Autor Tópico: Acesso Intra-ósseo  (Lida 18929 vezes)

Offline charlie_ze

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Re: Acesso Intra-ósseo
« Responder #15 em: Junho 04, 2009, 21:07:34 »
Não estou a dizer que uma é melhor que a outra, é uma questão de preferência pessoal.... e mesmo assim, não é uma preferência absoluta, pois felizmente raramente é necessário usar.....

Offline Herodes

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Re: Acesso Intra-ósseo
« Responder #16 em: Julho 27, 2009, 15:21:19 »

Offline rsprivado

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Re: Acesso Intra-ósseo
« Responder #17 em: Julho 31, 2009, 13:07:24 »
Estas agulhas automaticas têm muito que se diga, pois em Pediatria não são lá muito recomendadas.
Têm havido algumas másexperiencias tais como:

Possibilidade de trespasse o osso,
Fractura do osso,
Necessitam de muito treino e aperfeiçoamento,
Verificar regularmente as baterias ( caso sejam roscadas-eletricas ),
Assegurar sempre a conexão da Agulha á Pistola,
Insensibilidade ao Disparo,
Má centralização da Agulha com a zona de punção,
A agulha pode resvalar sobre a superfície a perfurar,

Ainda as que prevalecem mais ainda são as manuais, pois são:





Totalmente Esteris,
De Rápido acesso intra-osseo ( Imediacto )
Práticas e de embalagem pequenas faceis de arrumar,
variadissimas medidas de Gauge e cm,
Melhor controlo de prefuração ossea,
Não necessitam de baterias, nem perder tempo e verificar se têm carga,
Têm dois orificios laterais para melhor injecção de fluidos quando a ponta distal estiver obstruida por tecidos,
Leves,
As mais economicas,
Nenhumas advertências e precauções especiais,
Possibilidade de Re?colocação da Agulha.

Tipos de Agulhas:

*Agulhas lisas simples ( 14, 16, 18G )
*Agulhas lisas com 3 orificios de Injecção ( 14,16,15.5 com conecção em Inox para cronicos e 18G )
*Agulha roscada com 3 orificios batente fixo ( 15.5G )
*Agulha roscada com 3 orificios batente ajustável ( 15.5G )

http://rapidshare.com/files/262130810/Reprinted_from_journal_of_intravenous_nursing_Vol_12_no_6.pdf.html

http://rapidshare.com/files/262131224/VASCULAR_ACCESS__PLACEMENT_OF_AN_INTRAOSSEOUS_NEEDLE.pdf.html

http://rapidshare.com/files/262132980/img173.jpg.html

Palavra para pesuisa na Net: Intraosseous Needles


Offline rsprivado

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Re: Acesso Intra-ósseo
« Responder #19 em: Julho 31, 2009, 13:28:13 »
HISTÓRICO

A via intra-óssea (IO) como via de acesso à circulação venosa foi descrita em inicialmente, em 1922, por Drinker e col.1. Em 1934, Josefson2 publicou um estudo sobre a via IO, como substituto emergencial para a administração de líquidos em crianças. A técnica passou a ser usada com freqüência crescente, entrando na rotina pré-hospitalar e pronto-socorros na década de 19403-10. Com o surgimento dos cateteres introduzidos sob agulhas para acesso venoso, esta via caiu em desuso até a década de 1980, quando passou a ser reaplicada em crianças11-25 e recentemente em adultos19-21. O acesso intra-ósseo voltou a ganhar evidência com as atuais diretrizes mundiais de reanimação cardiopulmonar, que o posicionam como a segunda opção em seqüência de acessos ou vias de administração de medicamentos, no caso de insucesso na obtenção de um acesso venoso periférico19,22-24.

 

INTRODUÇÃO

A obtenção de uma via venosa em crianças e adultos em estado crítico, tem como alternativa a via IO, quando a primeira não for estabelecida num curto prazo ou após três tentativas16,19,22-24.

