Votação

Concorda que deixe de constituir crime o aborto realizado nas primeiras dez semanas de gravidez, com o consentimento da mulher, em estabelecimento legal de saúde?”

Sim
8 (66.7%)
Não
4 (33.3%)

Votos totais: 12

Votação encerrada: Setembro 30, 2006, 20:34:58

Autor Tópico: 2º Referendo sobre a despenalização do aborto  (Lida 17282 vezes)

Offline Summer

  • Membro
  • ***
  • Mensagens: 45
    • Ver Perfil
Não!
« Responder #30 em: Outubro 20, 2006, 13:21:38 »
Respondendo exactamente e somente a essa pergunta: Não! Não concordo com o aborto, ainda que seja "somente" até às 10 semanas.

As razões foram mais que expostas em posts acima. Não acho necessário repeti-las. A única razão que me levaria a concordar com um aborto seriam razões médicas muito fortes. À excepção dessas nada mais. E, sim, recusar-me-ia como membro da equipa de enfermagem a prestar os "meus" serviços a quem o fizesse. Tenho esse direito e iria fazer uso dele!

Summer
"Tomorrow is always fresh, with no mistakes on it."

Offline enfsergio

  • Membro Veterano
  • *****
  • Mensagens: 1897
    • Ver Perfil
Sondagem
« Responder #31 em: Outubro 20, 2006, 19:59:05 »
Mais de quarenta por cento dos portugueses não tenciona votar no referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez, segundo um estudo da Eurosondagem realizado para a SIC, Expresso e Rádio Renascença. O “Sim” à despenalização do aborto tem alguma vantagem e é mais significativo entre as mulheres, mas há ainda muitos indecisos que podem revirar o resultado.
 
Das pessoas entrevistadas pela Eurosondagem, 36 por cento garante que irá votar caso se realize o referendo, enquanto que 21 por cento deixa essa hipótese em aberto. Mas 43 por cento diz desde já que não vai às urnas nesse dia. Em 1998, a primeira consulta popular sobre o tema registou uma abstenção de 68,11 por cento.

Entre os inquiridos que responderam que irão participar, 45,4 por cento tenciona votar no “Sim” à descriminalização, enquanto que 42,5 por cento tende por ora para o “Não”. Há ainda 12,1 por cento de “indecisos” – que tencionam votar branco ou nulo ou não souberam/quiseram responder.
Se fossem estes os resultados oficiais – e partindo do princípio que os indecisos se abstêm - a projecção da Eurosondagem dá vitória ao “Sim”, com 51,7 por cento.

Aos que indicaram que talvez vão votar, foi perguntado também qual será o seu sentido. Entre estes, o “Sim” até se distancia mais do “Não” – 46,1 por cento a favor face a 31,8 por cento contra -, mas os indecisos quase que duplicam, para 22,1 por cento.
Neste caso, a projecção atribui 59,2 por cento dos votos à despenalização do aborto.
No referendo de 28 de Junho de 1998, o “Não” venceu então com 50,07 por cento e o “Sim” acumulou 48,28 por cento dos votos.

Desdobrando os resultados deste estudo por sexo, as mulheres evidenciam-se tanto na intenção de participar na consulta popular como no voto a favor da descriminalização do aborto até às dez semanas de gravidez.

A proposta para uma nova consulta popular foi aprovada esta quinta-feira no Parlamento, com a pergunta "Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?". O documento segue para Belém, o Presidente da República terá ainda que a fazer chegar ao Tribunal Constitucional antes de decidir se convoca ou não o referendo.


Fonte: SIC NOTÍCIAS

Offline Guytonn

  • Membro Associado
  • *****
  • Mensagens: 313
    • Ver Perfil
2º Referendo sobre a despenalização do aborto
« Responder #32 em: Outubro 20, 2006, 20:47:31 »
Algumas declarações de profissionais que já praticaram abortos.



http://www.gargaro.com/abortquotes.html
PRESENTE É SIMULTÂNEAMENTE O EPÍLOGO DO PASSADO E O PRÓLOGO DO FUTURO.

