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Tópicos - aLheiriX

Páginas: [1]
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Formação Contínua e Desenvolvimento Profissional / IFE
« em: Julho 13, 2008, 15:51:49 »
Boas,

gostaria de saber a vossa opiniao em relação aos cursos do IFE, Instituto de Formação em Enfermagem. ( http://www.ife-ace.com/ )

Alguém ja frequentou?

São uma mais valia no curriculo?

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Ensino e Atividades Académicas / trabalho de pesquisa
« em: Julho 09, 2008, 10:30:25 »
Viva!

Ando a fazer o trabalho de fim de curso, a chamada monografia final...  Procuro bibliotecas virtuais, tanto portuguesas como internacionais para efectuar pesquisas que me possam ser uteis na elaboração deste trabalho.

Alguém me dá umas dicas?

Uma coisa que ja reparei, é que para consultar algumas bibliotecas virtuais, por exemplo, a biblioteca virtual da faculdade de psicologia da universidade do porto tenho de ter um registo.... coisa que não tenho... isso implicaria ser aluno da universidade do porto para poder aceder à biblioteca virtual de forma livre? Alunos de outras instituições não têm acesso? Estranho...

3
Este ano, surge mais um curso a entrar no campo de acção de enfermagem, parece-me que vem fazer com que cada vez mais a enfermagem fique com um campo de acçao limitado. Concordam?

Deixo a descrição desta nova licenciatura, vejam...

Gerontologia Social

A licenciatura em Gerontologia Social pretende articular uma formação base em ciências sociais e humanas com os saberes e preparação específica para a intervenção social com pessoas idosas. Trata-se, pois, de uma proposta de perfil de formação filiada nas ciências sociais e humanas e que, portanto, se distingue de formações na área das ciências da saúde. Assim, o ensino a nível da licenciatura em gerontologia social deve fundar e desenvolver uma competência profissional assente:

- Na compreensão do fenómeno do envelhecimento e das problemáticas da velhice na sua multidimensionalidade social, psicológica e biológica e na sua dinâmica e inscrição nos processos sociais globais;
- Na apropriação da natureza transdisciplinar da gerontologia social e do património e trajectória deste campo de saber e intervenção social e profissional;
- Na reflexão ético-política e numa cultura de respeito, promoção e defesa dos direitos de cidadania das pessoas idosas no quadro de uma cultura geral de respeito pelos direitos humanos;
- Na capacitação teórica, metodológica e operativa para uma intervenção qualificada nas problemáticas do envelhecimento e velhice, no quadro das novas orientações das políticas sociais, tecnologias da gestão social, singularidade das situações sociais, diversidade das culturas e modos de vida;
- Na capacitação para os processos de avaliação das situações e necessidades das pessoas idosas, elaboração dos planos integrais de cuidados e avaliação da qualidade de serviços aos níveis individual, familiar e comunitário;
- Na capacidade de comunicação com as pessoas idosas, suas famílias e redes sociais enquanto recurso essencial à qualificação dos processo de intervenção em gerontologia social;
- Na capacidade de implicação em processos relacionais e comunicativos, entendendo e recorrendo a diferentes códigos culturais e institucionais, em ordem ao desempenho de um papel de mediação nas interacções sociais;
- Na capacidade de trabalho em equipas profissionais a nível multidisciplinar ou interdisciplinar, articulando acções no âmbito inter-institucional e/ou em rede;
- Na capacidade de gestão de equipas de trabalho, designadamente no enquadramento e supervisão de trabalhadores de prestação de serviços e intervenção directa com as pessoas idosas;
- Na capacidade de concepção, organização e gestão de equipamentos, serviços e projectos sociais dirigidos a pessoas idosas.
topo

Saídas Profissionais
O licenciado em Gerontologia Social dispõe de um diversificado conjunto de saídas profissionais em:

- Organizações sociais ou privadas de prestação de serviços directos à população idosa (lares de idosos, residências colectivas protegidas, centros de dia, centros de noite, centros de convívio, serviços de apoio domiciliário, etc.);
- Autarquias locais e serviços públicos de segurança social designadamente no exercício de atribuições de planeamento de equipamentos e serviços, gestão dos sistemas de benefícios sociais;
- Organismos culturais e de formação como universidades da terceira idade;
- Organismos sociais ou privados na área do lazer e turismo sénior;
- Estruturas de saúde no âmbito de programas de prevenção, de educação para a saúde e de prestação de cuidados de saúde primários;
- Outras instituições de apoio directo ou indirecto à população idosa.