Nos ossos longos, os sinusóides da medula óssea drenam para canais venosos que levam o sangue ao sistema venoso; a vantagem anatômica da medula óssea é seu funcionamento como uma veia rígida que não colaba em estado de hipovolemia e no choque circulatório periférico16. Assim, a via IO tem sido usada com eficácia como via de emergência na parada cardiorrespiratória, nos choques hipovolêmico e séptico, queimaduras graves, estados epiléticos prolongados e desidratação intensa, principalmente em crianças16.

 

TÉCNICA

A punção em crianças pode ser realizada com uma agulha comum de injeção tamanho 25 x 12, agulha para raquianestesia ou com trepano para biópsia de medula óssea.

O local para punção mais freqüentemente usado em crianças corresponde à face interna da tíbia, área anatômica e recoberta apenas por pele, pouco tecido celular subcutâneo e periósteo quando em cerca de 1 a 3 cm abaixo da tuberosidade tibial . A agulha deve ser direcionada levemente inclinada (15 a 30º) para a parte distal evitando a punção da cartilagem de crescimento metafisária. Ao se sentir a ponta da agulha atravessando a córtex óssea, não mais se deve aprofundá-la.

A penetração da agulha na cavidade medular pode ser determinada pelos seguintes parâmetros:

1) Perda discreta da resistência óssea;

2) A agulha permanece na posição "de pé" sem suporte;

3) Pode-se aspirar medula óssea (semelhante a sangue);

4) A infusão de bolus de 5 a 10 mL de solução fisiológica com uma seringa, resulta em mínima resistência e não deve haver evidência de infiltração no subcutâneo;


O procedimento costuma ser de fácil execução sendo que, em média, o número de tentativas para sua execução com sucesso, em crianças, costuma ser de 1,6 tentativa de punção, com tempo médio para a obtenção de até oito minutos26.

Em pacientes adultos, utilizando alguns equipamentos mais modernos para punção, este acesso pode ser garantido em até 57-127 segundos, cerca de 2 minutos, com sucesso, quando realizado por paramédicos habilitados, em treinamento mínimo de cerca de 90 min27. Com agulhas convencionais para punção óssea, este tempo em geral é de 4,4 ± 2,8 min28. O acesso intra-ósseo obtido em situações de emergência por ser mantido, em geral, até 24 horas do início de sua inserção, havendo necessidade de substituí-lo após este período, não apenas pela progressiva perda de sua eficiência como também por riscos adicionais de osteomielite e embolia gordurosa22,24.


COMPLICAÇÕES

As complicações da infusão por via IO são infreqüentes, sendo a mais comum a infusão de fluídos no subcutâneo e, mais raramente, subperiostal. Poderá ocorrer extravasamento de líquidos pelo local de punção e ou a formação de coágulo na agulha15. A necrose tecidual e, mais raramente, a síndrome compartimental podem ocorrer relacionadas à inserção inadequada da agulha e/ou o seu deslocamento para outra estrutura22,24.

A celulite localizada ou abscesso subcutâneo tem sido relatado em 0,7% de casos (cinco entre 694)15. Existe potencialmente o risco de osteomielite, sendo que Rosetti e col.11, descreveram somente 27 casos em 4270 infusões por via IO avaliadas (0,6%) na maior série avaliada de casos.

A preocupação do efeito tardio da IO na placa de crescimento ósseo também se fez presente com a intensificação do uso da técnica em crianças; entretanto, este efeito adverso não foi demonstrado em inúmeros estudos clínicos e experimentais15. Também a possibilidade de embolia gordurosa, ainda que possível não tem sido relatada com freqüência, particularmente considerando que a medula de crianças que é quase livre de gorduras15.

Poucos óbitos têm sido atribuídos ao procedimento e todos foram relacionados com punção esternal em crianças; esses casos foram relacionados à punção esternal em crianças (abaixo de três anos de idade) que resultaram em mediastinite, hidrotórax ou ferimentos do coração ou grandes vasos15.

Finalmente a dor tem sido relacionada ao aumento da pressão intramedular, o que não é problema com infusões mais lentas ou em pacientes inconscientes34,35.

