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Mensagens - LOL_lypop

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Estes estágios já decorrem há alguns anos, eu própria trabalhava nouma unidade que recebia estes estagiários em final de curso... A vantagem é que podem sempre ser contratados no final do estágio se as coisas correrem bem, senão pelo menos têm uma experiência interessante num hospital privado, a ganhar algum dinheiro...

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Ensino e Atividades Académicas / Re: Enfermeira aos 35 anos?
« em: Janeiro 16, 2012, 18:48:20 »
Repare é que o concurso para maiores de 23 é para pessoas que não concluiram o 12º ano e fazem exames/testes ad hoc. No seu caso deverá tentar o concurso para licenciados mas a ESEP poderá dar-lhe todas as informações necessárias.
Também sou da opinião que a idade é o que menos conta no momento... Interessa muito mais a nota de final de curso (em concursos que efectivamente agora escasseiam) e a vontade de procurar trabalho além-fronteiras. A enfermagem tem muito potencial fora de portas uma vez que há uma escassez enorme de profissionais.

Cumprimentos e boa sorte

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Assuntos laborais / Re: VERGONHA-URGENCIA AMADORA-SINTRA
« em: Setembro 14, 2011, 13:09:11 »
@ Ze Calanga

Como antiga enfermeira do HFF compreendo perfeitamente o que diz... Trabalhaei no internamento onde para 29 camas (4 de "cuidados intermédios") chegávamos a ter 2 (DOIS) enfermeiros na manhã... Onde o ritmo de entradas e saidas era ridiculo e onde a chefia se preocupava em esconder as fraldas para que não as pudéssemos gastar! Onde as auditorias íam verificar se todos os doentes tinham a campainha ao alcance da mão mesmo que não estivessem capazes de as accionar.
O ridículo chega a todo o lado, mas sem dúvida que por lá já muito deveria ter mudado...

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@Kattie_PT Não vejo quaisquer comentários desumanos por aqui... Estamos a debater uma questão que me parece pertinente.
Recordo que eu fui RL há muito pouco tempo (5 anos passam a correr e recordo-me perfeitamente do meu primeiro ano de trabalho) mas um RL dificilmente consegue perceber o que eu digo porque ainda não ultrapassou essa fase e por isso sente que vai ser tudo fácil. Eu tive muitas dificuldades, muitas dúvidas, ainda hoje tenho! Naturalmente tenho hoje outra confiança nos cuidados que presto...
E ainda em relação às condições de empregabilidade: quem aceita um part-time sabe bem ao que vai! Se não agradar não aceita, portanto um part-time, digam-me se estiver errada, não é oportunidade de uma carreira - ou seja @rsna um RL que o aceite não vai ficar muito tempo por melhor que lhe paguem, como é obvio!
Para além de tudo isso, o que precisam compreender, é que cada emprgador pede as condições que lhe parecem mais favoráveis para realizar o seu projecto, em enfermagem ou fora, portanto... Há cerca de 2 anos abriu um concurso só para RL na zona de Coimbra: porque o enf director achava que os RL eram extremamente competentes e fundamentais à organica da instituição? Não! Porque os enfermeiros com experiência não saiam dos respectivos locais de trabalho para serviços pesados (ex: medicinas) e chamando RL tinham profissionais que aceitariam quaisquer condições. Pergunto se acham mais dignificante
?

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@toupica toda a razão, não é este o tópico mas esta discussão (saudável) começou aqui e se abrir um novo tópico desconfio que poucos o lerão, enquanto que muita gente aqui virá à procura desta oferta... Os RL devem começar a trabalhar num serviço com outros colegas, em que não tenham que assegurar sozinhos um turno: imagino um familiar meu a ser cuidado exclusivamente por RL, que ao fim de 1 ou 2 meses no lar saem porque encontram melhor... E eu vou visitá-lo e vejo todos os meses pessoas diferentes e muito jovens, que imagem fica da empresa? E dos cuidados prestados? Cada coisa a seu tempo... Trabalhar sozinho é sempre difícil, que fará para quem começa - fica sem rede, sem ter a quem perguntar...
Outra opinião pessoal: o mercado encontra-se vedado mas há muito que já não é por existirem duplos e triplos (porque neste momento quem tem duplos fora da região de lisboa e sul não deve ter muito mais do que um laboratório de análises e esses locais não sustentam ninguém! o enfermeiro que lá for só vai para um extra, porque não faz vida desse tipo de locais e é por isso que se destinam a pessoas com exepriência e são part-times com meia-dúzia de horas), é sim pela quantidade de escolas e de enfermeiros RL que saem para o mercado de trabalho que manifestamente está lotado! O problema é das escolas e do governo por continuarem a aumentar as vagas para enfermagem e da administração dos hospitais que tentam fazer omeletes sem ovos - ou seja, não admitem enfermeiros aos serviços mesmo que estes sejam necessários...
Enfim, perdoem-me o off topic...

