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Mensagens - dprocha

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Assuntos laborais / Gozo de Feriados/Tolerância de Ponto
« em: Setembro 14, 2014, 01:42:22 »
Boa noite

Será que alguém pode me esclarecer, e arranjar legislação/documento onde esteja escrito, como é efectuado o gozo de feriados para RCTFP?
A minha dúvida preende-se com um feriado em dia útil coincidir com o meu descanso ou folga. Temos direito a gozar o feriado noutro dia?
Se trabalhar num feriado de dia útil? Ou num fim de semana?
E os mesmos cenários de acordo com as tolerâncias de ponto concedidas aos funcionários públicos?

Gostaria principalmente é de ter um documento a apoiar as afirmações.
Não gostava de chegar ao pé do meu chefe e dizer que "no forumenfermagem eles disseram que era assim!" ;)

Cumprimentos

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Assuntos laborais / Re: Reformas de Enfermeiros
« em: Setembro 05, 2011, 13:38:31 »
A meu ver o mal não está na colega que reformou no tempo certo de forma a receber uma reforma choruda. O mal está nas políticas praticadas que levaram ao buraco que está Portugal.

Por isso não acho justo que estejas a apontar o dedo à nossa colega como se ela fosse o mal disso tudo.

Ao menos podes dizer que a perspectiva de receberes uma reforma se calhar é melhor que muitos que provavelmente nem irão receber uma. Com 40 anos acho que ainda tens muito tempo para trabalhar e acho que deverias primeiro apontar as tuas forças para uma carreira mais justa e depois perto da reforma preocupas-te com isso...porque ainda faltam 25 anos para poderes ter a reforma por completo! E a reforma é calculada com o teu base e se não tiveres um bom base...

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Assuntos laborais / Re: Turnos Extraordinários
« em: Setembro 05, 2011, 13:23:47 »
Se realmente pagam as horas extras e suplementos como pagam na função pública então essa noite será paga nas seguintes percentagens:
- das 0h às 7h pagam a 200% e das 7h às 8h a 125%. Em termos práticos ganhará neste turno 6,73 X 2 X 7 + 6,73 X 1,25 = 102,63 euros

Para saberes a tabela salarial da nova carreira de Enfermagem é pesquisar o Decreto-Lei n.º 122/2010 de 11 de Novembro da nova carreira. No fim do decreto irá aparecer a tabela em anexo que mostrará as posições remuneratórias. Mas os valores salariais correspondentes às posições remuneratórias terás de novamente pesquisar na internet. O doutorenfermeiro tinha uma tabela em jpeg que exemplificava bem. É tudo uma questão de pesquisa... ;)

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Assuntos laborais / Re: Turnos Extraordinários
« em: Agosto 31, 2011, 18:29:29 »
Que tipo de contrato tem? Onde trabalha (privado ou público)? Qual o turno e horas em questão (manhã, tarde, noite)?

Fica a saber que o valor hora é calculado da seguinte forma:
valor hora= (Vencimento base X 12)/(52 X horário semanal)= no seu caso são 6,73 euros

Agora convinha saber o que perguntei anteriormente afim de saber as percentagens que poderão ser aplicadas. Porque no público são aplicadas umas percentagens consoante os dias da semana e horas do dia e no privado as percentagens são calculadas de forma diferente.

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Pois à quem considere imoral ter 2 empregos, à quem ache necessário. Cada um "acha" uma coisa, no entanto a realidade, cada um terá de lidar na melhor forma que sabe. Uns que tinham um nível de vida que precisam manter, outros porque têm perspectivas de vida ao qual necessitam de ganhar mais uns extras. Ter um, dois ou três empregos isso tem haver com cada um e acho que não deve ser posto em causa.
Também a meu ver nem todos os "segundos" empregos deveriam ser considerados "primeiros" empregos para outros.
Colega José Dores...também acho que essa opinião no mínimo radical não deveria ser imposta mas sim apenas partilhada. Em forma de debate e não de ataque...
E essa opinião linear de todos terem apenas um emprego com o resultado de menos desempregados...não é suficiente e não é uma medida acolhida por todos.
Já agora se ganhássemos como licenciados, talvez deixasse de haver "segundos" empregos...ou não... ;)

P.S. Empregado à 5 anos e não tenho dois empregos ;)

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O antigo Director-Geral dos Impostos e ex-administrador da Medis, Paulo Macedo, é novo ministro da Saúde.

Licenciado em e Organização e Gestão de Empresas e pós-graduado em Gestão Fiscal, foi pela mão de Manuela Ferreira Leite que chegou à Direcção Geral dos Impostos (DGCI) em 2004. Pelo seu trabalho neste organismo, onde se manteve até 2007, é apontando como um dos maiores responsáveis pela modernização e informatização da máquina fiscal.

