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Tópicos - vitorefo

Páginas: [1]
1
Cuidados Gerais / Triturador
« em: Janeiro 05, 2012, 20:29:32 »
Ora, boa noite a todos.

No dia a dia uso com frequência triturador de medicação para alimentação por SNG. O mal é que existem medicamentos que são resistentes e o triturador (de plástico tipo vidro) acabar por não durar muito tempo, partindo. O que costumo usar é parecido com este , pelo que anteriormente já usei mais fracos.
O que aconselham/ utilizam? Conhecem algum de inox?

Cumprimentos,

Vítor

2
Cuidados Gerais / Limpar tubuladura interna de PEG
« em: Setembro 19, 2011, 21:44:35 »
Colegas o que pensam da utilização de coca cola para remover detritos alimentares que se acumulam nas PEG's.

Resulta?

Cumprimentos,

Vítor

3
Não querendo entrar num diálogo paralelo, quais serão as vantagens e o porquê de ser necessário a existência de um ensino superior privado na actualidade. Claro que este aspecto abrange várias áreas, com excepção de algumas...

E já agora questiono também se concorda (e porquê) com a atribuição de bolsas de estudo a alunos que frequentam este tipo de ensino e que são pagas pelo estado.

Abordando estas duas perguntas têm a minha resposta a quase todas as suas perguntas, com excepção da pergunta
Citar
Formam as públicas melhores enfermeiros??
, uma vez que é uma pergunta que não têm como resposta o sim ou não, como o enf. Nuno lhe respondeu...

Cumprimentos,

Vítor

4
Assuntos laborais / Anuncio Enfermeiro
« em: Novembro 17, 2010, 13:40:10 »
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Enfermeiro (M/F)

Empresa: Consultar    Data Publicação: 16-11-2010   

 
Introdução:    Entidade pública de Saúde abriu concurso para o recrutamento de dois Enfermeiros
     
Descrição da Função:    A actividade será desenvolvida na ilha das Flores e eventualmente na ilha do Corvo
     
Requisitos:    Escolaridade: Bacharelato ou Licenciatura em Enfermagem
Experiência Profissional: Não especificada
Idade: A partir de 18 anos
Inscrição na Ordem dos Enfermeiros
Residência na ilha das Flores (preferencial)
Título Profissional de Enfermeiro
     
Oferece-se:    Contrato de trabalho por tempo indeterminado
Remuneração: a partir de 1.020,06€
     
Local:    Santa Cruz das Flores
     
Entrada:    Entrada Imediata

Citar
Centro de Saúde de Santa Cruz das Flores
Aviso n.º 113/2010/A
Para os devidos efeitos, torna -se público que o procedimento concursal
para preenchimento de duas vagas na categoria de Enfermeiro, da
carreira especial de enfermagem, do Centro de Saúde de Santa Cruz das
Flores, na modalidade de Contrato por Tempo Indeterminado, publicitada
no Diário da República, 2.ª série, n.º 160, de 18 de Agosto, cessou
em virtude da inexistência de candidatos
com os requisitos exigidos à
prossecução do procedimento.

Já estou com o Falâncio e o Neto, Grande República das Bananas!

5
Ora, boa noite a todos os membros.

"Estudo da Ordem dos Enfermeiros conclui que dois em cada dez estão no desemprego. Destes, metade nunca conseguiu nenhuma proposta"

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Há anos que o êxodo tem sido a única solução para os enfermeiros no desemprego. Mas um estudo da Ordem dos Enfermeiros (OE) mostra valores recorde. Em apenas 12 meses, o número de profissionais a emigrar quase triplicou. Eram 5% dos que encontravam emprego em 2009, aproximam-se este ano dos 15%. Espanha é ainda o país de eleição (54% dos emigrantes), mas o Reino Unido já representa 17%, seguido da Suíça (15%) e França (7%).

