"center\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Antibioterapia: quando, como e porqu\u00ea? (Dr. Eug\u00e9nio Te\u00f3filo &#8211; CHLC)\n<\/p>\n<p align=\"justify\">A fim de se iniciar o tratamento de uma ferida com antibi\u00f3ticos dever-se-\u00e1 saber quais os organismos que pretendemos erradicar. Para tal, pode-se realizar uma biopsia ou zaragatoa (T\u00e9cnica de Levine \u2013 rodar a zaragatoa em 1cm<sup>3<\/sup> do centro da ferida). A biopsia s\u00f3 dever\u00e1 ser realizada ap\u00f3s desbridamento, mas caso seja utilizada lidoca\u00edna n\u00e3o \u00e9 valida pois esta \u00e9 bactericida.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">10<sup>6<\/sup> CFU\/g (unidade de ferida colonizada por grama) \u2013 Unidade de medida de coloniza\u00e7\u00e3o de uma ferida com um s\u00f3 microrganismo.\n<\/p>\n<p align=\"justify\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Tratamento de uma ferida infectada:<\/p>\n<ul>\n<li>\n<p align=\"justify\">Interven\u00e7\u00e3o cir\u00fargica precoce<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"justify\">Quando? \u2013 na presen\u00e7a de celulite ou algum sinal de infec\u00e7\u00e3o mais grave;<\/p>\n<\/li>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<p align=\"justify\">Como? \u2013 Antibioterapia sist\u00e9mica, preferencialmente;<\/p>\n<ul>\n<li>\n<p align=\"justify\">Antibioterapia t\u00f3pica (ferida sem sinais evidentes de infec\u00e7\u00e3o) \u2013 Sulfadiazina de prata;<\/p>\n<\/li>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<p align=\"justify\">Antibioterapia sist\u00e9mica \u2013 orientada para o agente prov\u00e1vel, preferencialmente, administrada por via per\u2019os.<\/p>\n<ul>\n<li>\n<p align=\"justify\">MRSA da comunidade \u2013 cotrimoxazol;<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"justify\">Em diab\u00e9ticos \u2013 ciprofloxacina e clindamicina + restabelecimento a circula\u00e7\u00e3o perif\u00e9rica.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"justify\">Porqu\u00ea? \u2013 Risco de sepsis. Em doentes diab\u00e9ticos, esse riso \u00e9 maior, aumentando tamb\u00e9m a mortalidade ou o risco de amputa\u00e7\u00e3o. Os antibi\u00f3ticos s\u00e3o bacteriost\u00e1ticos, ou seja, inibem o crescimento das bact\u00e9rias e o sistema imunit\u00e1rio tem que fazer o resto.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1181\" src=\"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/09\/cong-gaif1.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"300\" border=\"0\" srcset=\"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/09\/cong-gaif1.jpg 400w, https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/09\/cong-gaif1-300x225.jpg 300w, https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/09\/cong-gaif1-80x60.jpg 80w, https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/09\/cong-gaif1-100x75.jpg 100w, https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/09\/cong-gaif1-180x135.jpg 180w, https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/09\/cong-gaif1-238x178.jpg 238w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"center\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Workshop \u2013 Limpeza de Feridas (Prof. Dr. Hans Smola)\n<\/p>\n<p align=\"justify\">O que impede a cicatriza\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<ul>\n<li>\n<p align=\"justify\">Doen\u00e7as sist\u00e9micas\/patologias subjacentes;<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"justify\">A presen\u00e7a de fibrina &#8211; estimula a inflama\u00e7\u00e3o. Realizar limpeza quando a cirurgia n\u00e3o est\u00e1 dispon\u00edvel.