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Tópicos - cavaco

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Palavras para quê! A necessidade assim o obriga, neste País que não dá nenhuma oportunidade aos seus jovens enfermeiros. Faço votos para que regressem depressa e bem ao Nosso País

http://www.publico.pt/Política/enfermeiro-despedese-de-cavaco-silva-antes-de-emigrar-e-implora-para-nao-criar-imposto-as-lagrimas-e-saudade--1567820

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Mesmo não sendo para enfermeiro, este concurso pode interessar a muitos enfermeiros, que não terão nada a perder em se candidatar.


Instituto Nacional de Emergência Médica, I. P.
Aviso n.º 12256/2012
Concurso de recrutamento e seleção, para preenchimento
de 100 postos de trabalho da carreira de Técnico
de Ambulância de Emergência — Referência TAE -INEM 01/2012



Publicado em Diário da República hoje, dia 14 de setembro de 2012

Vejam aqui: http://www.inem.pt/files/2/documentos/2 ... 153656.pdf

Senhores Moderadores, agradeço que coloquem este tópico na seção correta

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É estranho que neste Fórum, assim como noutros espaços de discussão como blogs, não se aborde nada sobre uma temática que em tempos esteve muito na moda dos enfermeiros directores, que é o Sistema de Classificação em Graus de Dependência em Cuidados de Enfermagem (SCDCE).

Sabe-se que o SAPE tem um módulo que permite a classificação através de meios informáticos;
Sabe-se que nalguns hospitais utiliza-se ainda o "velhinho" suporte em papel;
Sabe-se que nalguns hospitais a implementação da CIPE esbarra com dificuldades criadas pelo SCDCE, obrigando mesmo a adulterar os principios da CIPE;
Sabe-se que os resultados do SCDCE não têm sido valorizados por quem de direito, pois o próprio Ministério da Saúde não lhes dá importância; os próprios resultados geram dúvidas sobre a sua utilidade para os enfermerios:
Sabe-se que a Ordem dos Enfermeiros tem sido omissa sobre o SCDCE, valorizando (e muito bem) a implementação de sistemas de informação baseados na CIPE:
Sabe-se que o SCDCE consome milhares de horas de enfermagem e os enfermeiros sentem que é tempo perdido
Sabe-se que há alguns enfermeiros (poucos) que beneficiam financeiramente pelo que ganham nas auditorias e na formação
Sabe-se que os grandes hospitais nunca apostaram no SCDCE (excepto os HUC)


Sabe-se que..... ACRESCENTEM MAIS ASPECTOS


Daí a minhas questões: de acordo com a vossa experiência, o SCDCE tem alguma utilidade? A OE devia pronunciar-se sobre o SCDCE vs CIPE pelo facto do primeiro gerar erros na segunda? O SCDCE apenas consome tempo aos enfermeiros e é inútil? Deveriamos apostar na CIPE e terminar em definito com o SCDCE? O SCDCE devia acabar em definitivo? Qual a vossa opinião sobre o SCDCE?

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Enfermagem e Politica de Saúde / Remunerações principescas no CHUC!
« em: Dezembro 21, 2011, 23:09:08 »
Foi recentemente empossado o novo conselho de administração do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), mais concretamente, ontem, dia 20 de dezembro!

No mesmo dia foi publicado em Diário da República o respectivo Despacho de nomeação, que e excepcionalmente, indica a remuneração a auferir por cada membro, presidente (6.178,32 euros) e vogais executivos, onde se inclue o enfermeiro-director (5.285,25 euros)!

Mas, para além destas remunerações que fazem inveja à do Primeiro-Ministro, há ainda outro aspecto a considerar: esses valores são abonados 14 vezes por ano, ou seja e salvo melhor opinião, os subsidios de férias e de Natal estão assegurados a estes sortudos!
Há ainda despesas de representação, carro e combustiveis para somar

Vejam o conteúdo do nº 2 do Despacho 17003/2011, publicado no Diário da República, 2.ª série — N.º 242 — 20 de Dezembro de 2011:


"2 — Considerando a complexidade, exigência e responsabilidades inerentes à gestão do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, E. P. E., nos termos conjugados do artigo 13.º dos Estatutos constantes do anexo II ao Decreto -Lei n.º 233/2005, de 29 de Dezembro, e do n.º 2 do artigo 28.º do Estatuto do Gestor Público, aprovado pelo Decreto -Lei n.º 71/2007, de 27 de Março, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 64 -A/2008, de 31 de Dezembro, ambos aplicáveis por força do disposto no n.º 3 do artigo 1.º do Decreto -Lei n.º 30/2011, de 2 de Março, a remuneração mensal do presidente e dos vogais executivos do conselho de administração agora nomeados, a abonar 14 vezes por ano, é fixada, respectivamente, em 6.178,32 euros e 5.285,25 euros, sem prejuízo da aplicação das normas de redução remuneratória e das demais medidas de estabilidade orçamental que legalmente abranjam os titulares deste órgão."

Em anexo, o Despacho integral

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Finalmente, os resultados com chancela oficial :o
Apesar de provisórios, em principio serão os definitivos ;D

Vitória quase total da lista A - Enfermagem Primeiro, excepto em 3 colégios de especialidade, em que a diferença de votos são escassos peanuts, parecendo quase um prémio de consolação para alguns >:D

Em anexo, os ficheiros comos resultados provisórios (nacionais e regionais)

6
Já deu para perceber que muitos colegas receiam que, pelo facto de terem de juntar obrigatoriamente uma fotocópia da cédula profissional (frente e verso assinado) ao envelope branco fechado (que contém os votos) no envelope RSF, não garante segurança e confidencialidade ao voto!

[align=center:3ff2w368]ISSO É FALSO E IMPORTA ESCLARECER E DESMISTIFICAR!

O voto por correspondência é SEGURO E CONFIDENCIAL![/align:3ff2w368]

Tenham presente o conteúdo do artigo 28 º do Regulamento Eleitoral da Ordem dos Enfermeiros (http://www.ordemenfermeiros.pt/legislac ... VFinal.pdf), do qual destaco:



[align=center:3ff2w368]Artigo 28º
Voto por Correspondência[/align:3ff2w368]...
3? A comissão eleitoral criará cinco apartados postais, um por cada secção regional, destinados ao recebimento dos votos por correspondência expedidos pelos eleitores.
4? A chave do apartado de cada secção regional ficará à guarda do respectivo presidente da mesa da assembleia regional.
...
6? A recolha dos votos por correspondência recebidos nos apartados postais é realizada numa única ocasião pelo presidente da assembleia regional num horário previamente estabelecido pela comissão eleitoral, após a audição dos mandatários de todas as candidaturas, de forma a permitir o seu devido acompanhamento pelos representantes das comissões de fiscalização das listas ou dos candidatos concorrentes.
7? A descarga e o registo dos votos por correspondência são realizados através de listagem, pelos serviços administrativos da secção regional respectiva, mediante anotação do número de inscrição de membro efectivo.
8? Os representantes da comissão de fiscalização das listas e dos candidatos concorrentes poderão acompanhar, querendo, na secção regional correspondente a descarga e registo dos votos recebidos por correspondência e, consecutivamente, a sua deposição numa urna selada onde serão guardados até à sua contagem no dia do acto eleitoral.
9? As urnas destinadas a receber e guardar os votos recebidos por correspondência são seladas no início das operações eleitorais pelo Presidente de cada mesa da assembleia regional na presença dos representantes de cada uma das candidaturas ou listas concorrentes.
10? Cabe ao Presidente de cada mesa da assembleia regional e aos representantes de cada uma das candidaturas ou listas concorrentes garantir a inviolabilidade dessas urnas eleitorais.
...


O VOTO POR CORRESPONDÊNCIA É SEGURO E CONFIDENCIAL
NÃO ESQUECER DE COLOCAR OS ENVELOPES NO CORREIO ATÉ AO DIA 6 DE DEZEMBRO, QUE É UMA TERÇA-FEIRA

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Formas de exercer o direito de voto para as eleições da Ordem dos Enfermeiros:

       -> PRESENCIAL: apenas em 5 mesas localizadas nas sedes das secções regionais (Lisboa, Porto, Coimbra, Funchal e Ponta Delgada); VOTAR PARA TODOS OS ÓRGÃOS, isto é, colocar as várias cruzes necessárias em cada boletim de voto; o voto presencial só é possível no dia das eleições a12 de dezembro; necessária cédula profissional com a vinheta de 2011; não há mesas nos hospitais ou noutros locais como aconteceu no passado

