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Tópicos - AndréVinhovsky

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Cuidados Gerais / O Corredor da Dor
« em: Março 16, 2005, 17:59:33 »
Este artigo foi escrito pelo colega António Silva, enfermeiro especialista em Saúde Comunitária, a exercer funções de enfermeiro chefe, na Urgência-Geral do Hospital de S. Bernardo, SA, em Setúbal.

É uma reflexão às condições de trabalho a que é sujeito e o impacto e consequências que delas advêm, tendo como base da reflexão o código deontológico do enfermeiro.

 
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O corredor da dor

Venho por este meio pedir a vossa atenção para aquilo a que denomino o corredor da dor.

Existem sentimentos que só fazem sentido vividos no calor da realidade. Todos os dias, agradeço o facto de poder fazer parte de um grupo muito especial.

Sou enfermeiro. Não pertenço a uma minoria bem paga, não sou um protegido da ira dos descontentes, nem tão pouco sou visto como um conformista.

Tenho de assegurar a protecção da vida dos que sofrem, em toda e qualquer circunstância, mesmo que isso implique o sacrifício da minha segurança ou, até, da integridade da minha saúde. Porque todos têm direito à vida, independentemente da sua raça, credo ou patologia.

E este é o preço que pago para poder sentir aquilo que realmente faz sentido para mim: salvar uma vida; ajudar a suportar o fardo da dor; acalentar a esperança do regresso à saúde, quando isto é importante; animar e encorajar as pessoas e a comunidade para participarem nas decisões e nas acções que promovem a própria saúde; acompanhar os que caminham para a sua morada final, com dignidade, carinho e honra.

Estará muito distante do cidadão a ideia de que o enfermeiro é o “advogado” do doente? Este papel social da arte do cuidar transforma o enfermeiro no paladino dos direitos humanos e no arauto de grandes transformações dos comportamentos e atitudes.

É assim que o enfermeiro se transforma num elemento incómodo para qualquer instituição pautada pela directividade, pela visão obtusa da vida e dos fenómenos e do desafio da descoberta e pelo total desprezo pela humildade em perguntar “como se faz”.

Tais instituições reservam para os seus colaboradores e para a comunidade envolvente uma fonte de doença. É o protótipo da instituição não saudável.

Seguimos com atenção a peça escrita no Jornal Correio da Manhã, no dia 1 de Março, e gostaríamos de acrescentar que o “conflito” entre os médicos e a administração do Hospital de S. Bernardo, SA não é, por si só, a causa primordial da “vergonha” subscrevendo esta adjectivação) criada por esta administração.

Os enfermeiros têm formação especializada em gestão e planeamento em saúde, tendo alguns de nós, mestrados nesta matéria, daí o diagnóstico da situação, orientado para a solução dos problemas identificados, construir um dos anexos do documento entregue àquela administração.

Para maior das vergonhas, a 1 de Março, findo o prazo para a resposta às nossas quatro posições decorrentes do diagnóstico da situação efectuado sobre a Urgência-Geral do H. de S. Bernardo, sem que estas fossem satisfeitas ou até discutidas, os enfermeiros foram, em protesto, para as portas da administreação. Esta limitou-se a informar sobre a encomenda de uma auditoria a uma empresa espanhola. Desta forma, foi ignorado, por completo, o diagnóstico de situação por nós efectuado, bem como as porpostas de solução para os problemas identificados.

Os números apresentados pelas estatísticas respeitantes ao aumento exponencial de utentes e à diminuição drástica do numero de enfermeiros no serviço de Urgência-Geral, não mostram a realidade nua e crua relativa aos doentes cuidados num corredor sem fim, contíguo a dois serviços (Urgências Pediátricas e Urgência-Geral). Neste corredor, circulam pessoas estranhas ao serviço: desde doentes do SADU (Serviço de Atendimento de Doentes Urgentes), a doentes de balcão, para a realização de exames complementares, até a crianças, que se deslocam ao balcão de Ortopedia. Ali passam, também, lixos, roupas, comida, etc. etc. Passam, igualmente os enfermeiros do serviço, com medicação e material para cuidar dos doentes que aí foram “depositados”.

