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Mensagens - anya_Skywalker

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Cuidados Gerais / Re: Ordem de Colheita Tubos de Sangue
« em: Junho 21, 2012, 11:51:10 »
Citação de: Diogo Silva86


Em primeiro hemoculturas aeróbias, só depois anaeróbias de forma a não injectar ar na anaeróbia, pois a intenção é que não exista lá O2, entendem?

Isso depende do método utilizado para fazer a colheita do sangue para hemocultura. Se utilizar o sistema de vácuo com adaptador normal, via butterfly, concordo. Se usar o método de aspirar sangue para uma seringa, passando depois para o tubo de hemocultura, discordo pois é mais provável haver ar no final da seringa do que no início. Mas isso é algo óbvio, que qualquer pessoa vê na altura. E sim, se me dizes que a colheita de sangue para hemocultura deve ser feita por circuito fechado, dou-te toda a razão, académicamente falando. Na prática, se não tenho os adaptadores correctos para os tubos de hemocultura, tem de se fazer de alguma forma...


Citação de: Diogo Silva86
Outra coisa que os enfermeiros fazem com grande abuso, caros técnicos de enfermagem o garrote é para estar apertado no máximo 1 minuto, se virem que não encontram libertem-no por uns tempos..

Novamente falas muito bem a nível académico, mas na prática se queremos colocar um catéter venoso periférico num doente de difícil acesso, o garrote provavelmente vai estar colocado mais do que 1 minuto. Acontece, é a vida que não vem descrita nos manuais universitários e vai contra a "boa prática" mas tambem é contra a boa prática não re-hidratar alguem extremamente desidratado, dar antibióticos EV em caso de suspeita de choque séptico, etc etc. Por isso entre obter a melhor amostra de sangue possível, ou colocar um acesso venoso, a opção é bastante óbvia para mim. Nesse caso os valores laboratoriais podem não ser tão fiáveis. Não sei como se faz em Portugal, creio que continuam a ser os médicos a assinar as requisições de análises? Aqui no Reino Unido quem trabalha em urgência e tira o sangue pede as análises (quer seja médico, enfermeiro ou auxiliar) pelo que fica sempre bem escrever no formulário se houve dificuldade em obter a amostra, se o garrote esteve apertado durante muito tempo, se a amostra é arterial (já me aconteceu - duas vezes  :-). Se os valores de electrólitos estiverem alterados pode-se fazer uma gasometria arterial, para confirmar os resultados laboratoriais.

Pode ser das diferenças entre um país e outro, mas aqui na urgência não costumamos enviar sangue nos tubos próprios para glucose (apesar de os termos no serviço) e normalmente o laboratório faz a análise com o sangue colhido no tubo de bioquímica - mas nem costumamos pedir essa análise, fiamo-nos muito na glicose capilar e nas cetonas capilares. No entanto se no nosso fantástico medidor de glucose capilar o valor lido for High, lá voltamos nós á gasometria... Honestamente nunca fui á procura de literatura que compare o teste que a nossa máquina de gasometria faz com o que é feito nas máquinas específicas de análise laboratorial, mas clinicamente falando a diferença é negligível. Afinal de contas tanto faz que o doente esteja com 600mg/dl glucose como com 500mg/dl de glucose. O tratamento vai ser o mesmo (protocolo de DKA caso haja presença de cetonas, uma simples infusão de insulina caso não haja - mas o mais certo é haver  :P)

E se existem profissionais que não sabem alguma coisa, o melhor é educar - gentilmente relembrar que é assim porque isto assado frito e cozido, e não pode ser grelhado. Caso não tenhas reparado, os outros utilizadores fizeram-no neste tópico, debatendo e apresentando pontos de vista. É para isso que serve um fórum. ;)

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Cuidados Gerais / Re: urgente: pcr seguida de hyperkaliemia
« em: Março 27, 2012, 00:28:48 »
Potássio a 8.6 foi o mais alto que vi - numa gasimetria inicial, e pouco mais tarde confirmado pelo laboratório a 8.2.

