Autor Tópico: Gerontologia e Geriatria  (Lida 16560 vezes)

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Gerontologia e Geriatria
« em: Outubro 18, 2004, 19:33:06 »
Vivemos numa sociedade cada vez mais envelhecida, fruto por um lado do aumento da esperança média de vida, e por outro da diminuição do número de nascimentos. A importância social do idoso é mascarada pela imagem que deles foi sendo criada… O seu papel é restrito ao lazer, evidenciando que ao chegar-se à terceira idade o indivíduo se deve apenas preocupar com esta área. São desta forma encarados, em virtude da produtividade que têm para a sociedade…

Por norma a sua definição, é comummente, aceite em contraposição á de jovem, e consequentemente em contraposição às suas qualidades: actividade, força, memória, beleza, potência e produtividade (qualidades opostas às normalmente associadas aos idosos).

Um exemplo do que acima referi: a sexualidade na pessoa idosa. Esta é encarada de forma depreciativa, não sendo atendida como uma necessidade da pessoa idosa. No caso do idoso, há como uma astenia sexual, ou seja, uma diminuição do vigor sexual, caracterizada pela fase de senilidade que, em relação à sexualidade, tem um declínio das suas funções após a menopausa na mulher e após a andropausa no homem, quando a potência e a fertilidade diminuem. Porém, o interesse sexual continuará indefinidamente, quando estimulado. No entanto, se o individuo refere essa necessidade, é alvo de chacota, como se fosse uma monstruosidade…  .

Por fim, ainda relativo a este tema. Muitos dos “nossos velhos” vão sendo entregues a lares, onde são cuidados, ou melhor, onde certos técnicos “olham” por eles… Questiono-me se não teremos nós enfermeiros uma palavra sobre o assunto… E tocamos novamente na velha questão: estaremos nós a acomodarmo-nos a esta triste realidade? Estaremos nós a esquecermo-nos da nossa formação?

Encararemos nós o idoso, como um todo?! Quer seja em lares, ou no centro de saúde, ou no hospital, ou mesmo na rua?! Atenderemos a todas as necessidades do indivíduo?...
Abílio Cardoso Teixeira
(SCI1: CHP - HSA)

Offline Guytonn

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Gerontologia e Geriatria
« Responder #1 em: Outubro 19, 2004, 01:25:45 »
O enfermeiro não está de todo sensibilizado para a problemática da 3ª idade. Encaramos esta etapa da vida como a etapa do desaire, da perda, da involução. Nada mais erróneo!  É possívell imprimir a esta etapa um novo élan, um significado diferente daquele a que estamos acostumados a dar. A velhice é uma etapa do ciclo vital tão ou mais válida do que as demais. Por certo assistimos ao decaimento de algumas funções fisiológicas mas por outro lado é nesta etapa que várias capacidades atingem o seu auge: a sensibilidade para os pormenores da vida,  a habilidade de decidir correctamente e sensatamente face a determinados cenários da vida, a capacidade de efectuar leituras totais acerca do conteúdo da sua própria existência...No entanto, ostracisamos o idoso apenas porque ele já não cumpre o seu papel produtivo numa sociedade econocrata, tornando-se num produto residual da sociedade. O idoso ainda pode dar muito à sociedade, com a sua experiência com o seu bom senso, com o seu exemplo de vida.
 Está consagrado um papel fulcral aos enfermeiros nos cuidados ao idoso. A manutenção da saúde, a estimulação das suas capaciaddes cognitivas e físicas, a integração do idoso em actividades produtivas, a promoção da interacção entre as comunidades da terceira idade, a abordagem transgeracional, o envolvimento da família em todas as acções referentes ao idoso é da responsabilidade do enfermeiro.No entanto, é necessátrio informar e formar profissionais de enfermagem capacitados para estas actividades, pois o cuidado ao idoso é um campo estratégico subaproveitado pela enfermagem e que, actualmente, tem vindo a despertar a atenção em vários sectores de profissionais. Se não agirmos celeremente e nos embrenharmos nesta questão corremos o risco de vermos o nosso papel como agentes cuidadores da terceira idade secundarizado em detrimento de outras classes profissionais.
PRESENTE É SIMULTÂNEAMENTE O EPÍLOGO DO PASSADO E O PRÓLOGO DO FUTURO.

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Gerontologia e Geriatria
« Responder #2 em: Outubro 19, 2004, 19:28:43 »
Guyton, subscrevo tudo o que disse...

E acrescento, o que se subentende: os enfermeiros, não estando sensibilizados para esta realidade, encarando os idosos como aquele que "já não cumpre o seu papel produtivo numa sociedade econocrata", correm o risco de perder (uma vez mais) algum do nosso campo...

Com o surgimento dos lares (não sei se recentemente, ou nem tanto) surge uma "nova classe". Os cuidados, se assim se pode chamar, aos idosos acolhidos nesses lares são prestados por técnicos. Já acima, no primeiro post falei disto, o guyton também falou, mas vejo-me obrigado a cair no erro da repetição: a nossa identidade está gradualmente a ser perdida...

A promoção da saude... É feita aos e/ou para os idosos?! Posso estar a ser injusto com a classe em geral, mas creio que muito pouco é feito... Explicando-me melhor, o que é feito pelos idosos é aquilo que é visível, mas não haverá muito mais a fazer???
Abílio Cardoso Teixeira
(SCI1: CHP - HSA)

Offline pedrojosesilva

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Gerontologia e Geriatria
« Responder #3 em: Outubro 20, 2004, 11:28:08 »
Se calhar estou a ser polemico, mas assim como as farmacias são obrigadas a ter um director clínico e outro farmaceutico, os lares de 3ra idade deveriam ser obrigados a ter um director de enfermagem. Faz todo o sentido, que alguém seja o responsavel pelos cuidados prestados aos idosos, de uma forma global.

Acho que é um ponto muito pouco explorado na sociedade portuguesa. talvez por isso venham a publico noticias de maus tratos em lares ou então falata de condições que transformam os ditos lares em autenticos armazens de idosos.

Offline nunotavares

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« Responder #4 em: Dezembro 26, 2004, 14:55:04 »
Para os mais interessados na área aqui fica a dica....

Mestrado em Gerontologia na Universidade de Aveiro

Um abraço,  :D

Offline lis

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Gerontologia e Geriatria
« Responder #5 em: Março 14, 2005, 19:13:05 »
Este tema é para mim muito importante, fiz o meu CESE na vertente Gerontologia/Geriatria  com muito entusiasmo. É claro que o que hoje sinto e a maneira como inter- ajo com os idosos não vem só dessa experiência, mas ajudou muito. O que mais mexeu comigo e com esta problemática foi trabalhar sempre numa medicina e por um curto periodo acumular num centro de saude. Conhecer os idosos no seu contexto familiar tornou-me mais sensivel às suas necessidades e desejos. A minha postura dentro do hospital mudou radicalmente, perceber o idoso e conhecer o seu contexto fez com que me preocupasse, não apenas com o tratamento do seu problema de saúde mas também com o depois ...
A expressão "não tornes o teu doente dependente de ti mas sim independente de todos" é cada vez mais uma preocupação para mim.

