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Mensagens - Lipa85

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Acho que só tu mesmo podes responder a isso.
Hoje em dia já não vale a pena ter o curso de enfermagem para ter um futuro estável, mesmo que não se goste muito da profissão. Hoje, para além de passares pela necessidade de estudar, para além das exigências do estágio, tens que te preparar para o desemprego ou para receber muito abaixo do devido. Por tudo isto só "vale a pena" voltar a tentar o estágio se de facto amares esta profissão e tudo o que ela engloba pois o mais dificil ainda vem depois de teres o canudo.
Tens que pensar em que é que falhaste e se podes mudar algo. para terminar os estágios Mas mais uma vez, só vais conseguir ser um bom profissional se gostares. Não acho que se  fizeres um bom estágio te chumbem só porque "estás queimado". Assim como tb não considero que tomares outras opções profissionais seja perder o que quer que seja. Perderias de continuasses o curso, o terminassem depois de chumbos atrás de chumbos e chegasses ao fim com a certeza de que não era esta a profissão que querias abraçar.

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Assuntos laborais / Salários em Centro de Saúde
« em: Agosto 15, 2012, 20:54:35 »
Olá Colegas,

Escrevo para obter ideias sobre as experiências dos colegas que trabalham em Centros de Saúde ou ECCI. Gostaria de saber em que ordem de valores andam os vossos salários já depois de impostos e se há facilidades em fazer SASU´s ou trabalhar e ser pago ao fim-de-semana. Surgiu uma hipótese, mas se por um lado me incentivam, por outro referem que vou receber muito menos dinheiro e gostaria de ter uma ideia vinda de pessoas idóneas.
Obrigado ::)

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Relativamente à discussão das quotas...

Se as quotas subiram foi porque quem estava na votação eram os elementos da OE (que votaram decerto em massa a favor) e alguns elementos dos sindicatos...não deve ter sido fácil aprovar a subida para os 10euros apesar de depois ninguém concordar...tanto quanto sei Enfermeiros não associados à OE ou Sindicatos estariam muito poucos!
O Enf. Azevedo gere um Sindicato há alguns anos e que eu saiba aquilo está longe da falência. Se ele diz que é possivel baixar as quotas e manter a OE então óptimo...na assembleia que ele convocar vão estar os membros da OE (que se forem os da lista dele votarão decerto a favor) e os sindicatos...não estou a ver os Enfermeiros a mudarem de posição. Infelizmente espero muita abstenção nestas eleições mas mais do que nunca eu faço questão de ir votar. Ando a ler as propostas dos candidatos que não conheço e vamos a ver....gostaria que todos os colegas votassem de acordo com a sua consciência e que não fossem os mesmos de sempre a decidir por uma classe como a nossa...

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Ensino e Atividades Académicas / Re: Primeiro Estágio - Dicas
« em: Setembro 22, 2011, 19:38:09 »
Concordo com tudo o que foi dito pela EnfZara.
Aproveita todas as experiências que puderes. Pede para participar quando houver algo para fazer que considerers importante e se estiveres disponivel, mesmo que não seja com o doente que te está atribuido. Aproveita as oportunidades mas não faças nada que não saibas. Uma coisa é nunca teres executado uma determinada técnica e não sair a 100%, outra coisa é quereres fazer algo sem teres em mente o procedimento, os riscos, os cuidados...tens que estar segura a um nível que te permita comunicar com o doente e executar a técnica...
O mesmo para as questões teóricas...mais vale não responderes a uma questão quando não tens a certeza, ires estudar e falares depois com certezas, do que te mostrares muito segura e dizeres a maior asneirada à face da Terra.
De resto desejo-te bons estágios.
Bem-vinda....