Um médico quase a berrar-me ao ouvido "Esta mulher vai parar se não fizermos nada!" E eu a olhar para uma senhora que está alerta, orientada e ligeiramente confusa sobre o motivo de tamanha agitação ao seu redor... (Não, não parou, e os níveis desceram para 7.4 e depois para 6.8 após duas doses de insulina + dextrose e algum gluconato de cálcio). Tambem já vi ECG's de pessoas com 9.0 de potássio no sangue.

Quanto tempo duraram as manobras de reanimação? Encontrei outro artigo que fala de valores extremos de potássio (desculpa, novamente em inglês) que representa uma situação de hyperkalemia extrema num doente préviamente julgado estável e com nível de potássio normal á data de admissão.

http://www.thefreelibrary.com/Extreme+h ... 0135277577

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Cuidados Gerais / Re: urgente: pcr seguida de hyperkaliemia
« em: Março 25, 2012, 18:45:15 »
Talvez isto ajude, Enf. Maravilhas: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/2786902

Não me parece implausível que num contexto de reanimação prolongada os valores se alterem tanto.

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Trabalhar fora de Portugal / Re: Cotas da ordem no estrangeiro???
« em: Fevereiro 02, 2012, 14:08:38 »
Não, pedindo a suspenção só é necessário mais tarde dirigir-se á ordem e pedir pare a inscrição ser re-activada. Se cancelar a inscrição é que depois será necessário inscrever-se de novo.

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Infelizmente não posso ajudar com a lista de material de um SIV porque nunca trabalhei numa. Quanto á hipotermia terapêutica pós reanimação cárdio-respiratória deixo alguns links que podem ser uteis (desde que não te importes de ler em inglês)
Este fala apenas da utilização de hipotermia terapêutica, com referência aos poucos estudos que já foram realizados:
http://bja.oxfordjournals.org/content/100/5/591.full

Este fala da gestão do doente pós paragem cardiorespiratória (atenção, é mesmo longo e compreensivo):
http://circ.ahajournals.org/content/122 ... /S768.full

Parabéns por escolheres um tema tão interessante! Talvez seja um pouco ambicioso para o 12º ano, mas de certeza que ajudará mais tarde. :)

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Trabalhar fora de Portugal / Re: KCIR - Enfermeiros para o Reino Unido
« em: Dezembro 09, 2011, 12:39:27 »
A KCR, tal como qualquer outra empresa, é contratada por um hospital ou lar ou outro local que preste serviços de enfermagem para arranjar enfermeiros para lá. Se não arranjarem enfermeiros, não recebem o dinheiro do contrato. Posto isto acham mesmo que eles vão dizer "Esperem, pode ser que eventualmente um hospital inglês se lembre de nos contactar e pedir para arranjarmos enfermeiros, mesmo que não tenham experiência, e este nosso cliente de certeza que não se vai importar se nós não cumprirmos o nosso contracto e não arranjarmos enfermeiros."?

No entanto esta tambem foi a empresa cuja fundadora disse, durante a Feira Internacional de Emprego para Profissionais de Saúde no Porto - 2011 - que lares não são um bom local para enfermeiros recém-licenciados. Não por serem locais desprestigiantes, mas sim por os enfermeiros lá terem imensa responsabilidade e, ao contrário do que sucede nos hospitais, não terem uma equipa de apoio alargada. Quando acontece alguma coisa é possível que seja só aquele enfermeiro, recém-licenciado, a lidar com a situação, sem ninguem mais sénior a quem recorrer. Que é uma responsabilidade enorme para alguem em inicio de carreira...

Enfim. O que eu queria dizer é que eles não fazem ideia de quando é que vão aparecer vagas ou onde, e têm uma obrigação para com os seus clientes de fornecerem enfermeiros (ou outros profissionais) motivados para trabalhar nesse cliente. É para isso que as empresas são contratadas, e é isso que fazem. Podem sempre vir para o Reino Unido ou outro país qualquer sem ser através de agências. Sai mais caro, têm de ir a várias entrevistas, - ninguem garante que passem nelas mas têm tantas hipóteses como qualquer outro enfermeiro de cá - e morar no país em questão, mas é uma possibilidade. A quem vai para nursing home nada os impede de mudarem para um hospital mais tarde. Tenho colegas aqui que fizeram isso, após um ano numa nursing home candidataram-se a posições no hospital e mudaram-se. Podem sempre inscreverem-se para Bank no hospital mais próximo e fazerem uns turnos em vários serviços. Não é nenhuma impossibilidade... E ao menos estão a ganhar dinheiro ao fim do mês, o que sempre ajuda.

