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Mensagens - enf-tib

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Boas amigos

o Hospital onde trabalho acabou com o Alert no SU e passou a usar o Sclinico.

Pessoalmente acho o Sclinico um bom programa para um Serviço de Internamento.

Para um Serviço de Urgência o Sclinico ( ainda para mais sem as devidas e adequadas parametrizações das intervenções de Enfermagem ) é um programa muito mais complexo e desadequado que nos vem trazer mais problemas. Considero um péssimo instrumento de trabalho.

Gostaria saber a vossa opinião/experiência neste assunto.

2
Enfermagem e Politica de Saúde / Re: 2010: Revisão da Carreira
« em: Novembro 27, 2009, 20:43:30 »
Citação de: Zeus-electro
Reunião SEP VS MS agendada para 26/11/2009 às 18H.

Só falta saber quantas mais reuniões e adiamentos vão existir neste nova rodada.

Estou cansado :(
Afinal para quando ficou agendada nova pseudo-reunião??

3
Citação de: Borb
Com tantos enfermeiros desempregados...   :(
E alguns até trabalhavam mais barato que esses falsos enfermeiros... IOL

4
Enfermagem e Politica de Saúde / Re: Taxas Moderadoras
« em: Novembro 12, 2009, 00:18:20 »
Citação de: Vitor A.
O Governo prepara-se para abolir as Taxas Moderadoras nos Serviços de Saúde!

Concordam? Porquê?
Em que Serviços de Saúde? em todos (Urgências e Consultas Externas) ou apenas nos serviços de internamento?

Abraço

5
Enfermagem e Politica de Saúde / Re: 2010: Revisão da Carreira
« em: Novembro 12, 2009, 00:15:42 »
Citação de: herys
Alguem sabe quando recomeçam as negociações sobre a carreira??????? ??? ??? ??? ???
Acham que o actual governo está preocupado com a carreira dos enfermeiros?
Neste momento estão mais virados para os professores pois andam atrás deles para lhe revogarem o sistema de avaliação. Quase que só lhes falta um pedido de desculpa pelo actual sistema de avaliação...

Quanto aos enfermeiros, nem o Governo anda atrás de nós, nem os nossos sindicatos vão ter com eles de forma a pressioná-los para que as negociações retomem. Já agora alguém ouviu alguma coisa das forças politicas que se diziam estar ao lado dos enfermeiros (CDU e BE)?

6
“ Artigo 21.º
Avaliação do desempenho
1 — A avaliação de desempenho dos trabalhadores que integrem a carreira especial de enfermagem rege -se por sistema adaptado do Sistema Integrado de Gestão e Avaliação de Desempenho na Administração Pública (SIADAP), a estabelecer em diploma próprio"

Olá amigos ando a pensar cá para comigo o que seria para nós uma boa adaptação do SIADAP para a  2ª fase da nossa carreira (Especial...).

Claro que a obtenção de 2 pontos/ano seria o pior que nos podia acontecer!
Qual a vossa opinião?

Abraço

7
Olá amigos
o Ministério da Saúde, aquele que mais nos diz respeito, fica assim constituído:

Ministra da Saúde - Drª Ana Jorge  8)
Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Dr. Manuel Francisco Pizarro Sampaio e Castro  >:D
Secretário de Estado da Saúde, Dr. Óscar Manuel de Oliveira Gaspar  ???

8
Enfermagem e Politica de Saúde / Re: Subidas da carreira...
« em: Outubro 22, 2009, 23:19:06 »
As subidas de carreira a partir de agora ou estou muito enganado ou vamos esperar pelo tal SIADAP Adaptado... estou ansioso por ver essas adaptações que tanto se fala do SIADAP para os enfermeiros...

Até á adaptação do Siadap (2ªfase da negociação da carreira) infelismente não esperem nada de novo, esta é  a minha opinião e oxalá esteja enganado!

Abraço

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Enfermagem e Politica de Saúde / Re: 2010: Revisão da Carreira
« em: Outubro 22, 2009, 23:12:10 »
Esta "nossa" bastonária raramente abre a boca, e quando a abre é só para nos "enterrar" pois nunca nos defende nem diz nada de jeito, mete dó vê-la falar!