 

FÁRMACOS E FLUÍDOS ADMINISTRADOS POR VIA INTRA-ÓSSEA

Inúmeros fluídos e fármacos têm sido administrados por via IO. Dubick e Holcomb36 revisaram, em 2000, cerca de 100 referências analisando os fluídos e suas velocidades de infusão, assim como também os fármacos administrados. Os fluídos mais usados foram solução fisiológica, sangue, plasma, solução de Ringer, NaCl / dextran e glicose hipertônica. Não apenas neste artigo, mas também em outras distintas referências, fármacos utilizados através deste acesso incluem epinefrina, dopamina, dobutamina, atropina, adenosina, digoxina, corticosteróides, morfina e diazepínicos35-40. As doses da via IO são a mesmas usadas por via venosa33. Neste cenário, no entanto, discute-se a real efetividade da absorção dos fármacos e quais parâmetros adequados para tal avaliação. Von Hoff e col.38, comparam a farmacocinética do sulfato de morfina administrado por via intra-óssea versus via venosa, em estudo prospectivo, aleatório em grupos para receber 5 mg em bolus de sulfato de morfina por via intra-óssea ou venosa seguida da administração rotineira em 24h. Amostras sanguíneas seriadas de 5 mL eram avaliadas em até 8h pos infusão por radioimunoensaio e determinava-se a concentração plasmática máxima (Cmax), o tempo para atingir concentração plasmática máxima (TCmax) e a curva tempo-concentração plasmática (AUC). Houve o claro achado de diferença na Cmax (235 ± 107 versus 289 ± 197 ng/mL, por via IO versus venosa, respectivamente), Tmax (1,3 ± 0,5 versus 1,4 ± 0,5 minuto) e AUC (0-infinity) (4372 ± 1785 versus 4410 ± 1930 ng min-1.mL-1). Estes resultados suportaram a hipótese de bioequivalência desta via para administração medicamentosa e descrevem o método adequado para avaliação de aspectos farmacológicos de medicamentos administrados por esta via.

 

DISCUSSÃO

Durante as últimas décadas, foi acumulado na literatura um volume expressivo de estudos sobre o uso da via IO. Apesar do uso disseminado de cateteres venosos, e reconhecido o potencial de limitações de uso em emergências na esfera pré-hospitalar, incluindo demora e ou inviabilidade de obtenção de via venosa, presença de veias colabadas, coagulação no local de infusão e a presença de obesidade36. Recentemente a via IO foi também introduzida mais largamente por Dubick e Holcomb36 também na área militar, incluindo nas guerras no Oriente Médio em 2002.

Waismann e col.41 fizeram uma revisão do uso da via IO no trauma e descreveram nas crianças, como a técnica mais versátil, a colocação da via IO na parte proximal da tíbia. Considerando, no entanto, que a medula vermelha nos ossos longos é paulatinamente substituída por medula gordurosa, a partir de cinco anos, a tíbia teria a vantagem de acesso IO, por ter uma medula mais ampla, apesar de seu córtex ósseo mais duro, que possivelmente torna difícil a colocação da agulha manualmente no adulto.

Com o advento de novos equipamentos e bombas injetoras a agilidade do acesso ósseo nos ossos longos dos adultos foi otimizada e trouxe sua prática mais próxima à beira-do-leito em adultos39-44.

O osso esterno46-48 também se caracteriza como local atrativo para a infusão IO em adultos, por ser macio, com bom espaço medular, gasometria uniforme e recoberta por uma camada fina de pele. Esta via não deve ser usada em crianças abaixo da idade de três anos, devido ao risco de a agulha lesar o coração ou os grandes vasos.

Além da infusão de líquidos e fármacos, a via IO tem sido usada para avaliação bioquímica sanguínea49-51, avaliação do equilíbrio ácido-básico, quantificação da hemoglobina e sua tipagem, ainda que em estados de hipotermia50. Estes exames devem ser colhidos antes da infusão de líquidos.