Offline Darth_Vader

  • Membro Ativo
  • ****
  • Mensagens: 252
    • Ver Perfil
2º Referendo sobre a despenalização do aborto
« Responder #33 em: Outubro 21, 2006, 04:09:22 »
Será que o aborto não virá a ser usado como metodo contraceptivo, ao invés de ser usado como ultimo recurso?

É este o meu maior medo...
Homem, na tentativa de tentar provar que não é um macaco, reforça a ideia que é um burro

Offline Roten_Boy

  • Administrador
  • Membro Veterano
  • *****
  • Mensagens: 1076
    • Ver Perfil
    • http://www.forumenfermagem.org
2º Referendo sobre a despenalização do aborto
« Responder #34 em: Outubro 21, 2006, 10:34:19 »
A penalização é uma forma de controlo do possível descontrolo da escolha de abortar.

Hoje em dia com tantos métodos contraceptivos eficientes e informação, só corre riscos quem não está devidamente informado. E se não está devidamente informado, porque é que está sobre a opção de abortar? Sim, podem ocorrer certos acidentes numa relação sexual, mas... a sua causa está sempre associada a comportamentos de risco ou má informação.

Mas que abortar é uma possibilidade, já é conhecimento comum...

Offline enfsergio

  • Membro Veterano
  • *****
  • Mensagens: 1897
    • Ver Perfil
Aborto em alguns países
« Responder #35 em: Outubro 21, 2006, 13:44:21 »
Brasil
O aborto é considerado crime no Brasil, salvo nos casos previstos no 'art. 128 do Código Penal Brasileiro (CP)':

o aborto necessário (quando não há outro meio de salvar a vida da gestante);
o aborto humanitário, no caso de gravidez resultante de estupro.
A mulher que o pratica em si mesma ou que autoriza outrem a fazê-lo, pode ser penalizada com detenção de 1 a 3 anos (art. 124 do CP).
O aborto provocado por terceiro sem o consentimento da gestante é penalizado pelo CP com reclusão de 3 a 10 anos (art. 125 do CP).
O aborto provocado com o consentimento da gestante é punido com reclusão de 1 a 4 anos (art. 126 do CP), aplicando-se a pena do artigo 125 caso a gestante em questão seja menor de 14 anos, doente mental ou se o consentimento houver sido obtido mediante fraude, grave ameaça ou violência.
Em julho de 2004, o ministro Marco Aurélio de Mello do Supremo Tribunal Federal, emitiu uma liminar autorizando a interrupção da gravidez nos casos de anencefalia. Todavia, esta liminar foi revogada em 20 de outubro do mesmo ano, adiando-se a votação do mérito da questão para 2005. Até a presente data, contudo, não há ainda decisão final sobre o assunto.

Portugal
Em Portugal a interrupção voluntária da gravidez também é punida até 3 anos de prisão.

Em 28 de Junho de 1998 foi realizado um referendo no qual o não à despenalização, ganhou com 51% dos votos expressos (apenas 31% do eleitorado foi às urnas). As sondagens anteriores ao referendo previam uma clara vitória do sim. A pergunta era: «Concorda com a despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez, se realizada, por opção da mulher nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?».

Um novo referendo deverá ocorrer em Janeiro 2007.

Alemanha
A interrupção da gravidez é regulada na Alemanha pelo Artigo 218 do Código Penal (Strafgesetzbuch). O aborto até ao terceiro mês de gravidez é permitido. É exigido apenas que a mulher tenha uma entrevista com um conselheiro especializado (Schwangerschaftskonfliktberatung) antes de tomar uma decisão definitiva.