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Cuidados Gerais / Re: O que fazer?! Preciso de ajuda urgentemente!
« em: Agosto 19, 2011, 13:14:49 »
Concordo com o que foi dito.
Penso que se se pedisse um Documento escrito por parte da Familia esta haveria de mudar de posição.
Pela realidade que conheço das instituições não me acredito que a direcção faça nem metade do que o Colega fez. E se a coisa complicar é simples...a Família culpa a instituição e esta o Enfermeiro por não ter prestado os cuidados necessários.
De facto é uma realidade que foge de tudo o que poderia imaginar...lol...preciso que me cheguem um copo de leite para que se possa cumprir com segurança a administração de medicação mas cobro por isso. É quase o mesmo que eu ter um doente com disfagia, optar e não cobrar por entubar mas depois cobrar sempre que for dar comida. O que se passa é que o Colega de forma consciente não pode administrar a medicação ao Doente.
Há outra coisa que me incomoda...O Doente tem direito ao almoço...correcto? Mas vê esse direito vedado por não ter auxilio (que deve ser prestado pela instituição) e pelos próprios horários do local onde trabalha...sou só eu que acho que a individualidade a que o doente tem direito não está a ser tida em conta????
Se me encontra-se na tua situação registava tudo, enviava carta registada à Administração apenas com o intuito de informar e depois mexia-me e falava num sindicato e na OE no sentido de expôr a situação porque algo de muito errado se passa aqui.
A minha opinião é de que se o doente precisa de um determinado tipo de Cuidados que a instituição não pode prestar (mesmo que seja porque a familia não quer ou não paga...é lícito que a instituição faça cumprir um contrato!-posso achar estrano e errado moralmente mas legalmente válido) então a instituição tem que o assumir e transferir o doente para um local onde os cuidados prestados sejam os adequados. Agora o estar a privar o doente da medicação, hidratação, alimentação e estar a colocar constantemente a sua saúde em risco (porque sabes que ele tem desiquilibrio corporal e cai mas não o ajudas porque n podes, está certo, mas não o ajudas) então considero que isto é caso para denunciar a situação pois é grave e passa por sujeitar um ser humano a lago que considero mesmo "tortura" (Fome? Dor devido às quedas?). O DIREITO À PROTECÇÃO DA SAÚDE, À ALIMENTAÇÃO E HIDRATAÇÃO são direitos comuns a todos nós e nada nem ninguém os pode segregar com as justificações apresentadas...O teu local de trabalho pode não ser uma "Inst. de Caridade" mas tem responsabilidades e o problema é que tu também...
Boa Sorte para a resolução do caso.

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Olá Colegas...só para dar noticias...

Fui agora mesmo contactada pelo Hospital de S. João para iniciar funções na Segunda. Sou o nº 224, mas como já estou com contrato indeterminado não aceitei.
Fui contactada do 910667526.
Boa Sorte para os colegas que vêm a seguir.

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Alguns conselhos.

Relacionamento com a família;
Problemas psico-socio-económicos do doente oncológico;
A dinâmica da equipa interdisciplinar;
Relacionamento em cuidados paliativos.

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Cuidados Gerais / Re: Enfermagem em Ginásio
« em: Março 11, 2011, 16:40:37 »
Só se for aproveitar os aparelhos para reabilitação. Qt a funções tipo "pesonal trainer" não julgo estarmos formados par tal.

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Anúncios de Emprego / Re: Concurso Hospital Santo António???
« em: Fevereiro 27, 2011, 21:29:30 »
Citação de: Enf602
Ola. Faltam menos de 10 pessoas para chegar ao meu n.º.
Apesar de ser da cidade invicta, ja exerço a minha profissão ha quase 2 anos num hospital distrital fora do porto.
Os colegas que entraram ha pouco para o santo antonio, podem dizer-me por favor qual a remuneração base que lhes foi oferecida? são os 1020,06 Euros? e os suplementos nocturnos? sao pagos a 25 ou a 50%. Premio de assuididade, existe ou não? Agradeço a quem responder, uma vez que estes são pontos fundamentais que todos deveremos saber de antemão.
Obrigada