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Acrescento ainda que nem todos os serviços podem ser passíveis d receber recém-licenciados. Eu compreendo que ter um part-time é melhor que nada para quem está desempregado, mas o empregador precisará de confiar no enfermeiro, de ter certeza que ele não vai arranjar um full-time daí a 2 meses e deixa de lá trabalhar precisando de integrar outro elemento. Para além disso seguramente precisa de alguém com conhecimentos suficientes para ser autónomo - e essa reflexão deixei-a no post anterior.
Valorizemos o que temos e compreendamos que se estivessemos do lado de quem emprega gostariamos de ter alguma confiança de que aquele indivíduo não vai sair dali ao fim de 2 meses e que tem know-how suficiente para não pôr em causa a prestação de cuidados na população a que se dirige (num lar de idosos as nossas acções não se referem só a dar banhos e fazer pensos! é para isso que lá está o enfermeiro - para garantir que o que puder ser feito no local o é efectivamente).

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Caros colegas...
Todos os anos, à medida que os cursos vão terminando e o emprego escasseia, vamos vendo posts a respeito de como um enfermeiro sai das escolas perfeitamente apto a resolver todos os problemas e autónomo no exercício da sua profissão.
Lamento informar mas eu trabalho há 5 anos e ainda não sei muitas coisas, ainda preciso de ajuda em muitas coisas... E comecei a minha vida profissional num hospital cirurgico privado onde fazia noite sozinha - tive que me desenrascar - mas asseguro que a minha prestação de cuidados era pouco mais do que suficiente para a necessidade - porque nunca apanhei situações complicadas!
Daqui a 5 anos quero ver onde estão essas certezas todas que um recém-licenciado está perfeitamente apto a prestar cuidados a idosos ou a individuos em qualquer outra fase do seu ciclo de vida... E gostaria de ver todas essas certezas no vosso local de trabalho onde, apesar da fanfarronice por aqui, há pessoas com muitos mais anos de experiência que poderão ter a teoria menos presente mas resolvem muito mais problemas: respeitemo-nos e respeitemos a experiência que é por si só muito valiosa! A escola transmite a teoria, mas a nossa profissão é prática e exige muitos anos até termos um enfermeiro apto/autónomo!

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Anúncios de Emprego / Re: IPO Coimbra
« em: Maio 21, 2011, 17:56:48 »
Colegas: contrato a termo incerto é um contrato sem necessidade de renovação. É o equivalente aos "quadros" uma vez que é indeterminado no tempo. Ou seja: assinam e ficam ligadas à instituição sem data de término de contrato - é o melhor que se encontra hoje em contratos. É evidente que em última análise significa também que a qualquer momento qualquer das partes pode rescindir mediante aviso prévio de 1 ou 2 meses (dependendo de há quanto tempo estão na instituição), mas se rescindirem têm que vos indemnizar, compreendido?

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Caros colegas
É evidente que é facilitismo perguntar em vez de procurar... Nem toda a literatura existe em português, já o deviam saber. Basta procurar no site do ERC (European Ressuscitation Council) que encontrarão por lá o algoritmo e estudos que o suportem, mas naturalmente em inglês... Procurem também no CPR (Conselho Português de Ressuscitação) que poder ter algum dos documentos traduzidos mas de facto a fonte será sempre de acesso mais rápido.
Quanto às Guidelines: este ano serão apresentadas novas Guidelines mas só no final do ano, até ao momento estão em vigor as de 2005 portanto é a essas que devem recorrer.
Em caso de dúvida para quem vai trabalhar com crianças porque não fazer um curso específico como o Suporte Básico de Vida Pediátrico da Cruz Vermelha Portuguesa? Basta dirigir-se a uma delegação da CVP.
Cumprimentos

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Cuidados Gerais / Re: Colheita de Sangue - CVP obturado
« em: Setembro 15, 2010, 09:02:00 »
Colega ENFRL: um pequeno acrescento à luz dos mais recentes avanços... CVP obturado sem perfusão contínua não exige heparinização - na verdade a quantidade para "heparinizar o CVP" é tão ínfima que há cerca de 2 anos se fala em não-heparinização para evitar alterações hematológicas decorrentes da utilização da heparina IV (exemplo: terapêutica de 4/4h - heparinização de 4/4h??)... Onde se mantem impreterívelmente a heparinização são os CVC, como é evidente.

