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Mensagens - bisc8

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Assuntos laborais / Re: West Suffolk, Quem vai??
« em: Dezembro 13, 2012, 17:36:20 »
Citação de: catmartins22
boas.

eu nao vou para fora mas alguns colegas meus da ESEPorto já puseram no facebook que vão... Penso que sejam: Paulo Mesquita, Juliana Araújo, Sandra Ferreira, Márcia Guimarães querem que os avise que o grupo no face existe?

era excelente... Obrigado colega ;)

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Assuntos laborais / Re: Alunos a terminar o curso
« em: Dezembro 13, 2012, 17:32:24 »
Boa Tarde colega Propofol,

Fico satisfeito por saber que frequenta a escola que em tempos também foi a minha :) Tal como a colega Miss Nurse diz e bem,  a escola mantém o mesmo discurso ano após ano mudando um ponto aqui e outro acolá... De facto, com o mercado dos dias de hoje no que respeita à enfermagem, essas técnicas não valem de muito, mas porque não tentar tudo? o não está sempre garantido seja qual for a técnica, por isso nunca se perde nada... Para construir um cv é facil colega, ou constrói um europass, e descarrega o modelo e as instruções no site do europass, e oculta as informações que não tem, como média final, ou coloca média final esperada por exemplo... Outra forma, será apostar num cv académico em vez de um profissional por exemplo, em que descreve a sua formação acadêmica de forma mais ou menos detalhada... Existem centenas de modelos na net que o podem ajudar...

Após construir o Cv, poderá procurar aconselhamento junto de um professor de introdução à vida profissional ou de empreendedorismo, que normalmente eles são disponíveis e ajudam nestas matérias... Poderia mesmo no fim da conferencia ter colocado essas questões ao orador que na minha opinião são pertinentes!!!

Quando à situação de Inglaterra, as coisas mudam um pouco de figura... Não é condição obrigatória estar inscrito no NMC (Nursing and Midwifery Council) para puder ir às entrevistas, mas é condição que pelo menos o curso esteja terminado!!! A inscrição pode ser efetuada posteriormente, até porque é um grande investimento (110£ so para lhe analisarem o processo, fora os documentos que tem de tratar) mas convém, que antes de partir essa inscrição esteja feita e regularizada, aliás, se a empresa for credível nem sequer o deixa sair de Portugal sem inscrição completa...

Neste momento o melhor conselho que lhe posso dar é procurar uma carreira internacional... Os oradores falam muito, mas a realidade é que não são eles que lhe vão pagar as despesas nem procurar trabalho por si... portanto o melhor mesmo será apostar internacionalmente, até porque as condições que lhe oferecem nem são comparáveis à falta de oportunidades em Portugal...

Se puder ajudar em mais alguma coisa, disponha

Cumprimentos ;)

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Trabalhar fora de Portugal / Re: KCIR - Enfermeiros para o Reino Unido
« em: Dezembro 13, 2012, 13:10:39 »
Citação de: aninhas_ribeiro
Citação de: bisc8
Algum dos colgas vai em Janeiro ou Fevereiro para Bury St Edmunds (West Suffolk) pela KCIR?

Cumprimentos ;)

Olá, eu vou em janeiro para Bury, e se criassemos um grupo no facebook para o pessoal falar um bocadinho?
Cumprimentos :-)

Ola colega :)

O grupo já foi criado, mas ainda só temos 7 membros :P

verifique a sua caixa de mensagens pessoais aqui do forum por favor ;)

Cumprimentos

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Trabalhar fora de Portugal / Re: Documentos a enviar para o NMC
« em: Dezembro 11, 2012, 15:11:30 »
Qual a explicação lógica e razoável para essa ordem?

Cumprimentos

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Assuntos laborais / Re: West Suffolk, Quem vai??
« em: Dezembro 09, 2012, 21:34:05 »
Só nós não me parece :)
Ainda bem que criou o grupo porque eu não sou muito habilidoso com o facebook

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Trabalhar fora de Portugal / Re: KCIR - Enfermeiros para o Reino Unido
« em: Dezembro 08, 2012, 18:43:05 »
Algum dos colgas vai em Janeiro ou Fevereiro para Bury St Edmunds (West Suffolk) pela KCIR?