(Retirado de: http://www.lis.ulusiada.pt/cursos/bolon ... efault.htm)

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Cuidados Gerais / Bibliografia sobre Humanismo
« em: Janeiro 29, 2007, 18:48:54 »
Preciso de bibliografia sobre o Humanismo e Voluntariado de enfermeiros em paises em vias de desenvolvimento para efectuar um trabalho academico.

Queria, que me indicassem livros onde esteja retratado o trabalho de enfermeiros em paises em vias de desenvolvimento.

Temas relacionados com a Cruz Vermelha Internacional, AMI, UNICEF, OIKOS, Medicos Sem Fronteiras e ONG´s que fazem trabalho voluntario  também é bem vinda!!   :)

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Ensino e Atividades Académicas / Praxes "Violentas"
« em: Agosto 27, 2006, 15:08:51 »
Aluna que se queixou de praxes violentas avança contra Instituto Piaget


Ana Damião, a ex-aluna do Instituto Piaget Nordeste, em Macedo de Cavaleiros, que em 2002 se queixou de praxes violentas, avançou com um processo cível contra o instituto. O início do julgamento está marcado para o dia 4 de Outubro. A jovem diz que está hoje tão indignada "como no primeiro dia" em que foi praxada.

"Consideramos que a direcção do Piaget teve culpa pela forma como conduziu este caso, provocando na aluna danos morais e patrimoniais", explicou ao PÚBLICO a advogada da queixosa, Elisa Santos.

O caso que será analisado pelo Tribunal Judicial de Macedo de Cavaleiros remonta a Outubro de 2002, quando Ana Damião era caloira do curso de Fisioterapia. Durante as praxes, contou a jovem, foi obrigada a cumprir uma série de tarefas "humilhantes".

Por exemplo: "Despir a roupa e virá-la do avesso; colocar a roupa interior por cima da roupa que trazia vestida; simular orgasmos com uma planta, um poste de electricidade e ainda com martelos de plástico; colocar-se na posição de quadrúpede e participar em corridas com os restantes caloiros."

Dois dias depois Ana Damião declarou-se antipraxe e decidiu denunciar o que considerou serem "actos de violência". A direcção do instituto promoveu então uma reunião entre as partes, onde participaram todos os alunos presumivelmente envolvidos na referida praxe e a queixosa, na altura com 18 anos. "Nesse encontro foi proibida a entrada ao pai da aluna", diz Elisa Santos.

"A Ana quer justiça", diz a advogada

A advogada alega, aliás, que essa reunião foi intimidatória e serviu apenas para deixar a jovem "ainda mais humilhada e vexada". Ana Damião acabou por abandonar o Instituto Piaget e mudou de escola. Perdeu um ano. Agora pede uma indemnização de 67 mil euros, mas a advogada ressalva que mais do que dinheiro "a Ana quer justiça".

Ana Damião chegou a apresentar uma queixa-crime, acusando os autores da praxe de injúrias e coacção, mas em Novembro de 2004 o Tribunal de Macedo de Cavaleiros decidiu arquivar os autos e não pronunciar os dez estudantes indiciados.

O tribunal ponderou a hipótese de a estudante poder estar a ser coagida a aceitar as praxes, "por força do ambiente próprio" daquelas actividades, mas acabou por afastar essa possibilidade pelo facto de, posteriormente, a ofendida ter demonstrado que tinha autodeterminação suficiente para se declarar antipraxe.

"Nunca me conformei", lembra a estudante

Em relação aos actos a que a jovem foi sujeita o tribunal considerou que "as concretas actividades de praxe não ultrapassaram a "normalidade" inerentes às mesmas".