Por fim, Waisman e col.39 usaram a técnica IO para obter anestesia regional em 109 cirurgias ortopédicas nas extremidades superiores e inferiores; destes, a anestesia foi satisfatória em 106 pacientes e, em três, houve ineficiência por erros técnicos na punção e infusão.

O calcâneo39,41,45,47,51,52, clavícula42-44, esta última com maior freqüência, têm sido usadas também como vias alternativas.

 

CONLUSÃO

O acesso venoso pela via intra-óssea é seguro, efetivo para reposição volêmica, administração de fármacos e exames laboratoriais em todas as idades. A via intra-óssea deve ser obtida quando o acesso venoso não for rapidamente estabelecido. Esta via é indicada inclusive em pacientes em choque e parada cardiorrespiratória, sendo a única exceção nos recém-nascidos, quando o acesso pela veia umbilical deve ser preferencial.

Offline persepolis

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Re: Acesso Intra-ósseo
« Responder #20 em: Julho 31, 2009, 14:51:00 »
faço uma pergunta.....
tenho uma irma com parelisia cerebral... que não tem acessos venosos que se consigam aceder ... o que gostava de saber é se esta via será considerada nestes casos... ou p ex a admistração de medicamentos seguirá outras vias alternativas?
e tendo em conta que é um Ser Humano que não suporta nada estranho no corpo como é que se conseguiria manter? como é que estes casos são abordados?
é que nunca tive experiência deste género e sinto-me horrorizada se ela algum dia precisar de ir a um S.U
"We know that while living we are more or less exposed to envy ...
but after our death our enemies no longer hate us "
Demóstenes

Offline enfarfr

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Re: Acesso Intra-ósseo
« Responder #21 em: Julho 31, 2009, 15:43:20 »
Citação de: la roux
faço uma pergunta.....
tenho uma irma com parelisia cerebral... que não tem acessos venosos que se consigam aceder ... o que gostava de saber é se esta via será considerada nestes casos... ou p ex a admistração de medicamentos seguirá outras vias alternativas?
e tendo em conta que é um Ser Humano que não suporta nada estranho no corpo como é que se conseguiria manter? como é que estes casos são abordados?
é que nunca tive experiência deste género e sinto-me horrorizada se ela algum dia precisar de ir a um S.U


A via IO apenas é usada em caso de urgência/emergência...

No caso que referis-te... Imagina que ia ao SU por vómitos... E que o indicado era metoclopramida via EV... Ninguém ia colocar um acesso IO por causa dos vómitos... Administrar-se-ia via IM...

Agora se fosse lá por estado de inconsciência e fossem necessários acessos urgentes e não houvessem acessos venosos (e não havendo possibilidade de colocar acesso central), certamente que a via IO seria considerada.

Offline rsprivado

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Re: Acesso Intra-ósseo
« Responder #22 em: Agosto 02, 2009, 23:47:11 »
Neste momento é impossivel alguem dizer que é impossivel a detecção de acesso intravenoso, pois alguns conjuntos de cateteres centrais ( Tecn. Seldinger ) contêm agulhas introdutoras sensiveis a Ecografo, chamando-se assim de Echotip Needle.
Pesquisem pela net e encontraram muita informação bastante util.
Infelizmente em Portugal só se utiliza os kits basicos de cateteres centrais que muitas vezes vêm super imcompletos.
Para casos de Crónicos, Queimados ou mesmo para controlo de infecção podem-se utilisar os cateteres de longa duração ( PICCS ) impregrados com Antibiotico.

Nada impede a introdução de uma agulha intra-ossea...mas...é um pouco contra a norma, no entanto existe com conecção e inox para doentes cronicos.
Pode-se mesmo conectar-se uma torneira de 3 vias e adaptar-se e prolongadores ate aos farmacos, Sangue ou dereivados com taxas de presão diferentes.
São opções.