Cumprimentos ;)

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Assuntos laborais / Re: West Suffolk, Quem vai??
« em: Dezembro 08, 2012, 18:39:47 »
criem um grupo na rede social mais conhecida de sempre  O0

mas a mim parece-me que ou não ha mais ninguém do fórum ou então estão todos com medo (com 109 visualizações e só uma resposta) :P

Cumprimentos ;)

P.S.: pensem nisso do face e depois avisem

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Trabalhar fora de Portugal / Re: Documentos a enviar para o NMC
« em: Dezembro 06, 2012, 23:28:20 »
Olá colega

Penso que que referir que trabalhou como enfermeira de saúde pública e comunitária seja o suficiente ;)

Cumprimentos

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Cuidados Gerais / Re: Pedido de ajuda
« em: Dezembro 03, 2012, 15:47:01 »
Boa Tarde Colega

Percebo perfeitamente a sua questão. Talvez não devesse dar a minha opinião pessoal, mas quanto a mim, deveria haver legislação específica, bem regulamentada e bem acessível sobre esta matéria, pois de facto a grande questão que coloco é a seguinte: Como pode o cidadão (cliente/utente) achar que o serviço público não serve para prescrever, mas para administrar já acha que serve? Contudo isto é apenas uma opinião pessoal.

Em termos legislativos, para variar, a questão clarifica-se quando enunciamos alguns pontos fundamentais e volta a tornar-se dúbia quando enunciamos outros. No entanto, repare-se que, na perspetiva de Cliente/utente, o entendimento pode ser o seguinte:
Lei de Bases da Saúde
- "A proteção da saúde constitui um direito (...) em liberdade de procura e prestação de cuidados (...)
- "Os cuidados de saúde são prestados (...) Estado (...) públicos, ou por entidades privadas (...)"
- "É objectivo fundamental obter a igualdade (...) no acesso aos cuidados de saúde (...)"
- "Os serviços de saúde (...) funcionam de acordo com o interesse dos utentes e articulam-se entre si (...)"
- "Os cidadãos e as entidades públicas e privadas devem colaborar (...) no exercício de direito à proteção da saúde (...)"
- "Os cidadãos tem direito a que os serviços públicos de saúde (...) funcionem de acordo com os seus legitimos interesses"
- " É reconhecida a liberdade de escolha no acesso à rede nacional de prestação de cuidados de saúde (...)"

Os utentes têm direito a: "Escolher no âmbito do sistema de saúde (...)" no entanto é feita ressalva que é a escolha é feita de acordo com as regras da instituição e portanto pode causar problemas se a instituição decide não administrar prescrição de privados, no entanto deixa muitas dúvidas sobre a legalidade e legitimidade da recusa de esse ato.

No que diz respeito à lei do SNS, o entendimento por parte do utente/cliente pode ser o seguinte:
- "É reconhecida aos utentes a liberdade de escolha do responsável pela prestação dos cuidados de saúde (...)" salvo se "(...) não sofre de restrições (...) limite de recursos humanos, técnicos e financeiros (...)
- "O SNS envolve (...) tratamento dos doentes e a reabilitação (...)" portanto pressupõe a administração de terapêutica.
- "Os utentes do SNS tem direito (...) à prestação de cuidados de enfermagem (...)"
- "O acesso às prestações enunciadas (...) é assegurado pelo SNS" ressalva que quando não for possível por lmitações já referidas anteriormente, o acesso será assegurado por entidades não pertencentes ao SNS em base contratual (...) mediante reembolso dos doentes.
Fala ainda nos cuidados primários e diferenciados, em que os diferenciados envolvem naturalmente a administração de terapêutica e tal como já foi dito, é direito dos cidadãos o acesso a esses cuidados. No entanto o Artigo 17 ressalva que o acesso aos cuidados diferenciados está condicionado a prévia observação e decisão dos serviços de cuidados primários salvo no caso de urgências. Aqui já deixa algumas brechas para se argumentar mais ainda assim muito poucas, até porque: Artigo 43  - os serviços de cuidados primárias e diferenciados articulam-se e complementam-se quanto ao seu funcionamento.

Na inumera legislação que se pode ter acesso sobre as instuições privadas, diz muito e não diz nada, dizendo mais do mesmo:
- "Na prestação de serviços de saúde no âmbito das
unidades privadas de serviços de saúde deve ser respeitado o princípio da liberdade de escolha por parte dos
doentes"
- "As unidades privadas de serviços de saúde devem afixar nas suas instalações, em local bem visível, para os utentes
e visitantes, a identificação dos serviços prestados e a licença" Ora bom, se as unidade não possuirem meios para administração de terapêutica, mas por outro lado poderem prescrever, que isso está contemplado na Lei e é auditado pelas ARS, alguém terá de administrar e não podemos obrigar o doente a contratar um enfermeiro liberal se tem um C.S. disponivel por exemplo.

