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Ordem dos Enfermeiros criou grupo de trabalho dedicado  a detectar falsos enfermeiros ou profissionais sem cédula em lares de idosos. Apesar de em Coimbra não haver casos, e de o projecto estar a arrancar no Norte, só este ano já há nove processos de usurpação de funções na região de Lisboa, mais nove casos prováveis. Mas a OE estima que haja dezenas.


Os lares de idosos e as casas de repouso estão a empregar "dezenas de pessoas que se fazem passar por enfermeiros", denuncia a bastonária da Ordem dos Enfermeiros (OE), Maria Augusta Sousa. Só na região de Lisboa, o Ministério Público tem em mãos nove casos de crime por usurpação de funções, denunciados pela ordem. A estes poderão juntar-se outros nove casos denunciados por cidadãos, possivelmente familiares de doentes colocados em lares. Estas irregularidades afectam a saúde destes doentes e podem ser fatais.

O exercício ilegal da profissão é uma das maiores preocupações da associação que regula a carreira da enfermagem. Além de haver pessoas a usurpar estas funções, há muitos casos de enfermeiros ilegais por não estarem inscritos na OE e não terem cédula profissional (ver texto em baixo).

Rogério Gonçalves, presidente do Conselho Directivo da Secção Regional do Sul da OE, diz que "a prática da enfermagem por curiosos é o caso mais grave de exercício ilegal e ocorre sobretudo em lares. Nos centros de saúde, hospitais e estabelecimentos privados, este problema é controlado pela Entidade Reguladora da Saúde".

Nos lares, e eventualmente em alguns postos de enfermagem, as situações repetem-se, o que leva a bastonária a calcular que haja mais de cem situações do género. Isto porque muitos lares não têm alvará, ou seja, não estão licenciados. "Durante o processo de licenciamento, a Segurança Social trabalha em articulação com a ordem, denunciando as situações de exercício ilegal", acrescenta Rogério Gonçalves. O problema é que, apesar de ser obrigatório, há centenas de lares sem alvará e sem um enfermeiro a liderar a área técnica. Na região de Lisboa, por exemplo, são mais de 150 em 280.

Os riscos para os idosos são inúmeros: "Algaliar um doente, por exemplo, não é só colocar um tubo. É uma técnica difícil com risco de infecção", diz Rogério Gonçalves, lembrando que a administração de injecções não é isenta de riscos. "Sem conhecer medicamentos, podem basear-se nas cores de comprimidos e trocá-los. Se o idoso tiver uma reacção adversa, ele não vai saber o que fazer." Podem, em último caso, "deixar morrer um doente, nem que seja à sede, por não perceber os sinais".

A bastonária diz que o fenómeno vai baixar com "o esforço das famílias, cidadãos, doentes e a intervenção da Segurança Social e da OE". Há cuidados de mobilidade, alimentação e relacionamento que só o enfermeiro conhece. Ao DN, a bastonária admite que, nos lares em que "há mais idosos com alto grau de dependência, deve ser garantida a presença 24 horas de um profissional", proposta que "será feita aos Ministérios da Saúde e à Segurança Social".

in Diário de Notícias

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Ensino e Atividades Académicas / virginia anderson
« em: Maio 01, 2008, 11:19:23 »
boas..

tenho um plano de cuidados a fazer, segundo a teórica virginia anderson..

gostaria que me ajudassem, colocando aqui um site onde estao as 14 necessidades ou pudessem reproduzir aqui as 14 necessidades....

obrigado

cumps. ZZ

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