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Autor Tópico: Depressão é parceira indesejável de 10% dos idosos  (Lida 7731 vezes)

Offline Shirley Afonso

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Depressão é parceira indesejável de 10% dos idosos
« em: Janeiro 15, 2006, 20:49:06 »
Aproximadamente 10 milhões de brasileiros sofrem de depressão. Embora a doença possa afetar as pessoas em qualquer fase da vida, alguns estudos indicam que os sintomas são altamente prevalentes nas fases tardias da vida, no Brasil e no mundo. Um artigo publicado em abril de 2002 na Revista Brasileira de Psiquiatria concluiu que cerca de 10% da população mundial de idosos apresentam quadros depressivos que necessitam de atenção médica.

O estudo, elaborado pelo médico John Snowdon, do Departamento de Psicologia Médica da Universidade de Sidney e do Rozelle Hospital, na Austrália, teve parte de seus trabalhos feitos no Rio de Janeiro. Na capital brasileira com o maior número de pessoas com mais de 60 anos (10,71% da população - IBGE/PNAD 2000), a incidência de idosos com depressão é ainda maior, de 15,8%.

Nos idosos a depressão está associada a algum problema físico
Nos idosos, é comum que a depressão esteja associada a algum problema físico, doença ou incapacitação, o que torna difícil o seu diagnóstico. Isso faz com que alguns médicos afirmem que a depressão é menos comum na terceira idade. Na opinião de Snowdon, o que acontece na verdade é que os dados relativos à depressão não consideram a ocorrência da doença em conjunto com outros problemas, ou nivelam todos os níveis de depressão pelos índices obtidos em relação à depressão maior, embora existam diversos níveis da doença.

"É a situação que mais causa comprometimento da qualidade de vida na velhice", afirma o geriatra Renato Maia Guimarães, membro da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Ele explica que as formas graves de depressão diminuem com o envelhecimento, mas que as depressões mais leves aumentam muito na população idosa. "Cerca de 30% das pessoas idosas que procuram um médico apresentam formas brandas de depressão, mas que podem prejudicar a qualidade de vida destes pacientes ", afirma.

Guimarães alerta que tanto familiares quanto médicos devem estar atentos à depressão nos idosos, cujos sintomas principais são falta de disposição e tristeza. Como nos adultos, a doença também pode ocasionar a diminuição do apetite, diminuição do peso, dificuldades com concentração e memória, perda da auto-estima e pensamentos recorrentes de doença e morte.

No Brasil são 10 milhões de depreessivos
O médico enfatiza que, sendo leve ou grave, nunca se deve deixar de procurar um tratamento ou melhoria do quadro de depressão e que "é errado atribuir depressão, sentimento de tristeza e perda de entusiasmo à idade. É preciso reconhecer que a depressão está presente nos velhos e tratar". Guimarães explica que na maioria das vezes o tratamento requer o uso de antidepressivos, mas que em alguns casos o uso de remédio é desnecessário.

O Ministério da Saúde prevê assistência psiquiátrica hospitalar gratuita. No ano passado, 41,5 mil pessoas foram internadas devido a transtornos de humor, quadro em que se insere a depressão, e desse total 3.895 eram pessoas acima de 60 anos.

Mas a política governamental não é dirigida para o aumento das internações. A idéia é reduzir cada vez mais os leitos psiquiátricos e ampliar a rede extra-hospitalar, como os Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e o Programa Saúde da Família (PSF) que, acredita-se, são capazes de oferecer um atendimento mais humanizado, além de não afastarem as pessoas do convívio social.

FONTE: http://portal.saude.gov.br/saude/area.cfm?id_area=153
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quot;Todo o bem que pudermos fazer, toda a ternura que pudermos dar a um ser humano, que o façamos agora, neste momento, porque não passaremos duas vezes pelo mesmo caminho."

Offline Shirley Afonso

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FALANDO DO BRASIL
« Responder #1 em: Janeiro 24, 2006, 01:40:57 »
Inteligência é considerada como a base da aprendizagem, do raciocínio, da solução de problemas e do ajustamento.

Com a idade ocorrem perdas na velocidade do processamento da informação, que é medida pela capacidade de usar e de adquirir novas conexões neuronais, que diminuem com a idade.

Perdas em memória não são atibuídas apenas aos´déficits no processamento da informação mas também a baixa estruturação ambiental, déficits motivacionais, baixa auto estima, senso de incontralabilidade, falta de confiança nas próprias capacidades, medo de fracasso, depressão, estresse, fadiga, abusa de álcool e efeitos colaterais de remédios.