A OE diz que estes números pecam por defeito - como o levantamento da situação profissional dos jovens enfermeiros é feito tendo por base um inquérito aos inscritos na Ordem nos últimos anos, é mais difícil chegar a quem está fora. O estudo, a que o i teve acesso, consultou quase mil profissionais entre os 21 e os 49 anos e concluiu que dois em cada dez estão desempregados. Os enfermeiros formados mais recentemente são os que apresentam maiores taxas de desemprego e o Norte, onde existem mais escolas de enfermagem, congrega 71% dos profissionais que não exercem a profissão.

Metade dos enfermeiros sem trabalho nunca recebeu qualquer proposta. E 14% admitem ter rejeitado ofertas por serem apenas estágios profissionais, apresentarem más condições de trabalho ou remunerações muito baixas.

O número de licenciaturas tem disparado - em 2009 era o curso que tinha mais vagas disponíveis, com 1807 - ao mesmo tempo que a contratação de profissionais tem sofrido restrições. O resultado é fácil de perceber: existem levas de desempregados engrossadas pelos congelamentos anunciados na função pública. O problema é que a situação não é um resultado simples das leis da procura e da oferta, porque há enfermeiros em falta no Serviço Nacional de Saúde - só nos centros de saúde de Lisboa faltam mais de mil e, segundo as contas do Sindicato dos Enfermeiros de Portugal, a carência a nível nacional ascende aos cinco mil.

"Não faz sentido que o Ministério da Saúde tenha diagnosticado as necessidade em termos de recursos humanos e que todos os anos seja mais e mais difícil aos jovens enfermeiros encontrar emprego em unidades de saúde", comenta a bastonária Maria Augusta Sousa.

Entre os empregados, os vínculos precários são os mais frequentes: 40% têm contratos a termo certo ou um contrato de prestação de serviços.

Num mercado com muitos candidatos para poucos lugares, as condições de trabalho oferecidas ficam aquém do desejado. A Ordem refere que 34% dos jovens à procura de emprego já se sentiram afectados na sua dignidade profissional, principalmente "pela forma como são tratados pelas instituições de saúde". O que demonstra um retrocesso - no estudo anterior eram 26%.

Perante as dificuldades, são muitos os que equacionam abandonar a profissão: 42% dos inquiridos admite que pondera ou já ponderou enveredar por outra actividade. Alguns não tiveram outro remédio. Dos enfermeiros que actualmente exercem uma profissão, 5% não trabalha na enfermagem.

 

 

Jovens são os mais afectados

 

 

