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Mensagens - charlie_ze

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Resposta à pergunta: que culpa têm os doentes.....

A nossa luta é para com o estado, o estado somos todos nós....

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Enfermagem e Politica de Saúde / Re: Taxas Moderadoras na Saúde
« em: Março 23, 2010, 01:44:13 »
O SNS foi criado numa época de grandes ideiais, e o que antes era quase inalcansavel ela maioria da população, passou a estar mais acessivel.

O certo que na curta existência do SNS, este nunca foi capaz de fornecer os serviços necessários ao povo português.
Em poucos anos assistiu-se ao crescer de investimentos privados para colmatar os deficits do SNS (que nunca foram tentados colmatar).

O facto de nenhum partido sustentar que a saúde é um mercado (sob a pena de perder por completo seguidores), quem tem estado no poder (independentemente do partido) tem assumido isso. As parcerias Publico privadas, salvadoras para muitos, demonstrou que é um mercado, e um mercado desiquilibrado. Todos bebem do estado, não têm concorrência, têm gestões duvidosas que traduzem numa dificil capacidade de auditorar.

Se não fosse um mercado, não existia um denso mercado paralelo ao SNS.

Se não fosse um mercado, haveria uma distribuição equitativa dos meios de saúde, e todos cidadãos teriam cuidados de saúde semelhantes..... o que nosso país não acontece, existem profundas diferenças, e enquanto numa cidade existem vários hospitais com as mesmas valências, noutras, existem regiões inteiras sem essas valências....

A melhor maneira de racionalizar o acesso à saúde, é fornecer os cuidados necessários ao cidadão..., não é promovendo taxas moderadoras... estas, assim como foi aquando das propinas no ensino superior, não serviriam de orçamento importante para as instituições, mas que tomaram um papel de destaque, tomaram.

Portanto, só na sua filosofia que a saúde não é um mercado, mas a realidade é que estamos a transformá-la num mercado, desde a mudança do gratuita, para o tendencialmente gratuita, que parecia uma coisa menor, mas.......

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Enfermagem e Politica de Saúde / Re: Taxas Moderadoras na Saúde
« em: Março 21, 2010, 22:38:18 »
Citação de: Caldas

(...)
A saúde não é mercado na definição económica. Nestes quanto maior a oferta a procura acaba por baixar. Na saúde, porém, quanto mais se oferece, mais se consome. E como tal, e porque os recursos são escassos (para se fazer uma coisa, não se vai poder fazer outra) é necessário moderar o acesso. Criaram-se então as taxas moderadoras.

(...)

bem, eu discordo, a saúde esta no mercado, entra no jogo do mercado, e actualmente com as parcerias publico-privadas, demonstra isso. Se não, não haveria tanto interesse nesta pelos privados. Ora é um mercado com particularidades, e a primeira que mais me salta é.... não existe real concorrência.

As taxas rapidamente passaram de moderadoras, para serem realmente taxas de comparticipação, e tornam-se importantes para a instituição porque é dinheiro directo, não terão que esperar pelo reembolso estatal.

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Citação de: Caldas
Estou com o artur, até ter comprovativo por estudo científico que o Biafine é eficaz nas Úlceras de Pressão eu não o uso...

Já agora tendo em conta que foi elaborado um Guia Internacional de Tratamento de Úlceras de Pressão, já que este tem resultados eficazes como supostamente dizem, porque não vem nesse Guia qualquer referência a algum produto do tipo do Biafine?


Bem, a utilização do Biafine em ulceras de pressão já está documentada e estudada a vão entre a 10 a 15 anos. Eu vou procurar nos meus arquivos a ver se o encontro...

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Cuidados Gerais / Ordem de Colheita Tubos de Sangue
« em: Janeiro 08, 2010, 00:29:58 »
Que angraçado, numa formação que tive no ano passado diziam os técnicos que as guidelines internacionais "mandavam" 1º Est. Coagilação, 2ºÂ  Bioquímica, 3º Hemograma eu pedi a fundamerntação não a forma capaz de a dar.....

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Cuidados Gerais / Re: Dx
« em: Dezembro 15, 2009, 11:26:03 »
E porque não Avaliação da Glicemia Capilar ou Pesquisa de Glicemia Capilar? - isto acho que toda a gente sabe o que é!!!!!