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A Depressão e a Neurose na Terceira Idade

 
A depressão é a principal doença mental da terceira idade.Este seja um dos mais importantes sintomas psicológicos que atinge as pessoas na idade adulta, não só por sua grande freqüência, mas também por suas importantes conseqüências sobre todo o organismo. É uma situação que pode se confundir com uma série de doenças, sendo em geral muito mal orientada em nosso meio.

Caracteriza-se principalmente por um estado de humor deprimido, melancólico. Na idade adulta o estresse é uma das principais causas da depressão. A solidão, a inatividade, as perdas de entes queridos estão entre as principais causas de depressão na Terceira Idade.

Mas a depressão pode também se manifestar através de agitação ou agressividade. A insônia é um importante sintoma de depressão. O estado depressivo freqüentemente é acompanhado de ansiedade e de tensão muscular, podendo ocorrer dores musculares que se situam em geral nas costas ou na nuca. Freqüentemente ocorrem dores de cabeça. O deprimido pode ter tremores nas mãos, palpitações e sudorese, o que pode confundir-se com outras situações médicas.

Freqüentemente, o quadro depressivo é devido à utilização de remédios, principalmente o uso prolongado de tranqüilizantes. Não é raro encontrarmos pessoas medicadas há vários anos com substância psicotrópica ou tranqüilizante, e que passam a sentir sintomas depressivos, perda de memória, desânimo, etc. Nestes casos a suspensão da medicação provoca o desaparecimento da depressão. A retirada da medicação deve ser feita com cuidado, pois pode ocorrer o fenômeno da dependência. Além dos tranqüilizantes, vários remédios cardiológicos, anti-reumáticos, antialérgicos, e antiinflamatórios também podem provocar depressão. Dentre estas medicações destacam-se corticóides, beta-bloqueadores e vasodilatadores cerebrais.

Algumas doenças são acompanhadas de depressão, destacando-se o hipotireoidismo, o que mostra a importância de sempre ser feita uma minuciosa avaliação clínica em toda pessoa com sintomas depressivos.

A depressão produz com freqüência uma queda em nossa imunidade, diminuindo nossa resistência física às doenças, com destaque para as infecciosas e o câncer. A depressão severa na pessoa idosa pode apresentar um estado confusional semelhante a que ocorre com a demência.

Em toda situação de depressão a abordagem médica deve ser muito cuidadosa sendo fundamental um detalhado levantamento de dados pessoais, tipo de medicamentos utilizados e antecedentes de problemas psicológicos.

Um exame clínico completo associado à avaliação psiquiátrica e neurológica são indispensáveis.

A utilização de medicação antidepressiva em muitas situações é útil, mas sempre sob rigoroso critério médico. Algumas substâncias antidepressivas (tricíclicos, tetracíclicos e inibidores da MAO - monoaminooxidase) podem provocar efeitos secundários como alterações da pressão arterial e problemas cardíacos. Recentemente foram desenvolvidas substâncias que atuam no metabolismo da serotonina (fluxetina, paroxetina, sertralina, nezazodona, etc.), que é um hormônio que existe dentro das células nervosas. Estas substâncias formam os antidepressivos de última geração, que produzem poucos efeitos colaterais e podem ser administrados em dose única diária.

A medicação antidepressiva é importante, mas a abordagem psicológica é fundamental. A terapia ocupacional produz bons resultados em grande número de situações. A realização de atividade física regular é muito eficiente no tratamento da depressão.

Há sempre que se avaliar a pessoa no tempo e de uma maneira mais abrangente possível. Não é raro que a depressão faça parte de uma situação antiga, estrutural, que apresenta eventuais episódios de piora. Nestas situações é fundamental a avaliação psiquiátrica. A neurose é uma designação ampla para diversas situações psicológicas que não apresentam características psicóticas. Entre as principais manifestações neuróticas da terceira idade estão a ansiedade, o nervosismo e fobias. São em geral transtornos mentais transitórios. É uma das principais causas que levam à aposentadoria por invalidez. A manifestação neurótica pode se confundir algumas vezes com uma doença mental psicótica, como a esquizofrenia, e mesmo com a demência. Outras vezes encontra-se uma neurose , como a ansiedade, associada a uma demência, atuando com um fator agravante. Com muita freqüência as psicoses são também associadas à ansiedade.

Na realidade qualquer doença pode se acompanhar de um componente emocional e eventualmente pode estar alterada pelo mesmo.