Vânia não resiste a apontar a ironia. O dinheiro que o Estado lhe paga por estar no desemprego é “praticamente igual” ao que lhe pagava quando era enfermeira. A única diferença é a óbvia: em casa, não atende doentes. “Não há dinheiro para manter o meu posto de trabalho, onde prestava cuidados necessários à população, mas há dinheiro se eu não tiver qualquer tipo de produção para a economia. Só porque o que agora recebo sai de um bolso diferente. Não tenho qualquer restrição física e, em vez de um subsídio, prefiro receber pela prestação de um trabalho de qualidade. Alguém me pode ajudar?”
Licenciada desde 2007, é um exemplo típico do que é ser enfermeiro em Portugal. É de Barcelos e o primeiro emprego que conseguiu, após seis meses de procura, foi em Espanha, num hospital privado em Tenerife. Ganhava o dobro, gostava da forma de trabalhar e da autonomia dada aos enfermeiros, “mais pró-activos e menos dependentes de autorizações burocráticas dos médicos para tarefas simples como pedir exames”. Mas sentia falta de casa e de falar a sua língua. Logo que pôde, regressou.
Com a experiência conseguida em Espanha, foi aceite num concurso aberto pela Administração Regional de Lisboa e Vale do Tejo. O segundo emprego aconteceu num centro de saúde carenciado da Grande Lisboa. Por mais que arregaçassem as mangas, as três enfermeiras da unidade não tinham braços para os 50 mil utentes do centro. Como havia falta de pessoal, todos os dias fazia horas extra. Mais um exemplo que aponta de má gestão imposta pelos constrangimentos nas contratações. “Só o que ganha em trabalho extraordinário dava para contratar outra pessoa, mais disponível e fresca para trabalhar.” Nos hospitais, as horas extra nem são pagas, acumulam para serem gozadas sempre para os meses que vêm. “Nunca há tempo para isso, implicaria sobrecarregar os outros com mais trabalho.” E trabalho é o que os outros profissionais já têm em excesso. “Sente-se falta de enfermeiros em todo o lado. E os que existem não conseguem sair das rotinas básicas. Se surge uma ideia para um projecto, para algo mais criativo que melhore o desempenho, não há tempo para o concretizar.”
No ano passado, conseguiu pela primeira vez ficar mais perto de casa. Um hospital do Norte para onde tinha concorrido em 2007 fez-lhe um contrato de quatro meses, para substituição de uma enfermeira, e depois de três meses, por gravidez de outra. Como Vânia pertence à bolsa de admitidos ao concurso de 2007, o hospital está impedido de fazer dois contratos à mesma pessoa.
O subsídio de desemprego que recebe permite-lhe “dar-se ao luxo” de recusar trabalhos pagos a três euros à hora, a recibos verdes, em algumas unidades privadas. “Há colegas que aceitam porque acreditam que ganham experiência e que depois a situação melhora. Mas é um engano, nunca melhora.”
Dos 300 alunos que se licenciaram este ano na escola de Coimbra onde Nuno Santos tirou o curso, “talvez haja uns 15 a trabalhar no país”. Outros tantos foram para fora. Suíça, França, Inglaterra. Por enquanto, Nuno resiste às agências de recrutamento. Não por acreditar num contrato em Portugal, mas porque quer investir na formação em geriatria – com o envelhecimento da população, “é a oportunidade de emprego”. E uma oportunidade no mundo laboral é algo que Nuno ainda não teve.
“Está tudo congelado e o que vai surgindo pede sempre enfermeiros com experiência de um, dois anos.” Como não têm experiência, os jovens licenciados não são aceites. Se não são aceites, não conseguem experiência profissional. É um ciclo vicioso. “A única hipótese são os estágios não remunerados, mas não são solução, só servem para as unidades se servirem dos estagiários e não contratam ninguém.”

in: http://www.ionline.pt/conteudo/88470-enfermeiros-no-estrangeiro-triplicam-em-apenas-um-ano

A meu ver só falta referir e analisar algo que contribui para a precariedade da profissão em termos de desemprego (entre outras), que é o facto de muitos enfermeiros terem pelo menos 2 locais de trabalho...

Em relação aos dados passados pela Ordem, era importante que realizassem uma retrospectiva sobre os mesmos, pois certamente também a esta deveriam ser atribuídas publicamente grandes responsabilidades. E era um tópico interessante a ser colocado como extra na assembleia geral (Que Soluções?)....

Cumprimentos,

Vítor Oliveira

6
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O Auditório do Colégio São João de Brito, em Lisboa, será palco de mais uma Assembleia Geral Extraordinária da Ordem dos Enfermeiros, agendada para o dia 20 de Novembro, às 15 horas.

Consulte a convocatória desta Assembleia Geral.

Os documentos que estarão em discussão encontram-se disponíveis na Área Reservada do site - espaço do menu da esquerda dedicado às Assembleias Gerais > 2010 > Assembleia Geral de 20 de Novembro.

Recorde-se que a Assembleia Geral é o único órgão estatutário da OE que é composto por «todos os enfermeiros membros efectivos com inscrição em vigor na Ordem».

Participe!

Ponto 1 - Proposta de aumento de quotização conforme decisão da assembleia geral de 29 de maio de 2010...

Para quando uma luz neste horizonte tão escuro...

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Assuntos laborais / Oportunismo
« em: Novembro 03, 2010, 12:23:58 »
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Anúncio:

Precisa-se de Estudante de Enfermagem para trabalhar como interna aos fins de semana.

Tarefas:
Companhia
Alimentação por sonda
higiene

Horário: entrada às 19h de sexta e saída às 19h de domingo.

Contacto http://www.net-empregos.com/detalhe_anu ... EF=1114243


É triste....  
Como sempre, mais do mesmo....