Natural de Lisboa, onde nasceu a 14 de Julho de 1963, Paulo Macedo é actualmente vice-presidente do conselho de administração executivo do Millennium BCP. Fora do grupo ocupa o cargo de vogal do Supervisory Board da Euronext, NV, é vice-presidente da comissão executiva do agrupamento de Alumni da AESE - Associação de Estudos Superiores de Empresa e ainda membro do conselho da escola do Instituto Superior de Economia e Gestão.

Entre 2001 e 2004 foi administrador da Companhia Portuguesa de Seguros de Saúde, S.A. (Médis). Ao longo da sua vida profissional passou ainda pelo Banco Comercial Português (entre 1993 a 1998 e mais recentemente entre 2007 e 2008, altura em que ocupou o lugar de director-geral desta instituição).

E agora?

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Enfermagem e Politica de Saúde / Re: 2010: Revisão da Carreira
« em: Janeiro 25, 2011, 16:29:58 »
Pelo que estou a verificar mais ninguém tem opinião...

Citação de: vitorefo
Mas melhor do que eu, sei que existem neste fórum milhares de enfermeiros que podem dar um contributo para a sua pergunta de uma forma muito mais eficaz.

Acho que já foste eficaz o suficiente e tocas-te, a meu ver, num ponto fundamental!

A OE é que nos representa, é que realmente tem a força necessária para, perante os políticos e a população em geral, mostrar o que Enfermagem é realmente! Claro que a OE "somos todos nós", como estou sempre a ouvir, mas no entanto de que serve estarem a realizar AGE com o intuito de discutir o sexo dos anjos? Porquê não falarem de assuntos mais concretos, de matéria prima que consiga-se trabalhar com o intuito de mostrar que somos realmente GRANDES no SNS! E não apenas empregados dos médicos, como somos vistos pela sociedade.
Como é que os sindicatos poderiam negociar uma carreira em que a profissão que representa não é reconhecida como importante para a sociedade. "Os médicos é que são!" Como é que a OE deixou criar tantas e tantas escolas de enfermagem (já parecem lojas do chinês), criando tantos e tantos enfermeiros, tudo para pararem ao desemprego ou para à precariedade!
O aumento do numero de enfermeiros era sinal de mais cotas a entrar!?!? Com tanta oferta a procura nem precisa de se mexer...eles são às resmas e paletas a pedinchar um emprego...
Estou realmente revoltado e desiludido com os sindicatos e OE...

Se alguém tem uma opinião, favor de partilhá-la...

Cumprimentos

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Enfermagem e Politica de Saúde / Re: 2010: Revisão da Carreira
« em: Janeiro 20, 2011, 19:19:09 »
Queria relançar um debate...até que ponto a OE tem culpa da nossa nova carreira?
Que para quem não sabe entrou em vigor dia 1 de Janeiro...
Sei que não negociaram, nem tiveram mão na negociação, mas em que medida é que a OE tem culpa no cartório?
Andei hoje a discutir isso com um colega mas gostava de saber as vossas opiniões...

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Aonde é que andou esse tempo todo? Só agora tirou a cabeça da cova? Essa notícia anda a rolar à meses, só agora deu por ela? Agora acomode-se em pagar as cotas!
Quantas e quantas petições foram feitas para coisas mais interessantes e em tempo útil e que não surtiram efeito? Acha que a sua irá fazer alguma coisa?
Dessa forma só está a banalizar uma forma de luta! É petições atrás de petições como se fossem os únicos a terem a ideia! E ainda vem com arrogância e alegar que "tamanha falta de interesse"!?! Sinceramente...

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Enfermagem e Politica de Saúde / Re: Ordem Enfermeiros do Sul
« em: Dezembro 03, 2010, 11:26:59 »
A discriminação é em todo o lado! Por exemplo a Secção Regional dos Açores encontra-se em São Miguel. Cá se quisermos resolver algo na Ordem tem de ser por telefone...não irei esperar que a maré baixe, nem que o autocarro das 9h passe! Se quiser tratar pessoalmente tenho de pagar, por volta de, 170 euros de viagem para São Miguel! Não estou a afirmar que é discriminatório tendo em conta que mais de 50% dos enfermeiros nos Açores estão em São Miguel, simplesmente compreendo o porquê de estar nessa ilha, no entanto é só para mostrar que existem realidades bem piores...

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Retirado do site doutorenfermeiro:

"Acabou de ser aprovado (com a ajuda da presença dos Corpos Sociais...) na Assembleia Geral (AG) Extraordinária da Ordem dos Enfermeiros o aumento das quotas. 
Um acréscimo mensal de 2,52 euros (doravante será de 10 euros mensais; faseado: + 52 cêntimos em 2011, + 50 cêntimos em 2012, + 50 cêntimos em 2013 e + 1 euro em 2014)!
O aumento das quotas foi uma proposta do Conselho Directivo da OE (levada à mesa de trabalho da AG) com um único voto contra: Enf. Germano Couto."