Vem agora congratular-se com a recondução da ministra Ana Jorge, isto é o cúmulo de quem não tem vergonha nenhuma nem sabe o que anda a fazer. Esta bastonária por onde andou até agora? alguém a ouviu uma frase das greves que fizemos? alguém lhe ouviu um comentário sobre o vergonhoso impasse nas negociações da nossa carreira? alguém a ouviu lamentar o facto de esta ministra querer enfermeiros licenciados a ganhar como bacharéis??

HAJA VERGONHA, HAJA VERGONHA, HAJA VERGONHA, HAJA VERGONHA!!!!!!!!!!!!

10
Enfermagem e Politica de Saúde / Re: 2010: Revisão da Carreira
« em: Outubro 22, 2009, 23:02:32 »
Citação de: dprocha
"Enfermeiros saúdam recondução de Ana Jorge

A bastonária da Ordem dos Enfermeiros (OE) manifestou a sua satisfação com a recondução de Ana Jorge como ministra da Saúde, sublinhando que esta é uma área «em que a continuidade é uma questão da maior importância».

Em declarações reproduzidas pela edição online do ‘i’, Maria Augusta de Sousa fez uma «leitura globalmente positiva» do trabalho de Ana Jorge e sublinhou «a serenidade com que conduziu o Ministério».

A bastonária da OE mostrou-se ainda «convicta» de que será possível «uma aproximação de posições» nas questões que têm oposto os enfermeiros e o Ministério da Saúde."

in bola.pt

Cuidado com o título desta notícia "Enfermeiros saúdam recondução de Ana Jorge", pois a mesma é falsa e irrealista! os Enfermeiros na globalidade lamentam a recondução de Ana Jorge pois andou a brincar conosco durante toda uma legislatura. Quem saúda a recondução desta senhora ministra é a nossa infeliz bastonária que é uma figura simbólica onde poucos se revêm num universo de 60.000.

Portanto não confundir enfermeiros com bastonária!!
enfermeiros = muito trabalho, responsabilidade e mísero ordenado...
bastonária = nenhum trabalho, responsabilidade e competência zero, grande TACHO.

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Enfermagem e Politica de Saúde / Re: 2010: Revisão da Carreira
« em: Outubro 09, 2009, 20:21:34 »
Citação de: Peter Pan
A carreira está nas nossas maos-ver greve radical  ;)

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Os pilotos da TAP têm um salário médio bruto de 8.600 euros mensais e mesmo assim tiveram "tomates" para fazer uma greve antes das eleições a exigir quanto a mim injustamente um aumento disparatado e absurdo.

Os Enfermeiros fizeram alguma forma de luta radical que quanto a mim essa sim era perfeitamente justificada perante um governo que andou 4 anos a brincar e a gozar com uma classe que na área da saúde é a que mais trabalha além de ser a única que cumpre horários???

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Citação de: beatrizabarros
Olá!

Existem três grandes diferenças ...
* a formação de piloto é bastante mais exigente do que para enfermeiro... desde a admissão nas escolas certificadas !
* têm uma evolução muito mais criteriosa do que a do enfermeiro, em termos de carreira...
* o ritmo circadiano de um piloto (nomeadamente daqueles que fazem viagens intercontinentais) é bem diferente da de um enfermeiro...

Não estou com isto a desvalorizar a Enfermagem .. mas também não devemos desvalorizar a profissão de pilotos...

E acho que o que ganham é justificado, sinceramente.. Mas também claro que acho que o que nós enfermeiros ganhamos não é o que deveria ser ...

E há pilotos de outras companhias que ganham bem mais do que os pilotos da TAP!!

Cumprimentos!





É uma pena os Enfermeiros contentarem-se com pouco... sempre foi assim e cada vez mais! quando existem colegas nossos a receber 5,5€/hora está tudo dito.  A minha empregada de limpeza que infelismente para ela não tem estudos muito menos é licenciada, pago-lhe mais que isso, sabiam?
Com pensamentos destes nunca vamos chegar a lado nenhum.
Há colegas de quem não me orgunho mesmo nada de os ter...

