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Tópicos - enf-tib

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Boas amigos

o Hospital onde trabalho acabou com o Alert no SU e passou a usar o Sclinico.

Pessoalmente acho o Sclinico um bom programa para um Serviço de Internamento.

Para um Serviço de Urgência o Sclinico ( ainda para mais sem as devidas e adequadas parametrizações das intervenções de Enfermagem ) é um programa muito mais complexo e desadequado que nos vem trazer mais problemas. Considero um péssimo instrumento de trabalho.

Gostaria saber a vossa opinião/experiência neste assunto.

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“ Artigo 21.º
Avaliação do desempenho
1 — A avaliação de desempenho dos trabalhadores que integrem a carreira especial de enfermagem rege -se por sistema adaptado do Sistema Integrado de Gestão e Avaliação de Desempenho na Administração Pública (SIADAP), a estabelecer em diploma próprio"

Olá amigos ando a pensar cá para comigo o que seria para nós uma boa adaptação do SIADAP para a  2ª fase da nossa carreira (Especial...).

Claro que a obtenção de 2 pontos/ano seria o pior que nos podia acontecer!
Qual a vossa opinião?

Abraço

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Olá amigos
o Ministério da Saúde, aquele que mais nos diz respeito, fica assim constituído:

Ministra da Saúde - Drª Ana Jorge  8)
Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Dr. Manuel Francisco Pizarro Sampaio e Castro  >:D
Secretário de Estado da Saúde, Dr. Óscar Manuel de Oliveira Gaspar  ???

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Os 800 pilotos da TAP têm um salário médio bruto de 8.600 euros mensais e o aumento de nove por cento exigido pelo SPAC faria subir esse valor para os 9.600 euros. Mais mil euros por mês para cada um, vezes os 14 meses de vencimento, num custo total anual para a TAP de mais 11,5 milhões de euros", revelou hoje à agência Lusa fonte oficial da transportadora aérea.

Em Portugal existem mais de 2 mil pilotos comerciais de linha aérea, uma profissão que exige formação, foge à rotina e é bem remunerada, mas à qual também estão associados riscos. Saúde, vida pessoal e familiar podem ser afectadas.

Considerado uma das regalias das profissões, o salário de um piloto acabado de formar começa nos "1.000 euros por mês, mas ao fim de uma carreira longa, um piloto que, por exemplo, assume funções de instrução na Airbus pode receber 15 mil euros por mês", disse à agência Lusa João Moutinho, professor do Instituto Superior de Educação e Ciências (ISEC).

As outras regalias da profissão passam, segundo João Moutinho, pelo "acesso ao conhecimento, a viagens e a cultura. Não é um trabalho sedentário, rotineiro, há oportunidade de lidar com um universo de pessoas muito díspar, o que pode ser encarado como uma vantagem".

Mas também há riscos: "Há um risco de integridade física que tem de se assumir e que é permanente e há também o risco de volatilidade da profissão", disse o coordenador da formação aeronáutica do ISEC.

Francisco Toscano, secretário-geral da Associação dos Pilotos Portugueses de Linha Aérea (APPLA), explicou à Lusa que existem três níveis de formação civil: piloto particular de aeronaves (PPA), piloto comercial de aeronaves (PCA) e piloto de linha aérea (PLA).

Nestes três níveis, que são iguais para os pilotos de aviões e de helicópteros, existem dois escalões: oficial piloto e comandante.

Ter o 12.º ano de escolaridade e "passar os testes médicos e psicotécnicos específicos", são, segundo Francisco Toscano, os requisitos mínimos para se poder ser piloto de linha aérea. Cumpridos estes requisitos, é necessário frequentar uma escola certificada.

"Estas escolas têm um programa que leva os alunos a estudarem, no mínimo, 18 meses para obterem uma licença de piloto profissional. São 12 matérias, grandes disciplinas, que vão da meteorologia às técnicas de navegação", explicou.

Depois da obtida esta licença teórica de piloto de linha aérea que, em Portugal, "não custa menos de 60 mil euros", são necessárias 3.000 horas de voo para poder assumir funções de comando, bem como formação específica para cada modelo de avião, explicou João Moutinho.