      -> POR CORRESPONDÊNCIA: só os membros com a cédula profissional válida recebem nos seus domicilios os votos e envelopes para poderem votar; VOTAR PARA TODOS OS ÓRGÃOS, isto é, colocar as várias cruzes necessárias em cada boletim de voto; colocar todos os boletins de voto devidamente preenchidos dentro do envelope enviado para o efeito; colocar o envelope com os votos dentro do outro envelope RSF e JUNTAR UMA CÓPIA DA CÉDULA PROFISSIONAL; na votação por correspondência, e para que os votos sejam válidos, NÃO ESQUECER DE COLOCAR O ENVELOPE NO CORREIO LOGO QUE POSSÍVEL, MAS SEMPRE ANTES DO DIA 6 DE DEZEMBRO, porque têm de ser recebidos antes do dia 10

Ter presente que: NÃO SENDO ACOMPANHADO POR FOTOCÓPIA DA CÉDULA, OS VOTOS NÃO SÃO CONSIDERADOS PORQUE NÃO É POSSÍVEL DESCARREGAR NOS CADERNOS ELEITORAIS

AS ELEIÇÕES SÃO PARA VÁRIOS ÓRGAOS: NÃO SE ESQUEÇAM QUE É NECESSÁRIO VOTAR PARA A TOTALIDADE DOS ÓRGÃOS, embora variável entre enfermeiros (os especialistas tem de votar adicionalmente para os respectivos colégios de especialidade)

Logo que recebam os boletins e envelopes em vossas casas, VOTEM de imediato, porque não convém guardar para a última hora sob o risco dos nossos votos não serem considerados por entrarem fora do prazo.

[align=center:3gke308y]

In http://www.ordemenfermeiros.pt/legislac ... VFinal.pdf[/align:3gke308y]

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Quem será o futuro Bastonário da Ordem dos Enfermeiros?

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Porque o considero como um marco inovador de homenagem à enfermagem e aos enfermeiros portugueses, aqui vos deixo o link para um video que vale a pena ver (para quem já o conhece, revê-lo de novo será certamente um prazer) divulgado nas comemorações do Dia Internacional do Enfermeiro:

http://www.youtube.com/watch?v=mB5tjD1lFkw

10
Ora cá está o dito cujo, Despacho publicado ontem em DR, que põe preto no branco a integração das tripulações VMER e SIV no serviços de urgência.

E agora como vai ser?

Qual foi o contributo dos actuais órgãos da OE para este desfecho?

Ou melhor, para quando uma tomada de posição? Talvez nunca, já que os actuais órgãos pactuaram e concordaram com a proposta (basta saber e ouvir o que o Enf Jacinto Oliveira pensa sobre esta matéria; recorde-se que este vice-presidente da OE participou nas negociações com o INEM sem perceber ou entender o que quer que seja sobre emergência pré-hospitalar). É o que faz não se ser enfermeiro mas ter outra ocupação profissional há longa data, e estar-se afastado totalmente da realidade dos cuidados.

O que pensam sobre esta matéria, nomeadamente sobre os efeitos da implementação deste despacho, os 5 candidatos a bastonário? Os enfermeiros estão curiosos...e atentos às propostas, que se querem realistas e sem demagogia, porque disso já estamos fartos!

Cumps

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Faltam 3 dias úteis para a apresentação formal de candidaturas a bastonário da OE em eleições a realizar em 12 de dezembro de 2011.

Convém por isso proceder a um ponto da situação:

     -> 4 candidaturas anunciadas nos media pela seguinte ordem: Ana Rita Cavaco, Germano Couto, Manuel Oliveira e Sérgio Gomes

     -> apenas 2 destas candidaturas formalizadas oficialmente e pela seguinte ordem: Germano Couto e Manuel Oliveira

   
Será que vamos ter surpresas e as 2 restantes candidaturas anunciadas, Ana Rita Cavaco e Sérgio Gomes, não se vão concretizar por incapacidade em completar a totalidade dos membros obrigatórios para constituição dos vários órgãos?

Não sei a resposta, mas garanto que no final da próxima segunda-feira, já não teremos dúvidas sobre os reais candidatos a Bastonário da OE: 2, 3, 4 ou mais?