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O último parágrafo refere:

"trabalham por turnos e estão sujeitos a constantes mudanças do fuso horário..."

então e os Enfermeiros?

coincidência do "carago"! também têm risco físico, psicológico, também trabalham por turnos estando sujeito a mudanças no ritmo circadiano do sono e também podem ter problemas familiares!!

As únicas divergências é que eles são 800 nós somos brevemente 80.000... no vencimento ganham 8.600€/mês, nós pouco passamos dos 860€/mês!!

Abraço

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Os 800 pilotos da TAP têm um salário médio bruto de 8.600 euros mensais e o aumento de nove por cento exigido pelo SPAC faria subir esse valor para os 9.600 euros. Mais mil euros por mês para cada um, vezes os 14 meses de vencimento, num custo total anual para a TAP de mais 11,5 milhões de euros", revelou hoje à agência Lusa fonte oficial da transportadora aérea.

Em Portugal existem mais de 2 mil pilotos comerciais de linha aérea, uma profissão que exige formação, foge à rotina e é bem remunerada, mas à qual também estão associados riscos. Saúde, vida pessoal e familiar podem ser afectadas.

Considerado uma das regalias das profissões, o salário de um piloto acabado de formar começa nos "1.000 euros por mês, mas ao fim de uma carreira longa, um piloto que, por exemplo, assume funções de instrução na Airbus pode receber 15 mil euros por mês", disse à agência Lusa João Moutinho, professor do Instituto Superior de Educação e Ciências (ISEC).

As outras regalias da profissão passam, segundo João Moutinho, pelo "acesso ao conhecimento, a viagens e a cultura. Não é um trabalho sedentário, rotineiro, há oportunidade de lidar com um universo de pessoas muito díspar, o que pode ser encarado como uma vantagem".

Mas também há riscos: "Há um risco de integridade física que tem de se assumir e que é permanente e há também o risco de volatilidade da profissão", disse o coordenador da formação aeronáutica do ISEC.

Francisco Toscano, secretário-geral da Associação dos Pilotos Portugueses de Linha Aérea (APPLA), explicou à Lusa que existem três níveis de formação civil: piloto particular de aeronaves (PPA), piloto comercial de aeronaves (PCA) e piloto de linha aérea (PLA).

Nestes três níveis, que são iguais para os pilotos de aviões e de helicópteros, existem dois escalões: oficial piloto e comandante.

Ter o 12.º ano de escolaridade e "passar os testes médicos e psicotécnicos específicos", são, segundo Francisco Toscano, os requisitos mínimos para se poder ser piloto de linha aérea. Cumpridos estes requisitos, é necessário frequentar uma escola certificada.

"Estas escolas têm um programa que leva os alunos a estudarem, no mínimo, 18 meses para obterem uma licença de piloto profissional. São 12 matérias, grandes disciplinas, que vão da meteorologia às técnicas de navegação", explicou.

Depois da obtida esta licença teórica de piloto de linha aérea que, em Portugal, "não custa menos de 60 mil euros", são necessárias 3.000 horas de voo para poder assumir funções de comando, bem como formação específica para cada modelo de avião, explicou João Moutinho.

"Não é como com os automóveis, em que basta tirar a carta para poder conduzir qualquer modelo", exemplificou João Moutinho.

No exercício da profissão, os pilotos estão também sujeitos a ruidos vibroacústicos, a "baixas pressões de oxigénio, a baixo teor de humidade do ar no cockpit, bem como a alterações constantes no ritmo circadiano" (), explicou o secretário-geral da APPLA.

Os mais de 2.000 pilotos comerciais de linha aérea que, segundo a APPLA, existem em Portugal, correm também alguns risco de "manutenção de integridade familiar", uma vez que trabalham por turnos e estão sujeitos a constantes mudanças do fuso horário.

CSJ/DN

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