No corredor, prestam-se cuidados de higiene e conforto aos doentes, deixando toda a sua intimidade comprometida pela passagem de transeuntes, que não têm outra forma de aceder aos destinos que necessitam alcançar. Um corredor de serviço, como aquele, destina-se a isto mesmo: permitir às pessoas o acesso aos destinos necessários e não ao internamento de doentes descompensados e em risco de vida.

Neste corredor também se morre! E este facto contribui para aumentar, cada vez mais, a preocupação dos enfermeiros que, apesar de todos os esforços, não conseguem fazer uma vigilância adequada dos doentes que, por estarem menos instáveis que outros, tiveram de ceder a rampa de oxigénio, o monitor cardíaco e também o cuidado do enfermeiro.

Esta realidade é motivo de vergonha!

Sou enfermeiro no Hospital de S. Bernardo, SA, no serviço de Urgência-Geral. Sou obrigado a cumprir o Código Deontológico do Enfermeiro, Decreto-Lei n.º 104/98:

Artigo 78
Princípios Gerais


1. Intervenções de enfermeiro são realizadas com a preocupação da defesa da liberdade e da dignidade da pessoa humana e do enfermeiro.
3. Princípios orientadores da actividade dos enfermeiros:
a.A responsabilidade inerente ao papel assumido perante a sociedade;
b.O respeito pelos direitos humanos na relação com os clientes;
c.A excelência do exercício da profissão, em geral, e não relação com outros profissionais

Artigo 79
Dos deveres deontológicos em geral


a.Cumprir as normas deontológicas e as leias que regem a profissão;
b.Responsabilizar-se pelas decisões que toma e pelos actos que pratica ou delega;
c.Proteger e defender a pessoa humana das práticas que contrariem a lei, a ética ou o bem comum, sobretudo quando carecidas de indispensável competência profissional.

Do dever para a comunidade

O enfermeiro, sendo responsável para com a comunidade na promoção da saúde e na resposta adequada às necessidades em cuidados de enfermagem, assume o dever de:

a.Conhecer as necessidades da população e da comunidade em que está inserido;
b.Participar na orientação da comunidade na busca de soluções para os problemas de saúde detectados;
c.Colaborar com outros profissionais em programas que respondam às necessidades da comunidade;

Dos Valores Humanos

O enfermeiro, no seu exercício, observa os valores humanos pelos quais se regem o indivíduo e os grupos em que este se integra e assume o dever de:

a. Cuidar da pessoa sem qualquer discriminação económica, social, política, étnica, ideológica ou religiosa; (…)
c. Salvaguardar os direitos da pessoa idosa, promovendo a sua independência física, psíquica e social, e o auto cuidado, com o objectivo de melhorar a sua qualidade de vida.

Artigo 82
Dos direitos à vida e à qualidade de vida


O enfermeiro, no respeito pelo direito da pessoa à vida durante todo o ciclo vital, assume o dever de:

a.Atribuir à vida de qualquer pessoa igual valor, pelo que protege e defende a vida humana em todas as circunstâncias;
b.Respeitar a integridade biopsicossocial, cultural e espiritual da pessoa;
c.Participar nos esforços profissionais para valorizar a vida e a qualidade de vida;
d.Recusar a participação em qualquer forma de tortura, tratamento cruel, desumano ou degradante.

Artigo 83
Do direito ao cuidado


O enfermeiro, no respeito pelo direito ao cuidado na saúde ou na doença, assume o dever de:

a.Co-responsabilizar-se pelo atendimento do indivíduo em tempo útil, de forma a não haver atrasos no diagnóstico da doença e do respectivo tratamento; (…)
d. Assegurar a continuidade dos cuidados, registando fielmente as observações e intervenções realizadas;
e. Manter-se no seu posto de trabalho, enquanto não for substituído, quando a sua ausência interferir na continuidade de cuidados.

