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Mensagens - Karlwork31

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Comunitária / Re: Especialidade em Saúde Comunitária
« em: Agosto 09, 2008, 21:04:06 »
Quero desde já felicitar (a/o) colega Litxi por ter conseguido entrar na especialidade. Só por curiosidade, entraste em Lisboa ou no Porto?

Quanto à tua dúvida, penso que em primeiro lugar deves ver muito bem qual é a tua actual relação contractual... pois só a partir dela podes ver quais são as tuas hipóteses...

Penso que a equiparação a bolseiro na função pública ainda seja neste moldes (mas deves confirmar com os teus serviços...)

http://www.dre.pt/pdf1sdip/1988/08/17800/31963196.PDF

Tens ainda o estatuto do Estudante Trabalhador (capítulo IX da Lei 35/2004, pág. 28)

http://dre.pt/pdf1sdip/2004/07/177A00/48104885.PDF

Boa Sorte e Felicidades...

Carlos

2
A questão que tu colocas deve-se à Enfermagem ser uma disciplina própria, distinta da Medicina. Trata-se de aplicar uma metodologia cientifica.

Podes aqui ver uma Crítica sobre o livro:
http://findarticles.com/p/articles/mi_m ... i_13526597


Podes aqui fazer o download do livro em PDF(é a versão original!): http://books.google.com/books/pdf/Notes ... UubuJ1VkP8

Boa sorte para o teu trabalho

Carlos

3
Novidades / Re: 14 de Março - Jantar FE em Lisboa
« em: Março 12, 2008, 12:55:49 »
Eu sugiro a "Capricciosa" que é uma pizzaria no Parque das Nações, junto ao rio, por detrás do Pavilhão Atlântico, à esquerda (para quem vem da gare do Oriente),  no 1º andar por cima do restaurante Republica da Cerveja. O preço médio por pessoa é de 15 euros. Tem comida italiana, com preferências para as pizzas. Como é um espaço grande, tem área para fumadores e não fumadores. Tem como vantagem, ter relativamente perto os estacionamentos subterrâneos da FIL, do centro comercial Vasco da Gama, e da gare do Oriente. Estes estacionamentos são pagos, mas dispõem todos de vigilância. O estacionamento no centro comercial deve ser deixado para última hipótese, pois fecha cedo (penso que é as 23 ou 24 horas). Os outros estão abertos até mais tarde.

Ali perto tem uma zona de bares (apesar de a zona do Bairro Alto ou das Docas de Alcântara serem melhores escolhas).

Costuma encher rápido, pois costuma ter muitos grupos para jantares, caso concordem com esta sugestão, será melhor fazer reserva.

Sugestão: Quem for deve enviar ao Pedro o sentido da sua comparência, assim como o seu contacto.

Abraços a todos.

4
Caro colega Charlie zé,

Não sei porquê vê um "chavão" na Enfermagem Médico-Cirúrgica. É uma especialidade como as outras, com um enorme tradição nos nossos hospitais e que tal como a Enfermagem Generalista e restantes especialidades está em evolução. Possivelmente, o que se espera de um enfermeiro especialista ainda está um pouco confuso, pois ainda não estão publicadas as competências destes profissionais.

Não sei qual é o seu tempo de exercício, mas o certo é que se tem visto muito pouco trabalho de especialista no terreno... haverem só 13% de especialistas, havendo muitos que exercem funções de gestão, não ajuda...

Quanto à desfibrilhação, o colega, se tiver conhecimentos para tal, se identificar um ritmo desfibrilhável,  como a fibrilhação ventricular ou a taquicardia ventricular sem pulso, na ausência do médico de um médico de urgência deve efectuar todos os cuidados necessários, pois trata-se de uma situação "life-saving". Se isso passar pela desfibrilhação, porque não? Não é isso que diz o algoritmo?

É necessário um especialista para isso? Quanto tempo acha que se leva a aprender a identificar estes ritmos e os algoritmos de actuação?

Agora precisa-se de um especialista para lidar com os focos de atenção como a Adicção, as Alterações do regime terapêutico, o papel do cuidador informal, o stress do cuidador informal...

O que isto tem a ver com a urgência? Talvez por serem problemas complexos é que precisam de um especialista...

:)

5
Cara colega,

Concordo consigo que "a ideia é ter enfermeiros capazes de exercer Enfermagem"...

Penso que todos estamos de acordo nesse aspecto.