Depois de se declarar antipraxe a estudante faltou alguns dias às aulas e quando regressou, ainda segundo o tribunal, não sentiu qualquer ostracismo: "O que resulta dos autos é que foi a divulgação do caso que criou um certo mal-estar à volta da assistente", concluiu o juiz. Mas Ana Damião não se resignou.

"Mudei de advogado, porque o meu defensor inicial entendeu que o caso devia ser encerrado por ali, e decidi avançar com um novo processo, desta vez contra o Piaget", explica a estudante. "Nunca me conformei; a escola nunca me apoiou e eu continuo a dizer que a única coisa que quero é que se faça justiça", diz a aluna.

O PÚBLICO contactou Luís Cardoso, que era o director do Piaget Nordeste em 2002 e que ontem alegou estar neste momento "completamente por fora" do processo, dado que já se afastou da direcção do instituto há dois anos. A actual responsável está de férias e não foi possível contactar nenhum elemento da direcção em funções; nenhum responsável com conhecimento deste caso se encontrava ontem à tarde no Piaget Nordeste.


(noticia publicada no jornal Publico em 22/08/2006)

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Cuidados Gerais / Emigração, é a melhor solução?
« em: Junho 24, 2006, 18:22:16 »
As pessoas emigram em busca de melhores salários e de reconhecimento social. Estamos no sec.XXI, a globalização faz-se notar a todos os niveis, diferentes sociedades, diferentes culturas, diferentes formas de trabalhar...

Aquele que opta pela emigração sofre um processo de aculturação irreversivel.

Diz o povo e muito bem, "quem muda Deus ajuda!"



 Vejam este artigo:


CINCO MIL ENFERMERAS EMIGRARON EN BUSCA DE UN MEJOR SUELDO
Esta situación contrasta con la que viven los hospitales españoles que tienen que contratar enfermeras en el extranjero
Este es uno de los datos que la revista sanitaria Medical Economics publicó la semana pasada en un interesante reportaje sobre la precaria situación que viven los recursos humanos en la Sanidad española. Según el estudio de esta revista, desde el año 2000, casi mil médicos y más de 700 enfermeras españolas emigran anualmente en busca de mejores salarios y mayor reconocimiento profesional. La Sanidad española está inmersa en una terrible paradoja. Mientras asiste impasible a la fuga de médicos y enfermeras a otros países, se ve obligada a contratar a personal extranjero para cubrir la asistencia sanitaria.
Departamento de Comunicación
MADRID, 20-06-06.
Los datos aportados por la revista Medical Economics, que ha puesto una cifra a ese movimiento migratorio sanitario, aseguran que unos 6.000 médicos españoles y 5.000 enfermeras ya han salido de España en busca de mejores condiciones salariales y una mayor seguridad en su contrato, aún conociendo el déficit de profesionales que sufre nuestro país. Y es que, tal y como viene señalando Máximo González Jurado, presidente del Consejo General de Enfermería en los diferentes foros sanitarios, España tiene un 40 por ciento menos de enfermeras que la media europea: 500 por cada 100.000 habitantes frente a 843.

Para el presidente de los enfermeros españoles esta es una circunstancia que pone en peligro la calidad y seguridad de la asistencia sanitaria para pacientes y profesionales. En este sentido, González Jurado destacó cómo el Reino Unido, país autodeclarado como principal ¿importador¿ de enfermeras tiene un 78% de enfermeras más que nosotros y se considera deficitario de profesionales. "Paradójicamente en España las administraciones autonómicas y central se dedican a presumir del superávit y de lo bien que están consideradas las enfermeras españolas en el resto del mundo, en vez de contratar a las enfermeras que verdaderamente hacen falta para su población. Es cierto que nuestros profesionales tienen una preparación magnífica, pero esto no justifica que se les esté sometiendo a una sobrecarga asistencial tan terrible. Hay que contratar el número de enfermeros que precisa el sistema de una vez por todas, no es de recibo que estemos prestando asistencia sanitaria hasta al doble de los pacientes que asisten nuestros compañeros en otros países europeos".
Para el presidente del Consejo General las enfermeras se están yendo a trabajar fuera de España porque aquí no encuentran trabajo: "si tuviesen la opción de encontrar un trabajo digno en nuestro país la inmensa mayoría se quedaría aquí. Prueba de ello es que las enfermeras que emigran están una media de dos años fuera y luego vuelven a España. Por eso resulta especialmente hiriente que necesitando como necesitamos un 40% más de enfermeras estemos dejando marchar unos recursos sanitarios tan valiosos para el sistema".