Artigo 84
Do dever de informação


No respeito pelo direito à autodeterminação, o enfermeiro assume o dever de:

a.Informar o indivíduo e a família, no que respeita aos cuidados de enfermagem;
b.Respeitar, defender e promover o direito da pessoa ao consentimento informado;
c.Atender com responsabilidade e cuidado todo o pedido de informação ou explicação feito pelo indivíduo em matéria de cuidados de enfermagem;
d.Informar sobre os recursos a que a pessoa pode ter acesso, bem como sobre a maneira de os obter.

Artigo 86
Do respeito pela intimidade


Atendendo aos sentimentos de pudor e interioridade inerentes à pessoa, o enfermeiro assume o dever de:

a.Respeitar a intimidade da pessoa e protegê-la de ingerência na sua vida privada e na da sua família;
b.Salvaguardar sempre, no exercício das sua funções e na supervisão das tarefas que delega, a privacidade e a intimidade da pessoa.

Artigo 87
Do respeito pelo doente terminal


O enfermeiro, ao acompanhar o doente nas diferentes etapas da fase terminal, assume o dever de:

a.Defender e promover o direito do doente à escolha do local e das pessoas que deseja que o acompanhem na fase terminal da vida;
b.Respeitar e fazer respeitar as manifestações de perda expressas pelo doente em fase terminal, pela família ou pessoas que lhe sejam próximas;
c.Respeitar e fazer respeitar o corpo após a morte.

Artigo 88
Da excelência do exercício


O enfermeiro procura, em todo o acto profissional, a excelência de exercício, assumindo o dever de:

a.Analisar regularmente o trabalho efectuado e reconhecer eventuais falhas que mereçam mudança de atitude;
b.Procurar adequar as normas de qualidade dos cuidados às necessidades concretas da pessoa; (..)
d.Assegurar, por todos os meios ao seu alcance, as condições de trabalho que permitam exercer a profissão com dignidade e autonomia, comunicando, através das vias competentes, as deficiências que prejudiquem a qualidade dos cuidados;
e.Garantir a qualidade e assegurar a continuidade dos cuidados das actividades que delegar, assumindo a responsabilidade pelos mesmos.

Artigo 89
Da humanização dos cuidados


O enfermeiro, sendo responsável pela humanização dos cuidados de enfermagem, assume o dever de:

a.Dar, quando presta cuidados, atenção à pessoa como uma totalidade única, inserida numa família e numa comunidade;
b.Contribuir para criar o ambiente propício ao desenvolvimento das potencialidades da pessoa.

Artigo 90
Dos deveres para com a profissão


Consciente de que a sua acção se repercute em toda a profissão, o enfermeiro assume o dever de:

a. Manter no desempenho das suas actividades, em todas as circunstâncias, um padrão de conduta pessoal que dignifique a profissão; (…)

É impossível cumprir a lei nas condições que a Urgência-Geral do Hospital de S. Bernardo obriga os seus enfermeiros a trabalhar.

Corremos o sério risco de deixar os doentes do corredor sem a vigilância de que necessitam e a que têm direito e, desta forma, incorrer numa sanção disciplinar por desrespeito ao Código Deontológico acima transcrito.

Os enfermeiros da Urgência-Geral já vêm alertando a instituição onde trabalham, de há mais de três anos a esta parte. Nunca ninguém responsável se dignou a apresentar uma solução que fosse, assumida por quem de direito e que nos “tirasse os doentes daqueles corredor da dor”.

No final do ano transacto e até hoje, amplificámos a informação sobre a nossa preocupação por via sindical, que deu alguns frutos muito sofridos, mas os doentes continuam no corredor da dor. Fizemos tudo conforme vem nos livros, isto é, pelas vias competentes. Ninguém se dignou a resolver este problema.