Agora discordo neste aspecto "Um doente de pneumo é diferente de um de gastro". Pode ser, como pode haver doentes com problemas de Enfermagem (refiro-me aos diagnósticos de enfermagem...) com problemas semelhantes... ou na mesma especialidade médica, com problemas de enfermagem diferentes.

Cara colega, os enfermeiros tem saberes próprios (que são ciência...). Claro que um enfermeiro no exercício deve recorrer-se de um múltiplo de saberes (de Enfermagem, de Psicologia, de Sociologia, da Medicina, da Biologia, entre outros...), dando-lhe uma estrutura própria, do qual deve ser o único responsável. Negar isto, é negar o esforço de muita gente que tem trabalhado para esta profissão, quer no nosso país, quer lá fora.

As especializações devem partir destes saberes, que são nossos.

6
Desculpem...

Mas não somos todos especialistas...

Em Abril passado falava-se de aproximadamente 13% do número de enfermeiros inscritos na OE.

7
Olá colega,

Respeito a sua opinião, mas continuo a não perceber o porquê da "colagem" com as especialidades médicas.

Carlos

8
Caros colegas,

Se pensarmos em especialidade de Urgência/Emergência como uma especialidade virada para o doente crítico, instável, esta já existe, é a Enfermagem Médico-Cirúrgica (pelo menos é um dos perfis possíveis nesta...).

Agora que deveria-se caminhar para um sistema de reconhecimento de competências, em que os rácios mínimos e as dotações de enfermeiros seria influenciada pelas experiências de cada um, concordo. Acredito que pode ser um dos caminhos futuros da profissão.

Agora , ser especialista em Médico-Cirúrgica (Urgência/Emergência) deve ser muitos mais do que saber os algoritmos de reanimação, como desfibrilhar ou como ventilar (sei que não é função sua, mas um profissional nesta área deve saber como fazê-lo...). As áreas do Apoio à família, psicológico e espiritual; na comunicação de más notícias, no planeamento de cuidados especializados e respectivo encaminhamento,  são complexas, logo pedem um perito, um especialista que as deve fazer.

9
Ensino e Atividades Académicas / Re: Listagem dos CPLEE pela OE
« em: Dezembro 13, 2007, 20:07:11 »
Desculpa lá colega, mas penso que não percebi o sentido do teu último post...

Na minha opinião, as especialidades de Enfermagem dizem respeito aos saberes de Enfermagem, e não têm nada a ver nem com questões organizacionais (leia-se serviços...), nem com as patologias abordadas pelas diferentes especialidades médicas.

Não é esse o caminho que a Enfermagem tem tomado quer no país, quer lá fora...

10
Novidades / Spam...
« em: Outubro 22, 2006, 22:23:07 »
Amigo Roten,

Percebo as dificuldades de tentar manter esta plataforma a salvo de usos indevidos. Já tinha visto o tópico que referiste anteriormente, apesar de não ter participado nele.

Penso que a única atitude correcta a ter nestas situações, é banir de vez esse utilizador e os seus posts. Isto é, o utilizador que faz o registo (da forma como ele é feito actualmente neste forum, tem que ser manualmente, não é viável através de scripts, como em outras formas de malware...), apenas está interessado em passar a sua mensagem publicitária, não tendo porventura qualquer interesse em manter este espaço. Esta situação deve merecer a colaboração de todos na detecção destes abusos. Pela minha parte, estou disponível para sempre que detectar estes "propangandistas" avisar os admnistradores para eliminação destes posts.

Obviamente que esta situação é diferente daquelas em que a polémica de alguns tópicos, leva ao esquecimento das mais elementares normas de bom senso e educação. Como é lógico, não temos todos que andar "aos beijinhos e abraços", é lícito que possamos ter opiniões diferentes, por mais polémicas ou controversas que sejam. Mas devem ser as ideias que nos juntam ou separam. Ataques pessoais às pessoas não deveriam ser permitidos. Não sei se será necessário haver qualquer castigo, mas a haver, deveria passar pelo barramento do utilizador.

No entanto, acredito que a haver uma consciência forte na comunidade de que estes comportamentos não são bem vistos, acredito que quem  realmente dá valor a este espaço (que é único, pois estou em muitas outras comunidades de enfermeiros na Net e nenhuma tem a adesão que esta tem...) saberá moderar os seus posts.

É preciso acreditar nas pessoas e eu acredito nos enfermeiros...

Um abraço,

Carlos.