Áustria
Já desde 1975 que na Áustria (um país católico e conservador) o aborto é permitido nos três primeiros meses de gravidez. Uma posterior interrupção da gravidez é permitida em caso de perigo de vida ou de dano de saúde (indicação médica), ou no caso de a mulher não tiver atingido 16 anos no momento em que se tornou grávida, ou ainda no caso de se saber que a criança será deficiente.

França
O aborto foi legalizado na França em 1975. É legal até à décima semana de gravidez. É exigido o aconselhamento da mulher e uma semana de espera. Após a décima semana torna-se necessária a certificação de dois médicos de que a saúde da mulher se encontre em perigo ou que a criança possa vir a ser deficiente.

Suíça
Na Suíça, o aborto até à décima-segunda semana de gravidez deixou de ser criminalizado. O artigo 119 do Código Penal considera necessárias duas condições para a descriminalização do aborto: a mulher deve alegar encontrar-se numa situação de emergência e deve ser informada exaustivamente antes de se submeter à intervenção.

Reino Unido
O aborto é legal na Inglaterra, Escócia e País de Gales desde 1967. Nessa altura, a legislação britânica era uma das mais liberais da Europa. Hoje, a maioria dos países europeus adoptaram legislação semelhante.

Suécia
A primeira legislação aceitando o aborto na Suécia foi emitida em 1938. Previa que o aborto seria legal caso existissem razões médicas, humanitárias ou eugénicas. A legislação actual encontra-se em vigor já desde 1974 e afirma que a decisão até à décima-segunda semana de gravidez é inteiramente da responsabilidade da mulher, por qualquer que seja a razão.

Cuba
O aborto é permitido até às 12 semanas desde o triunfo da revolução, em 1959.



Fonte: Wikipédia

Offline Guytonn

  • Membro Associado
  • *****
  • Mensagens: 313
    • Ver Perfil
2º Referendo sobre a despenalização do aborto
« Responder #36 em: Outubro 21, 2006, 13:52:38 »
A legislação mais liberal relativamente ao aborto advém mais de decisões de índole política do que de uma reflexão ético-científica. De facto, abortar é uma forma de eliminar uma vida humana, se adoptar-mos uma abordagem firmada em pressupostos científicos e se atentarmos na realidade do feto. Infelizmente, a discussão acerca desta temática está politicamente polarizada, sendo escamoteada da arena pública a face científica do fenómeno. O aborto tem de ser caracterizado tanto nas suas vertentes sociológicas mas também científicas para ser debatido com exactidão . Até em relação às mulheres que abortam, é-lhes vedado esse esclarecimento, talvez porque a verdade integral tornaria a apologia do aborto difícil de seguir. Por outro lado, esse conhecimento ampliado por certo demoveria muitas das mulheres da sua intenção de abortar.
A seguir deixo o link para um vídeo de uma "aula" acerca do feto abortado, científica, sem moralidades, a fim de se poderem tirar conclusões..depois digam se abortar não é (ou pelo menos parece) criminoso depois de mostrado o outro lado da realidade, ou seja, aquilo que geralmente não se vê:

http://www.youtube.com/watch?v=Aos0L3ni9Hs

Por vezes, ter um filho significa um conjunto de dificuldades e sacrifícios que o tornam ainda mais valioso. A sociedade, hoje em dia, tenta subtrair todos os sacrifícios, tornar tudo um reflexo das conveniências e vontades das Pessoas;
Aqueles que defendem o aborto, sob o pretexto deste ser um direito da mulher, por certo se congratulam pelo facto de suas mães não terem exercido esse mesmo direito enquanto grávidas destes, independentemente dos sacrifícios passados, da sua vontade ou conveniência na altura . Afinal, eles não são mais do que um produto de uma mulher que decidiu abster-se de usar o direito a abortar...
PRESENTE É SIMULTÂNEAMENTE O EPÍLOGO DO PASSADO E O PRÓLOGO DO FUTURO.