Portugal, destino escogido por los enfermeros

A pesar de todo, una vez en el extranjero, Portugal se ha convertido en el destino preferido de los médicos y enfermeras españoles. Su presencia es tan notoria que en algunos centros como el hospital público de Santa María de Lisboa, la cuarta parte de la plantilla es de origen español. Actualmente hay unas 1.500 enfermeras, según fuentes no oficiales, principalmente en Lisboa y el Algarve, y en su mayoría procedentes de Galicia, Extremadura y Andalucía.

En Portugal la retribución de una enfermera supera los mil euros al mes (sueldo base más guardias), un 20 por ciento menos que en España. Pero a pesar de un salario inferior, justifican su marcha porque aquí las posibilidades de acceso a un centro sanitario que tienen los alumnos de Enfermería españoles son escasas.

Después de Portugal, Reino Unido, Francia e Italia son otros de los países preferidos por los enfermeros españoles a la hora de ejercer su profesión en el extranjero.

Una situación contradictoria

Esta situación contrasta con la que viven los hospitales españoles que se han visto abocados a buscar enfermeras en otros países. La Organización Colegial de Enfermería calcula que ya ejercen en nuestro país más de 4.600 enfermeras de otra nacionalidad.
Alemanas, inglesas y británicas están cubriendo la nueva demanda creada con los jubilados de países comunitarios en las zonas mediterráneas. Los colegios de médicos y enfermeros temen que la fuga de profesionales y las jubilaciones convierta la falta de personal sanitario en un problema de difícil solución.

La solución de los expertos
La situación ante esta falta de profesionales es difícil. Sin embargo, los expertos consultados por Medical Economics para arrojar algo de luz a esta problemática proponen: suprimir el numerus clausus en las facultades de Medicina, ampliar el cupo de especialidades, incrementar las retribuciones del personal sanitario y mejorar sus condiciones de trabajo. Además, todos ellos coinciden preguntándose qué ha sido del estudio que sobre las necesidades profesionales del Sistema Nacional de Salud debería haber presentado hace un año el Ministerio de Sanidad.

(Retirado do site: http://www.cge.enfermundi.com/servlet/S ... po=Noticia)


Será a emigração a melhor solução?

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Cuidados Gerais / Administração de alimentação
« em: Junho 21, 2006, 01:11:29 »
Este tópico vem dar resposta à proposta efectuada por Ena Rot a um comentário efectuado por mim no tópico "Relação Auxiliar/Enfermeiro".
 
Aquando o meu estágio num serviço de medicina efectuado num hospital semi-privado, tive  a meu cargo um doente totalmente acamado em que a alimentação era administrada com o auxilio de uma seringa.
 
Das inumeras actividades realizadas, uma delas foi a identificação de necessidades humanas básicas (NHBs), das quais faz parte a alimentação.
Para colmatar esta NHB, efectua-se administração da alimentação ao doente, dependentemente das circunstâncias em que este se encontrar, pela via/técnica mais adequada, de modo a que seja possivel alimentá-lo com sucesso, sem causar dor, irritação, desconforto, mau estar, etc.
 
Num certo dia desse meu estágio, encontrava-me a administrar alimentação ao doente acima referido, com recurso a uma seringa, devido ao doente ter incapacidade no reflexo da mastigação, e o doente em intervalos de poucos segundos dava um arroto. Não prestando eu, grande atenção ao que estava a suceder, convencido que fosse normal arrotar... E é normal arrotar!! O que não é normal é que os arrotos sejam quase consecutivos!!  
  Foi então que uma senhora auxiliar de nacionalidade espanhola
 que também se encontrava a administrar alimentação ao doente da cama do lado, me disse para ter em atenção à seringa que puderia ter muitas gotas de ar e que provavelmente será isso a causa do doente arrotar tantas vezes...!!  De facto a senhora tinha razão!! Eu estava administrar não só a alimentação mas como também gotas de ar, e este pequeno pormenor, foi o causador dos sucessivos arrotos que o organismo do doente estava a desencadear, levando a que o doente se sentisse cheio e sem apetite rapidamente!!
 E com essa chamada de atenção vinda de uma auxiliar, para um estudante de enfermagem, aprendi e pude melhorar a "minha" técnica no que diz respeito à administração de alimentação com o auxilio de uma seriga.  :o  :idea:

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Ensino e Atividades Académicas / Estudo do Idoso
« em: Junho 17, 2006, 18:01:47 »
Encontro-me neste momento a estagiar num Lar de Idosos.
Foi proposto pela minha escola, a realização de um "Estudo do Idoso" em que tenho de abordar o idoso de uma forma bio-psico-cultural. (holisticamente!!)

Se alguem souber de alguma bibliografia em que me possa ser util para a realização deste trabalho faz favor de me dizer.

Obrigado.

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Holanda prepara lei que prevê eutanásia em crianças

A Holanda prepara-se para pôr em prática uma lei que permite a eutanásia em crianças. Apesar de ilegal, a eutanásia de crianças até aos 12 anos é relativamente comum neste país; estima-se que existam entre 15 e 20 casos por ano, sem que no entanto tenha havido, até agora, qualquer médico acusado por esse tipo de intervenção.
Conforme noticia o Diário de Notícias, estão a ser, neste momento, elaboradas as regras da actuação de uma nova comissão a ser criada pelo Ministério da Saúde holandês, para que a lei entre em vigor o mais brevemente possível. Ainda segundo aquele diário nacional, que cita a assessora de imprensa do Ministério da Saúde holandês, caberá a esta comissão analisar os pedidos de eutanásia relativos a crianças que nascem com doenças incuráveis muito graves, sendo a decisão sempre tomada pelo Ministério Público.
No documento aprovado em Novembro do ano passado dão-se alguns exemplos em que poderá ser aplicada esta lei: “Pode ser claro que a criança vai morrer poucos dias ou meses após o nascimento. Nestes casos, o tratamento médico não faz sentido. Faz parte do procedimento médico normal não iniciar o tratamento ou interrompê-lo. A criança em questão terá uma morte natural.”
A legislação está a provocar várias reacções fora e dentro daquele país, sendo que na Holanda estas questões não são totalmente pacíficas.

(Retirado de: www.cienciapt.net)

10
Tenho muito interesse na area dos cuidados intensivos, e espero vir a ter um estagio nesta area. Queria saber se alguem já estagiou neste serviço ou se trabalha, e que possa referir aspectos positivos e negativos nestas unidades.  8)

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Bragança: alunos de Enfermagem fecham escola de saúde a cadeado

Os alunos de Enfermagem da Escola Superior de Saúde de Bragança (ESSB) retomam hoje os estágios no Hospital de Bragança, depois de a instituição de ensino ter negociado com a Direcção da unidade de saúde uma solução que, segundo o director da escola, Gilberto Gonçalves, passa pela "distribuição dos alunos por várias valências".

Os jovens fecharam a cadeado o portão principal do estabelecimento de ensino, ontem de manhã, como forma de protesto contra a planificação dos estágios nas unidades de saúde da região. Em causa está o facto de os alunos terem saturado o Hospital de Bragança, anteontem, dia em que arrancavam os estágios dos 2.º e 3.º anos. "Éramos demasiados alunos para tão poucos doentes; em alguns casos havia 17 alunos para 20 doentes", afirmou José Antunes, presidente da Associação de Estudantes da ESSB. Os jovens queixam-se ainda de que os orientadores de estágio são insuficientes para acompanhar tantos estagiários.

Actualmente, a Escola de Enfermagem de Bragança tem em estágio cerca de 200 alunos, mas as unidades de saúde da região recebem ainda os estagiários do Instituto Piaget de Macedo de Cavaleiros.

Para os estudantes, a solução passa por encontrar estágios fora da região. "É pena que o Hospital de Bragança não corresponda às necessidades da escola", admitiu o representante dos alunos.

