Autor Tópico: Chupeta, uma vilã para a saúde infantil  (Lida 2249 vezes)

Offline Shirley Afonso

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Chupeta, uma vilã para a saúde infantil
« em: Janeiro 29, 2006, 18:08:55 »
Desmestificando o mito que diz que a chupeta usada na criança para facilitar respiração e proporcionar aumento de sucção, acabo de ler uma notícia de Alagoas, Brasil; que defende o contrário.


Citar
Ana Maria Cavalcante *
A exposição de recém-nascidos a chupetas não é recomendável por vários inconvenientes, principalmente pelo risco de prejuízos ao aleitamento materno. A chance de desmame é sabidamente maior entre os usuários de bicos artificiais, pois nesses casos há diminuição da freqüência e duração das mamadas.
Observamos na prática clínica que os bebês requerem muita habilidade e aprendizagem para mamar no peito. Esses atributos são limitados às tetas maternas, e, se diversas configurações orais lhes são oferecidas, como chupetas e bicos de mamadeiras, é possível que gerem disfunção oral pela “confusão de bicos”. Daí, acontece o desmame precoce.
Mães precisam fazer uma boa leitura das reais necessidades de seus filhos, quando choram. Nem sempre precisam sugar. Uma vez satisfeitas, as fases de desenvolvimento se seguirão harmoniosamente, sem o “consolo” da chupeta.
A Sociedade de Pediatria e a Ordem dos Advogados do Brasil estão em plena campanha para prorrogação da licença-maternidade: seis meses para maior zelo e atenção, com o peito disponível, deixando belas marcas para cidadãos saudáveis e equilibrados.
Os malefícios de uso de chupetas também decorrem dos riscos de contaminação, favorecendo a doença diarréica e a desidratação.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) possui uma norma para controle da comercialização de produtos ligados à segurança alimentar na infância. Essa norma agora é lei, um instrumento legal para proteção a saúde infantil, desde o dia 04/01/2006.
Essas informações são necessárias. Bem informadas, as pessoas escolhem que hábitos são benéficos em sua comunidade.
(*) É Coordenadora do Comitê de Amamentação da Sociedade de Pediatria de Alagoas

FONTE: http://gazetaweb.globo.com/gazeta/Frame ... 005&e=1248
quot;Todo o bem que pudermos fazer, toda a ternura que pudermos dar a um ser humano, que o façamos agora, neste momento, porque não passaremos duas vezes pelo mesmo caminho."