Offline Guytonn

  • Membro Associado
  • *****
  • Mensagens: 313
    • Ver Perfil
2º Referendo sobre a despenalização do aborto
« Responder #37 em: Outubro 21, 2006, 13:54:35 »
E sobre o aborto, uma sátira interessante:

http://www.youtube.com/watch?v=JdxdV_HqmYM
PRESENTE É SIMULTÂNEAMENTE O EPÍLOGO DO PASSADO E O PRÓLOGO DO FUTURO.

Offline Guytonn

  • Membro Associado
  • *****
  • Mensagens: 313
    • Ver Perfil
2º Referendo sobre a despenalização do aborto
« Responder #38 em: Outubro 21, 2006, 19:43:57 »
Roten boy disse:

Citar
Hoje em dia com tantos métodos contraceptivos eficientes e informação, só corre riscos quem não está devidamente informado. E se não está devidamente informado, porque é que está sobre a opção de abortar? Sim, podem ocorrer certos acidentes numa relação sexual, mas... a sua causa está sempre associada a comportamentos de risco ou má informação.


Acerca disso, existe um estudo interessante, efectuado na FM da Universidade de Coimbra acerca da epidemiologia do aborto. Esse estudo revela que a maioria das mulheres que abortam são casadas e que abortam por não quererem mais filhos. Um dado relevante é que 86% dessas mulheres não usava rotineiramente qualquer método contraceptivo!
PRESENTE É SIMULTÂNEAMENTE O EPÍLOGO DO PASSADO E O PRÓLOGO DO FUTURO.

Offline Roten_Boy

  • Administrador
  • Membro Veterano
  • *****
  • Mensagens: 1076
    • Ver Perfil
    • http://www.forumenfermagem.org
2º Referendo sobre a despenalização do aborto
« Responder #39 em: Outubro 21, 2006, 19:58:29 »
Pois.  Ainda existe alguma mentalidade de "engravida, tem que casar", ou quando já são casados, já não há razões para alarme... e pecam na falta de uso de contraceptivo.

Mas há o caso de jovens que usam pílula e porque nessa altura a jovem estava constipada ou tomou algum tipo de medicação que atenua o efeito da pílula senão mesmo o inibe e... eis que se dá o acidente... MAS... acidente ou facilitismo irresponsável? Porque não usaram o preservativo aliado ao uso da pílula? Era uma junção de muito mais baixo risco. O risco da pílula não é nulo, então, houve falta de conhecimento deste pequeno risco? Ou houve facilitismo por o risco ser reduzido? Corre risco quem nada tem a recear das consequências ou quem está mal informado?

  :shock:


Outro vídeo para reflexão: http://www.youtube.com/watch?v=26opXNt32Gg

Offline enfsergio

  • Membro Veterano
  • *****
  • Mensagens: 1897
    • Ver Perfil
2º Referendo sobre a despenalização do aborto
« Responder #40 em: Outubro 22, 2006, 12:05:54 »
Quem fez abortos continuará a fazê-los. Quem não os fez, também não será agora que os vai fazer. Penso que isto é uma temática que tem que ser muito bem pensada. Se o aborto for legalizado, a mulher que o pretende fazer deve passar por uma consulta informativa constituída por psicólogo, médico e enfermeiro, onde devem ser explicados pormenorizadamente o que é feito durante a cirurgia que leva à interrupção da gravidez, os prós e contras e estudar bem o que leva a mulher a ir abortar e ver se não há outra solução, de forma a não usar o aborto como novo método contraceptivo.

Offline Guytonn

  • Membro Associado
  • *****
  • Mensagens: 313
    • Ver Perfil
2º Referendo sobre a despenalização do aborto
« Responder #41 em: Outubro 22, 2006, 13:30:23 »
Enfsergio disse
Citar
Se o aborto for legalizado, a mulher que o pretende fazer deve passar por uma consulta informativa constituída por psicólogo, médico e enfermeiro, onde devem ser explicados pormenorizadamente o que é feito durante a cirurgia que leva à interrupção da gravidez, os prós e contras e estudar bem o que leva a mulher a ir abortar e ver se não há outra solução, de forma a não usar o aborto como novo método contraceptivo.