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Trabalhar fora de Portugal / Re: Registo NMC
« em: Outubro 19, 2011, 16:42:39 »
http://www.diasporadosenfermeiros.com/c ... unido.html

Isto deve ajudar a clarificar o processo. :)

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Rabbid: Sim, é essa Quinta do Conde. A escola fica na Avenida Cova dos Vidros, perto do centro de saude. A minha colega que tratou disso não se lembra do nome e está de férias em Portugal, mas diz que se souberes onde fica o Centro de Saúde é fácil dar com a escola. No google é capaz de aparecer alguma coisa...

Boa sorte. :)

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Boas. Respondendo á pergunta inicial deste tópico, creio que irá ser mais difícil arranjar emprego na europa daqui a um ano ou dois, mesmo em enfermagem. Mas isso não significa que seja impossível ou que se vá trabalhar em condições piores do que neste momento.

Creio que em Inglaterra ainda vamos ver muitas mudanças para pior no NHS. :( O hospital onde estou não é exactmanete o mellhor do país, e o serviço onde estou não funciona ás mil maravilhas - temos falta de enfermeiros, muitas vezes temos enfermeiros de agência a fazer turnos, a partir de 1 de Novembro vão acabar as "specialist rates" para quem faz horas extra, o que fez com que a maioria dos enfermeiros deixasse de fazer turnos extra no meu serviço (estão todos a voluntariar-se para os turnos extra noutros serviços do hospital) - as specialist rates tambem vão acabar para os nossos HCA's o que ainda "ajuda" mais... Estão a tentar limitar as horas nocturnas para o pessoal de Band 6 (felizmente não no meu serviço, já que precisamos sempre de ter coordenadores dessa banda de serviço) e acredito que mais cortes ainda venham aí...

Enfim. Não quero que alguem pense que isto aqui é uma maravilha e só facilidades. Dito isto, no entanto...

Sou Band 5, newly qualified. Estou cá há 4 meses. Tive acomodação paga no 1º mês, mas ficava longe do hospital e tive de pagar o transporte. Moro numa "commuter zone" com preços de renda elevadíssimos - não tão caros como inner london, mas caros mesmo assim.

Mudei-me para um apartamento de 2 quartos com uma colega de escola que trabalho noutro serviço. Renda da casa: 700£/mês. Council Tax: 142£/mês. Internet+Telefone: 25£ mês. Água+Sewerage: 35£/mês. Electricidade: 30£/mês. Gás: 10£/mês (a única coisa que gasta gás na minha casa é a caldeira, usada só para o aquecimento central e lavar a loiça - o resto é tudo electrico. ainda não liguei o aquecimento central - a conta do gás vai ser muito maior quando isso acontecer).

Total a dividir por duas pessoas: 471£ para as despesas essenciais.

O apartamento não estava mobilado, só tinha os electrodomésticos da cozinha.

Comida e outras coisas de supermercado: Tenho um orçamento de 100£ para isto. Até agora, tenho gasto uma média de 50/60£ por mês. A comida é comprada a meias com a minha colega de casa, e eu gosto de cozinhar por isso raramente preciso de comprar pré-congelados (abro excepção para as pizzas, que são boas, bolas! :P) ou comida para levar para o almoço. A carne é mais cara que em portugal. O peixe tambem, principalmente se quiserem fresco. Os vegetais são mais baratinhos, as bolachas são de perder a cabeça... Compro marcas brancas, ou o que estiver com boas ofertas no supermercado (têm sempre ofertas nos chocolates os malandros). Fazia o mesmo em Portugal, não mudei os meus hábitos só porque vim para o estrangeiro.

Não tenho carro, vou de transportes públicos para o hospital. O passe é caro, mas comprando o passe para 3 meses fica a metade do preço, na minha zona. Por isso de 3 em 3 meses lá vão 85£. Tenho telemóvel com contrato, 25£ por mês.