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">A deficiente cicatriza\u00e7\u00e3o de feridas encontra-se associada aos excessivos n\u00edveis de proteases, nomeadamente de metaloproteases (MMP\u2019s). A matriz extra-celular rec\u00e9m-formada deteriora-se, inibindo a granula\u00e7\u00e3o. Para al\u00e9m desta deteriora\u00e7\u00e3o, a biodisponibilidade de mol\u00e9culas de sinaliza\u00e7\u00e3o \u2013 como as citoquinas \u2013 pode ser perturbada por n\u00edveis excessivos de MMP\u2019s. Para controlarmos os n\u00edveis de MMP\u2019s, dever\u00e1 existir um equil\u00edbrio entre as MMP\u2019s e os TIMP\u2019s (inibidores tecidulares das metaloproteases), sendo que o tratamento passar\u00e1 pela hidrata\u00e7\u00e3o das feridas secas e redu\u00e7\u00e3o\/absor\u00e7\u00e3o do exsudado em excesso (HANS et al, 2009, p.18).<\/p>\n<p align=\"justify\">Cuidados \u00e0\u00a0pele perilesional e gest\u00e3o de esxudado (Enf. Manuel Fornells e Enf. Fernando Gonzalez \u2013 GNEAUPP, Espanha)<\/p>\n<p align=\"justify\">A produ\u00e7\u00e3o do exsudado da ferida ocorre em consequ\u00eancia da vasodilata\u00e7\u00e3o durante o estadio inflamat\u00f3rio, sob a influ\u00eancia de mediadores tais como o histamina e o bradiquinina. Apresenta-se como um l\u00edquido seroso no leito da ferida, fazendo parte do processo normal de cicatriza\u00e7\u00e3o de ferida. Entretanto, numa ferida cr\u00f3nica, a inflama\u00e7\u00e3o \u00e9 persistente, anormal, podendo haver ou n\u00e3o infec\u00e7\u00e3o estabelecida, e o exsudado sofre altera\u00e7\u00f5es que gera desafios cl\u00ednicos.<\/p>\n<p align=\"justify\">Em feridas cr\u00f3nicas, o exsudado em excesso degrada os factores de crescimento e aumenta a concentra\u00e7\u00e3o de MMP\u2019s (em feridas com boa evolu\u00e7\u00e3o cicatricial os MMP\u2019s encontram-se inactivos), consequentemente atrasa a cicatriza\u00e7\u00e3o, o que torna dif\u00edcil a escolha do penso a utilizar.<\/p>\n<p align=\"justify\">O exsudado de uma ferida \u00e9\u00a0importante pois:<\/p>\n<ul>\n<li>\n<p align=\"justify\">Mant\u00e9m a humidade da ferida;<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"justify\">Ajuda a migra\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas reparadoras;<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"justify\">Transporta nutrientes;<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p align=\"justify\">Entre outros (consultar tabela 1).<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"justify\">N\u00e3o existe nenhum tratamento\/produto privilegiado para o controlo do exsudado de uma ferida, pois na sua escolha h\u00e1\u00a0que ter sempre em conta o acr\u00f3nimo TIME, ou seja, o tipo de tecido existente na ferida (tissue), exist\u00eancia de inflama\u00e7\u00e3o ou infec\u00e7\u00e3o (infeccion or inflammation), a quantidade e tipo de exsudado (moisture) (consultar tabela 2) e os bordos da ferida (epidermal margin).\n<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"center\">TABELA 1 \u2013 Alguns componentes do exsudado e respectiva fun\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p align=\"center\">\n<div align=\"center\">\n<table id=\"table1\" border=\"2\" cellpadding=\"3\">\n<tbody>\n<tr valign=\"top\">\n<td bgcolor=\"#b6dde8\">Componente<\/td>\n<td bgcolor=\"#b6dde8\">Fun\u00e7\u00e3o<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td>Fibrina<\/td>\n<td>Coagula\u00e7\u00e3o.<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td>Plaquetas<\/td>\n<td>Coagula\u00e7\u00e3o.<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td>Polymorphonuclearcytes (PMNs)<\/td>\n<td>Defesa imunit\u00e1ria, produ\u00e7\u00e3o de factores de crescimento.<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td>Linf\u00f3citos<\/td>\n<td>Defesa imunit\u00e1ria.<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td>Macr\u00f3fagos<\/td>\n<td>Defesa Imunit\u00e1ria, produ\u00e7\u00e3o de factores de crescimento.<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td>Microrganismos<\/td>\n<td>Factor ex\u00f3geno.<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td>Prote\u00ednas plasm\u00e1ticas, albumina, globulina, fibrinog\u00e9nio<\/td>\n<td>Mant\u00e9m a press\u00e3o osm\u00f3tica, a imunidade e o transporte de macromol\u00e9culas.<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td>\u00a0\u00c1cido l\u00e1ctico<\/td>\n<td>Produto do metabolismo celular e indicador bioqu\u00edmico de hip\u00f3xia<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td>Glicose<\/td>\n<td>Fonte de energia celular.