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Notícia do Público, dia 19/09/2010

Mesmo no cenário mais ambicioso de aumento da entrada de enfermeiros no Serviço Nacional de Saúde (SNS) no futuro, perto de metade dos profissionais que sairão das faculdades até 2020 não será absorvida pelas unidades de saúde públicas, se as estimativas do estudo da Universidade de Coimbra (UC) se confirmarem.

Basta reparar que as necessidades calculadas de recrutamento de pessoal de enfermagem para o sistema público oscilavam, para o período entre 2008-2020, entre os 14.239 (cenário de base populacional) e os 22.406 profissionais (cenário mais ambicioso, de "tendência"), de acordo com as contas efectuadas pela equipa da UC. E, em cada ano, estão a sair mais de 3500 profissionais das escolas de Enfermagem.

A situação neste grupo profissional alterou-se completamente em menos de uma década. De uma falta gritante de enfermeiros passou-se para um excesso na oferta. À semelhança do que sucedeu em outros países, devido à escassez de enfermeiros, Portugal até se viu obrigado a contratar estrangeiros - que chegaram a representar mais de cinco por cento do total, em 2003. Em 2007, porém, o número de estrangeiros a praticar enfermagem no continente já correspondia apenas a 2,2 por cento do total.

Em menos de uma década, houve um boom na capacidade formativa que, entre 1999 e 2007, cresceu cerca de 200 por cento. E, em 2007, encontrar de imediato um emprego no sistema público já só era possível para uma minoria: nesse ano em que o número de diplomados ascendeu a 3470, o SNS apenas absorveu 37 por cento do total, revela o estudo.

Face a esta realidade, no grupo profissional dos enfermeiros, que é muito jovem ao contrário do que acontece com o dos médicos, deveria considerar-se a possibilidade de "haver já uma retracção" na oferta formativa, defende Helena Peixoto. Como 45 por cento da oferta é privada, "se calhar o ajustamento vai fazer-se por aí", adianta.

"Não se pode manter este ritmo ad aeternum. É necessário trabalhar imediatamente a oferta de formação num plano estratégico claro de médio e longo prazo", corrobora a bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Maria Augusta Sousa. Na OE, há 61 mil inscritos, mas este número inclui os reformados. No activo serão 40 e poucos mil, estima a bastonária.

Maria Augusta Sousa lembra que a OE apresentou há mais de dois anos (Junho de 2008), ao Ministério do Ensino Superior, uma proposta neste sentido, entretanto também enviada para o Ministério da Saúde. Mas ainda não há resposta. "Esta é uma matéria sensível", explica.

Seja como for, os autores do estudo reconhecem que ainda há um défice de enfermeiros no SNS e chamam a atenção para outro problema : o do carácter "hospitalocêntrico" do sistema de saúde - cerca de 80 por cento dos enfermeiros no SNS trabalham nos hospitais.

Analisando os rácios a nível internacional, e apesar de destacarem as limitações deste tipo de comparações, os investigadores admitem que Portugal continua a ter poucos enfermeiros - eram 4,6 por mil habitantes em 2005, quando a média da OCDE era então de 8,9.

No Serviço Nacional de Saúde, havia nessa altura 3,8 enfermeiros por mil habitantes. E eram grandes as assimetrias a nível regional. "Há noção de que ainda há um défice de enfermeiros no sistema. E, se a reforma dos cuidados de saúde primários avançar e a do sector dos cuidados continuados prosseguir, tudo isto vai desencadear uma necessidade enorme de recursos humanos e financeiros", nota Helena Peixoto.

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Existe a factura amigável que é entregue aos utentes. No entanto nem essas referem o real valor dos gastos.

Quando um estrangeiro acede aos nossos cuidados de saúde aí apercebemos do valor real...

Houve uma vez que veio um "camone" das "américas" ao SAP por apresentar uma ferida incisa, foi-lhe feita a consulta, foi suturado, feito o penso e respectivo encaminhamento.

Não me lembro ao certo do valor, mas creio que rondou os 120 euros e ele teve de pagar na hora, cuidados esses que nem duraram uma hora (desde à admissão até à alta)...o mais curioso é que ele não "piou", para ele é normal...

Acho que deveria, por exemplo, afixar-se painéis pelos serviços com exemplos de cuidados de saúde e os respectivos encargos que o estado tem de comportar e que consequentemente o cliente/utente/doente não paga por ser gratuito...para pelo menos consciencializar a população em geral...

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Desde o inicio da petição apenas vai em 1457 assinaturas...
Vamos lá incentivar essa gente a assinar a petição, imprimindo avisos nos serviços, falando com os colegas, enviando emails, publicando em blogs particulares...
Realmente...ESTÃO À ESPERA DO QUÊ?

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Num universo de 55 mil enfermeiros até ao momento só 686 assinaram ... sinceramente ... no comment!!!

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