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Mensagens - MarioHugoMacedo

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A vertente de Cuidados Domiciliários largamente difundida noutros países, necessita de uma mudança de paradigma na nossa realidade.
Existem inúmeros exemplos de iniciativas publicas, publico-privadas (IPSS) e exclusivamente privadas, estas últimas servindo apenas uma pequena faixa da população.
Alguns estudos referem que os velhos preferem o domicílio à institucionalização, apesar disso estes não são capazes de exercer com autonomia o exercício da sua cidadania.
Foi aqui apontado que os(a) directores técnicos das instituições são Técnicos de Serviço Social, pois bem, gostaria que lessem o decreto-lei que regula estas instituições, e reparem que para um serviço de apoio domiciliário não está sequer previsto o exercício de funções de enfermagem, não sendo as instituições obrigadas a contratar enfermeiros.

Para a qualidade destes serviços existe um manual que está disponível em socialgest.pt - Manual da Qualidade do Serviço de Apoio Domiciliário.

Saudações

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Enfermagem e Politica de Saúde / Re: Que Enfermagem Queremos ?
« em: Outubro 10, 2008, 16:23:04 »
Caros(as) colegas!!

Não há razão para tristezas...

Vivemos com optimos salários, pagos, e bem, como licenciados, fazemos cursos de pós-licenciaturas (aliás bastante acessíveis do ponto de vista financeiro), vemos reconhecidas tais habilitações, os orgãos com competência jurídica para exerecer a nossa defesa fazem-no de forma exemplar, somos e bem uma classe muito unida.

Os locais onde se ministram cursos de enfermagem são pouco e os que existem são de excelente qualidade, são formados pouquíssimos enfermeiros por ano, não há desemprego na enfermagem.

Discutímos questões de fundo em plenários e assembleias gerais, e outros que tais... Os nossos alunos tem como mestres nas escolas aqueles que melhor desempenham as suas funções como enfermeiros no seu dia-a-dia. Estes mestres não são formadores em horas vagas, ensinando os contéudos que a escola não conseguiu leccionar. 

São os nossos grãos mestres os primeiros a defender o SNS, não hesitando em preferir o público ao privado...

Por todos estes motivos a Enfermagem nunca esteve tão bem em Portugal.

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Caros(as) colegas!!

Não há razão para tristezas...[/color]

Vivemos com optimos salários, pagos, e bem, como licenciados, fazemos cursos de pós-licenciaturas (aliás bastante acessíveis do ponto de vista financeiro), vemos reconhecidas tais habilitações, os orgãos com competência jurídica para exerecer a nossa defesa fazem-no de forma exemplar, somos e bem uma classe muito unida.

Os locais onde se ministram cursos de enfermagem são pouco e os que existem são de excelente qualidade, são formados pouquíssimos enfermeiros por ano, não há desemprego na enfermagem.

Discutímos questões de fundo em plenários e assembleias gerais, e outros que tais... Os nossos alunos tem como mestres nas escolas aqueles que melhor desempenham as suas funções como enfermeiros no seu dia-a-dia. Estes mestres não são formadores em horas vagas, ensinando os contéudos que a escola não conseguiu leccionar. 

São os nossos grãos mestres os primeiros a defender o SNS, não hesitando em preferir o público ao privado...

Por todos estes motivos a Enfermagem nunca esteve tão bem em Portugal.

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