11
Novidades / Novas Regras...
« em: Outubro 22, 2006, 18:08:42 »
Aplaudo a existência de regras claras nesta comunidade, que se pretende cada vez mais fraterna. Acho que as regras sugeridas podem servir não só para moderar alguns excessos, como para reduzir algum SPAM que infelizmente tem-se estado a verificar neste forum.

Quem for ver a lista de membros, poderá ver o aumento da frequência de membros estrangeiros, com páginas pessoais que não passam de endereços de produtos ditos "terapêuticos".

Como o Forum é uma comunidade séria, estes abusos devem ser evitados.

No entanto, tenho algumas dúvidas quanto às técnicas sugeridas para restringir os abusos. Se o retirar de um post pouco recomendado me parece uma prática aceitável (se devidamente explicada à comunidade...), esta não tem sido a tradição desta comunidade. Por outro lado, o barramento de IPs enquanto opção técnica parece-me um pouco estranho...

Obviamente, vocês é que mantem o servidor, devem saber qual a melhor técnica, mas para mim, parecia-me mais fácil barrar o utilizador do que o IP...

Como sabem, a maioria dos provedores fornece endereços de IPs dinâmicos,  pelo que a haver barramento do IP cedo deixaria de funcionar em relação a um dado utilizador, como poderia barrar outros utilizadores que acessassem o forum e estivessem na mesma sub-rede (alguns provedores trocam ips cada 12 horas, outros basta reiniciar o sistema para ter novo número de rede...);

Além disso, a existência de utilizadores com proxies não é assim um facto tão pouco comum. Quem acessar ao forum a partir de computadores do nosso SNS, porventura estará a utilizar o proxie da rede interna do ministério da Saúde (já para não referir a possibilidade de dois colegas poderem acessar em diferentes momentos o Forum no computador do serviço, e só se querer restringir as  intervenções de um...)

Ainda o recurso de ferramentas que favorecem o anonimato (uso de proxies anónimos) durante a navegação na Net não tem nada de condenável. Pelo contrário, é cada vez mais visto como uma forma de manter a segurança de um dado sistema, pelo que quanto muito, deve ser um comportamento a ser imitado, nunca restringido. A existência de cada vez mais aplicações nos diversos sistemas  operacionais que são usados pelos membros deste forum, pressupôe o aumento do uso destes recursos, pelo que deve ser uma prática aceite por todos, a menos que haja uma tentativa clara de abuso através de técnicas de invasão de sistemas.

Esta é a minha opinião.

De resto, aplaudo esta intervenção dos administradores, desde que o bom senso prevaleça sempre.

Um abraço, Carlos.

IP: 89.180.17.182 (pelo menos agora...)

12
Cuidados Gerais / Foruns Descentralizados organizados pela Ordem...
« em: Outubro 18, 2006, 17:34:43 »
Olá a todos,

Estive a ler os anteriores posts. Em resposta ao post do Guitonn, parece-me que um exame nacional (a haver, pq o que vem fornecido no fluxograma fornecido pela ordem é a candidatura com documentação e curriculum, seguido da realização em Setembro/Outubro da avaliação curricular e prova nacional, seguida da seriação dos candidatos e colocação) pode realmente garantir um conjunto mínimo de conhecimentos, de forma a que os recem-formados possam ter perante a sociedade, mais uma garantia da sua qualidade, atestada já previamente nas escolas que frequentaram e que lhes deram o diploma. No entanto, gostaria de aqui referir o efeito preverso que os exames costumam ter se tivermos em conta uma profissão como a nossa. Não é uma prova escrita que permite num só momento avaliar as capacidades de comunicação e ajuda que um recem-formado possui. Possivelmente uma entrevista poderia ajudar (ou não?!?)... por outro lado, não vejo como negativo a existência de diferentes planos curriculares. Existem escolas que tem apostado na inovação e merecem ser recompensadas por isso penso que seja preferivel o mercado definir quais são os planos que mais lhes interessam.

Além disso, nunca referi a existência de "numerus clasus". Os recem-formados seriam colocados pela OE em seviços com a idoneidade reconhecida pela OE e que teriam supervisão/tutoria durante 12 meses, num exercício profissional tutelado em que só no final destes 12 meses seria atribuida cédula profissional. Não foi esclarecido se este exercício seria  remunerado ou não. Tendo em conta estes pressupostos, vejam se não é possivel que os enfermeiros colocados sejam inferiores aos saidos das escolas (senão, porquê a seriação, avaliação e colocação???)...