Acrescento ainda que também me parece estranho que desconheçam o termo mandril até porque é também o nome da "agulha" que se encontra dentro do catéter e que é retirada aquando da sua colocação - releiam os livros poque seguramente encontrarão o termo.

Também eu, há muito tempo, me interrogo sobre o trabalho individual de algumas pessoas aqui no FE. Surgem dúvidas que seriam facilmente esclarecidas em qualquer livro ou consulta na internet... As pessoas perguntam repetidamente as mesmas coisas sem se dar ao trabalho de procurar as respostas numas paginas antes (nos concursos de emprego isto é particularmente notório)... Jovens colegas: sem esforço e sem trabalho não se chega a lado nenhum! Em vez de fazerem a pergunta aqui no FE que tem respostas díspares de acordo com a experiência ou inexperiência de cada um, procurem saber em fontes científicas fidedignas.


Cumprimentos a todos...

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Anúncios de Emprego / Re: Enfermeiros para a Bélgica
« em: Setembro 09, 2010, 22:55:05 »
Gostava de lembrar a todos os candidatos a sair do país para procurar oportunidades em enfermagem para se informarem bem das funções do enfermeiro no país que vos recebe...
Fiz ERASMUS na Bélgica há 5 anos e fiquei MUITO desiludida com o trabalho lá... Não existem auxiliares de acção médica pelo que tudo twem que ser feito pelos enfermeiros - limpeza e desinfecção de materiais, camas, materiais de higiene, etc... A distribuição de alimentos, a organização e reposição dos materiais... Enfim, para cuidados de enfermagem é muito pouco tempo a sobrar... Para além disso os cuidados de higiene têm orientações diferentes - lembrem-se que nos países nórdicos não há banhos diários o que nos pode causar algumas dificuldades ao início. Para além disso o enfermeiro tem porquíssima autonomia - eu recebi uma doente com uma ulcera de pressão no calcâneo, com uma loca necrosada de cerca de 3cm de profundidade e 6cm de diâmetro e não pude fazer o penso... O médico vinha à tarde e era ele quem prescrevia o tratamento!!! :p Enfim, parece-me que há sítios com melhores condições para enfermeiros... Analisem bem...
Ahh dizer ainda que na zona em que estagiei os horários eram das 6h45-15h (a hora de almoço e os 15min de pausa não contam) das 13h30 às 22h15 (1h30 comum para passar o turno e fazer a reposição de material) e das 22h-7h... As semanas de noite eram 7 turnos consecutivos seguidos de 7 dias de folga - o que faz sentido tendo em conta os ritmos circadianos...
Boa sorte a todos...

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Não sei qual a realidade do colega mas em Portugal não existem DAE nos carros de emergência, existem desfibrilhadores manuais que são utilizados por quem tem formação - seja médico ou enfermeiro...
Quanto às novas guidelines que serão implementadas a partir da conferência de Dezembro - aproveitando para dizer que já que é no Porto todos devemos participar para conhecer as novas directrizes e colocar as nossas dúvidas - desconheço quaisquer perspectivas de mudança de DM para DAE em SAV mas logo veremos...
No meu serviço - urgência - existem sempre médicos relativamente perto e que tomam o controlo da reanimação sempre que têm formação para tal, de outra forma quem o faz são os enfermeiros que sempre vão dando algumas orientações em caso de dúvida do que há a seguir...