Offline pedrojosesilva

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Gerontologia e Geriatria
« Responder #6 em: Março 16, 2005, 02:39:05 »
Movi o tópico de "Enfermagem Geral" para "Especialidades".


Estou a tentar obter uma resenção do livro "O Idoso, a Doença e o Hospital" da nossa colega Dulce Gaspar Cabete. Se conseguir, coloco em Destaque Mensal.

Offline Shirley Afonso

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Continuando a falar em idoso
« Responder #7 em: Janeiro 14, 2006, 00:39:53 »
Li um artgio na sociedade de geriatria aqui no Brasil, achei muito interessante vou passar alguns trechos:


O IDOSO E A FAMÍLIA EM PROGRAMAS DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR - O PAPEL DO ASSISTENTE SOCIAL NESTE CONTEXTO


A atenção às questões relativas às famílias quando da presença de um idoso fragilizado no domicílio, e a conseqüente necessidade de um trabalho de assistência domiciliar, não é e nem pode ser considerada exclusividade ou privilégio do assistente social. A atuação interdisciplinar é fundamental para que se possa realizar um trabalho de qualidade. A OPAS (1992) define que “a promoção da saúde do idoso deve estar a cargo de uma equipe interdisciplinar”.

Cuidados geriátricos e gerontológicos não se resumem ao aumento do período da vida mas, principalmente, na melhoria da qualidade desta vida. Desta forma, é absolutamente imprescindível que a realidade do indivíduo idoso seja abordada por profissionais de diversas áreas, uma vez que o processo de envelhecimento reúne aspectos cronológicos, biológicos, psíquicos, sociais e funcionais.

Compreender e trabalhar todas as facetas da vida de um indivíduo, especialmente aqueles mais velhos, que são parte de um contexto maior e não só recebem impacto do ambiente como e principalmente atuam sobre ele, só é possível através de uma abordagem interdisciplinar. Devemos, porém, ter a clareza de que a interdisciplinaridade não se resume na somatória de disciplinas mas, é sim a intersecção entre elas, de modo a garantir uma complementariedade entre todas as áreas.

Na prática específica da assistência domiciliar que é, neste momento, nosso objeto de estudo, a equipe interdisciplinar assume, portanto, papel fundamental, pois é na convergência de todas as áreas que se pode melhor elaborar o plano de ação para aquele indivíduo e sua família.

De maneira geral, a literatura aponta como vantagens do trabalho interdisciplinar, dois fatores:

a)abordagem ampla, com maior extensão e profundidade;
b)controle de qualidade feito por todos os profissionais envolvidos.

Deve caber, na prática de trabalho interdisciplinar, a toda equipe, a tomada de decisões, visando as melhores formas de intervenção.
Na descrição dos programas de assistência domiciliar tem sido comum estabelecer como equipe mínima: médico, enfermeira e assistente social. Quando acrescida de outros profissionais, são eles: terapeuta ocupacional, fisioterapeuta, nutricionista, fonoaudiólogo, psicólogo e esporadicamente outros, quando a patologia exige.

O que acham verdade ou mentira?


FONTE:http://www.sbgg-sp.com.br/?destino=secoes_fixas_home&id_secao=2
quot;Todo o bem que pudermos fazer, toda a ternura que pudermos dar a um ser humano, que o façamos agora, neste momento, porque não passaremos duas vezes pelo mesmo caminho."

Offline Shirley Afonso

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E falando mais um pouco de idoso
« Responder #8 em: Janeiro 14, 2006, 01:21:57 »
A Política Nacional do Idoso: um Brasil para todas as idades

Os desafios trazidos pelo envelhecimento da população têm diversas dimensões e dificuldades, mas nada é mais justo do que garantir ao idoso a sua integração na comunidade. O envelhecimento da população influencia o consumo, a transferência de capital e propriedades, impostos, pensões, o mercado de trabalho, a saúde e assistência médica, a composição e organização da família. É um processo normal, inevitável, irreversível e não uma doença. Portanto, não deve ser tratado apenas com soluções médicas, mas também por intervenções sociais, econômicas e ambientais.

A política pública de atenção ao idoso se relaciona com o desenvolvimento sócio-econômico e cultural, bem como com a ação reivindicatória dos movimentos sociais. Um marco importante dessa trajetória foi a Constituição Federal de 1988, que introduziu em suas disposições o conceito de Seguridade Social, fazendo com que a rede de proteção social alterasse o seu enfoque estritamente assistencialista, passando a ter uma conotação ampliada de cidadania.

A partir daí a legislação brasileira procurou se adequar a tal orientação, embora ainda faltem algumas medidas. A Política Nacional do Idoso, estabelecida em 1994 (Lei 8.842), criou normas para os direitos sociais dos idosos, garantindo autonomia, integração e participação efetiva como instrumento de cidadania. Essa lei foi reivindicada pela sociedade, sendo resultado de inúmeras discussões e consultas ocorridas nos estados, nas quais participaram idosos ativos, aposentados, professores universitários, profissionais da área de gerontologia e geriatria e várias entidades representativas desse segmento, que elaboraram um documento que se transformou no texto base da lei.

Entretanto, essa legislação não tem sido eficientemente aplicada. Isto se deve a vários fatores, que vão desde contradições dos próprios textos legais até o desconhecimento de seu conteúdo. Na análise de muitos juristas, a dificuldade de funcionamento efetivo daquilo que está disposto na legislação está muito ligada à tradição centralizadora e segmentadora das políticas públicas no Brasil, que provoca a superposição desarticulada de programas e projetos voltados para um mesmo público. A área de amparo à terceira idade é um dos exemplos que mais chama atenção para a necessidade de uma "intersetorialidade" na ação pública, pois os idosos muitas vezes são "vítimas" de projetos implantados sem qualquer articulação pelos órgãos de educação, de assistência social e de saúde.

De acordo com membros do Ministério Público, algumas deficiências da Política Nacional do Idoso, são: a falta de especificação da lei que contribua para criminalizar a discriminação, o preconceito, o desprezo e a injúria em relação ao idoso, assim como para publicidades preconceituosas e outras condutas ofensivas; dificuldades em tipificar o abandono do idoso em hospitais, clínicas, asilos e outras entidades assistenciais para a punição de parentes das vítimas; falta de regulamentação criteriosa sobre o funcionamento de asilos, sendo preciso que a lei especifique o que devem essas entidades disponibilizar para a clientela, quem deverá fiscalizá-las, e qual a punição para os infratores.

