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Mensagens - NiniSF

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Cuidados Gerais / Re: Choque anafilático-Gabinete de Enfermagem
« em: Outubro 08, 2010, 19:58:11 »
Processo de licenciamento e legislação específica aplicável às unidades prestadoras de serviços de saúde - Centros de Enfermagem
Legislação aplicável:
    a) Regime jurídico do licenciamento e da fiscalização: Decreto-Lei n.º 279/2009, de 6 de Outubro e Portaria n.º 801/2010, de 23 de Agosto


Procedimentos e tratamento imediato da anafilaxia - a única legislação consta na Circular Normativa Nº 08/DT de 21/12/2005 da DGS (Programa Nacional de Vacinação) - seguir link:

https://docs.google.com/viewer?a=v&pid= ... w8dg&pli=1

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Engraçado. Neste fórum acontece muitas vezes as respostas pressuporem que os básicos são do conhecimento exclusivo do iluminado que os nomeia.

É óbvio que quando se discutem materiais de penso, as medidas básicas, com o alivio da pressão ou outros, está  subentendido, e quando comparamos este ou outro tipo de produtos estamos a partir do principio que todas as outras medidas foram cumpridas.
Acontece que a evolução das feridas não está dependente de um só factor e infelizmente, por vezes não basta remover a causa.

Só mais uma pequena achega - o inadine não é uma mistura, é o nome comercial de um apósito.

Já agora colega, gostava que me informasse onde comprou a sua bola de cristal, ou será que anda a ver demasiado o Dr House e se deixou influenciar.

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Olá, vou arriscar-me a ficar a levar na cabeça durante os próximos meses mas aqui vai:

Começo por referir que muitos medicamentos são por vezes desenvolvidos para um fim e acabam a ser aplicados noutro completamente diferente - veja-se o caso do Aminexil que foi desenvolvido para o foro cardiaco e acabou a ser utilizado contra a queda de cabelo :D. Neste caso trata-se de um efeito secundário do inadine uma vez que não se pretende, um efeito antiséptico.

Trabalho em cuidados continuados e entre muitas outras existe um tipo de feridas que nos dá voltas à cabeça - as flictenas dos calcâneos, por vezes com tecido necrosado mas com pele integra. Descobrimos que, quando esse tecido necrosado não é profundo, o que por vezes conseguimos avaliar por palpação e outras por "adivinhação" conseguimos secar a flictena e posteriormente desidratar a placa de necrose ao ponto de ao fim de algumas semanas esta destacar completamente deixando tecido epitelizado por baixo.
Isto tem evitado muitos desbridamentos mais invasivos que, com sabemos, são especialmente perigosos nesta zona, e ainda por cima no domicilio, onde não existe o mesmo nivel de controlo que no hospital.

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Cuidados Gerais / Re: ENG
« em: Fevereiro 19, 2008, 22:48:19 »
Citação de: mariarebelo1
Olá,

Obrigada pelo esclarecimento.

A partir disto devo dizer que é difícil encontrar um adulto com menos de três riscos.

As medidas da narina ao lóbulo da orelha e deste ao xifóide tem de ser somada; raramente dá inferior a três. Os níveis um e dois espantam-me!

Abraço.

Permita-me discordar. Na verdade, em muitos anos de entubações raramente encontrei um adulto que ultrapassasse a marca 2 e muito menos a 3. A verdade é que os enfermeiros Têm o hábito de introduzir a sonda sem a medição prévia e de a introduzirem mais quando a encontram "pouco introduzida". A verdade é que se dedicassem a controlá-las por RX iam descobri-las bem enroladinhas e por vezes anguladas - daí as "obstruções" que se resolvem quando se exterioriza a sonda parcialmente.

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Cuidados Gerais / Re: Pagamento de kms
« em: Fevereiro 19, 2008, 22:28:24 »
Citação de: pc
Caros colegas
O mais importante é que tenham o vosso veículo proprio com o devido seguro do serviço, pois em caso de sinistro em serviço,e se nao tiverem este seguro são voces que pagam!!!
por isso, tratem da papelada e tenham comprovativos desse seguro.porque no cs onde trabalho, usamos os nossos veículos para os domicílios.o problema é que o pedido escrito que enviei para a ARS, nao teve retorno mas dizem que posso usá-lo.
Relativamente ao pagamento dos kms, é à volta dos 35centimos.
ate sempre...

Eu faço Cuidados Continuados em viatura própria e nunca tinha ouvido falar dessa coisa de seguro do serviço. Srá que me podes esclarecer ounde é que isso está previsto e o que devo fazer para o fazer...