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Eu terminei a PG em EPH na S Francisco das Misericórdias este ano. Tenho colegas que optaram pela Atlântica e devo dizer que muito bem!
Na SFM a PG está mal organizada, funciona mal, o director do curso é totalmente megalómano e promete tudo o que não pode cumprir... É certo que estive lá no primeiro ano da PG e muitas arestas devem ser limadas, mas posso dizer que nem avaliação de final de curso fizemos e o curso que terminou em março ainda não deu frutos - ou seja continuamos à espera do abençoado diploma!
Muitos atrasos, muitos diz-que-disse... Eramos para ter vários cursos integrados na PG e acabou por não aparecer nada e o que apareceu era muito caro (integrados na pós era mesmo publicidade enganosa: SAV pediátrico, FDM, FCCS e PHTLS que não só ficavam a pelo menos 300eur como depois de estarmos inscritos ficaram para outra altura por sermos poucos inscritos????)... Os cursos grátis foram via aérea difícil, sav e ventilação mecânica - todos dados em sala por um enfermeiro já desactualizado e por um bombeiro (que até EOT domina!!! imaginem a qualidade) para 25 elementos e em laboratório para uma espécie de práticas também para 25 elementos!!! espeleosocorro: nome interessante para dizer que fomos aos bombieros de sesimbra experimentar fazer escalada e a única coisa que acabámos por fazer foi descer como vítimas da torre de treino...
Em termos teóricos: dois módulos interessantes para depois encher chouriços... Módulos de Investigação, gestão, higiene e segurança, ..., ocuparam mais de metade do ano e nã trouxeram quaisquer mais-valias...
Por fim: os estágios tão prometidos nunca apareceram, e agora que depois de terminado o curso há 3 meses tivemos aval para fazer os ditos estágios em ambulacias SBV do INEM ninguém se pôde inscrever - estranho, não???
Na atlântica as coisas funcionam melhor, está tudo muito bem limado e os cursos extra-PG são efectivamente interessantes e úteis para nós. Está tudo organizado com bons profissionais a orientar...
Conselho: nunca a SFM, embora inicialmente fosse mais barata viemos a arrepender-nos daquela novidade que era a enf de emerg. PH e que efectivamente trouxe muito pouco...

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Bom dia a todos...
De facto esta crónica é verdadeiramente genial... Fala-se de todos os defeitos o STM - que são factuais e existem, ninguém diz que é perfeito - mas esquece-se um importante detalhe... Sou de Coimbra e trabalho numa Urgência (não a dos HUC), há alguns anos precisei de recorrer aos HUC ainda antes de instituida a triagem de manchester e deparo-me com:
1 - Tempo de espera até ser triada pelo médico: 45min-1h!!!!! (ainda ouvi um "ah mas até teve sorte que isto hoje está com poucos doentes!")
2 - Os bombeiros/cvp/inem, por não poderem ficar todo o tempo de espera até à triagem, deixavam os verbetes (registo da ocorrencia) não passando oralmente a situação - quem trabalha com os verbetes sabe bem como são parcos em informação!
3 - Os processos eram colocados por uma ordem curiosa: uns em cima dos outros até que os que estavam em baixo só passavam para o topo do molho quando se queixavam - como me aconteceu a mim ao fim de 3h de espera!!!
4 - Quem fazia a triagem eram os "jovens médicos" que de ouvir doentes tinham pouca ou nenhuma experiência e que encaminhavam indiferenciadamente para onde lhes diziam para encaminhar (no meu caso, após ser triada o "jovem médico" foi telefonar ao tutor que deu a indicação do encaminhamento demorando na totalidade cerca de 10min - eu vinha referenciada pelo médico de família para dermatologia!!!!) e depois de ser observada pelo 2º médico de urgência fui finalmente encaminhada para o dermatologista...
Da minha prática com STM temos uma média de espera bastante inferior aos 10min (o que não significa que em situações de ruptura não possa chegar aos 30min, mas serão situações que se contam pelos dedos de uma mão em cada ano), temos os doentes passados oralmente pelos bombeiros permitindo conhecer a situação ao pormenor, demoramos menos de 3min a triar, temos s processos informatizados sem que o médico precise de ir ordenar os vários doentes e os enfermeiros fazem formação na área e a experiência ajuda a melhorar o processo gradualmente - ninguém nasce ensinado, nem os srs doutores!
Naturalmente não há um unico turno de triagem em que não tenha que ouvir os berros nervosos (como se gritar desse mais razão!!!) de alguns srs doutores frustrados com o facto de serem os enf a fazer o que muitos anos antes era feito por eles, com evidentes resultados práticos: maior rapidez e eficácia na detecção de casos graves... Vamos esperar que um dia as coisas melhorem e tragam o reconhecimento que há muito merecemos...

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Não vai agora iniciar-se a primeira edição? tenho essa sensação, até porque no site da escola vem referido que o programa é a combinar/debater com os alunos (???)...
Tenho sempre algumas reservas em relação ao GTE porque considero que a formação dada por eles é interessante, mas com muito show-off pouco real... mas aguardo também experiências...

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