Quantos anos tem o idoso?

O Plano de Ação Internacional sobre Envelhecimento das Nações Unidas (1982), acompanhando a orientação da Divisão de População, estipulou 60 anos como o patamar que caracteriza o grupo idoso. Porém, é usual, em demografia, definir 60 ou 65 anos como o limiar que define a população idosa, explica em seu texto sobre o Envelhecimento da população brasileira, o professor Morvan de Mello Moreira do Instituto de Pesquisas Sociais da Fundação Joaquim Nabuco (PE), acrescentando que "por envelhecimento populacional entende-se o crescimento da população considerada idosa em uma dimensão tal que, de forma sustentada, amplia a sua participação relativa no total da população. A ampliação do peso relativo da população idosa deve-se a uma redução do grupo etário jovem, em conseqüência da queda da fecundidade, configurando o que se denomina envelhecimento pela base".
Para o advogado Flávio Crocce Caetano, especialista no assunto, um dos grandes problemas da legislação é a definição de "idoso" para fins de proteção. Caetano evidenciou as controvérsias existentes na legislação, citando que a Constituição Federal menciona o limite de 65 anos, mas na Política Nacional do Idoso esse limite é de 60 anos - conforme é adotado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Já o nosso código penal, menciona a idade de 70 anos.

A Política Nacional do Idoso objetiva criar condições para promover a longevidade com qualidade de vida, colocando em prática ações voltadas, não apenas para os que estão velhos, mas também para aqueles que vão envelhecer, bem como lista as competências das várias áreas e seus respectivos órgãos. A implantação dessa lei estimulou a articulação dos ministérios setoriais para o lançamento, em 1997, de um Plano de Ação Governamental para Integração da Política Nacional do Idoso. São nove os órgãos que compõem este Plano: Ministérios da Previdência e Assistência Social, da Educação, da Justiça, Cultura, do Trabalho e Emprego, da Saúde, do Esporte e Turismo, Transporte, Planejamento e Orçamento e Gestão.

Na relação do que compete às entidades públicas, encontram-se importantes obrigações como estimular a criação de locais de atendimento aos idosos, centros de convivência, casas-lares, oficinas de trabalho, atendimentos domiciliares e outros; apoiar a criação de universidade aberta para a terceira idade e impedir a discriminação do idoso e sua participação no mercado de trabalho.

Estatuto do Idoso
O distanciamento entre a lei e a realidade dos idosos no Brasil ainda é enorme. Segundo os especialistas, para que esta situação se modifique, é preciso que ela continue a ser debatida e reivindicada em todos os espaços possíveis, pois somente a mobilização permanente da sociedade é capaz de configurar um novo olhar sobre o processo de envelhecimento dos cidadãos brasileiros.

Concordando com essa perspectiva, tem emergido da sociedade civil organizada a cobrança pela aprovação do Estatuto do Idoso, que está em tramitação no Congresso Nacional. O Projeto de Lei 3.561/97, do Deputado Paulo Paim (PT/RS), cria o Estatuto do Idoso acrescentando novos dispositivos à Política Nacional do Idoso. Esse projeto está embasado na concepção da necessidade de aglutinação, em norma legal abrangente, das postulações sobre idosos no país, exigindo um redirecionamento de prioridades das linhas de ação das políticas públicas.

Para o relator do substitutivo deste projeto, deputado Silas Brasileiro (PMDB/MG), consideráveis avanços já foram obtidos, com a edição da lei que instituiu a Política Nacional do Idoso. Porém, ela cuida essencialmente da atuação do poder público na promoção das políticas sociais básicas de atendimento ao idoso, enquanto o Estatuto do Idoso consolida os direitos já assegurados na Constituição Federal, sobretudo tentando proteger o idoso em situação de risco social. São novas exigências da sociedade brasileira para o atendimento da população idosa.

Envelhecimento da População Brasileira
O Relatório Nacional sobre o Envelhecimento da População Brasileira, um dos mais completos documentos já produzidos sobre o assunto, resultante de um trabalho coordenado pelo Itamaraty, com ampla participação de órgãos do Estado e entidades da sociedade civil. Nele, o envelhecimento da população brasileira se evidencia por um aumento da participação do contingente de pessoas maiores de 60 anos de 4%, em 1940, para 9% em 2000. Além disso, a proporção da população acima de 80 anos tem aumentado, alterando a composição etária dentro do próprio grupo, o que significa que a população considerada idosa também está envelhecendo. Representa o segmento populacional que mais cresce, embora ainda seja um contingente pequeno: de 166 mil pessoas, em 1940, o grupo "mais idoso" passou para quase 1,8 milhões em 2000 e representava 12,6% da população idosa em 2000 e aproximadamente 1% da população total.


O relatório aponta que as mudanças ocorridas na estrutura populacional - crescimento exponencial da população brasileira de 60 e mais anos de idade, longevidade e queda da fecundidade - está acarretando uma série de conseqüências sociais, culturais, econômicas, políticas e epidemiológicas, para as quais o país não está ainda devidamente preparado. Esse salto representa um fator de pressão importante para a inclusão do tema na agenda de prioridades do governo.
Ações eficazes e oportunas devem ser adotadas para que essa faixa etária cresça não só em termos quantitativos, mas também com a melhor qualidade de vida possível. Para que isto se torne realidade, é preciso que a sociedade como um todo participe desse propósito, diagnostica o relatório, sugerindo que campanhas de conscientização da família e da sociedade são vitais para a mudança de mentalidade no tratamento da questão do envelhecimento. O objetivo é mudar o modelo para um envelhecimento saudável, implementando e ampliando a rede de cobertura dos serviços e programas de atenção à população idosa e às demais gerações.


População total e alfabetizada de idosos residentes, por grupos de idade - Brasil


Grupos de Idade Total Alfabetizada
60 a 64 anos 4.600.929 3.259.833
65 a 69 anos 3.581.106 2.396.782
70 a 74 anos 2.742.302 1.755.984
75 a 79 anos 1.779.587 1.052.365
80 anos ou mais 1.832.105 956.989
Total 14.536.029 9.421.953
Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000.  

 

Importância da atuação da sociedade civil organizada

A sociedade civil brasileira tem tido papel fundamental na reivindicação dos direitos sociais, na construção e na efetivação das políticas públicas voltadas à população idosa.
A Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), entidade científica filiada à Associação Médica Brasileira (AMB) foi a primeira frente de defesa do idoso. Promove, em parceria com suas seções regionais, ativo e intenso programa de formação de recursos humanos. Mantém cursos, simpósios, congressos e jornadas, buscando esclarecer, ensinar e difundir os conhecimentos da área de Geriatria e Gerontologia.

