Autor Tópico: "Sabemos o que fazemos. Mas porque é que não fazemos tudo aquilo que sabemos?"  (Lida 6189 vezes)

Offline J.Ribeiro

  • Membro Associado
  • *****
  • Mensagens: 334
    • Ver Perfil
;)
onde viste passar as revoluções???

Offline Mauro Germano

  • Membro Veterano
  • *****
  • Mensagens: 2218
    • Ver Perfil
    • http://saudeeportugal.blogspot.com
@J. Ribeiro

Nunca vi uma revolução que perdurasse que não tivesse o apoio e concordância das "bases". E estou a falar de revoluções e não golpes de Estado.

Para criar um estado duradouro é preciso dar passos firmes e incutir no povo a consciência de que este também é responsável pela sua manutenção e prossecução das reformas. Com isto quero apenas dizer que... Se queremos efectivamente algo, temos de fazer por merecê-lo e sermos dignos disso, ou caso contrário até podemos obter esse algo e quem mais tarde venha pode lembrar-se de no-lo retirar porque não era justo.

Capice?

Offline Vitor A.

  • Membro Associado
  • *****
  • Mensagens: 512
    • Ver Perfil
A classe de enfermagem na generalidade fala muita, critica, mas faz pouco! Não faz tudo o que sabe!

Perdemos mais tempo a criticar outros e esquecemo-nos de olhar ao espelho antes de falar do proximo! Será que não somos piores do que aqueles que estamos a criticar!

Por vezes confundimos o criticar e o contra-argumentar!
No reencaminhamento de mail´s, Por Favor Usem Cco. ou Bcc (Cópia Oculta)
" Retire os endereços dos amigos antes de reenviar "
" Dificulte a disseminação de vírus e spams "
" Proteja a sua privacidade e a dos Outros

Saudações. Vitor A. :)

Offline mariamariamaria

  • Membro Veterano
  • *****
  • Mensagens: 926
    • Ver Perfil
Olá,

Parece que escapa aqui aquilo que mais condiciona a aplicação do saber em determinadas situações, sem falar na falta de tempo para implementar ou reflectir ou na falta de meios ou todos os que poderemos invocar em termos de prática.

A maior das limitações é o facto de podermos ser punidos legalmente, isto é podemos ter processos disciplinares e "in extremis" penas de prisão se aplicarmos técnicas que dominamos mas são, legalmente, de prescrição médica.

Há limitações de ordem legal que não podemos esquecer.

Mude-se a lei digo eu! Muita coisa mudará na Enfermagem!

Abraço.

Offline Son_Goku

  • Membro Associado
  • *****
  • Mensagens: 527
    • Ver Perfil
Hoje em dia, advoga-se a máxima "A minha competência é aquilo que eu sei". O conteudo funcional das profissões tende a tornar-se menos definido, pois este modelo não garante que determinada tarefa é executada por quem lhe pode imprimir maior rigor ou qualidade. No entanto, face á grande diversidade de conhecimentos, capacidades e aptidões dos membros de uma dada profissão é necessário a imposição de limites funcionais, como meio de regulação de uma profissão, assim como orientar os percursos e esforços formativos. No entanto é necessário agregar esforços e definir objectivamente quais as técnicas ou competências para as quais os enfermeiros estão pragmáticamente habilitados e que derivam da sua formação quer de base quer pós graduada ou mesmo contextualizada pela praxis. No entanto, muitos enfermeiros se esquivam de assumir novas responsabilidades, actuando como uma âncora daqueles que querem navegar para novos oceanos de competências, pois isto lhes iria exigir um outro nível de esforço e investimento profissional/académico que estes não estão dispostos a aceitar. Quanto ao obstáculo médico, este apenas será intransponível se não soubermos convocar e concertar toda a força da nossa classe e canalizá-la para este objectivo, pois as políticas também se mudam mediante um determinado "quantum" de pressão e negociação.

Offline Vitor A.

  • Membro Associado
  • *****
  • Mensagens: 512
    • Ver Perfil
Citar
Se há coisa que há mais é cobardia, em todas as classes profissionais...

Alguém uma vez disse uma vez o seguinte:

"Saber fazer o correcto e não o fazer é um acto de cobardia"

Outro Complementou:

"Não devemos ter vergonha de mostrar tudo aquilo que sabemos!"
No reencaminhamento de mail´s, Por Favor Usem Cco. ou Bcc (Cópia Oculta)
" Retire os endereços dos amigos antes de reenviar "
" Dificulte a disseminação de vírus e spams "
" Proteja a sua privacidade e a dos Outros

Saudações. Vitor A. :)

Offline Herodes

  • Membro Veterano
  • *****
  • Mensagens: 2220
    • Ver Perfil
Não podemos fazer tudo oq ue sabemos, porque outras profissões não deixam.
As profissões segmentarizaram-se tanto na asssitência em saúde, que não tarda nada, vamos arranjar uma guerra civil.
Não era mais correcto haver uma só profissão de saúde?
Curso de 6 anos: 2 anos comuns; 1 de prática/estágio (também comum); exame; em função das notas desse exame, entrada numa especialização (3 anos).
Exemplos de especialização: cirurgião geral, neurocirurgião, saúde pública, medicina interna, psicologia, especialidade saúde materna e obstétrica, reabilitação/fisiartria...
Só algo próximo disto daria ao SNS uma nova vida.