Só fui a Portugal uma vez desde que cá estou - pela TAP porque não me apetecia estar a ir para o Porto e fazer a viagem para Lisboa. Se quisesse ir mais vezes a casa teria de repensar a minha escolha de companhia aérea...

Comprei dois pares de óculos graduados o mês passado. Estou a precisar de uma estante para a pilha de livros que já comprei por cá. Já tenho prendas de natal compradas e escondidas - poucas ainda, mas a pilha há-de crescer. ;) Comprei roupa, comprei prendas para levar quando fui a Portugal. Gasto demasiado dinheiro em velas perfumadas.  :-[ Estou inscrita no Royal College of Nursing, todos os meses 13£ e picos.

Ainda não me inscrevi no ginásio porque sou preguiçosa e prefiro andar ao ar livre do que dentro de 4 paredes - mas está nos planos. Estou a poupar para uma viagem ao outro lado do mundo durante as minhas férias em Janeiro, por isso ainda não me aventurei muito em viagens cá dentro. Não costumo sair á noite e é raro ir comer fora de casa.


Portanto tenho gasto em média 570£ nas minhas despesas "fixas". Sobram 800£ para o que quiser e me apetecer. Quando chega o final do mês, todo o dinheiro que não gastei vai automáticamente para uma conta poupança - venham as despesas que vierem no mês seguinte (se calhar em Dezembro sou capaz de me arrepender um bocado disto, vamos a ver :P ).

Não vim á espera de enriquecer, e não pensei que poupasse tanto como poupei até agora. No orçamento que fiz antes de vir ficava com 250£ livres no final do mês... O que mesmo assim, para mim, compensava.

(Desculpem lá contar a história da minha vida neste testamento... <_< )

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melzinho: O ordenado dá para "sobreviver" bem. Pelo menos por enquanto tem dado bem. Ok, eu sou daquelas pessoas que não gasta muito dinheiro normalmente, mas mesmo assim... A maior despesa vai ser sempre o aluguer da casa/quarto que tiveres, seguida dos transportes e alimentação. Consegues comprar muitas coisas tão baratas como em portugal, se bem que vais encontrar tantas outras mais caras. A carne por exemplo, é mais cara (regra geral), mas em compensação os livros são extremamente mais baratos. :D

(Desculpem mas ter livros baratos é suficiente para me fazer feliz.)

Já agora vou meter o nariz onde não sou chamada e atirar mais umas achas para a fogueira.

Estou no campo dos que acham que um bom nível de inglês é essencial. É verdade que se aprende, e num instante consegues perceber quase tudo o que se passa á tua volta - mas existem situações em que a comunicação é extremamente complicada. O meu nível de inglês é bastante decente (ás vezes demais - os meus colegas "esquecem-se" que não é a minha lingua-mãe e ficam admirados quando não percebo alguma coisa)  mas mesmo assim tenho dificuldade em entender tudo o que os utentes dizem. E se existe uma grande variedade na forma como as pessoas falam e portanto estão mais receptivos a entenderem-nos isso é um pau de dois bicos - nós tambem temos de entender muitas formas diferentes de falar inglês o que não é nada fácil.

(O meu "mentor" é escocês... Não percebo quase nada do que ele diz. Pode parecer hilariante, mas quando ele me está a dizer algo importante que tem de ser feito imediatamente [estou em A&E] garanto-vos que não tem piada nenhuma...)

Dito isto um nível conversacional normal é suficiente, segundo creio. Não precisam de ser C1/C2 para virem para cá, mas convem serem capazes de compreender a maioria do que é dito, e sobretudo não estarem á espera que os empregadores vos ajudem muito. Alguns fazem-no... Outros não. E por muito bom que o vosso inglês seja, vão sempre encontrar expressões um tanto ou quanto esquesitas - "What happens if I want to spend a penny?" não é o que parece...  :P ;)

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Enfermagem é uma profissão regulada na maioria dos paises da união europeia, sendo necessária a inscrição num registo profissional. Em Portugal é a Ordem dos Enfermeiros, no Reino Unido é o Nursing and Midwifery Council, na Bélgica é apenas um registo governamental, tanto quanto sei. Mas normalmente precisas sempre de te inscrever nalgum lado para exerceres enfermagem num país comunitário. Não é nada de estranho.