Outra instituição pioneira a sistematizar um programa de atendimento à terceira idade no Brasil foi o Serviço Social do Comércio (SESC). O trabalho com idosos no SESC tem sua origem nas experiências da área de trabalho com grupos, que a entidade desenvolve praticamente desde sua criação, em 1946. O Centro de Referência do Envelhecimento (CRE), é um projeto desenvolvido pelo SESC - Rio Grande do Sul, desde o ano de 2000, que utiliza o ambiente virtual para informar e atualizar a sociedade sobre o processo de envelhecimento digno e ativo. Propõe reflexão sobre o envelhecimento em toda sociedade, incentiva e mantém uma rede de serviços, por meio do desenvolvimento integrado de informação, pesquisa e ensino. Segundo as estatísticas, o SESC já atendeu em todo território nacional, a uma clientela inscrita de aproximadamente 70.000 pessoas idosas, além daquelas atendidas nas programações e eventos abertos à comunidade, que totalizam 5 milhões de atendimentos.

A Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (COPAB), organiza e representa aproximadamente vinte milhões de brasileiros aposentados, na sua maioria entre cinqüenta e oitenta anos de idade. A COBAP tem como missão prioritária estabelecer articulações, prestar informações, atuar junto aos órgãos públicos, fazer-se representar em Conselhos de Defesa de Direitos e de Políticas Públicas com o objetivo primordial de defender os direitos sociais da população idosa.

A Associação Nacional de Gerontologia (ANG) é uma entidade de natureza técnico-científica de âmbito nacional, voltada para a investigação e prática científica em ações relativas ao idoso. Congrega profissionais, estudantes de diversas áreas e pessoas interessadas em torno das questões do envelhecimento em suas várias dimensões e campos de produção. Tem por finalidade contribuir para o desenvolvimento de uma maior consciência gerontológica em prol de melhorias das condições de vida da população idosa e com justiça social.

O trabalho realizado pela Pastoral da Terceira Idade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é de atenção domiciliar às pessoas idosas. Realiza o acompanhamento, através de visita residencial mensal efetuada pelos líderes comunitários e também, quando necessário, faz o encaminhamento para a rede básica de saúde, ou outras entidades e pastorais. No programa, os idosos são orientados sobre a importância das atividades físicas, ingestão de líquidos, prevenção de quedas e uso da vacina contra pneumonia e gripe.

Um dos motivos do sucesso do Programa Terceira Idade na Pastoral está no seu ágil sistema de informações, capaz de emitir relatórios mensais e circunstanciados sobre a situação de saúde e desenvolvimento de algumas atividades de vida diária dos mais de vinte mil idosos acompanhados em todo o Brasil. Com isso, todos os níveis de coordenação de atividades, do comunitário ao nacional, podem ter uma avaliação permanente de suas ações e realizarem seus planejamentos e capacitações com base em dados atualizados de sua realidade.

Com o intuito de dar continuidade a esse trabalho e de estimular o surgimento de uma cultura de envelhecimento saudável no interior das famílias, a CNBB definiu que para a Campanha da Fraternidade de 2003, o tema vai ser "Fraternidade e as pessoas idosas - Vida, Dignidade e Esperança".
 

(MP)


Mais informações:
Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia
http://www.sbgg.org.br
Centro de Referência do Envelhecimento - SESC-RS
http://www.sesc-rs.com.br
Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas
http://www.cobap.hpg.com.br
Movimento Nacional dos Servidores Públicos Aposentados e Pensionistas
http://www.mosap.org.br
Associação Nacional de Gerontologia - seção RJ
http://sites.uol.com.br/anj-rj/
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Offline Shirley Afonso

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[b]FALANDO DO BRASIL[/b]
« Responder #9 em: Janeiro 23, 2006, 19:29:09 »
Aproveitando que passei por aqui e como adoro Geriatria e Gerontologia, li este notícia que retrata o abuso e violência do idoso em casa, na rua em todos lugares, esta notícia é 1992, e já havia a preocupação destes estudos por causa  do grande índice de violência contra aos idosos, isso antes do estatuto do idoso, conseguem imaginarem como deve está agora? Mesmo com estatuto do idoso. Não existe diferença alguma de 1992 para agora, são coisas que acontecem, melhor vão rolando aqui no Brasil que não dá pra nem se expressar. É claro que tem aumentado cada vez mais os estudos em idosos e algumas práticas do estatuto estão sendo usadas, mas ainda existe um pouco de preconceito com os idosos!!!


Citar
Velhos sofrem violência em casa e nas ruas

Os idosos e as crianças estão entre as principais vítimas de violência doméstica e raras vezes conseguem se livrar do agressor e recomeçar uma vida saudável. Os maus-tratos não são exclusividade de países pobres, como o Brasil, e se tornam motivo de preocupação em todas as sociedades. Nos Estados Unidos, cerca de 2 milhões de idosos acima de 65 anos sofreram algum tipo de agressão. Dados do Conselho Nacional de Pesqusia norte-americano revelam que os estados não possuem profissionais capacitados para lidar com o assunto e faltam informações sobre as causas de abusos contra velhos.

A Comunidade Econômica Européia caminha no sentido de definir normas mínimas para o acolhimento dos velhos em asilos nos estados-membros para lhes garantir vida digna. No seu artigo 3º, inciso IV, a Constituição Federal do Brasil determina que o Estado deve promover o bem de todos, sem preconceito ou discriminação devido à idade. O Decreto Federal 1.948, de 3 de julho de 1996, regulamenta a lei sobre a Política Nacional do Idoso, pela qual "todo cidadão tem o dever de denunciar à autoridade competente qualquer forma de negligência ou desrespeito ao idoso". (veja reportagem nesta edição). O impasse se encontra na aplicação das leis, em contraste com a realidade.

O Rio de Janeiro é o estado brasileiro onde morrem mais idosos vítimas de violência, conforme pesquisa do Centro Latino-Americano de Estudos sobre Violência e Saúde (Claves), pertencente à Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Estima-se que, num grupo de 100 mil habitantes com mais de 60 anos, 249,5 morrem por homicídios, atropelamentos, tombos dentro de casa, entre outros.

Idosos se unem pelo respeito aos seus direitos
A coordenadora-executiva do Claves, Edinilsa Ramos de Souza, explica que apesar de ter sido criada, em 2000, a Política Nacional de Controle e Redução dos Acidentes e Violência, não saiu do papel. Ela informa que apenas alguns estados, como o Pará, Minas Gerais, Paraná e Pernambuco fizeram encontros e começam a estabelecer metas. Para ela, a notícia mais positiva é a mobilização de grupos de idosos que lutam por descontos nos preços dos medicamentos, por lazer e criação de associações.

A idade avançada deixa os idosos mais vulneráveis e, geralmente, são vítimas de quedas e atropelamentos. Não há segurança na travessia de semáforos e nem tempo suficiente para que cheguem do outro lado da rua. Edinilsa de Souza diz que é desrespeitosa a atitude de vários motoristas do transporte coletivo, que não gostam de levar velhos por não pagarem passagem e, dessa maneira, chegam ao ponto de acelerar o veículo quando o idoso vai entrar.