FONTE: http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc. ... CatID=1770
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FALANDO DO BRASIL
« Responder #2 em: Janeiro 27, 2006, 13:09:51 »
A causa de vários artigos estudarem a depressão aumentada na terceira idade é devida ao grande índice de internação dos idosos em instituições de casa de repouso ou de recuperação mental.
Como a já se sabe que estudos estatíticos até mais ou menos 2023 teremos cerca de 32milhões de idosos na população, é grande a preocupação desde já com relação a saúde mental destes idosos, para prevenção dos futuros idosos.
Por isso demonstro a vocês vários artigos que tenho estudado durante a minha confecção do meu trabalho de conclusão de curso.
Acredito que esta área deverá ser de grande preocupação para a recuperação da auto-estima da população que em breve pertencerá a terceira idade, e a baixa auto-estima interfere na função cognitiva e atividades de vida diária no idoso.
A grande preocupação fica na dependência do idoso em outro idoso, e os enfermeiros desde já devem estar preparados para enfrentar esta grande área que é a geriatria.

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O envelhecimento mundial é um fenômeno que tem sido muito discutido na última década. O rápido processo de envelhecimento observado nos países em desenvolvimento, como o Brasil, ainda não tem sido suficientemente estudado para fornecer os elementos necessários ao desenvolvimento de políticas adequadas para essa parcela da população. O objetivo deste artigo é atualizar os leitores sobre o atual perfil do idoso no Brasil, dando destaque aos problemas de esfera da saúde mental. Além disto, pretende, pelos dados apresentados, discutir como os profissionais envolvidos no atendimento do paciente idoso podem ampliar e melhorar sua atuação.

FONTE:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-44462002000500002&lng=pt&nrm=iso
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Sintomas depressivos são altamente prevalentes em fases tardias da vida - no Brasil e no mundo todo. Alguns "experts" argumentam que a depressão é menos comum na terceira idade e citam estudos que mostram prevalência menor de depressão maior entre idosos. Os resultados de estudos que avaliam diferentes grupos etários são inconsistentes no que se refere à faixa etária que apresenta a taxa de pico e em relação à própria freqüência da depressão. A maioria dos estudos de prevalência de transtornos depressivos entre idosos (não limitados à depressão maior) que requerem intervenção clínica indica que mais de 10% dos idosos apresentam quadros depressivos. Doença física é um dos fatores de risco mais significativos, embora essa associação possa impedir os clínicos de reconhecerem a depressão. Intervenções clínicas para depressão na velhice valem a pena, e se recomenda a alocação de recursos adequados para treinar profissionais na avaliação e no manejo desses pacientes, desenvolver iniciativas ambientais dirigidas aos sentimentos de desalento e baixa auto-estima dessa população e promover a pesquisa.

FONTE: http://www.scielo.br/scielo.php?script= ... so&tlng=pt
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Offline Shirley Afonso

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FALANDO DO BRASIL
« Responder #3 em: Janeiro 29, 2006, 17:59:20 »
Aproveitando que passei por aqui vou deixar este artigo sobre o assunto da depressão no idoso, que considero um aspecto fundamental para reabilitação, recuperação e prevenção da função cognitiva do idoso.

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A depressão nos idosos aumenta risco de demência  
 
A depressão no idoso pode indicar um risco aumentado de desenvolvimento de demência, quando feita a comparação com idosos não deprimidos. Esta afirmação é do professor doutor Paulo Bertolucci, diretor do Núcleo de Envelhecimento Cerebral e Chefe do Setor de Neurologia do Comportamento da Universidade Federal de São Paulo – Unifesp, que alerta para a importância do tratamento dos sintomas depressivos em pacientes que apresentam demência, principalmente causada pela doença de Alzheimer.

FONTE: http://www.oliberal.com.br/oliberal/int ... igo=133551
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Offline Darth_Vader

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Depressão é parceira indesejável de 10% dos idosos
« Responder #4 em: Fevereiro 24, 2006, 03:23:11 »
Pode ou não estar relacionado, mas seria interessante cruzar dados estatisticos da depressão com a taxa de suicidio nos idosos e com o isolamento. Não sei se isso existe mas por exemplo no alentejo onde o envelhecimento é elevado, também a taxa de suicidio e o isolamento.
Homem, na tentativa de tentar provar que não é um macaco, reforça a ideia que é um burro

Offline Shirley Afonso

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FALANDO DO BRASIL
« Responder #5 em: Fevereiro 26, 2006, 19:02:39 »
Este é um estudo realizado em 2004 baseado no censo de 2000 sobre os efeitos externos que causam morte e internações no Brasil.

