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Tópicos - dprocha

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Assuntos laborais / Gozo de Feriados/Tolerância de Ponto
« em: Setembro 14, 2014, 01:42:22 »
Boa noite

Será que alguém pode me esclarecer, e arranjar legislação/documento onde esteja escrito, como é efectuado o gozo de feriados para RCTFP?
A minha dúvida preende-se com um feriado em dia útil coincidir com o meu descanso ou folga. Temos direito a gozar o feriado noutro dia?
Se trabalhar num feriado de dia útil? Ou num fim de semana?
E os mesmos cenários de acordo com as tolerâncias de ponto concedidas aos funcionários públicos?

Gostaria principalmente é de ter um documento a apoiar as afirmações.
Não gostava de chegar ao pé do meu chefe e dizer que "no forumenfermagem eles disseram que era assim!" ;)

Cumprimentos

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O antigo Director-Geral dos Impostos e ex-administrador da Medis, Paulo Macedo, é novo ministro da Saúde.

Licenciado em e Organização e Gestão de Empresas e pós-graduado em Gestão Fiscal, foi pela mão de Manuela Ferreira Leite que chegou à Direcção Geral dos Impostos (DGCI) em 2004. Pelo seu trabalho neste organismo, onde se manteve até 2007, é apontando como um dos maiores responsáveis pela modernização e informatização da máquina fiscal.

Natural de Lisboa, onde nasceu a 14 de Julho de 1963, Paulo Macedo é actualmente vice-presidente do conselho de administração executivo do Millennium BCP. Fora do grupo ocupa o cargo de vogal do Supervisory Board da Euronext, NV, é vice-presidente da comissão executiva do agrupamento de Alumni da AESE - Associação de Estudos Superiores de Empresa e ainda membro do conselho da escola do Instituto Superior de Economia e Gestão.

Entre 2001 e 2004 foi administrador da Companhia Portuguesa de Seguros de Saúde, S.A. (Médis). Ao longo da sua vida profissional passou ainda pelo Banco Comercial Português (entre 1993 a 1998 e mais recentemente entre 2007 e 2008, altura em que ocupou o lugar de director-geral desta instituição).

E agora?

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Notícia do Público, dia 19/09/2010

Mesmo no cenário mais ambicioso de aumento da entrada de enfermeiros no Serviço Nacional de Saúde (SNS) no futuro, perto de metade dos profissionais que sairão das faculdades até 2020 não será absorvida pelas unidades de saúde públicas, se as estimativas do estudo da Universidade de Coimbra (UC) se confirmarem.

Basta reparar que as necessidades calculadas de recrutamento de pessoal de enfermagem para o sistema público oscilavam, para o período entre 2008-2020, entre os 14.239 (cenário de base populacional) e os 22.406 profissionais (cenário mais ambicioso, de "tendência"), de acordo com as contas efectuadas pela equipa da UC. E, em cada ano, estão a sair mais de 3500 profissionais das escolas de Enfermagem.

A situação neste grupo profissional alterou-se completamente em menos de uma década. De uma falta gritante de enfermeiros passou-se para um excesso na oferta. À semelhança do que sucedeu em outros países, devido à escassez de enfermeiros, Portugal até se viu obrigado a contratar estrangeiros - que chegaram a representar mais de cinco por cento do total, em 2003. Em 2007, porém, o número de estrangeiros a praticar enfermagem no continente já correspondia apenas a 2,2 por cento do total.

Em menos de uma década, houve um boom na capacidade formativa que, entre 1999 e 2007, cresceu cerca de 200 por cento. E, em 2007, encontrar de imediato um emprego no sistema público já só era possível para uma minoria: nesse ano em que o número de diplomados ascendeu a 3470, o SNS apenas absorveu 37 por cento do total, revela o estudo.

Face a esta realidade, no grupo profissional dos enfermeiros, que é muito jovem ao contrário do que acontece com o dos médicos, deveria considerar-se a possibilidade de "haver já uma retracção" na oferta formativa, defende Helena Peixoto. Como 45 por cento da oferta é privada, "se calhar o ajustamento vai fazer-se por aí", adianta.

"Não se pode manter este ritmo ad aeternum. É necessário trabalhar imediatamente a oferta de formação num plano estratégico claro de médio e longo prazo", corrobora a bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Maria Augusta Sousa. Na OE, há 61 mil inscritos, mas este número inclui os reformados. No activo serão 40 e poucos mil, estima a bastonária.

Maria Augusta Sousa lembra que a OE apresentou há mais de dois anos (Junho de 2008), ao Ministério do Ensino Superior, uma proposta neste sentido, entretanto também enviada para o Ministério da Saúde. Mas ainda não há resposta. "Esta é uma matéria sensível", explica.

Seja como for, os autores do estudo reconhecem que ainda há um défice de enfermeiros no SNS e chamam a atenção para outro problema : o do carácter "hospitalocêntrico" do sistema de saúde - cerca de 80 por cento dos enfermeiros no SNS trabalham nos hospitais.