Offline aNdR3

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Re: Acesso Intra-ósseo
« Responder #23 em: Agosto 03, 2009, 18:35:53 »
Citação de: enfarfr
Citação de: la roux
faço uma pergunta.....
tenho uma irma com parelisia cerebral... que não tem acessos venosos que se consigam aceder ... o que gostava de saber é se esta via será considerada nestes casos... ou p ex a admistração de medicamentos seguirá outras vias alternativas?
e tendo em conta que é um Ser Humano que não suporta nada estranho no corpo como é que se conseguiria manter? como é que estes casos são abordados?
é que nunca tive experiência deste género e sinto-me horrorizada se ela algum dia precisar de ir a um S.U


A via IO apenas é usada em caso de urgência/emergência...

No caso que referis-te... Imagina que ia ao SU por vómitos... E que o indicado era metoclopramida via EV... Ninguém ia colocar um acesso IO por causa dos vómitos... Administrar-se-ia via IM...

Agora se fosse lá por estado de inconsciência e fossem necessários acessos urgentes e não houvessem acessos venosos (e não havendo possibilidade de colocar acesso central), certamente que a via IO seria considerada.

Contudo a nível venoso, em situação urgente e mesmo com possível internamento, talvez se optaria por ponderar e tentar primeiro a via central (CVC) ou via central de acesso perifério (PICC).
[size=80]Quem atribui à crise os seus fracassos e penurias, violenta o seu próprio talento e respeita mais os problemas do que as soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a negligência para encontrar as saídas e as soluções. Sem crise não há desafios, sem desafios a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há méritos. É na crise que surge o melhor de cada um, porque sem crise todo o vento é uma carícia. Falar da crise é promove-la e calar-se na crise é exaltar o conformismo. Em vez disto, trabalhemos duro, acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar por superá-la.

Não pretendamos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo.
[/size]

Offline andrebc

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Re: Acesso Intra-ósseo
« Responder #24 em: Outubro 09, 2009, 00:35:49 »
No meu serviço já tivemos as manuais mas agora temos estas



são muito melhores que as BIG
basicamente é um berbequim em que só trocamos a agulha (adulto ou pediátrico)
é fantástico pois é super fácil de introduzir (não é como as manuais que é preciso comer um bife antes) e não é tão traumático como as BIG (aquele estouro dela a disparar mete medo)

"NEW EZ-IO G3 Driver with fully sealed external case, houses the motor & Lithium Batteries. New driver is designed to provide 10 years of maintenance free shelf life & minimum 750 insertions.

EZ-IO™ from VidaCare™ is hand held battery powered device that provides fast, safe and controllable vascular access within seconds via the intraosseous route."
Se tivermos salvo uma vida, então já valeu a pena

Offline SandroMelo

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Re: Acesso Intra-ósseo
« Responder #25 em: Outubro 11, 2009, 19:09:51 »
Este berbequim é fixe...só falta mesmo o capacete amarelo para me sentir o Bob o Construtor... ;D

Offline rsprivado

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Re: Acesso Intra-ósseo
« Responder #26 em: Março 25, 2011, 20:14:15 »
Citação de: andrebc
No meu serviço já tivemos as manuais mas agora temos estas



são muito melhores que as BIG
basicamente é um berbequim em que só trocamos a agulha (adulto ou pediátrico)
é fantástico pois é super fácil de introduzir (não é como as manuais que é preciso comer um bife antes) e não é tão traumático como as BIG (aquele estouro dela a disparar mete medo)

"NEW EZ-IO G3 Driver with fully sealed external case, houses the motor & Lithium Batteries. New driver is designed to provide 10 years of maintenance free shelf life & minimum 750 insertions.

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Falta só indicar que não são apropriadas a Pediatria e doentes com Osteoperose.

A pistola nunca está Esteril ( Risco de Infecção ),
Necessita de Montar a agulha, logo não é considerada de Urgência,

Necessita-se de verificar periodicamente as baterias,
Necessita-se de treino e aprofeiçoamento,
Grande Possibilidade de Trespasse do Osso,
Má centrlisação da Agulha com a zona de Punção,
ATENÇÃO: Não colocar a mão perto da Zona a puncionar
A Rotação pode provocar resvalo sobre a superficie a perfurar

...nem tudo o que luz é ouro....

pode-se pesquisar por: "  intraosseous needle" e encontrar-se-a muitas