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Citação de: Indiozeco
(...)
Encontrei alguns trabalhos que referem que a colheita deve ser por punção venosa directa, por outro lado ouvi dizer que no Pedro Hispano a taxa é superior nas punções directas(?).

(...)

Será que usam um desinfectante de pele eficaz nas punções directas?
O ,mal de usar um CVP algum tempo depois de o colocar, é o risco de colonização bacteriana local, e dar uma hemocultura positiva quando se tata de uma infecção local....

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Cuidados Gerais / Re: Classificação da OMS
« em: Dezembro 15, 2009, 10:57:48 »
Procurei e nada enconterei nada da OMS, mas

http://webusability.com/article_age_cla ... 8_2002.htm

Age Classifications:
When Considering the Age of Users, How Old is "Old"?

by Dr. Bob Bailey

August, 2002



When considering the age of users – how old is "old"?

Martina Ziefle from the Department of Psychology at the Technical University in Aachen, Germany compared user performance on two different display technologies: CRT screens and TFT screens. CRT's are used on most desktops, and flat-panel TFT screens are used on most laptops. She divided her 24 participants, who were frequent computer users, into the following age groups:

        Older51-65
        Middle-aged 40-50
        Young 20-30

Her users searched several lines of alphabetic characters looking for specific target characters. She recorded the time to find the targets, their accuracy and whether they preferred the CRT or TFT screens.

Ziefle found that the search times were reliably (22%) shorter when viewing the TFT screens for all age groups, and that 18 of the 24 participants preferred the TFT screen. There was no reliable difference in accuracy. When compared with the other two age groups (young and middle-aged), older users benefited most from using the TFT screens.

Her findings are fascinating, even though her "older" group was relatively young when compared with the findings from many other studies. Herein lies the age problem. When do older users begin to demonstrate age-related deficiencies in performance?

Unfortunately, researchers use a variety of different age categories in their research. To help illustrate the many different definitions of "old" in research studies, consider one recent study by Charness and Dijkstra (1999). These researchers actually conducted three different studies that compared the performance of younger and older adults. In their first study, the older users were defined as those "over 58;" in their second study, the older users were "over age 40;" and in their third study, the older users were "over 50."

Timothy Nichols, Wendy Rogers, Arthur Fisk and Lacy West at the Georgia Institute of Technology attempted to see which adult age classifications were most commonly reported. They reviewed the age classifications reported over the past few years in the Human Factors Journal and the journal, Psychology & Aging.

After combining the information for many studies, the researchers in these journals classified the adults into the following age groupings:

        Older58-82
        Middle-aged 40-59
        Young 19-35

Note that some that were classified as older in some studies were classified as middle-aged in others. And some ages were left our entirely. If we take their classification and fill in the gaps, and add an "old-old" category (now being used more in the industry), we have the following:

        Old-old75 and older
        Older60-74
        Middle-aged 40-59
        Young 18-39

I like the above classification, even though I am not sure whether there are any interesting (and measurable) human performance differences occurring between the "young" and "middle-aged" groups. Even so, we definitely need to standardize the age classifications for researchers, particularly for identifying "older" users, so that designers can understand whether or not study findings apply to their older users.

References

Charness, N. and Dijkstra, K. (1999), Age, luminance, and print legibility in homes, offices, and public places, Human Factors, 41(2), 173-193.

Nichols, T.A., Rogers, W.A., Fisk, A.D. and West, L. D. (2001), How old are your participants? An investigation of age classifications as reported in human factors, Proceedings of the Human Factors and Ergonomics Society 45th Annual Meeting, 260-261.

Ziefle, M. (2001), Aging, visual performance and eyestrain in different screen technologies, Proceedings of the Human Factors and Ergonomics Society 45th Annual Meeting, 262-266.

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Bem, dados concretos com certeza que ninguém terá, pois esta vacina não tem tempo de vida sufuciente para tal..... a ultima vacinação para o H1B1 aconteceu na decada de 60 nos EUA.

O adjuvante existe em muitas vacinas, e não é novidade, o que assusta os profissionais é a quantidade deste utilizada (apesar de ser considerada segura) para se poder produzir vacinas em larga escala.