De acordo com Lan Hee Alves Castanha, coordenadora do Núcleo de Atendimento às Vítimas de Violência (Navv) do Hospital Municipal Dr. Arthur Ribeiro de Sabóia, que fica na capital paulista, 32% das mortes registradas de idosos são em decorrência de violência. A primeira causa é o acidente no transporte, seguida de espancamento e agressão e atropelamento. O Hospital do Jabaquara atende uma média de 32 mil pessoas por mês - 600 apanharam em casa, a maioria velhos e crianças. "O idoso é um reflexo, mas a prevenção está no jovem. A violência no jovem, na criança, acaba refletindo na idade adulta", comenta.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) desenvolve um trabalho etnográfico no Navv, do Hospital do Jabaquara, com o objetivo de preparar os profissionais para compreender a situação dos pacientes vítimas de violência. Segundo a antropóloga e professora do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp, Cynthia Andersen Sarti, a violência familiar não está dissociada da violência social e ela representa um ciclo.

A coordenadora do Navv, Lan Alves, acredita que só um trabalho conjunto com as instituições, ONGs, com a aplicação do Programa de Saúde Familiar, pode-se mobilizar a comunidade local. A situação entre as famílias, conforme constatação da equipe do Navv, é de brigas constantes de idosos entre si, com filhos, genros, noras e vizinhos. Lan Alves destaca que é necessário dar suporte psicológico às famílias, para lidar com o problema do desemprego, ajudar essas pessoas a recuperar a auto-estima e desenvolver políticas de prevenção da violência, sem repressão e intimidação.

Como nasce a violência e por que ela floresce entre as famílias brasileiras é uma questão ainda sem resposta. Na opinião da professora de Enfermagem da Universidade Federal da Bahia, Maria do Rosário Menezes, ela resulta de um modelo cultural, em que a estética é supervalorizada, em detrimento da velhice. Ela defendeu, em 1999, na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP-USP), a tese Da violência revelada...violência silenciada: um estudo etnográfico sobre violência doméstica contra o idoso. Ela constatou que a maioria dos idosos não dependia financeiramente dos seus agressores, tinha filhos, morava em casa própria e ainda assim sofria maus-tratos até dos filhos que moravam fora. As mulheres eram as principais vítimas e os filhos homens estavam entre os principais vilões da violência doméstica.

A orientadora da tese e chefe do Departamento de Medicina da EERP-USP, Amábile Rodrigues Xavier Manço, ressalta que a pesquisa revelou uma realidade triste, exibida pelas idas da doutoranda às delegacias de polícia de Ribeirão Preto, Instituto Médico Legal e às casas dos velhos sob ameaça de agressores, que preferem manter a violência em sigilo. "É muito triste você chegar ao fim da vida e ser espancado por alguém que você criou", observa. Para Maria do Rosário Menezes é possível envelhecer com dignidade e ser feliz no Brasil apenas se os dirigentes e a sociedade perceberem que se deve investir na qualidade de vida do povo.

FONTE: http://www.comciencia.br/framebusca.htm
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Offline Shirley Afonso

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FALANDO DO BRASIL
« Responder #10 em: Janeiro 24, 2006, 01:23:00 »
Enquanto faço minhas pesquisas para a confecção do meu TCC, encontrei vários links que direcionam para o estudo em geriatria e gerontologia, e gostaria de compartilhar com todos.

Espero que gostem!!!

Asociaciones, Centros, Academías, Institutos de Geriatría

Academic Institutions – Andrus Gerontology Center Library University of Southern California, Los Angeles
http://www.usc.edu/isd/locations/scienc ... asourc.htm

Administration on Aging – Department of Health & Human Services
http://www.aoa.dhhs.gov/

Alzheimer Disease Research Center – Washington University, St. Louis, Missouri
http://www.biostat.wustl.edu/adrc/

American Association for Geriatric Psychiatry (AAGP)
http://www.aagpgpa.org/

American Association for Retired Persons (AARP)
http://www.aarp.org/

American Geriatrics Society (AGS)
http://www.americangeriatrics.org/
 

British Geriatrics Society (BGS)
http://www.bgs.org.uk/

British Society of Gerontology (BSG)
http://www.soc.surrey.ac.uk/bsg/

Caja Costarricense de Seguro Social : Programa Adulto Mayor
http://www.info.ccss.sa.cr/ciud_oro/fridcoro.htm

Gerontological Society of America – National Academy on an Aging Society
http://www.geron.org/
 
HealthandAge.com –Novartis Foundation for Gerontology
http://www.healthandage.com/html/res/syllabus/index.htm

Huffington Center on Aging – Baylor College of Medicine, Houston, Texas
http://www.hcoa.org/

International Federation on Ageing / Fédération Internacionale du Vieillissement
http://www.ifa-fiv.org/

International Institute on Ageing – United Nations – Malta
http://www.inia.org.mt/

Institute of Gerontology (IoG) – Wayne State University
http://www.iog.wayne.edu/

Mayo Clinic Rochester – Community Internal Medicine Division-: Geriatric Medicine: Patient Education and Internet Links
http://www.mayo.edu/geriatrics-rst/pat-educ.htm

Mount Sinai School of Medicine – department of Geriatrics & Adult Development
http://www.mssm.edu/geriatrics/

National Aging Information Center – NAIC
http://www.aoa.dhhs.gov/naic/

National Institute on Aging (NIA) – National Institutes of Health -NIH
http://www.nih.gov/nia/

Sociedad Argentina de Gerontología y Geriatría (SAGG)
http://www.sagg.org.ar/

Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)
http://www.sbgg.com.br/

Sociedad Española de Geriatría y Gerontología (SEGG)
http://www.segg.es/

University of Illinois at Chicago – Department of Medicine : Geriatric Medicine
http://www.uic.edu/com/dom/geri/webpage/

World Health Organization – Centre for Health Development In Kobe – Ageing and Health
http://www.who.or.jp/ageing/index.html
 

Recursos de Geriatría y Gerontología en Internet

Administration On Aging – Directory of Web Sites on Aging
http://www.aoa.dhhs.gov/agingsites/default.htm

Administration on Aging – Web Sites on Aging
http://www.aoa.dhhs.gov/agingsites/default.htm

Alzheimer`s General Information Directory
http://www.alzforum.org/public/layperson_sites.html

Brownson’s nursing notes – Aging resources
http://members.tripod.com/~DianneBrownson/aging.html

Centers of Diseases Control and Prevention (CDC) – Senior Health
http://www.cdc.gov/health/seniors.htm

Comprehensive Health Information – Directory of Web Sites on Aging http://www.aoa.dhhs.gov/network/links.html