Olá colega. O salário é de 1020,06 Euros mas por 40h/semana. Depois pagam um suplemento de produtividade de 20% desse valor, para o receber não podes faltar, não comparecer ou chegar atrasado mais do que 1 dia no mês (isto incluí baixas,  licenças de maternidade, casamento, ou por morte de familiar...não inclui as férias).
Quanto às horas nocturnas acho que não são pagas por percentagem. Recebes um valor fixo a mais por um turno ao sábado de tarde, ao domingo e pelas noites, não te sei agora dizer quanto é mas está nos contratos. Acho que varia entre mais ou menos os 15euros e os 40euros a mais.

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Nem sempre colega. Na minha tb temos que ser nós a escolher e pedir aos tutores orientação.

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Penso que vindo de um País Europeu concorres em igualdade com os Portugueses. Podes entrar fazendo os exames nacionais necessário ou pelos concursos para maiores de 23Anos. Penso que apenas precisas de tratar da tradução da tua certificação de secundário. Isso é que já não sei explicar.

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Citação de: Mauro_G
Lipa 85

Para contextualizar esse ponto : Durante a época de escassez de enfermeiros os rendimentos obtidos por estes eram bem mais razoáveis que agora, no entanto foram rendimentos obtidos de incentivos conjunturais e que poderia ser previsível  que seriam retirados quando noutra conjuntura...

Nessa altura os rendimentos eram altos à custa de horas extraordinárias bem pagas, horários acrescidos e afins ao invés de salário base alto: é que os salários base são muito mais difíceis de serem alterados para pior, isto para os que têm emprego claro.

Sim, eu percebi. O que acontece e onde quero chegar é que, neste momento as pessoas trabalham o mesmo, como "horários acrescidos" porque fazemos horas e mais e horas extra, mas não recebemos nada por isso. Para ajudar à festa também não vi o salário base ser maior por recebermos menos incentivos! Ou seja, trabalhamos o mesmo em horas mas não recebemos os incentivos...qual é a vantagem disso? Só se for termos a noção de quanto realmente ganhamos. Discordo ainda quanto ao base ser dificil de retirar...mais uma vez..basta rescindir contrato. E olha que fiquei preplexa há umas semanas quando descobri o quão fácil é para um hospital despedir funcionários, mesmo que depois os volte a contratar. Pensava que seia mais dificil quando se necessita deles...mas há sempre formas de dar a volta. E como ficas desempregado voltas sempre e logo que o hospital te chame de novo.

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E aqui coloco a minha opinião, tal como pedido pelo colega, sobre outros pontos que vejo com outros olhos:
[font=Verdana:3jmynd2k]"-O excesso de enfermeiros levará a uma maior competitividade nos locais de trabalho que se poderá traduzir num aumento da formação como garantia de se manterem competentes e não serem ultrapassados."...Ok, Ok...até pode ser que os Enfermeiros procurem mais formação. Mas acham mesmo que há mais Enfermeiros motivados de facto para a mesma? Com menos recursos económicos e mais instabilidade laboral já começamos a ouvir afirmações como por exemplo "não vou investir para depois não ser valorizado ou ganhar mais com isso" no nosso local de trabalho. Há claro aqueles que investem, mas a formação tornou-se quase que uma obrigação para uns e como uma luz ao fundo tunel para outros. No meio desta gente toda haverá uns poucos de facto motivados para aprender mais...os mesmos que sempre houve Vantagens? Claro que existem...para as escolas que exploram de uma forma deplorável os alunos/enfermeiros. E ok, temos mais formação, mas será melhor? Iremos de facto aplicá-la ou será adequada à nossa prática diária. Como é que eu posso investir em formação para ser melhor no que faço de hoje trabalho na urgência e amanhã posso estar num lar? Uma coisa é certa: Mais é muito diferente de Melhor...