O director da ESSB, Gilberto Gonçalves, confirmou que, à custa de uma sobrelotação de alunos em estágio, os serviços têm muitas dificuldades em gerir o número de estagiários e colocaram várias dificuldades à sua continuação. "Fomos sempre gerindo os interesses da formação; hoje não foi possível, eu fui apanhado de surpresa", esclareceu.


(Retirado de: www.jn.sapo.pt)

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Novidades / Telemedicina
« em: Dezembro 30, 2005, 01:57:59 »
Fórum: Telemedicina

5 de Janeiro de 2006
Campus Académico de Macedo de Cavaleiros
Escola Superior de Saúde Jean Piaget/Nordeste

Enquadramento:

Os desafios tecnológicos aplicam-se naturalmente às exigências da prática moderna da medicina. A necessidade de assegurar respostas rápidas e eficazes, de forma cooperativa a questões médicas é um dos principais propósitos da “Teleconsulta médica”. A importância da solução telemática e a sua necessária implementação nos serviços de saúde é uma realidade que merece uma reflexão conjunta de profissionais e alunos da área de saúde. Esta solução de “Teleconsulta médica”, com Registo Clínico Electrónico (RCE) integrado, suporta o funcionamento em modo síncrono (tempo real) e em modo assíncrono (store & forward). É uma solução versátil, de custo moderado, de fácil utilização e capaz de se adaptar a várias especialidades, entre as quais a Cardiologia, Obstetrícia, Pediatria, Dermatologia, Genética e a Anatomia Patológica.

Objectivos:

Reconhecer a importância da aplicação tecnológica à obtenção do diagnóstico clínico.
Compreender os trâmites da “Teleconsulta médica”.
Identificar sistemas de Teleconsulta.
Conhecer o Software de Teleconsulta.
Reflectir sobre as potencialidades da solução telemática.

Destinatários:

Alunos do curso de Enfermagem, Enfermeiros e outros profissionais de saúde interessados (supervisores e orientadores de estágio).

Data e local:

5 de Janeiro de 2006, às 14:00 horas
Grande Auditório do Campus Académico de Macedo de Cavaleiros

Programa:

14:00 horas “Telemedicina”
Engº António João Bastos. Director de Serviços Consultoria e Sociedade de Informação. Portugal Telecom Inovação.

Engº Fernando Santiago. Responsável pelo Medigraf. Portugal Telecom Inovação.

Organização e Coordenação
Campus Académico de Macedo de Cavaleiros e Escola Superior de Saúde Jean Piaget/Nordeste

Informações:

Campus Académico de Macedo de cavaleiros
Rua Dr. António Oliveira Cruz
5340-257 MACEDO DE CAVALEIROS
T. 278420040
F. 278425430
www.ipiaget.org

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Encontrava-me eu a visitar um blog da minha preferencia quando fico muito triste, aborrecido e revoltado com o que tinha acabado de ler...  8O   8O   8O

O que me deixou assim foi o seguinte que passo já a transcrever:

 "Só pode ser equívoco...
Dizem-me que o programa Na Ordem do dia, na TSF,
não inclui a Ordem com maior número de membros no País (e não só na saúde, como alguns entendem dizer)! Ou seja, a Ordem dos Enfermeiros.
Será mesmo verdade? é porque há quem não saiba?!
E se quem tem a responsabilidade de informar, ignora...
Por mim, já perguntei a quem de direito e aguardo resposta.
Ainda me parece que não pode ser propositado...

Qualquer manual de teoria da informação aponta as regras básicas de conduta.
Além da teoria da notícia, todos serão unânimes na ética profissional dos jornalistas e das empresas de informação. Aliás, fala-se hoje também muito de ética empresarial.

Num país que tem doze Ordens, que critérios para seleccionar as que são presente à Ordem do Dia, na TSF?!
"De Segunda a Sexta, às 18h50m. Sábados às 12h50m
Segunda-feira - Médicos
Terça-feira - Arquitectos
Quarta-feira - Advogados
Quinta-feira - Biólogos
Sexta-feira - Economistas
Sábado - Engenheiros

Não vou repetir argumento a propósito da Ordem dos Enfermeiros.
O que decorre é que não é a dimensão das Ordens que conta para a TSF.
Até aqui, parece claro! Porque excluída está a maior Ordem do País.