O certo é não se fiarem no INFARMED que ainda ontem afirmou que até à data só ocorreram 4 reacções adversas à vacina, eu pessoalmente conheço mais gente com as reações locais à vacina.... e é claro que não declararam ao INFARMED pois é uma coisa natural....

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Citação de: "stopboy"
Colegas ... o ferro para o ferreiro e a madeira para o carpinteiro.

Não vamos querer ser "os faz tudo", quando para isso existem outras profissões. Quando outras profissões tentam invadir o nosso espaço não gostamos e contra isso lutamos, não vamos nós querer fazer o mesmo. Se são competentes, se têm competência suficiente ou se nós somos/seríamos mais competentes, isso já é outra questão ... mas ...!!!

Eu também tive que aprender a fazer ECG's, gasimetrias, suturas, etc, porque exerço funções num país onde estas fazem parte do nosso trabalho mas, NÃO VAMOS MISTURAR, tal como já disse outro colega, são países onde não existe profissionais distinguidos para tais funções. 

Agora estou confuso....
O que afirmou que não seja da competência dos enfermeiros??
Em que poaís trabalha para não ter outros profissionais a fazerem gasimetrias, suturas e ECGs?

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Citação de: Tosben
(...)Informem-se por favor não va acontecer como uma colega nossa que foi condenada no Minho.
 (...)
Diogo Valente.

Já agora, desenvolva um pouco mais o caso, para poder-mos perceber o que se passou.

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Citação de: anya_Skywalker
(...)
Tambem não confio muito em medicação feita à pressão, apesar de isto ser uma opinião infundada em princípios ciêntificos.

não é assim tão infundada, o melhor exemplo é a primeira versão da vacina de hepatite que tinha alumínio a mais e causou problemas degenerativos do SNC a alguma gente...

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Estive a pesquisar e ainda não encontrei as leis que queria, pois estas são muitas, e algumas poderão chocar com outras, algumas considerações.

Só podemos sair do nosso local de trabalho quando substituidos
Mas também temos direito a ser substituídos - mas não podemos simplesmente abandonar o local de trabalho sem assegurar que os cuidados minimos estão assegurados.

Consta que algures na lei de trabalho ( a geral) fala em seguir duas horas para dar tempo à instituição empregadora encontrar substituto.

também se sabe que ao final de 12 horas de jornada contínua de trabalho a probabilidade de se cometer um erro, ou acontecer um acidente sobe para 80 a 90%, portanto se a noite for de 11 a 12 horas, seguir turno parece-me demasiado exigente - a instituição, e não só o serviço, pode encontrar outras soluções.

O seguimento dá direito a pagamento do turno em extraordinário como seguimento de turno é um acréscimo diminuto do base), as outras soluções terão que ser acordadas pelos trabalhadores e entidade.

Mas vou continuar a procurar as leis, que sei que tenho algures cá por casa....

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Cuidados Gerais / Re: Acto de Enfermagem
« em: Setembro 01, 2009, 00:24:48 »
Citação de: MarKo_Pires
(...)

Não sei há quanto tempo trabalha nem o seu percurso pela profissão, mas acredite que de há 10 anos a esta parte, e os colegas que já trabalham pelo menos esse tempo sabem, que a enfermagem tem tido um declínio fulminate.Quem trabalha após a licenciatura não se tem apercebido dessa decadência tão acentuadamente como quem começou pelo bacharelato e lutou muito... mas enfim, as coisas lá deram para o torto...
(...)

Se analisarmos bem, esse declinio tem mais tempo do que aquele que afirma....

Tudo isto tem a ver com a luta entre profissões e a procura de um lugar de destaque.

Provavelmente o que o colega Mauro_G afirmou deve ser acto de reflexão,
Citação de: Mauro_G
(...)Num mundo da saúde em que cada vez mais há uma partilha de competências, a questão de demarcação dura de campos de actuação não leva a melhores cuidados aos utentes uma vez que acaba por centralizar o papel do profissional e não do utente.



Será que o utente não beneficiaria com uma partilha de competências e co-responasbilidades? Aquilo que nos locais onde enfermeiros e médicos trabalham mais próximos, já fazem, mesmo que seja de uma forma inconsciente...

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