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Não assinei contrato nenhum antes de sair de portugal. Aliás mesmo cá já só assinei contrato uns dias depois de ter chegado. Pelo menos a KCIR não te leva nenhuma percentagem do ordenado, nem conheço nenhuma agência que faça isso. Lê muito bem toda a papelada que te meterem nas mãos, não assines nada se não tiveres a certeza do que estás a fazer, e tudo correrá bem.

Eu vim pela KCIR. Não senti grande apoio da empresa desde que nos deixaram no hospital mas, tirando isso, correu tudo bem. Algumas pessoas tiveram problemas porque ainda não tinham recebido o pin do NMC quando cá chegaram, por isso receberam menos dinheiro no primeiro mês - mas todas as situações estão regularizadas agora.

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Para ser completamente honesta, é diferente de todos os sítios onde estagiei. Estou na urgência e já comecei "a sério". É complicado para mim fazer uma correcta gestão do tempo, parece-me que mal viro costas para ir fazer uma coisa aparecem 10 outras super-importantes. Um grande problema que tem havido esta semana é a falta de camas (parece-te familiar? pois...) pelo que os utentes têm ficado mais tempo do que é suposto no serviço de urgência, o que atrasa a passagem dos doentes da ambulance bay para o serviço...

Mas pronto tudo se arranja. :)

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Acho que neste momento as coisas já estão a correr um bocadito melhor, já todos arranjámos casa e estamos a integrar-nos nos diferentes serviços. Não tenho falado com toda a gente, mas acho que no geral as coisas estão a andar bem...

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Citação de: Apex cordis
devo dizer que me assuta isto de mandarem pessoas de portugal sem o PIN....enfim!n foi isso k disseram k iam fazer mas sim que sem o pin ning trabalha! n e justo receberem band 3 e ficarem com o coração nas mãos com o medo que algo corra mal e n passem a band 5...
cumps

Eu tambem vim sem o pin, porque ele chegou exactamente no dia 2 de Junho a minha casa em Portugal. O que aconteceu em pelo menos um dos casos foi que o pagamento ao NMC já foi efectuado, mas a carta com documento que eles pedem apra preencher e enviar não chegou ao destino apesar de ir por correio registado! Normalmente depois de se pagar o NMC recebe-se o pin passado uma ou duas semanas no máximo. Neste caso foram os correios a falhar...

Os próprios hospitais não nos querem cá como HCSW. Esses eles arranjam. Precisam é de enfermeiros que possam trabalhar logo como enfermeiros! Os próprios enfermeiros treinados cá muitas vezes entram apra o hospital como HCSW enquanto estão á espera do pin.... Mas é chato para nós e para eles quando querem enfermeiros logo de início. E aqui enquanto não se tiver o pin, não se pode absolutamente fazer nenhuma função de enfermagem. Ponto final.

Os contractos que o pessoal que  ainda não recebeu o PIN do NMC assinou são de 3 meses apenas, e uma das clausulas é a de ser apresentado o pin do nmc dentro desse prazo para o trabalhador continuar no hospital.

Ares: Ainda só fiz uma visita ao local e notei  algumas diferenças:

Tem Nurse Practitioners com um papel muito semelhante ao de um médico. São apoiados pelos Consultants (Médicos com especialização na área e vários anos de serviço) e admitem e dão alta aos doentes excepto quando é necessário chamar um especialista ou um consultant. Tambem dão apoio aos internos de medicina, pelo que percebi.

Faz parte das competências do enfermeiro a sutura de feridas. Não sei se é apenas de feridas superficiais, irei ter uma formação expecífica sobre o assunto.

Fiquei hoje a saber que mesmo na urgência, mesmo na área de reanimação, temos de avisar a equipa de reanimação cada vez que existe uma paragem. No entanto todos os funcionários com contacto directo com o doente têm formação de suporte básico de vida com utilização de DAE, e aos enfermeiros é ministrado o curso de suporte imediato de vida. Mais á frente pode ser administrado o curso de suporte avançado de vida, se for considerado relevante ou se o enfermeiro tiver interese nisso. Pelo menos foi o que percebi.

De resto não me pareceu muito diferente.
Faço o meu primeiro turno na próxima sexta, depois disso de certeza que terei mais informação. ;)

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