<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td>Factores de crescimento<\/td>\n<td>Prote\u00ednas espec\u00edficas da cicatriza\u00e7\u00e3o.<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td>Detritos da ferida \/ c\u00e9lulas mortas<\/td>\n<td>Sem fun\u00e7\u00e3o.<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td>Enzimas proteol\u00edticas<\/td>\n<td>Enzimas que degradam prote\u00ednas, incluindo serina, ciste\u00edna, proteases asp\u00e1rticas e matriz metaloproteases<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td>Inibidores tecidulares de metaloproteases (TIMP\u2019s)<\/td>\n<td>Inibi\u00e7\u00e3o controlada de metaloproteases.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/div>\n<p align=\"center\">\n<p align=\"center\">Traduzido de: <a href=\"http:\/\/www.worldwidewounds.com\/2006\/september\/White\/Modern-Exudate-Mgt.html#intro\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.worldwidewounds.com\/2006\/september\/White\/Modern-Exudate-Mgt.html#intro<\/a>\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n<p align=\"center\">\n<p align=\"center\">TABELA 2 \u2013 Tipo de exsudados, apar\u00eancia e significado cl\u00ednico<\/p>\n<p align=\"center\">\n<div align=\"center\">\n<table id=\"table2\" border=\"2\" cellpadding=\"3\">\n<tbody>\n<tr valign=\"top\">\n<td bgcolor=\"#b6dde8\">Tipo<\/td>\n<td bgcolor=\"#b6dde8\">Colora\u00e7\u00e3o<\/td>\n<td bgcolor=\"#b6dde8\">Consist\u00eancia<\/td>\n<td bgcolor=\"#b6dde8\">Significado cl\u00ednico<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td>Seroso<\/td>\n<td>Claro, cor de palha<\/td>\n<td>Aguado<\/td>\n<td>Normal. Possivelmente um sinal de infec\u00e7\u00e3o. Algumas estirpes de Staphylococcus aureus, estreptococos \u03b2-hemol\u00edtico grupo A e Bacter\u00f3ides fragilis, produzem c\u00e9lulas fibrinol\u00edticas. Pseudomonas aeruginosa n\u00e3o produz uma enzima espec\u00edfica que degrada a fibrina.<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td>Fibrinoso<\/td>\n<td>Ba\u00e7o<\/td>\n<td>Aguado<\/td>\n<td>Cont\u00e9m prote\u00ednas fibrinosas.<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td>Serohem\u00e1tico<\/td>\n<td>Claro, rosa<\/td>\n<td>Aguado<\/td>\n<td>Normal.<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td>Hem\u00e1tico<\/td>\n<td>Vermelho<\/td>\n<td>Aguado<\/td>\n<td>Trauma num vaso sangu\u00edneo.<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td>Seropurulento<\/td>\n<td>Amarelo ba\u00e7o, cor creme de caf\u00e9<\/td>\n<td>Cremoso, espesso<\/td>\n<td>Infec\u00e7\u00e3o.<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td>Purulento<\/td>\n<td>Amarelo, cinzento, verde<\/td>\n<td>Espesso<\/td>\n<td>Infec\u00e7\u00e3o. Cont\u00e9m organismos pirog\u00e9nicos e outras c\u00e9lulas inflamat\u00f3rias.<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td>Hematopurulento<\/td>\n<td>Vermelho escuro, com manchas de sangue<\/td>\n<td>Viscoso, pegajoso<\/td>\n<td>Cont\u00e9m neutrofilos, bact\u00e9rias mortas e c\u00e9lulas inflamat\u00f3rias. Presen\u00e7a de um processo infeccioso. Consequentes danos nos vasos sangu\u00edneos levam a perdas sangu\u00edneas.<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td>Hemorr\u00e1gico<\/td>\n<td>Vermelho<\/td>\n<td>Espesso<\/td>\n<td>Infec\u00e7\u00e3o. Trauma. Os capilares est\u00e3o t\u00e3o fri\u00e1veis que facilmente entram em rotura, levando a hemorragias espont\u00e2neas. N\u00e3o confundir com exsudado hem\u00e1tico originado pelo desbridamento excessivo.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/div>\n<p align=\"center\">\n<p align=\"center\">Traduzido de: <a href=\"http:\/\/www.worldwidewounds.com\/2006\/september\/White\/Modern-Exudate-Mgt.html#intro\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.worldwidewounds.com\/2006\/september\/White\/Modern-Exudate-Mgt.html#intro<\/a><\/p>\n<p align=\"center\">\n<p align=\"center\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Enxertos e retalhos (Dr. Nuno Ramos \u2013 HEM)\n<\/p>\n<p align=\"justify\">Existem v\u00e1rios m\u00e9todos para se revestir uma ferida:<\/p>\n<ul>\n<li>Encerramento prim\u00e1rio;<\/li>\n<li>Retalho local;<\/li>\n<li>Retalho \u00e0 dist\u00e2ncia;<\/li>\n<li>Retalho livre.