Quanto ao Enfsergio, convem ressaltar que a conclusão da Licenciatura em Enfermagem, garante apenas isso " Este individuo é licenciado em ciencias de enfermagem", trata-se apenas de um grau académico. É a ordem que confere o grau profissional de Enfermeiro, por isso é que temos que estarmos inscritos na Ordem para exercer. Até agora, o único pré-requisito era a conclusão da licenciatura, mas esta proposta da ordem vem propor alterar isso.

É pena que no site da ordem não esteja mais informações do que esta:.

http://www.ordemenfermeiros.pt/index.ph ... hlight=261

(Não consigo de momento ver a página, mas é este o endereço, deve ser problema do servidor...)

Por isso, a sugestão do Pedro parece-me adequada. Os colegas devem fazer   por estar presentes. Se for este o caminho que queremos, que ao mensos seja consciente. Senão, pelo menos a ver se é possivel introduzir sugestões que melhorem a proposta.

Quanto ás especialidades, as sugeridas foram:

E. Saude Mental, E. Reablitação, E. Médico-Cirurgica, E. Comunitária, E. Saude Materna e Obstétrica, E. Saude Infantil e Pediaátrica (dividida em E. na Infancia (0-9 A.) e E. na Adolescência (10-24 A.), E. no Adulto (25-64 A.),  E. no Idoso (+ de 65 A.) e E. na Familia.

Parece-me haver alguma sobreposição das áreas de actuação. Algumas destas especialidades já existem outras  irão ainda ter o seu colégio de Especialidade. Confuso!!! tb acho...

Abraços

13
Cuidados Gerais / Foruns Descentralizados organizados pela Ordem...
« em: Outubro 17, 2006, 11:38:43 »
Olá a todos!

Apesar de nos últimos tempos não ter postado nada, tenho passado por aqui para ver como vão correndo as coisas. Digo-vos que tem-me aborrecido por vezes a forma algo simplista como algumas coisas tem sido tratadas. Tb me aborrece por vezes ver enfermeiros contra enfermeiros (a discussão é salutar, mas a forma como é feita diz muito do que a pessoa é e os enfemeiros são gente que cuida de gente, que gostam e preocupam-se com as pessoas pelo que o nosso discurso (em casa, na rua, no hospital, nos blogs, neste forum...) deve reflectir isso. E mais não digo sobre esse assunto...

O motivo pelo qual tive novamente vontade de postar neste forum deve-se com a realização dos foruns descentralizados realizados pela Ordem, sobre a certificação de competencias e especialidades, que já se realizaram em Setubal, Portalegre, Santarem e agora Lisboa.

Digo-vos que ver presentes aproximadamente 100 pessoas para ouvirem uma proposta (ainda em estudo, é certo, mas já com ideias chave muito fortes...) pareceu-me um número muito pequeno para uma mudança que se advinha tão grande...

Refira-se algumas ideias chave:

Candidatura a título profissional (leia-se enfermeiro), de entre os licenciados recem-formados através de documentação (?) e curriculum (?) com Prova Nacional (leia-se exame ???), com seriação e colocação organizada pela Ordem em serviços com idoneidade reconhecida pela Ordem (?) para um exercicio profissional tutelado com duração de 12 meses.

Refira-se que o número de colocados será decidido pela ordem e pode ser inferior ao número de licenciados que terminam os cursos naquele ano...

Só será atribuida cédula profissional a quem ao fim deste 12 meses tiver tido aproveitamento através de avaliação do tutor e do enfermeiro director da organização. Pergunta-se se este internato (?), estágio tutelado será remunerado??? Se sim, como garantir isso, afinal como alguém pode ser pago como enfermeiro, se não o reconhecem como tal?

Todos os enfermeiros que estejam já no exercício profissional autónomo iniciam um percurso de especialização (assente na prática clínica, em condições ainda a definir...) independentemente do seu percurso académico, que poderá ser complementar, mas não imprescindivel... (pelo menos foi isso que percebi...).

Esta última questão levanta-me dúvidas quanto à independência e qualidade da formação, quanto à mobilidade dos próprios enfermeiros (se mudam de serviço, podem necessitar de desenvolver novamente um percurso de especialização...), assim como ao beneficio real desta medida.