Obrigada

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Cuidados Gerais / Re: AAM, o seu papel e as suas jornadas e congressos
« em: Fevereiro 19, 2008, 22:18:01 »
Citação de: "betisinha"
o que esta na base deste problema é que o AAM nao deveriam sequer fazer posionamentos nem alimentar os doentes por gavagem. estes procediemntos fazem parte das nossas competencias e nao os podemos deixar usurpar as nossa funçoes. no serviço onde trabalho estas técnicas sao exclusivamente feitas por enfermeiros


Existem sempre profissões que vêm o crescimento das outras como uma ameaça, nós sabemos isso por experiência própria... será que neste caso não estamos a fazer o papel contrário??

Em relação aos temas abordados: As AAM colaboram com os enfermeiros nos posicionamentos dos doentes, será que é correcto serem recrutadas na rua e começarem a desempenhar este papel sem qq tipo de formação, será que os enfermeiros gostam de trabalhar com ignorantes e se sim será por insegurança ou medo de serem postos em causa; relativamente ao doente entubado, os cuidados não são só alimentar por gavagem, existem os cuidados à boca... nem que seja só saber que se a sonda se exteriorizar não devem "empurrar para dentro".

Para além de tudo isto, as AAM não trabalham só no hospital, trabalham em lares sem enfermeiro onde assistem nas higienes, trabalham com ajudantes de família assistindo nos cuidados ao domicilio quando solicitado às IPSS que são parceiros reconhecidos por lei, na rede de cuidados continuados integrados, etc, etc, etc.

Pessoalmente acho que é bom termos pessoas esclarecidas a trabalhar com os nossos doentes. Já tive o privilégio de trabalhar com AAM's excelentes que não usurparam o meu papel, apenas foram competentes no seu que não é só desenrascarem-se como puderem para fazer o que lhe mandam!

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O saber construido na base do que observamos na nossa prática diária é saber empirico. O saber baseado na evidência é aquele que se constrói sobre estudos e investigações comprovados e publicados... este chavão da evidência infelizmente vai-se repetindo muitas x por estes lados... de acordo com a evidência a clorehexidina é inactivada pela presença de material orgânico.
Relativamente ao resto da lição nada de novo... o que é mesmo novo é esta do éter que de acordo com a evidência não tem provado ter qq tipo de utilidade mas de acordo com a prática ... faz lembrar aquela: não acredito em bruxas pero que las ai ai. Parece que temos que manter a mente aberta...
Gostava muito de ir vendo essas fotos

cumprimentos.

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Cuidados Gerais / Re: Hidratação por soroterapia via subcutânea.
« em: Janeiro 22, 2008, 00:27:01 »
Citação de: FysGa
Citação de: NiniSF
Citação de: Fanux

(...)
Acerca de medicaçao alem ST, gerlamente só morfina porque se o doente é terminal, controla-se a dor e não a dispneia, certo?


Errado... Paliar não se limita ao controlo da dor, inclui o controlo de outros sintomas como os vómitos, a obstipação... e sim A DISPNEIA!!!

Atenção que com o controle da dor através da morfina, atenuam-se varias situações clinicas de dispneia. E isso é extremamente frequente nos cuidados paliativos - a titulo de exemplo temos a M(orfina)ONA nos EAM  ;)
 

O meu comentário dirigia-se à colega que dizia que no doente terminal se controla APENAS a dor e não a dispeneia.

Relativamente aos comentários sobre EAM desculpem mas pareceu-me que se estava a falar de cuidados paliativos e não de situações agudas em que o objectivo é tratar ou coadjuvar o tratamento e não paliar... devia estar distraida.

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No meu caso os 70 centimos também seriam muito bons porque o meu carro é poupadinho e porque da última x que consultei a legislação o valor era de 38 centimos


se me estão a enganar vão ter que casar comigo!!!

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Novidades / Re: Cirurgiões c/ HIV/Sida
« em: Janeiro 13, 2008, 23:27:52 »
Parece-me que para além de questões como a dificuldade de contagiar um doente acidentalmente (já o inverso não é assim tão difícil) parece-me que o que está aqui em causa é um principio fundamental na prestação de cuidados de saúde que é direito de todos os utentes e do qual me parece que ninguém deve estar acima ou abaixo - o direito à confidencialidade!!! Antes de tudo o mais pergunto, como é que se soube que o referido médico estava infectado... então ele não tem os mesmos direitos que todos os outros doentes têm???
Em primeiro lugar, em vez de levianamente pensar em passar julgamento sobre se ele mantém ou não o direito a exercer a sua profissão, eu pensaria em investigar quem é que quebrou o segredo profissional... porque esse sim, parece-me um princípio inquestionável.

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Cuidados Gerais / Re: Hidratação por soroterapia via subcutânea.
« em: Janeiro 13, 2008, 22:57:16 »
Citação de: Fanux

(...)
Acerca de medicaçao alem ST, gerlamente só morfina porque se o doente é terminal, controla-se a dor e não a dispneia, certo?


Errado... Paliar não se limita ao controlo da dor, inclui o controlo de outros sintomas como os vómitos, a obstipação... e sim A DISPNEIA!!!