<\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"justify\">O enxerto tem v\u00e1rias fases:<\/p>\n<ul>\n<li>Pega;<\/li>\n<li>Imbibi\u00e7\u00e3o \u2013 o tecido enxertado vai-se alimentar dos nutrientes existentes na ferida;<\/li>\n<li>Inoscula\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>Revasculariza\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"justify\">A diferen\u00e7a entre enxerto de pele e retalho \u00e9\u00a0que o \u00faltimo \u00e9\u00a0 transferido sem nunca perder o seu aporte vascular.<\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"center\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Oxig\u00e9nio hiperb\u00e1rico (Dr. \u00d3scar Camacho \u2013 HPHM)\n<\/p>\n<p align=\"justify\">O oxig\u00e9nio hiperb\u00e1rico tem v\u00e1rias utiliza\u00e7\u00f5es na medicina, e j\u00e1\u00a0 existem v\u00e1rios hospitais portugueses que possuem c\u00e2maras hiperb\u00e1ricas. O aumento do oxig\u00e9nio no tratamento das feridas aumenta os factores de crescimento.<\/p>\n<p align=\"justify\">O oxig\u00e9nio hiperb\u00e1rico tem efeitos:<\/p>\n<ul>\n<li>Volum\u00e9tricos \u2013 por aumento da press\u00e3o;<\/li>\n<li>Bioqu\u00edmicos e celulares \u2013 por aumento da concentra\u00e7\u00e3o e da difus\u00e3o de oxig\u00e9nio no plasma (correc\u00e7\u00e3o da hip\u00f3xia);<\/li>\n<li>\n<p align=\"justify\">Anti-infeccioso \u2013 por aumento da fagocitose pelos PMN, aumento do poder bacteriano dos PMN e do sinergismo com os antibi\u00f3ticos. Bactericida directo (inibe o colestridium);<\/p>\n<\/li>\n<li>Pr\u00e9-cicatrizante \u2013 aumento da produ\u00e7\u00e3o de colag\u00e9nio e da estimula\u00e7\u00e3o da angiog\u00e9nese;<\/li>\n<li>Anti-edematoso \u2013 vasoconstri\u00e7\u00e3o hiper\u00f3xica.<\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"center\">\n<p align=\"center\">Terapia de V\u00e1cuo (Enf. Carlos Mateus \u2013 GAIF)\n<\/p>\n<p align=\"justify\">A terapia por v\u00e1cuo tem como vantagens:<\/p>\n<ul>\n<li>Diminui o edema;<\/li>\n<li>Aumenta prolifera\u00e7\u00e3o celular e estimula o tecido de granula\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>Diminui a carga bacteriana;<\/li>\n<li>Aumenta o afluxo sangu\u00edneo \u00e0 superf\u00edcie;<\/li>\n<li>Diminui a quantidade de exsudado e de inibidores sol\u00faveis da ferida;<\/li>\n<li>Diminui o espa\u00e7o entre os bordos da ferida.<\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"justify\">E est\u00e1\u00a0indicado para o tratamento de:<\/p>\n<ul>\n<li>Queimaduras;<\/li>\n<li>\u00dalceras por press\u00e3o e \u00falceras de perna;<\/li>\n<li>P\u00e9 diab\u00e9tico;<\/li>\n<li>Laparostomias e fistulas;<\/li>\n<li>Feridas cir\u00fargicas n\u00e3o cicatrizadas;<\/li>\n<li>Enxertos<\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"justify\">Contra-indicado em caso de:<\/p>\n<ul>\n<li>Feridas oncol\u00f3gicas;<\/li>\n<li>Exposi\u00e7\u00e3o de vasos, \u00f3rg\u00e3os e\/ou tend\u00f5es;<\/li>\n<li>Osteomielite.<\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"justify\">Precau\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<ul>\n<li>S\u00f3 deve ser utilizado com equipamento especializado para o mesmo;<\/li>\n<li>N\u00e3o usar rampas de v\u00e1cuo ou aspiradores.<\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"center\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Workshop \u2013 Terapia compressiva\n<\/p>\n<p align=\"justify\">Nas feridas cr\u00f3nicas a microcircula\u00e7\u00e3o encontra-se comprometida por v\u00e1rias raz\u00f5es, f\u00e1ceis de memorizar atrav\u00e9s do acr\u00f3nimo IVAN:<\/p>\n<ul>\n<li>Inside \u2013 Os vasos sangu\u00edneos perdem a sua elasticidade e exercem for\u00e7a para o exterior;<\/li>\n<li>Vein \u2013 ingurgitamento\/estase venosa;<\/li>\n<li>Artery \u2013 diminui\u00e7\u00e3o da press\u00e3o arterial;<\/li>\n<li>Nerve \u2013 compromisso nervoso pela diminui\u00e7\u00e3o da circula\u00e7\u00e3o e patologias subjacentes (ex.: diabetes).