Diario Médico – España : En la Red Recursos de Geriatría http://www.diariomedico.com/geriatria/deinternet.html
 
Doctor`s Guide : Osteoporosis – Information & Resources
http://www.docguide.com/news/content.ns ... enDocument

Eldercare Web : Main Directory
http://www.elderweb.com/orgsearch.php3

Eldercare Web : Site Map
http://www.elderweb.com/sitemap.php3?Version=0&Font=0

ElderWeb
http://www.elderweb.com/

Galaxy : Geriatrics
http://galaxy.einet.net/galaxy/Medicine ... trics.html

Geriatric Assessment Methods for Clinical Decision Making – National Institutes of Health
http://text.nlm.nih.gov:80/nih/cdc/www/65.html

Geriatria/Gerontologia – Hospital Virtual Brasileiro – Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia http://www.hospvirt.org.br/geriatria/po ... enacao.htm

 
Goteborg University, Sweden – Department of Geriatric Medicine
http://wwwhost.gu.se/geriatrik/english/research.html

Hardin MD : Geriatrics
http://www.lib.uiowa.edu/hardin/md/ger.html

Healthfinder – Aging – web resources
http://www.healthfinder.gov/scripts/Sea ... p?topic=22

InteliHealth: Senior’s Health
http://www.intelihealth.com/IH/ihtIH?t= ... x408x22030

Interactive Aging Network – IANET
http://www.ianet.org/

International Aging – Directory of Web Sites on Aging
http://www.aoa.dhhs.gov/international/oiar.html

JAMA – Geriatrics Resources on the Net
http://www.ama-assn.org/sci-pubs/journa ... n71003.htm

Mayo Clinic Rochester – Geriatric Medicine
http://www.mayo.edu/geriatrics-rst/

Mayo Clinic Rochester – Geriatrics Care Pearls
http://www.mayo.edu/geriatrics-rst/Pearls.html

Mayo Clinic Rochester – Community Internal Medicine Division – Geriatric Medicine: Preventive Medicine
http://www.mayo.edu/geriatrics-rst/GeriHealthMaint.html

McMaster University – Office of Gerontological Studies
http://socserv2.socsci.mcmaster.ca/~geros/

MEDLINEplus: Senior’s Health Topics
http://www.nlm.nih.gov/medlineplus/seniorshealth.html
 
MedWebPlus: Geriatrics
http://www.medwebplus.com/subject/Speci ... ics?oc=ALL

Mount Sinai – The Henry L. Schwartz Dept. of Geriatrics and Adult Development
http://www.mssm.edu/geriatrics/

Organización Panamericana de la Salud (OPS/OMS) : Envejecimiento y Salud – Misión
http://www.paho.org/Spanish/HPP/HPF/AGN/aging-about.htm

Organización Panamericana de la Salud (OPS/OMS) : Salud de las Personas de Edad – Envejecimiento y salud: un cambio de paradigma – 25° Conferencia Sanitaria Panamericana, 1998
http://www.paho.org/spanish/gov/csp/csp25_12.pdf
http://www.paho.org/spanish/gov/ce/ce122_13.pdf

Organización Panamericana de la salud (OPS/OMS) – Salud del Adulto Mayor
http://www.paho.org/Project.asp?SEL=TP&LNG=SPA&CD=ELDER

Recursos de Geriatría y Gerontología – Pagina Web de "Pau Sánchez"
http://www.comb.es/cast/barrimedic/espe ... a/home.htm

Sociology & Psychology – Special Topics – Andrus Gerontology Center Library
http://www.usc.edu/isd/locations/scienc ... csourc.htm

Syllabus – An International Review Syllabus in Geriatrics – AGS
http://www.healthandage.com/html/res/syllabus/index.htm

ThirdAge – Health
http://www.thirdage.com/health/

Universidad de Salamanca: Portal Documental de Gerontología
http://gero.usal.es/internet/s_link.htm
 
United Nations – International Year of Older Persons 1999 – Proclamation on Ageing – A/RES/47/5
http://www.un.org/esa/socdev/iyop/index.html

UN –Adelaide Declaration on Ageing:Message for World Leaders
http://www.cas.flinders.edu.au/iag/Main.htm

UN – Programa local sobre el Envejecimiento en los 1990
http://www.un.org/esa/socdev/iyop/esiyopla.htm

UN – Principios de las Naciones Unidas a favor de las personas de edad
http://www.un.org/esa/socdev/iyop/esiyoppo.htm

United Nations – International Year of Older Persons 1999 – Theme: Towards a Society for All Ages
http://www.un.org/esa/socdev/iyop/iyoppre3.htm

University of Utah – Gerontology Center
http://www.nurs.utah.edu/gerontology/

Vestibular Disorders Association (VEDA)
http://www.teleport.com/~veda/

WebMD – Living Better : Healthy Aging
http://my.webmd.com/living_better/age

World Health Organization (WHO/OMS) – Ageing & Health (AHE)
http://www.who.int/hpr/ageing/index.htm

World Health Organization (WHO/OMS) - World Day 1999: Active Ageing makes the difference
http://www.who.int/archives/whday/en/whday1999.html

WHO/OMS – Ageing: Exploding the myths
http://www.who.int/archives/whday/en/do ... _E_all.pdf

WHO/OMS – The Kobe Declaration : ageing – a global challenge for the twenty-first century
http://www.who.or.jp/ageing/meetings/19 ... index.html
 
 

Educación continua en Geriatría y Gerontología

American Geriatrics Society – Education
http://www.americangeriatrics.org/education/index.shtml

Education & Distance Learning – AgeWorks – Andrus Gerontology Center, University of Southern California
http://www.usc.edu/isd/locations/scienc ... ssourc.htm

CME Online Gero Education
http://www.hcoa.org/hcoacme/default.htm

GeroNet : Health & Aging Resources for Higher Education – UCLA Geronet – California Geriatric Education Center
http://www.geronet.med.ucla.edu/

inicio

HealthandAge – Ageing & its implications – An On-line Primer for Healthcare Professionals and carers
http://www.healthandage.com/html/res/primer/index.htm

Manual de Geriatría y Gerontología – para alumnos- Pontificia Universidad Católica de Chile
http://escuela.med.puc.cl/paginas/udas/ ... _M_00.html

Mayo Clinic – Geriatrics – Topics in Geriatrics
http://www.mayo.edu/geriatrics-rst/GeriArtcls.html

Manual Merck of Geriatrics
http://www.merck.com/pubs/mm_geriatrics/

Treatment of Pain in the Older Patient – Therapeutics Letter, issue 33, December 1999/ January / February 2000.
http://www.ti.ubc.ca/pages/letter33.htm