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«Prós e Contras» sobre «O Resultado das reformas da Saúde» exclui enfermeiros dos intervenientes de palco

A Ordem dos Enfermeiros teve conhecimento que no programa «Prós e Contras» que irá para o «ar» esta noite (12 de Abril), os seis convidados que estão no palco pertencem ao mesmo grupo profissional, indo intervir a título individual e não em nome de nenhuma instituição ou organismo.

Esta opção recai na independência e na liberdade da produção do programa em convidar as pessoas que considerar pertinentes, liberdade essa que não questionamos.

Contudo, num programa que se pretende plural, não transmitir aos telespectadores a visão do conjunto de profissionais que diariamente dão o seu contributo para o sistema de saúde e limitar tal contributo em exclusivo a participantes de um só grupo profissional é, em nosso entender, uma opção baseada numa visão restritiva dos cuidados e das organizações de saúde, contrariando a visão plural que se anuncia.

No caso do programa de hoje – e uma vez que a opção da produção do programa foi a de não ter intervenções institucionais – aqui deixamos o nosso protesto e lamentamos profundamente que para os intervenientes no palco não tenham sido convidados enfermeiros que trabalhem num centro de saúde, num serviço de urgências ou numa maternidade. Certamente que as suas opiniões enriqueceriam o debate.

Recordamos que os enfermeiros são o maior grupo profissional da saúde (cerca de 60 mil) e que actuam com autonomia e em complementaridade com os outros membros da equipa de saúde.

A Ordem dos Enfermeiros espera que, numa próxima oportunidade, a produção do «Prós e Contras» aposte numa visão mais ampla e integradora, dando voz àqueles que no seu dia-a-dia são o suporte das organizações de saúde e da continuidade dos cuidados – os enfermeiros.


http://www.ordemenfermeiros.pt/index.ph ... hlight=982


NÃO PODERIA ESTAR MAIS DE ACORDO COM A ORDEM DOS ENFERMEIROS.
FINALMENTE, A NOSSA ORDEM VAI DANDO CLAROS SINAIS DE VIDA.
CONTINUEM ASSIM, ESTÃO NO BOM CAMINHO

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Enfermagem e Politica de Saúde / Qual o melhor sindicato?
« em: Outubro 13, 2009, 17:08:36 »
Boas

Ainda não era sindicalisado e tinha algumas dúvidas sobre qual seria a melhor opção: o SEP ou o SIPE, pois sou da zona centro

Hoje depois de ler as noticias nos jornais  e o comunicado disponivel em http://www.sep.org.pt/images/stories/se ... oimbra.pdf, fiquei sem dúvidas:

VOU SINDICALIZAR-ME NO SIPE (Sindicato Independente dos Profissionais de Enfermagem)

Como é possível um sindicato colocar colegas contra colegas? Os enfermeiros com experiência é porque estão a trabalhar, seja onde for! Por favor, dêem oportunidades de emprego aos recém-licenciados! Se alguém está a promover a discriminação é o SEP, é vergonhoso e lamentável.

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Enfermagem e Politica de Saúde / Nova carreira de enfermagem
« em: Outubro 12, 2009, 20:19:21 »
Como todos sabemos, a 22 de Setembro de 2009 foram publicados 2 novos diplomas que definem a "Nova carreira de enfermagem":
  • o Decreto-Lei nº 247, que estabelece o regime da carreira de enfermagem para CITs, EPE's e PPP
  • o Decreto-Lei nº 248, que estabelece o regime da carreira de enfermagem para CTFP

Ou seja, já não faz muito sentido estar a discutir a "Revisão", mas sim a "Nova carreira" que já existe, as suas implicações, como se operacionalizam no terreno, como serão os concursos, etc, etc.

Confesso que já li os dois diplomas, com maior ênfase no 247, pois é o que se me vai aplicar, mas fiquei sem entender lá grande coisa. Mas afinal como se chega a principal? Como se fazem as transições entre as posições remuneratórias? Estarei errado ou será que esta nova carreira está totalmente dependente da "regulamentação colectiva de trabalho? Quando é que essa regulamentação é publicada?

Tantas dúvidas e tantas questões, e o SEP não informa nada de jeito...

Já agora alguém me sabe dizer o que são "categorias sub-sistentes"?

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