<\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\">A terapia compressiva vem tentar colmatar todos esses d\u00e9fices.<\/p>\n<p align=\"justify\">Diferen\u00e7a entre terapia compressiva el\u00e1stica e n\u00e3o el\u00e1stica:<\/p>\n<ul>\n<li>A terapia compressiva el\u00e1stica \u00e9 apenas profil\u00e1tica. Esta exerce press\u00e3o para o interior;<\/li>\n<li>\n<p align=\"justify\">A terapia compressiva n\u00e3o el\u00e1stica \u00e9 indicada na manuten\u00e7\u00e3o\/gest\u00e3o da patologia, e em caso de linfedema ou edema. \u00c9 feita com ligadura de algod\u00e3o. Esta terapia evita\/contraria o relaxamento dos vasos sangu\u00edneos, formando uma esp\u00e9cie de barreira exterior, facilitando o retorno venoso, reduzindo, assim, o linfedema\/edema.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<h4 align=\"justify\"><strong>BIBLIOGRAFIA A CONSULTAR E CONSULTADA:<\/strong><\/h4>\n<ul>\n<li><a href=\"http:\/\/www.unb.br\/ib\/cel\/microbiologia\/biofilme\/biofilme.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.unb.br\/ib\/cel\/microbiologia\/biofilme\/biofilme.html<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.worldwidewounds.com\/2006\/september\/White\/Modern-Exudate-Mgt.html#intro\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.worldwidewounds.com\/2006\/september\/White\/Modern-Exudate-Mgt.html#intro<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.wuwhs.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.wuwhs.org\/<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.echm.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.echm.org\/<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ulsm.pt\/medicinahiperbarica\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.ulsm.pt\/medicinahiperbarica<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.feridologo.com.br\/oxigenoterapia.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.feridologo.com.br\/oxigenoterapia.htm<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ulsm.pt\/fotos\/gca\/11737800261157363249pulsar1.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.ulsm.pt\/fotos\/gca\/11737800261157363249pulsar1.pdf<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/ewma.org\/english\/position-documents.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/ewma.org\/english\/position-documents.html<\/a><\/li>\n<li>HANS, Smola [et al.] \u2013 O poliacrilato super absorvente inibe a actividade excessiva das metaloproteases no exsudado das feridas n\u00e3o cicatrizantes \u2013 Feridas suplemento Nursing \u2013 Ed. 245, Maio 2009; p.18, Grupo Associativo de Investiga\u00e7\u00e3o em Feridas<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<p align=\"right\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A deficiente cicatriza\u00e7\u00e3o de feridas encontra-se associada aos excessivos n\u00edveis de proteases, nomeadamente de metaloproteases (MMP\u2019s).<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1178,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[29],"tags":[117,70,640,641,65],"class_list":["post-1182","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-estive-la","tag-evidencia","tag-feridas","tag-gaif","tag-praticas","tag-tratamento"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1182","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1182"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1182\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2623,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1182\/revisions\/2623"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1178"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1182"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1182"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumenfermagem.org\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1182"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}