University of Florida – Geriatric Education
http://www.medinfo.ufl.edu/cme/geri/

Virtual University – GERIATRIC assessment & Training Environment (GATE)
http://www.healthandage.com/PHome/gm=4! ... icians.htm
 

 
Guías, Manuales, Normas de Atención en Geriatría

Aging & Dementia Web Resources – Washington University at St. Louis, Missouri
http://www.biostat.wustl.edu/ALZHEIMER/submit.html

Alzheimer Page – Clinical Care Guides – Washington University in St. Louis
http://www.biostat.wustl.edu/ALZHEIMER/ ... linic.html

American Family Physician – Early Detection and Treatment of Skin Cancer
http://www.aafp.org/afp/20000715/357.html

Geriatrics, gerontology (Primary Care Internet Guide) – Andrus Gerontology Library, University of California
http://www.uib.no/isf/guide/geri.htm
 
National Aging Information Center (NAIC) – Internet Information Notes: Adult Day Services
http://www.aoa.dhhs.gov/NAIC/Notes/adultday.html

Nutrition in the elderly – Postgraduate Medicine
http://www.postgradmed.com/issues/1997/ ... n_nutr.htm

Treatment of Pain in the Older Patient – Therapeutics Letter, issue33, December 1999 / January / February 2000
http://www.ti.ubc.ca/pages/letter33.htm
 
Información y Educación en Geriatría a la Población

 

American Association of Retired Persons (AARP) – Health & wellness
http://www.aarp.org/healthguide

American Association of Retired Persons (AARP) – Información en Español
http://www.aarp.org/espanol/

Booklets for Health Professionals and Public
http://www.nih.gov/nia/health/general/general.htm

Enfermedades de la Tercera Edad – ecoMEDIC Sarenet . Pulso 100 – Sanitas
http://www.ecomedic.com/em/inancian.htm
 
Enfermedad de Alzheimer – ecoMEDIC Sarenet . Pulso 100 – Sanitas
http://www.ecomedic.com/em/alzheime.htm

Enfermedad/Accidente Cerebro Vascular – ecoMEDIC Sarenet . Pulso 100 – Sanitas
http://www.ecomedic.com/em/acceva.htm

Enfermedad de Parkinson – ecoMEDIC Sarenet . Pulso 100 – Sanitas
http://www.ecomedic.com/em/parkins.htm

Family Caregiver Alliance (FCA) – Hoja Informativa: Cuidado en la Comunidad
http://www.caregiver.org/factsheets/S_commcareC.html

Family Caregiver Alliance (FCA) – Hoja Informativa: Demencia
http://www.caregiver.org/factsheets/S_dementiaC.html

Geriatrics – Medicine for Midlife and Beyond – Patient Education – Updated list of Resources for older patients and their families
http://www.geri.com/pplist.html

Healthfinder – Just for you, seniors
http://www.healthfinder.gov/justforyou/seniors.htm

Inmunización contra la Gripe (tipos de vacunas, beneficios, preguntas y respuestas)
http://www.montefiorecentral.com/WEBFIN ... agripe.htm

NOAH : Aging and Alzheimer’s Disease
http://www.noah.cuny.edu/aging/aging.html

University of Florida – Geriatric Education
http://www.med.ufl.edu/medinfo/geri/

 

Revistas, Libros , bibliotecas, Atlás
 

Activities, Adaptation and Aging – BUBL Journals (abst)
http://bubl.ac.uk/journals/

Age and Ageing – Online Services . Oxford University Press (abst)
http://ageing.oupjournals.org/

Ageing and Society .Centre for Policy on Aging and the British Society of Gerontology - Cambridge(abst)
http://www.journals.cup.org/bin/bladeru ... &REQAUTH=0

American Journal of Geriatric Psychiatry (abst)
http://ajgp.psychiatryonline.org/
 
Andrus Gerontology Library – Social Sciences & Humanities Center – Information Services Division (ISDweb)
http://www.usc.edu/isd/locations/science/gerontology/

Andrus Gerontology Library – E – Journals and Newsletters
http://www.usc.edu/isd/locations/scienc ... esourc.htm

Archives of Gerontology and Geriatrics (abst)
http://www.elsevier.com/homepage/sah/agg/fp.sht

Bulletin of The American Association of Retired Persons (AARP) – Web edition (FT)
http://www.aarp.org/bulletin/

Clinical Geriatrics (FT)
http://www.mmhc.com/cg/

Dementia and Geriatric Cognitive Disorders (abst)
http://www.karger.com/journals/dem/

Geriatrics (FT)
http://www.geri.com/journal/current.html

Geriatrics & Aging (abst)
http://www.geriatricsandaging.com/

Geriatric Nephrology and Urology (TC)
http://www.wkap.nl/journalhome.htm/0924-8455

Geriatric Nursing (abst)
http://www1.mosby.com/scripts/0m.dll/se ... home&id=GN

Geriatrics Review Syllabus – 4 Edition – American Geriatrics Society
http://www.americangeriatrics.org/products/grs4.shtml
 
Gerontology (abst)
http://www.karger.ch/journals/
http://www.karger.com/journals/ger/ger_jh.htm

Gerontology and Geriatrics Education (abst)
http://bubl.ac.uk/journals/soc/gage/

GeroWeb – The Institute of Gerontology – Virtual Library on Aging
http://www.iog.wayne.edu/GeroWebd/GeroWeb.html

International Journal of Geriatric Psychiatry (abst)
http://www3.interscience.wiley.com/cgi-bin/jtoc?ID=4294

Journal of Gerontology: Medical Sciences – Siant Louis University Health Sciences Center – Division of Geriatric Medicine (TC)
http://www.geron.org/journals/medical.html

Journal of Women and Aging (abst)
http://bubl.ac.uk/journals/soc/jwaa/

Mayo Clinic Rochester – Geriatric Medicine : Topics In Geriatrics (FT)
http://www.mayo.edu/geriatrics-rst/GeriArtcls.html

MedWebPlus – Geriatrics : Periodicals
http://www.medwebplus.com/subject/Geria ... als?oc=ALL

Michigan Electronic Library – MEL : Aging
http://mel.lib.mi.us/social/SOC-aging.html

Organización Panamericana de la Salud (OPS/OMS) – Salud del Adulto Mayor (Documentos Técnicos, Libros, Anuncios, Publicaciones periódicas, Recursos adicionales)
http://www.paho.org/Project.asp?SEL=TP&LNG=SPA&CD=ELDER

Physical and Occupational Therapy in Geriatrics (abst)
http://bubl.ac.uk/journals/soc/paotig/
 
Psychology and Aging (abst)
http://www.apa.org/journals/pag.html

Reviews in Clinical Gerontology (abst)
http://www.journals.cup.org/bin/bladeru ... &REQAUTH=0

Revista Argentina de Gerontología y Geriatría (TC)
http://www.sagg.org.ar/publi2.htm

Revista Española de Geriatría y Gerontología (TC)
http://www.segg.org/revista.htm
quot;Todo o bem que pudermos fazer, toda a ternura que pudermos dar a um ser humano, que o façamos agora, neste momento, porque não passaremos duas vezes pelo mesmo caminho."