Por mim, acredito que é desejável que haja uma evolução da situação actual. É necessário que os enfermeiros possam continuar a fazer mais e melhor, mas duvido que este seja o único caminho. A entrada dos futuros enfermeiros no mercado de trabalho pode ficar dificultada. Ao introduzir mecanismos de auto-regulação no mercado (que já apresenta situações que não dignificam os enfermeiros...) corre-se o risco de o mercado responder ainda com formas mais imaginativas e pervertidas de atingir os seus objectivos (entenda-se fazer dinheiro, obter lucro...). Para mim, os internatos tutelados, se pagos, podem não merecer a concordância das instituições de saude, que não os recebem. Se não remunerados, podem ser mão de obra "barata" para os serviços. Isto para mim, não dignifica a profissão (existem outras profissões com estágios não remunerados,mas tb os há pagos...).

Quanto aos especialistas, é obvio que precisamos de especialistas e de muitos... mas a fazer prestação de cuidados. agora passar de um número pequeno (14%) para a quase totalidade não me parece exequivel, nem desejável. As competências de Cuidados Gerais já permitem muitas intervenções que anteriormente eram vistas como funções dos especialistas. Falta é gente que ensine, coordene, avalie, investigue... e para isso bastava só termos o dobro do que já temos...

Além disso, o especialista deve realmente ser "especial", deve realmente saber mais, logo o percurso académico não pode estar dissociado desta função...

Enfim, sugiro que os colegas que não estiveram presentes nestes foruns, os consultem, pois o que está em jogo é muito importante para todos nós.

Ps- peço a quem responder a este post, que mantenha-se centrado nas ideias e não nas pessoas. A ordem somos todos nós e não tenho nada contra ninguém. Discute-se conceitos, não pessoas, independentemente de poder não concordar com elas...


Carlos

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Dicas de informática e internet / Pdftk
« em: Janeiro 08, 2006, 21:51:17 »
Olá a todos!

Não é a primeira que aqui se fala de ficheiros PDF. É hoje universalmente aceite que este constitui um standard, quer pela sua portabilidade, quer pela sua segurança face a manipulação indesejada.

Muitos de vós porventura até já terão recorrido a este tipo de ficheiro para armazenamento de trabalhos, usando como ferramentas de edição algumas aplicações já aqui sugeridas, como o OpenOffice (que já se encontra na versão 2.0).

No entanto, estas ferramentas que permitem a criação, não permitem a edição posterior destes documentos. Mas então, a manipulação de documentos PDF, fica um exclusivo para os detentores de uma versão paga do Adobe Acrobat (empresa criadora deste standard)?

Obviamente que não, se não tiverem receio de voltar a experimentar uma consola...

Sid Sedward, o autor do livro "PDF Hacks", (ver em http://www.oreilly.com/catalog/pdfhks/), mantem um forum online com muitas sugestões para o uso de PDFs (ver em http://www.accesspdf.com/), entre as quais se encontra a aplicação "pdftk". Esta aplicação de texto que corre em ambiente de consola (lembram-se do MS-DOS...), em Linux, BSD e até imagine-se em Windows, permite juntar dois documentos pdf num só, extrair páginas de um documento, alterar a ordem das páginas e outros tipos de manipulações. Quem quiser experimentar pode gravar a aplicação a partir deste endereço (http://www.accesspdf.com/pdftk/). Como qualquer aplicação Opensource, quem o fizer, deve fazê-lo por sua conta e risco... mas acreditem que vale a pena!

;) Carlos.

15
Novidades / Tertúlia Online: discussão em directo
« em: Janeiro 07, 2006, 00:59:52 »
Olá a todos!

Não participei na tertulia (só vi essa indicação já depois dela ter ocorrido...) :( , mas não quero deixar de dar aqui a minha opinião. Penso que foi muito interessante esta participação. Apesar de alguma confusão inicial, acho que foram abordados algumas perspectivas importantes, como a dificuldade em arranjar emprego, os contratos precários, a migração para Sul...

Estas perspectivas devem ser "agarradas" e tb desenvolvidas no forum, pois este permite aos participantes desenvolver melhor as suas ideias  (mais tempo para pensar, mais tempo para escrever...)

Assim sugiro que quando se marque nova tertulia, sejam enviadas "pm" para o Pedro, com sugestões de tópicos que sejam depois anunciados, permitindo alguma estrutura à reunião. Por outro lado sugiro que alguns participantes desenvolvam melhor as suas ideias tb no forum, onde as suas opiniões podem ser mai facilmente fundamentadas. Desta forma haveria optmização dos recursos disponíveis, permitindo uma contribuição e participação mais satisfatória.

Felicidades,

;) Carlos

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