8
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O Enf.º Sérgio Deodato, Presidente do Conselho Jurisdicional da Ordem dos Enfermeiros, Participará na próxima edição do programa «Prós e Contras», que será transmitido no dia 25 de Outubro, pelas 22H25, na RTP1. O tema em destaque será o «Testamento Vital», uma temática que tem merecido especial atenção por parte da Ordem dos Enfermeiros.

Além do Enf.º Sérgio Deodato participarão no debate a Dr.ª Maria de Belém Roseira, a Dr.ª Isabel Galriça Neto, o Prof. Daniel Serrão, o Prof. Miguel Oliveira e Silva e o Prof. Rui Nunes, entre outros intervenientes. Recorde-se que o Enf.º Sérgio Deodato tem trabalho desenvolvido na área do testamento vital / directivas antecipadas de vontade e tem acompanhado, em representação da Ordem dos Enfermeiros, o processo de discussão das propostas legislativas que a Assembleia da República tem vindo a produzir.

Convidamos todos os colegas a assistirem ao programa da próxima segunda-feira.

Recordamos aqui os artigos de opinião formulados pelo Enf.º Sérgio Deodato, Enf.ª Lucília Nunes, Presidente do Conselho de Enfermagem da OE, e pela Enf.ª Maria Augusta Sousa, Bastonária da OE, sobre «Testamento Vital» que o jornal Pùblico divulgou nos últimos meses.


1º Artigo

2º Artigo

3º Artigo

Não conhecia os desenvolvimentos actuais que envolvem esta temática, pelo que eu com o pouco que pesquisei, levanta-me muitas questões sobre a sua exequibilidade.

Gostei de ouvir o que o deputado João Semedo afirma neste vídeo: Perspectiva Bloco de esquerda

Era "interessante" que membros da ordem dos enfermeiros redigissem para o jornal público visões sobre outras notícias e atitudes do governo que têm ocorrido, a meu ver com igual ou superior importância da descrita.

Noticia retirada de Ordem dos Enfermeiros

Cumprimentos,

Vítor Oliveira

9
Enfermagem e Politica de Saúde / Greve geral
« em: Outubro 12, 2010, 14:31:13 »
Questiono se acham que a greve geral terá algum impacto nas medidas anunciadas pelo governo e quais as vantagens dos enfermeiros aderirem a esta greve?!


In: www.sep.pt

Nota à Comunicação Social
A DÉCADA DO PAÍS DE “TANGA” à “TANGA” dos politicos.
SEP ANUNCIA “SIM” À GREVE GERAL E A TODAS AS INICIATIVAS DE LUTA QUE
POSSAM VIR A SER CONVOCADAS PELA CGTP E FRENTE COMUM.
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses analisou em Direcção Nacional o impacto, para os enfermeiros, das medidas
de austeridade anunciadas pelo Governo e constata que:
1. A crise económica em que o país está mergulhado decorre das políticas económicas prosseguidas há mais de
uma década;
2. A diminuição das receitas dos trabalhadores da administração pública que terá repercussões para o sector
privado, é uma determinação da União Europeia materializada na Directiva Bolkenstein (final da década de
90) que já o previa, associado à privatização dos serviços públicos europeus e justificada com a necessidade
da Europa se tornar mais competitiva. Aliás, o Processo de Bolonha é outra “boa” contribuição para este
objectivo tendo em conta que diminui o valor do trabalho;
3. O governo continua a não aprovar medidas, ao nível da despesa, que o SEP considera prioritárias, como p.ex.,
a diminuição do recurso à externalização de serviços e desde logo, os milhões gastos com pareceres juridicos
a gabinetes de advogados e /ou os sistemáticos estudos solicitados a empresas privadas; o fim aos off?shore
e continua por anunciar qual vai ser o aumento do imposto para o sector financeiro.
IMPACTO para os ENFERMEIROS:
1. Para além das medidas que atingem todos os portugueses – aumento do imposto sobre o consumo em 2%;
redução do abono de familia; redução da comparticipação para a ADSE com medicamentos e exames
complementares de diagnóstico; redução dos beneficios fiscais com a saúde e ensino dos filhos;
2. Aumento em 1% na contribuição para a Caixa Geral de Aposentações;
3. Congelamento (novamente) de promoções e progressões o que SIGNIFICA A NÃO CONCRETIZAÇÃO DA
PASSAGEM, em Janeiro de 2011, de 2000 ENFERMEIROS para o SALÁRIO de 1200 euros como previa o
resultado do processo negocial imposto pelo Ministério da Saúde/Finanças;
4. Redução em 10% do valor das horas extraordinárias efectuadas sendo que, como é do conhecimento público,
muitos dos serviços está a funcionar à custa deste trabalho.
5. Redução do valor das horas MAIS penosas – tardes, noites e fins?de?semana.
6. Não abertura de concursos e suspensão dos que estão em curso o que significa a manutenção da
precariedade e a possibilidade da manutenção do recurso às empresas de trabalho temporário;
7. DEGRADAÇÃO das condições de trabalho.
PARA OS UTENTES DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE:
1. A possibilidade de “despedimento” dos enfermeiros contratados significa pôr em causa a reforma dos
cuidados de saúde primários e as redes de cuidados continuados e paliativos que na sua maioria são
assegurados por aqueles enfermeiros;
2. A rede dos cuidados continuados de saúde mental está definitivamente comprometida assim como a
acessibilidade destes doentes, nomeadamente, a alguns medicamentos pela diminuição em parte ou total da
sua comparticipação.