"- Existirá uma menor prevalência de duplo emprego e consequentemente maior tempo disponível para actividades fora da Enfermagem, nomeadamente Política (Partidos e coisas assim)." - Sim? Bom, antes do mais, tenho a dizer que preferia o duplo emprego quando se ganhava (hipoteticamente) 1000euros em cada um do que agora que se chega a ter um emprego e se trabalha por 500euros ou de borla (esta última parte já não é tão hipotética). Tenho ainda a dizer que a maioria das pessoas que conheço e que se dedica a actividades fora da Enfermagem ou o faz por dinheiro (ou seja, conta como segundo emprego) ou para além disso tem também um segundo emprego. Será de facto o tempo “livre” uma motivação tão forte para nos dedicarmos à política e que chegue para fazer face à desacreditação na política e ao desânimo social que vivemos actualmente em Portugal.
“- Expansão da actividade de enfermeiros para campos mais descurados até aqui nomeadamente saúde na comunidade (escolas, acção social, grupos).”- Muito bem, é de facto bom que procuremos outros campos, o problema é que normalmente só lá se chega quando se trabalha em algum sitio…e como desemprego não é sinónimo de contratação de mais enfermeiros como é que o autor deste POST me explica esta expansão? Porque agora qualquer escola pode ter um Enfermeiro porque alguns se submetem a trabalhar de borla? É que não estou a ver a expansão desta actividade actualmente nem a imagino num futuro próximo a ser feita de forma remunerada.

“- Maior disponibilidade para investir na qualidade dos serviços prestados e sua avaliação (elaboração de protocolos, maior "frescura física" para trabalhar, maior acção na área da Qualidade da estrutura, processo e resultados).” – De que é que serve a “frescura física” quando andamos moralmente abatidos. Acha mesmo que quando um Enfermeiro passa dias a aguardar a chegada ou não de uma carta de despedimento ou leva diariamente com afirmações do género “Se não queres estar aqui há quem queira”/”Se não estás assim tão disponível…”/”se não fazes isto ficas mal visto…” se consegue concentrar e dedicar a 100% ao seu trabalho, aos seus doentes? A pressão que muitos colegas sofrem todos os dias nos locais de trabalho está ao nível da violência psicológica. Acha mesmo que quando as pessoas não são respeitadas pelas entidades empregadoras respeitam a mesma? Acha que quando um profissional não sente que está seguro no seu local de trabalho no que diz respeito a contrato não procura alternativa e não muda com mais facilidade de empresa/hospital? E quando se está constantemente a pensar em qual será o nosso próximo local de trabalho julga que se importa em trabalhar para a melhoria do seu local de trabalho…aquele no qual não o respeitam ou valorizam??? Pessoalmente vejo os nossos colegas cada vez mais desmotivados. Deixamos a pouco e pouco de considerar o Hospital algo respeitável e os nossos serviço como um local seguro…começamos a reclamar por tudo, a tentar dar em retorno aquilo que sentimos que nos é oferecido…e quando temos hipótese de fugir para algum minimamente melhor fazemo-lo sem olhar para trás, sem olhar com o mínimo de respeito para o patrão que vamos “abandonar”…ou seja, damos o que nos foi dado.

“- Maior exigência na preparação dos alunos para o Mercado de Trabalho através do aumento da exigência curricular e formativa.” – Pois…eu contava que isto acontecesse, mas com o desemprego, os alunos que escolhem Enfermagem são menos e as escolas têm assim médias mais baixas, logo, depreende-se que não são tão bons. Pois, já sei que me estão a enxovalhar porque muitos defendem que uma média mais baixa não significa ser pior Enfermeiro. Tb concordo…plenamente…mas se uns iluminados nos dizem que somos seriados por notas obtidas por algum motivo é…se damos uma classificação de 12 a um aluno e de 16 a outro tb é por algum motivo…é pk um é melhor em algo, ou isso ou andamos a dar notas pelos lindos olhos e eu ainda não sabia! Assim sendo, se os alunos são mais fraquitos…não será difícil torná-los melhores??? Ok..imaginemos que só estive a dizer baboseiras e que até é possível. Mas e depois? Já alguém viu as vagas diminuírem ou escolas de Enf. Fecharem? Eu não…o que vejo é campos de estágio a faltarem; alunos de Enfermagem a fazerem estágio de saúde infantil em escolas ou de saúde comunitária em lares (exclusivamente) e serviços que recebem tantos alunos que nem sabem o que lhes fazer! Como se vai melhorar a formação de base ao certo? Unicamente nas escolas?   [/color][/font:3jmynd2k]