É para quê, já agora?
"A TSF convida médicos, advogados, economistas, arquitectos, biólogos e engenheiros a pronunciarem-se sobre temas da actualidade que directa ou indirectamente interagem com estas áreas profissionais. Em colaboração com as respectivas ordens"... anuncia-se.

Vou contar as Ordens profissionais existentes, sim? (aproveito para as linkar, igualmente)
Advogados,
Arquitectos,
Biólogos,
Economistas,
Enfermeiros,
Engenheiros,
Farmacêuticos,
Médicos,
Médicos Dentistas,
Médicos Veterinários,
Notários,
Revisores Oficiais de Contas
- se contei bem, são doze (e se me esqueci de alguma, lamento)
Ou seja, um ciclo de duas semanas, incluía todas as Ordens. Mas não: é um ciclo semanal...

QUAL O CRITÉRIO QUE PRESIDIU À ESCOLHA de SEIS da TSF?
O da dimensão não foi, constatou-se. O alfabético também não foi, como se vê.
Qual ou quais??

Numa sociedade democrática, os meios de informação não estão à margem nem devem esquivar-se a responder a questões simples - claramente, e no mínimo, a TSF peca por falta de accountability, de transparência na prestação pública de resposta.
Além de desrespeitar uma série de príncipios - sim, da ética da informação, pois que nem se responde às dezenas ou centenas de solicitações...

Ah, só falta o próximo Fórum da TSF ser sobre transparência nos processos ou a isenção e objectividade das empresas de informação..."

(Retirado de http://conversamos.blogspot.com )

E é assim, com estas coisas acontecerem nos meios de comunicação social que continuamos a não ter voz, continuamos no silêncio, e eu como estudante de enfermagem noto muito isso...  :oops:  :oops:


 Mário Correia

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Novidades / Seminário sobre Asperger e Hiperactividade
« em: Setembro 08, 2005, 16:01:20 »
Vai-se realizar no dia 14 de Outubro no Auditorio Municipal de Mirandela um seminario organizado pela Associação Portuguesa da Sindrome de Asperger, intitulado de: " Perturbações do Desenvolvimento Infantil Asperger e Hiperactividade".

Na imagem encontra-se o cartaz que contem o programa.
http://www.hmirandela.min-saude.pt/

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Cuidados Gerais / Curso Enfermagem na Universidade do Minho
« em: Julho 26, 2005, 03:45:23 »
Numa altura de exames nacionais e de candidaturas ao ensino superior, informo os colegas que a Universidade do Minho (UM) conta agora com um novo curso, trata-se do Curso de  Licenciatura em Enfermagema a ser ministrado já no proximo ano lectivo 2005/2006.

Condições de acesso ?
A nota de candidatura é de 9,5 valores e tem 70 vagas (numerus clausus).

O acesso a este curso não se rege pelo percentil 55 do CRUP.

Para ingressares neste curso, necessitas de realizar as seguintes provas de acesso com a respectiva nota mínima de acesso:

Biologia (9,5) e Química (9,5) ou
Biologia (9,5) e Psicologia (9,5)                    


O curso tem uma duração de 4 anos e funciona em Braga.
(in www.uminho.pt)

Agora, que o Ministerio da Ciencia e do Ensino Superior aprovou a abertura deste curso na UM, queria saber a vossa opinião acerca das perspectivas de futuro para os futuros enfermeiros. Já muito se falou no forum acerca do futuro da enfermagem, que não iria haver espaço para todos, que iria haver uma saturação no nosso campo com tanta escola a ministrar Enfermagem... Lembram-se desses topicos? Pois bem, o nosso governo concedeu a abertura do nosso curso a esta instituição de ensino superior público, o que axam disto? Secalhar os nossos governantes são da opinião que num futuro próximo continuará a verificar-se uma falta de enfermeiros e por isso decidiu conceder à UM a abertura deste curso...
   
    Será assim?!   :roll:

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