É por isto que, de uma forma desesperada e em nome dos doentes do “corredor da dor”, venho apresentar esta denúncia e rogar por uma ajuda emergente: por favor, ajudem-nos a cuidar dos nossos doentes do “corredor da dor”.

Sei que, como funcionário publico, não me devo manifestar de forma individual, mas, em nome da honra e dos direitos dos doentes que cuido, é minha obrigação denunciar esta situação.

Prefiro ser julgado por não fazer o jogo das instituições, a ver condenada a minha carreira de 18 anos por ter deixado morrer o meu doente num corredor sem vigilância.


In Revista Ordem dos Enfermeiros, n.º 12, Maio 2004;

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Ensino e Atividades Académicas / Curso de Medicina em Privadas
« em: Janeiro 08, 2005, 17:56:09 »
Por fazerem parte da nossa equipa Multidisciplinar e por sermos todos utentes, no âmbito da notícia por mim colocada com o Título "Vale do Sousa vai ter Universidade Privada" gostava de saber a opinião de todos os utilizadores acerca do curso de Medicina poder vir a ser leccionado por Escolas Privadas?

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Cuidados Gerais / Toxicodependência
« em: Dezembro 31, 2004, 13:06:32 »
Num determinado Hospital de São Paulo, um jovem de apenas 19 anos, endereçou a seu pai uma comovedora carta de adeus, fato verídico ocorrido na Capital. Vale a pena divulgá-la pelo seu conteúdo significativo. Dizia o jovem nessa carta:

"Acho que nesse mundo ninguém procurou descrever seu próprio cemitério. Não sei como meu pai vai receber este relato, mas preciso de todas as forças enquanto é tempo. Sinto muito, meu pai, acho que este diálogo é o ultimo que tenho com o senhor, sinto muito mesmo... Sabe pai está em tempo do senhor saber a verdade de que nunca desconfiou. Vou ser breve e claro, bastante objetivo. O tóxico me matou. Travei conhecimento com o meu assassino aos 15 anos de idade. E horrível, não pai? Sabe como eu conheci essa desgraça? Por meio de um cidadão elegantemente vestido, bem elegante mesmo, e bem falante, que me apresentou ao meu futuro assassino: A Droga.
Eu tentei recusar. Tentei mesmo, mas o cidadão mexeu com o meu brio, dizendo que eu não era homem. Não é preciso dizer mais nada, não é, pai? Ingressei no mundo do vício. No começo foi o devaneio; depois as torturas, a escuridão. Não fazia nada sem que o tóxico estivesse presente. Em seguida veio a falta de ar, o medo, as alucinações. E logo após a euforia do "pico", novamente eu me sentia mais gente que as outras pessoas, e o tóxico, meu amigo inseparável, sorria, sorria.

Sabe meu pai, a gente começa a achar tudo ridículo e muito engraçado. Até Deus eu achava cómico.

Hoje, no leito de um hospital, reconheço que Deus é mais importante que todo mundo. E que sem sua ajuda eu não estaria escrevendo essa carta. Pai, eu só estou com 19 anos e sei que não tenho a menor chance de viver. É muito tarde para mim. Mas, ao senhor, meu pai, tenho meu último pedido a fazer: mostre essa carta a todos os jovens que o senhor conhece. Diga-lhes que em cada porta de escola, em cada cursinho de Faculdade, em qualquer lugar, há sempre um homem elegantemente vestido e bem falante que irá mostrar-lhes o futuro assassino e destruidor de suas vidas e que os levará a loucura e à morte, como aconteceu comigo.

Por favor, faça isso meu Pai, antes que seja tarde demais para eles. Perdoe-me, pai... já sofri demais, perdoe-me também por fazê-lo padecer pelas minhas loucuras, Adeus meu pai..."

Algum tempo depois de escrever essa carta, o jovem morreu.