Cumprimentos,

Vítor Oliveira

10
Cuidados Gerais / Vacinação nas farmácias
« em: Outubro 06, 2010, 22:02:49 »
http://cogitare.forumenfermagem.org/201 ... ite-vacina


Ouvi na Rfm, este ano não perca a oportunidade de ser vacinado na farmácia da sua zona...
No final lá diz em voz rápida, campanha apenas para as farmácias que aderirem...

Enfim...

11
Cuidados Gerais / Questão...
« em: Setembro 26, 2010, 18:28:34 »
Boa tarde a todos!

Gostaria de saber se existe algo (lei, parecer...) que proíba os enfermeiros de exercerem a profissão durante 24 horas seguidas em determinado local.

E se for em dois locais, há diferenças?

A pergunta pode ser inadequada, mas surgiu-me a dúvida.

Cumprimentos a todos,

Vítor Oliveira

12
Boa noite.

Encontro-me a iniciar a minha monografia, cujo tema corresponde à avaliação e gestão da dor no doente critico na Unidade de Cuidados Intensivos.

Tenho encontrado artigos científicos sobre intervenções interdependentes para a dor, mas em relação às intervenções autónomas tenho encontrado pouca coisa.

Se alguém conhecer algumas fontes de informação cientificas que me possa disponibilizar, agradeço muito.

Cumprimentos,

Vítor Oliveira

13
Cuidados Gerais / Dúvida - Enfermeiro a dar formação
« em: Dezembro 29, 2009, 16:49:49 »
Saudações a todos os elementos desta grande comunidade!

Sou estudante a tirar a licenciatura em enfermagem. A minha dúvida acredito que possa ser um pouco descabida, mas penso que a experiência e a sabedoria de muitos elementos daqui me poderá ajudar a clarificar algumas ideias.

Tenho conhecimento que existe um curso para "Certificação de Aptidão Pedagógica", pelo que gostaria de saber quais as vantagens que este dá ao enfermeiro. Não compreendo bem é o facto de um Enfermeiro por um lado dar formação através das sessões de educação para a saúde em vários estabelecimentos (estando principalmente na área dos cuidados de saúde primários), que compreendo que não é certificada, mas é formação... O CAP é importante por causa da certificação? ou possibilita que se façam contratos com empresas para dar formação certificada e o diploma de Enfermeiro não? Houve quem já me disse-se que por exemplo existem fundos da união europeia para se dar formação em fábricas e estes contratos realizados só o podem ser com profissionais que têm o CAP. Por outro lado os Enfermeiros quando fazem formação são remunerados a partir dos fundos das suas instituições (o exemplo do estado que paga aos Enfermeiros dos cuidados de Saúde primários, estando nas competências destes fazer as sessões de educação para a saúde).

Agradeço desde já a quem me poder esclarecer estes assuntos.

Cumprimentos,

Vítor Oliveira

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