Pois, isso seria o mínimo a fazer. O problema é que na maioria dos casos em que o aborto é legal, não é dada nenhuma informação ou esclarecimento à mulher, antes pelo contrário, as coisas são feitas o mais celeremente possível para a mulher não pensar muito e mudar de ideias. Assim, as mulheres continuam com os mesmos défices de conhecimentos, não sendo por isso de estranhar que muitas sejam reincidentes na prática do aborto!
PRESENTE É SIMULTÂNEAMENTE O EPÍLOGO DO PASSADO E O PRÓLOGO DO FUTURO.

Offline FilipaFontes

  • Novato
  • **
  • Mensagens: 3
    • Ver Perfil
2º Referendo sobre a despenalização do aborto
« Responder #42 em: Outubro 22, 2006, 21:06:54 »
Na minha opinião a população portuguesa não está preparada para um referendo sobre o aborto. Penso que a generalidade da população está pouco informada acerca da problematica e que quase ninguem percebe o que está em causa! Mais importante seria, penso eu, informar e depois sim, perguntar...Cumprimentos

Offline Roten_Boy

  • Administrador
  • Membro Veterano
  • *****
  • Mensagens: 1076
    • Ver Perfil
    • http://www.forumenfermagem.org
2º Referendo sobre a despenalização do aborto
« Responder #43 em: Outubro 22, 2006, 21:12:54 »
Se for legalizado, deveria haver uma cláusula na lei de que era necessário antes de a mulher assinar a declaração de consentimento que fosse devidamente informada e elucidada com um vídeo científico sem moralidades em que abordasse toda a temática, com um procedimento de aborto real, com dados reais das repercussões psíquicas nessa mulher com a situação do pós-aborto, qual o aspecto de um fecto de 10 semanas... etc...

E as clínicas onde isso fosse omitido seriam severamente punidas ou mesmo correr o risco de serem suspensas ou encerradas.

Acho o vídeo mais valorizável do que simples imagens. Vejam os vídeos que foram colocados neste tópico e digam se realmente não chocam.


Outro vídeo sobre o aborto, atenção aos mais sensíveis  :evil:  http://www.youtube.com/watch?v=iYF_UNY8_sU

Offline Summer

  • Membro
  • ***
  • Mensagens: 45
    • Ver Perfil
2º Referendo sobre a despenalização do aborto
« Responder #44 em: Outubro 22, 2006, 22:19:59 »
Na Holanda o aborto é legal até às 22 semanas. Existem variadas clinicas onde o aborto é efectuado que se têm que reger pela lei referente ao aborto. Resumidamente, isto significa que:
- o aborto é realizado profissionalmente e não existem contra-indicações médicas para a sua realização.
- um "tratamento" entre os 12 e os 16 dias em que a mulher deveria ter tido a sua menstruação não necessita de tempo para "pensar".
- um aborto depois dos 16 dias só é realizado, no mínimo, 5 dias após a primeira consulta de informação, a mulher recebe informação detalhada sobre o que significa o aborto, os diferentes aspectos inerentes ao aborto e os diferentes métodos. Deste modo poderá "pensar" e  tomar uma decisão consciente.
- Durante este tempo a mulher tem à sua disposição toda uma equipa especializada (médicos, enfermeiros e psicólogos) com quem pode falar, colocar as suas dúvidas e perguntas.

Embora já tenha expressado a minha opinião pessoal, sou contra o aborto, se este em Portugal fôr despenalizado espero que a lei relativa ao mesmo seja uma lei apropriada, completa e informativa para a mulher.

Summer
"Tomorrow is always fresh, with no mistakes on it."