"Contudo, o seguinte deve ser considerado: A prestação de serviços de enfermagem na sequência de prescrição médica não é o cumprimento cego e surdo de uma ordem. A autonomia técnica e a responsabilidade profissional dos profissionais de enfermagem, consagradas aliás em diploma legal aduzem-se, para além da sua fundamentação deontológica, na dimensão ética comum a todas as profissões da saúde – dar mais valor à pessoa e ao que deve ser feito do que à técnica e ao que
pode ser feito" - Parecer ARS Norte

Não consegui encontrar nada na legislação que diga taxativamente: Atos prescritos no privado podem ser recusada a sua execução no serviço público. No entanto as normas e pareceres técnicos e deontológicos, deixam patente uma realidade, para além de em situação urgente não poder ser efetuada recusa de tratamento prescrito por entidade privada, o mesmo tratamento pode ser recusado mediante justificação adequada quando não se trata de situações urgentes, contudo, o utente/cliente deve ser encaminhado, ou sugerida consulta com o seu médico assistente no serviço público. A partir dai, a guerra já não é nossa...

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Assuntos laborais / Re: Recrutamento West Suffolk NHS Trust
« em: Dezembro 02, 2012, 21:55:11 »
Verifique o seu correio. Já lhe respondi... Espero ir a tempo :)

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EUA e Canadá de facto são bastante atrativos, mas de difícil acesso comparando com os países europeus, pelo menos foi o que me pareceu quando pesquisei um pouco sobre isso há uns dois ou três anos, principalmente para o Canadá. Entretanto pode já ter mudado muito...

Mas sim, quem conseguir fazer todo o processo, e passar todas as barreiras compensa bastante, a nível profissional principalmente e a nível pessoal também apostar numa carreira transatlântica :)

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Trabalhar fora de Portugal / Re: Documentos a enviar para o NMC
« em: Novembro 26, 2012, 00:28:14 »
Espetáculo :) Obrigado colega C324R

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Trabalhar fora de Portugal / Re: Documentos a enviar para o NMC
« em: Novembro 25, 2012, 01:56:42 »
Citação de: NocBeast
Agora sou eu que tenho uma dúvida em relação aos pagamentos  ??? Eu não tenho cartão de débito/credito que me permita fazer pagamentos on-line, no entanto tenho uma amiga que possui um cartao desses....O pagamento é aceite com um cartão pertencente a outra pessoa?Pode parecer uma questão descabida mas como nunca precisei de fazer este tipo de pagamentos e numa das etapas do pagamento é necessário preencher os campos com os dados do portador do cartão o que pergunto é se mesmo assim o pagamento é aceite?
A quem já vai muiiito à frente pedia um esclarecimentozito  :)
Obrigada

Em princípio deve dar colega...

Uma questão, e que tal experimentar pelo mbnet? permite criar um cartão de pagamento temporário, com o montante que se pretende e efetuar o pagamento. Eu costumo usar com muita frequência, mas não sei se funciona para pagamentos no estrangeiro com divisa diferente. Alguém já experimentou?

Cumprimentos

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Trabalhar fora de Portugal / Re: A PURE HEALTHCARE??? ouviram falar?
« em: Novembro 25, 2012, 01:49:38 »
Nunca ouvi falar dessa empresa para ser sincero...

Não querendo fazer publicidade, só conheco KCR e HCL permanent para o Reino Unido. Estas duas sei que são fiáveis ;)

Cumprimentos

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Realmente é triste esta situação...

Colocam-se várias questões: Quem tira o curso na escola de sargentos, é ou não licenciado? que curso de enfermagem e que tipo de planos de estudos tem eles na escola de sargentos para quem estuda lá enfermagem de raiz? Qual a diferença entre um enfermeiro militar formado na escola de sargentos e um enfermeiro civil, formado em qualquer escola superior?

Temos duas classes de enfermeiros? é uma situação bastante complexa...

Quanto aos médicos e outros, há que lembrar que nas academias militares existem os cursos de medicina, engenharias (civil e eletrotécnica) farmácia, veterinária, administração e depois exitem os específicos vocacionados mais para a operacionalidade militar. Assim sendo também fará sentido que engenheiros, médicos, etc, possam concorrer a oficiais de contrato. Mas porque razão nao podem também os enfermeiros? Somos licenciados na vida civil mas na militar já nao?

e já agora, que terá a nossa Ordem a dizer sobre isto?

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