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FALANDO DO BRASIL
« Responder #11 em: Janeiro 27, 2006, 13:18:20 »
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O PAPEL DA ENFERMEIRA NA REABILITAÇÃO DO IDOSO

Com o crescente aumento da população idosa em nosso país, torna-se cada vez mais freqüente a presença de idosos nos serviços de saúde e em especial nos de reabilitação. Trazemos neste texto descritivo os principais aspectos envolvidos na reabilitação do idoso: as peculiaridades referentes à reabilitação nesta faixa etária, a avaliação funcional como um importante indicativo da qualidade de vida, as fases da reabilitação do idoso e a assistência de enfermagem sistematizada, por meio da qual a enfermeira, inserida na equipe multidisciplinar atua com o idoso e sua família, de maneira individualizada.

FONTE: http://www.scielo.br/scielo.php?script= ... 0000100011
quot;Todo o bem que pudermos fazer, toda a ternura que pudermos dar a um ser humano, que o façamos agora, neste momento, porque não passaremos duas vezes pelo mesmo caminho."

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Doença de Alzheimer
« Responder #12 em: Fevereiro 07, 2006, 20:05:20 »
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Introdução

A doença de Alzheimer (DA) é uma doença degenerativa que ataca o cérebro. Inicia-se, frequentemente, após os 65 anos de idade e se caracteriza por uma perda progressiva das capacidades de pensar, raciocinar, memorizar, associada a alterações da linguagem e do comportamento. Esse conjunto de sintomas caracteriza o que chamamos de demência, que pode ter várias causas (inclusive pode ser uma alteração “normal” do envelhecimento) sendo a DA a principal delas.

A cada ano, uma em cada dez pessoas com mais de 80 anos de idade terá o diagnóstico de DA. Segundo estimativas, acredita-se que a doença acometa de 8% a 15% da população com mais de 65 anos. A idade é o principal fator de risco para a doença, e a partir dos 65 anos, o risco dobra a cada 5 anos. Atualmente, existem em todo o mundo aproximadamente 17-25 milhões de pessoas com DA, o que demonstra sua grande importância. Nos países desenvolvidos, a DA representa a terceira causa de morte, perdendo apenas para as doenças cardiovasculares e para o câncer. No Brasil, não existem dados precisos sobre o número de pessoas com a doença.

Infelizmente, a DA não tem cura, porém algumas medidas podem ser tomadas para melhorar a qualidade de vida das pessoas acometidas e garantir a elas certo grau de segurança. Por isso, buscar informações a respeito é de extrema importância.


FONTE: http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc. ... omhome=yes
quot;Todo o bem que pudermos fazer, toda a ternura que pudermos dar a um ser humano, que o façamos agora, neste momento, porque não passaremos duas vezes pelo mesmo caminho."

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Gerontologia e Geriatria
« Responder #13 em: Fevereiro 07, 2006, 20:15:13 »
A doença é ainda responsável por aproximadamente 65% de todos os casos de demência em adultos.


Citar
Segundo a médica especialista em neurologia, Dra. Mercês Quintão Fróes, ocasionalmente esta doença afeta pessoas com menos de 50 anos, mas comumente com mais de 65 anos. A prevalência estimada é de cerca de 1 a 6% da população até 65 anos; a prevalência aumenta consideravelmente com a idade, chegando até a 50% das pessoas que atingem os 85 anos de vida. Há uma forma pré-senil, que ocorre entre os 50 e 60 anos e uma forma senil, que inicia mais tarde. Também existe a forma familiar e a esporádica, sendo esta última mais comum.

fonte: http://boasaude.uol.com.br/lib/showdoc. ... DocID=3638
quot;Todo o bem que pudermos fazer, toda a ternura que pudermos dar a um ser humano, que o façamos agora, neste momento, porque não passaremos duas vezes pelo mesmo caminho."

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FALANDO DO BRASIL
« Responder #14 em: Fevereiro 11, 2006, 16:46:55 »
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Maioria de agressões a idosos é cometida pela própria família

JEAN GREGÓRIO
    A presidente do Conselho Municipal do Idoso, Míriam Lúcia Trindade, revelou que vem recebendo diariamente denúncias de violência e maus-tratos contra idosos em João Pessoa. O dado frisado por ela é que grande parte dos casos de maus-tratos é cometida pelos próprios familiares. A lista de denúncias envolve desde negligência na compra de medicamentos e apropriação indébita das aposentadorias dos idosos, passando por agressões físicas e verbais, e até mesmo casos de abuso sexual foram registrados. “Na prática, são familiares denunciando outros familiares pela violência”, ressaltou.

    Segundo Míriam Lúcia Trindade, todos os casos denunciados são ouvidos e encaminhados para a Curadoria do Cidadão na capital. ‘‘O problema está no seio da família. O idoso ainda não é respeitado e valorizado pelos parentes e acabam sendo vítima de diversos maus-tratos. De outro lado não há investimento suficiente em políticas públicas de forma específica”, avaliou.

    Para Míriam, a sociedade paraibana envelheceu muito rápido sem que houvesse um trabalho planejado. Dados do IBGE mostram que a Paraíba tem a terceira maior taxa de população idosa do País com 10,8%. O Estado perde apenas no País para o Rio de Janeiro e o Rio Grande de Sul.

    No ano passado, uma comissão foi formada para vistoriar oito casas de idosos na capital. Eles abrigam atualmente cerca de 400 pessoas acima de 60 anos. Além do Conselho Municipal do Idoso, participaram da fiscalização o Ministério Público Estadual e a Sociedade Brasileira da Geriatria e Gerontologia (SBGG). A vistoria tomou como base a resolução publicada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que faz uma série de recomendações para as instituições de longa permanência para idosos.

    O objetivo foi estabelecer um padrão mínimo de funcionamento das casas de abrigos tanto governamentais como não-governamentais. “A maior dificuldade e carência das casas de abrigos é na área de recursos humanos. Não temos profissionais na área de saúde com formação específica para a terceira idade”, informou Míriam. As casas de abrigo terão dois anos para se adequarem às normas da Anvisa.

    O Estatuto do Idoso, que desde janeiro de 2004 entrou em vigor, diz que nenhum idoso poderá ser objeto de negligência, discriminação, violência. Famílias que submetem a condições desumanas, privando da alimentação e de cuidados indispensáveis, a pena para os responsáveis é de dois meses a um ano de prisão, além de multa. Se houver a morte do idoso, a punição será de 4 a 12 anos de reclusão.


FONTE: http://jornaldaparaiba.globo.com/gera-12-110206.
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