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O aumento da ocorrência de determinados grupos de agravos, entre os quais as causas externas (os acidentes e violências), devem ser objeto de preocupação entre os profissionais da área da saúde. No Brasil, a população idosa não costuma ser prioridade nos estudos sobre causas externas, devido ao predomínio dos jovens, que exibem altos coeficientes e grande número de casos e, indiscutivelmente, devem ser objeto de políticas públicas voltadas para o enfrentamento do problema. Por outro lado, se em números absolutos os idosos não chamam atenção o mesmo não pode ser afirmado em relação aos coeficientes, fato já apontado em trabalhos anteriores2,3.

No Brasil, no ano 2000, as 13.383 mortes de indivíduos com idades de 60 anos ou mais representaram 11,4% do total de mortes por essas causas. Comparando com os dados do Censo 2000 que mostrou que os indivíduos nessa faixa constituem 8,6% do total da população1, é possível verificar que essa população tem maior representação proporcional na mortalidade violenta do que na população geral. A aumentada vulnerabilidade fisiológica dos idosos deve contribuir para esta maior mortalidade, devido a uma combinação de fatores que incluem dificuldades nos campos da percepção e equilíbrio, declínio no sistema musculoesquelético, diminuição da capacidade visual, entre outras...

FONTE: http://www.scielo.br/scielo.php?script= ... tm&tlng=pt


Este também relaciona o suicído relacionados a idades:
http://www.scielo.br/scielo.php?script= ... o/&tlng=pt
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Offline Shirley Afonso

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FALANDO DO BRASIL
« Responder #6 em: Março 03, 2006, 02:46:01 »
A depressão nos idosos vem a cada dia mais sendo estudada, assim como outros transtornos mentais nesta parcela da população, mas um dos estudos relacionados a depressão com idosos que estão sendo muito estudados ultimamente é depressão no idoso hospitalizado.

O idoso sofre com o preconceito estabelecido pela sociedade no momento em que deixa de contribuir para o trabalho e se posicionando no estado de aposentado, muitos estão em um estágio em que esperam que seus dias acabem, e, percebem que acabam mais rápido. E sua preocupação ainda mais aumenta quando se vêem dependentes de ajuda e hospitalizados.

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Falando neste assunto encontrei este artigo que relata o assunto como preocupação atual pelos profissionais da saúde.

http://www.ppg.uem.br/Docs/ctf/Saude/20 ... 216_02.pdf
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Offline Paulo

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Depressão é parceira indesejável de 10% dos idosos
« Responder #7 em: Março 23, 2006, 19:35:31 »
Olá,
Infelizmente ao idoso só lhe resta a hipotese de entrar em depressão é um direito que lhe assiste para demonstrar o seu poder e resignação perante a sociedade. Mas aquilo que mais me preocupa é que o idoso é vitima daquilo que durante uma vida inteira construiu, por isso tenho medo da minha velhice. Passo a explicar, quando os meus filhos nasceram estava a trabalhar para pagar o parto, depois foi para o infantário para eu trabalhar e pagar as roupas de marca, carrinho e afins, para ele não me estranhar quando chegava a casa trazia-lhe um brinquedo que o intertesse para não chorar e não me cansar a paciência, quando ele começou a falar e a pedir bens materiais e de intertenimento, porque queria ser um pai exemplar fui obediente, na escola garanti-lhe sempre uma boa mesada para nunca tivesse necessidades, mas nunca partilhei sacrificios, carinho, o sentido de família, o espirito de entre-ajuda o respeito, o tempo.
Como saberá o meu filho fazer algo senão me abandonar ainda que para isso tenha que pagar alguma coisa.
Nota: este é um ponto de reflexão para sentirmos a nossa responsabilidade do que fazemos hoje no contributo para o nosso futuro. Espero que não se revejam nesta história de vida.
Paulo

Vamos trabalhar para uma enfermagem melhor, não se limitem a fazer bem, façam cada dia melhor!

Offline tntn45

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Re: Depressão é parceira indesejável de 10% dos idosos
« Responder #8 em: Março 17, 2015, 05:44:33 »
Esta afirmação é do professor doutor Paulo Bertolucci, diretor do Núcleo de Envelhecimento Cerebral e Chefe do Setor de Neurologia do Comportamento da Universidade Federal de São Paulo – Unifesp, que alerta para a importância do tratamento dos sintomas depressivos em pacientes que apresentam demência, principalmente causada pela doença de Alzheimer.???
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