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Cuidados Gerais / Terão todas as pessoas direito à Saúde?
« em: Dezembro 04, 2004, 17:12:26 »
Vivemos numa sociedade, repleta de perigos, riscos ambientais, tornando-se, muitas vezes o ser humano vulnerável a constantes agressões ambientais e sociais.

Mesmo com inúmeras campanhas de prevenção levadas a cabo pelos profissionais de saúde, estas não têm o efeito prático esperado.

A adopção constante de comportamentos de risco leva a que nem as mais altas tecnologias colocadas ao dispor da saúde consigam combatar verdadeiras doenças da era moderna...

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Cuidados Gerais / Vida Profissional vs Vida Pessoal do Enfermeiro
« em: Novembro 23, 2004, 22:25:51 »
Olá a todos.

Para aqueles q n me conhecem, estou a frequentar o 4. ano do lindo curso de licenciatura em Enfermagem...como estudante q sou, interrogo-me cm vai ser a minha vida após acabar o curso, tanto a nivel profissional como a nível pessoal.

Lanço este post para que possam partilhar experiências relativas à mudança q a Enfermagem provocou nas vidas pessoais de cada um...

O q muda, depois da grande mudança de estudante para profissional?Principalmente sendo profissional de uma profissão q exige tanto de uma pessoa?São os horários, o stress em lidar c a morte e mtas vezes c a desgraça das pessoas...

Como é ser enfermeiro?Como se consegue ser-se enfermeiro e ter uma família?Ter 2,3 ou mais empregos?

Como se lida c o facto de estar casado c uma enfermeira(o) e trabalhando ou dois em vários sitios?

Penso que a vida n gira só à volta da parte profissional porque todos nós temos o outro lado...por isso, para mim, este post faz todo o sentido e espero q todos partilhem a sua opinião!

Pedro, desculpa ter colocado aqui o post mas n sabia onde o colocar....

Abraço

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Boa Noite!

Ao longo desta semana de aulas, por duas vezes, e vindo de professoras enfermeiras diferentes, ouvi que "os doentes não se encontram hospitalizados por precisarem de cuidados médicos mas sim de cuidados de enfermagem".

Este tipo de afirmações geram logo muita discussão...o certo é que a minha turma se dividiu em opiniões!

Se esta afirmação é falsa, então porque é q  n se vêm os médicos 24horas por dia junto ao doente? Porque é q já existem, segundo as minhas professoras devido ao facto de estes utentes não precisarem de cuidados de enfermagem 24 sobre 24 horas,  recurso a cirurgias de ambulatório, hospitais de dia ou consultas externas?

Penso que é um tema a qual os profissionais de enfermagem poderão responder com mais certeza, baseando-se na sua experiência de vários anos de prática.

Abraço a todos

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Olá a todos!

Sou aluno do 3º ano, já a caminho do 4º ano(!) de Enfermagem da ESSVS.

Quando visitei este site, verifiquei a multiplicidade de temas abordados, temas de extrema importância para a profissão de Enfermagem e fiquei, de alguma forma, surpreendido por ninguém ainda ter abordado o tema: “Supervisão em Ensino Clínico”.

Encontro-me a fazer um projecto de investigação em que pre4endo estudar a importância que os alunos de enfermagem dão à relação que estabelecem com o seu orientador para a sua aprendizagem em Ensino Clínico.

Gostaria de levantar algumas questões a todos mas, principalmente, aos alunos de enfermagem…façam-se ouvir:

- Achas que a relação q estabeleces com o teu orientador favorece ou prejudica, de alguma forma, a tua aprendizagem em ensino clínico?

- Para ti, quais as atitudes de um orientador que potenciam o teu crescimento e, consequentemente, a tua aprendizagem em ensino clínico?

- E os que prejudicam?

Espero, como disse anteriormente, q se façam ouvir…ou melhor, q se façam ler!!!

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