Analisando os rácios a nível internacional, e apesar de destacarem as limitações deste tipo de comparações, os investigadores admitem que Portugal continua a ter poucos enfermeiros - eram 4,6 por mil habitantes em 2005, quando a média da OCDE era então de 8,9.

No Serviço Nacional de Saúde, havia nessa altura 3,8 enfermeiros por mil habitantes. E eram grandes as assimetrias a nível regional. "Há noção de que ainda há um défice de enfermeiros no sistema. E, se a reforma dos cuidados de saúde primários avançar e a do sector dos cuidados continuados prosseguir, tudo isto vai desencadear uma necessidade enorme de recursos humanos e financeiros", nota Helena Peixoto.

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Enfermagem e Politica de Saúde / Subidas da carreira...
« em: Outubro 20, 2009, 17:00:00 »
Tenho um caso em mãos...

Depois de o governo descongelar as subidas em janeiro de 2008, muitos enfermeiros que tinham mais de 6 anos de serviço subiram para enfermeiro graduado.
Supostamente as pessoas que atingirem os 6 anos de serviço, até à data de hoje, subiam para enfermeiros graduados...

Mas a minha questão é a seguinte...depois da saída dos decreto-lei 247 e 248 de 22 de setembro que define o regime da carreira especial de enfermagem, bem como os respectivos requisitos de habilitação
profissional, essa realidade se mantém?
As pessoas podem continuar a subir (porque regiam-se à velha carreira) ou, porque a nova carreira entrou em vigor, essa realidade já não acontece?

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Enfermagem e Politica de Saúde / Manifestação dia 18 de Setembro...
« em: Setembro 18, 2009, 14:49:44 »
Correio da Manhã:

"Enfermeiros protestam contra proposta discriminatória
Centenas de enfermeiros protestam, desde o final da manhã, frente ao Ministério da Saúde, em Lisboa, contra o que consideram injusto e discriminatório o projecto de diploma do ministério sobre a grelha salarial na transição para a nova carreira.


Segundo o manifesto subscrito pelos quatro sindicatos que representam a classe, entregue no ministério, apesar de inscrever na carreira de enfermagem o início e topo da carreira técnica superior da Administração Pública, “a proposta do ministério não considera a necessária equidade com outros trabalhadores licenciados nem os riscos de penosidade a que os enfermeiros estão sujeitos. Não permite que todos os enfermeiros, no decurso da vida profissional activa, tenham a possibilidade de atingir o topo salarial da carreira”.

O presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, José Carlos Martins, considera “discriminatório e injusto” que os novos enfermeiros, que ingressam na carreira “tenham uma remuneração superior aos profissionais que estão vários anos na carreira e que outros licenciados da função pública também tenham uma remuneração superior aos enfermeiros, cuja licenciatura não é equiparada aos licenciados da administração pública”.

Sob o olhar atento de vários polícias do Corpo de Intervenção Rápida da PSP as centenas de enfermeiros gritavam palavras de ordem: “Somos necessários, acabem com os precários”, “Queremos ser tratados como licenciados, não como licenciados de segunda”, “Queremos a grelha salarial que traduz o risco e a penosidade”."


http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx ... 0000000021

TVI:
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/enfer ... -4071.html

RTP1:
http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t= ... 80003&tm=2

Sic:
http://sic.sapo.pt/online/noticias/pais ... overno.htm

O Público:
http://ultimahora.publico.clix.pt/notic ... idCanal=62

Revista Sábado:
http://www.sabado.pt/Ultima-Hora/Socied ... inato.aspx

O Sol:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Socied ... _id=146731

Esquerda.net:
http://www.esquerda.net/index.php?optio ... 7&Itemid=1

Rádio Voz da Planície:
http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q ... SHOW/32944

Agência Lusa:
http://www.google.com/hostednews/epa/ar ... Ch7Fhuxm-w

Quem esteve na manifestação conte como foi!

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Enfermagem e Politica de Saúde / Elaboração de Horários
« em: Agosto 19, 2009, 08:44:08 »
Bom Dia para todos... ;D

Não sei se já foi abordado alguma vez esse tema (tive a pesquisar e não vi!) mas gostaria que me dissessem o que é que se tem de ter em conta na elaboração de um horário?
No sentido das horas de descanço entre turnos?
Se o rolmã principal tem de ser sempre igual? Do tipo M M T D N F sempre ou podesse intercalar?
Se podesse por mais de um descanço semanal e/ou folga?
Coisas assim...

Agradeço que, além das opiniões, ponham leis para fundamentar... ;)

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Enfermagem e Politica de Saúde / Dúvidas sobre férias...
« em: Julho 27, 2009, 22:12:52 »
Alguém sabe-me dizer qual a lei que indica, num serviço, quantos enfermeiros podem ir por mês de férias?

tinha a noção que a fórmula era n de enfermeiros a dividir por 4...
por exemplo serviço de 20 enfermeiros, podem ir 5 por mês...

será que alguém pode-me esclarecer?

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