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Sistemas de Informação em Enfermagem / Re: CIPE
« em: Janeiro 04, 2008, 00:34:45 »
Desculpem, é só mais uma coisinha...

Aquela do curso tirado numa escola pública com média de 16 não vos fez lembrar outro tipo de medições que em adolescentes, os rapazes fazem para se compararem uns com os outros... E logo com este nosso colega que estava a ir tão bem!!! com tanta elevação.
EnfarFr, aqui perdeu um pouco "o tom"...

desculpem, não pude resistir!!

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Sistemas de Informação em Enfermagem / Re: CIPE
« em: Janeiro 04, 2008, 00:29:24 »
A leitura deste tópico suscitou-me uma série de reflexões... nem todas sobre CIPE.

Em primeiro lugar: Letita adorei a história, muito mais a propósito do que parece à primeira vista.

Eu, para o bem ou para o mal já sou enfermeira há uns bons anos e já vi muitas modas passarem. Não estou com isto a menosprezar a CIPE - Faço parte do grupo dinamizador do meu hospital há uns anitos.

Mas algumas das coisas discutidas fizeram-me lembrar a recente luta travada entre o CUIDAR e o TRATAR (felizmente esta já passou mesmo de moda).
Eu, como enfermeira fico, contente se conseguir ajudar a pessoa naquilo em que ela precisa e quer ser ajudada - não posso dizer que não faço um "tratamento" porque o cuidar é que é a essência da enfermagem (  )!!!..., nem que trato mas não o registo porque o tratamento não é exclusivamente da enfermagem... então os registos não são também do doente... de tudo o que "lhe é feito".

Agora a discussão é: posso cuidar de um doente com cateter venoso central, mas o cateter não é meu, varro-o para baixo do tapete, ou então sou capaz de olhar para ele mas não "levanto o diagnóstico"... Vá lá: o desgraçado tá mesmo mal - até tem um cateter central e tudo, e se vocês não tratarem bem dele está sujeito a uma série de iatrogenias (o médico só o coloca, tudo o resto é connosco).
Eu tenho uma sugestão ponham estes cuidados todos em protocolos, procedimentos, normas ou como lhe queiram chamar e utilizem o foco: Precauções de segurança!!!

Já agora o nosso futuro colega pode não ter encontrado ainda o tom certo, mas disse algumas coisas que vale a pena ler (CONHECIMENTO NÃO DEMONSTRADO SOBRE HTA / HTA --- mas façam lá os ensinos (agora é instruir e treinar)!!!)

A CIPE não é uma nova forma de fazer enfermagem, é só um instrumento, uma taxonomia de termos, para usarmos.

Bom ano a todos... e agora não me batam.

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Cuidados Gerais / Re: teste de sensibilidade à penicilina
« em: Setembro 29, 2007, 14:05:06 »
Tabém já vi e apliquei (há muitos anos) o teste da gota no olho mas tenho dúvidas sobre a sua validade. Quanto à injecção intradermica gostava de saber como é que o conseguem fazer uma vez que até mesmo as agulhas de maior calibre bloqueiam com a penicilina. Penso que existe um producto próprio para a execução do teste mas que não é habitualmente prescrito pelos médicos que prescrevem o teste (sem terem conhecimento sobre como deverá ser feito e apenas para se protegerem em caso de dar para o torto). O melhor é mesmo pesquisar dados de história do doente que indiquem risco de reacção adversa e administrar em meio hospitalar, ou outro onde estejam disponiveis meios de socorro adequados.

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Cuidados Gerais / Re: Sigilo Profissional
« em: Setembro 18, 2007, 21:26:52 »
Acho que por muitas conjecturas que se façam sobre se outros grupos profissionais devem ou não ter acesso à informação clinica dos doentes os AAM's, secretárias, etc vão continuar a tê-lo - se não for o quadro de doentes, são os processos que são levados qd os doentes vão fazer exames, as requisições de exames que se levam, os resultados que se vão buscar.
Acontece que muitas fugas de informação dão-se por parte dos médicos e enfermeiros que quebram os códigos deontológicos que juraram cumprir. Já assisti a médicos a discutir casos de doentes psiquiátricos com a funcionátria administrativa. Quantos de vocês nunca contaram ao namorado, mãe, amigo algo sobre um doente em particular.
No meu caso já me aconteceu ser acediada com pedidos de informação sobre visinhos, amigos de amigos e mesmo alguns casos publicos - se não têm coragem de se zangar para negar a informação façam-se de ignorantes, ao fim de algum tempo as pessoas percebem e deixam de perguntar - mas isto inclui toda a gente (maridos, irmãos...). Se precisam mesmo de falar sobre uma situação façam-no sem identificar a pessoa.

Quanto ás AAM elas estão abrigadas a sigilo profissional, tal como nós... só que não organizam congressos sobre o tema!!!!

Quem atira a primeira pedra?...

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