Esta é a minha opinião. A mentalidade da Enfermagem tem que ser mudada, mas não é decerto o desemprego que a vai mudar, pelo menos não para melhor. Não é o não trabalharmos que nos vai dar mais possibilidades de desenvolvimento ou formativas. Vai-nos sim retirar poder social e económico que são essenciais para que as pessoas tenham possibilidade, disponibilidade e incentivo para investiram em si como profissionais.

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Ao ler o artigo, fiquei-me logo pelo primeiro ponto: "(...)Fazer-nos repensar que nada é eterno e que quando obtemos um ganho garantir de que ele não pode facilmente ser retirado: por exemplo não ir novamente no engodo de horários acrescidos, horas extra e subsídios vários... Salário base alto acima de tudo..." : concordo que quando o emprego escasseia, quem tem um tente preservá-lo. O problema é que quando nos deparamos com a situação actual poucos são os que, por mais que façam, podem garantir que o emprego ou as regalias não lhe podem ser retirados pois isso é o mais fácil de tudo. Quando as entidades empregadoras têm as facilidades de despedimento actuais e o exagerado nº de profissionais disponiveis, retirar benefícios é tão fácil como rescindir um contrato. Quanto ao facto de preferirmos salário base alto ao invés de outros benefícios "extra" estou totalmente em desacordo: quando há desemprego os "horários acrescidos" saem de borla ao patronato, pois com medo de ser despedido ou de não ver o contrato renovado poucos são os que se atrevem a recusar a fazer as tais "horas extras" que são mal pagas, ou que não o são de todo. Os subsídios que alguns hospitais dão, não passam na maior parte dos casos por uma forma de atirar areia para os olhos, pois habitualmente baseia-se a sua atribuição à assiduidade. Ou seja, ou trabalhas nem que estejas a morrer ou ficas sem uma fatia significativa do teu salário, já de si cotado no mínimo possivel, pois desde que ouço falar em desemprego na Enfermagem ainda não vi ninguém a procurar e a encontrar um salário muito mais alto do que o habitual (o contrário é bem mais fácil)...e o mais estranho é que na prática nem gastam mais dinheiro do que gastavam anteriormente, simplesmente limitam-se a pagar por 40H/sem o que se pagaria por 35h e enfiar a diferença para o salário base de 40h como "Subsídio de assiduidade"!. Ou seja, o não procurarmos horários acrescidos, subsidios ou horas extra não são uma vantagem do desemprego para os Enfermeiros, reflectem apenas uma sociedade que te faz trabalhar mais porque, se não o fizeres (mesmo que seja de borla), há quem o queira fazer por ti...

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Ok...uma intervenção sem qq base cientifica: Enquanto a minha mãe estava internada acordavam-me de 3 em 3 horas, mas eu acabava a chorar e de aborrecida e não mamava. O meu pediatra disse na altura que eu acordaria quando  tivesse fome. Assim sendo, e contra tudo o que é habitual, durante a noite mamava às 24h (Muito...diga-se de passagem) e acordava só pelas 7horas...segundo a minha mãe nunca acordava a meio da noite. Preocuparam-se no inicio mas depois como o peso estava sempre optimo continuei assim. Isto é uma experiência pessoal mas que, juntamente com a opinião de colegas e especialistas me leva a dizer que os pequenotes acordam qd têm fome, excepto em alguns casos. O importante é ir vigiando o peso.

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