"Não é como com os automóveis, em que basta tirar a carta para poder conduzir qualquer modelo", exemplificou João Moutinho.

No exercício da profissão, os pilotos estão também sujeitos a ruidos vibroacústicos, a "baixas pressões de oxigénio, a baixo teor de humidade do ar no cockpit, bem como a alterações constantes no ritmo circadiano" (), explicou o secretário-geral da APPLA.

Os mais de 2.000 pilotos comerciais de linha aérea que, segundo a APPLA, existem em Portugal, correm também alguns risco de "manutenção de integridade familiar", uma vez que trabalham por turnos e estão sujeitos a constantes mudanças do fuso horário.

CSJ/DN

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Um pequeno grupo de enfermeiros, envergando duas faixas com críticas a Sócrates, protestou pacificamente à porta do Pavilhão da Escola Secundária Severim Faria, em Évora, onde se realizou o comício do PS.

Bruno Fortes, enfermeiro, revelou ao SAPO que o grupo aproveitou o comício para mostrar ao líder socialista que estes profissionais estão «zangados porque José Sócrates não valoriza a componente académica do ponto de vista da grelha salarial» nem a «transição para a nova carreira».

Para o grupo de enfermeiros que protestou em Évora, a grelha salarial dos enfermeiros «é uma vergonha» e humilhante.

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Pessoal a hora é de facto de luta, não podemos perder aquilo que durante tantos anos conseguimos obter com muito esforço e muitos custos.

A actual carreira de enfermagem desde Janeiro/2008 não está congelada nem tão pouco foi revogada, as instituições não reposicionam os enfermeiros no escalão remuneratório a que legalmente têm direito (andam com níveis para trás e sub-níveis para a frente). Os sindicatos dizem que esse tempo (antes do congelamento da carreira e desde Jan/2008 para cá) conta como tempo efectivo nas progressões (para quem totalizar 3 anos nos Cuidados S. Diferenciados ou 2,5 anos nos Cuidados S. Primários) e que está a ser levado em conta nas negociações da nova carreira... pelo que tenho visto a nova carreira que o governo nos quer impingir chuta esse tempo para "canto"....

O Sindicato dos Enfermeiros defende que as instituições são obrigadas a reposicionar o pessoal de acordo com a actual carreira de enfermagem... mas estas não cumprem essa diretriz!  Afinal em que ficamos? Será que tenho que recorrer a um advogado especializado em Direito Administrativo e entrar em "guerra" com a minha instituição? é que se não for reposicionado nesta altura conforme entendo que o deva ser pois já perfiz 3 anos efectivos de serviço não contando com o tempo de congelamento, tenho plena certeza que nunca mais na vida o serei...

Quanto aos níveis e subníveis que aparecem nos recibos de vencimento, bem... o Carnaval já passou por agora chega de brincadeira!

Gostava saber a vossa opinião acerca do assunto exposto.

Abraço a todos os colegas.

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Sistemas de Informação em Enfermagem / Dúvida no uso do SAPE
« em: Janeiro 16, 2009, 18:34:33 »
Olá amigos e colegas
na minha instituição foi implementado á algum tempo o SAPE, contudo após vários meses ainda muitas dúvidas pairam sobre o mesmo... reparei que existe aqui um bom manual com dicas adequadas sobre a sua utilização (http://www.forumenfermagem.org/index.ph ... pic=2228.0)

contudo as dúvidas que eu tenho, esse manual não esclarece... e são as seguintes:

Na introdução da avaliação inicial dum doente no SAPE que parâmetros são obrigatórios preencher?

Na alta do doente como proceder? deve-se dar alta de enfermagem no sistema ou não? quem ministrou a formação na minha instituição não deixou bem claro esse ponto. Depois da alta do doente, deve-se dar termo aos fenómenos ou diagnósticos que o doente não irá realizar no domício, contudo outra dúvida se prende que é: devemos imprimir ou não o processo total do doente?

Conclusão: se algum colega acrescentar mais algumas dicas (até podem ser acrestadas ás já existentes) sobre a avaliação inicial e alta do doente na SAPE seria óptimo.

Um abraço a todos e o meu muito obrigado desde já.

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