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Documentos de orientações para a prática por entidades oficiais nacionais, planos nacionais de saúde e protocolos hospitalares, de centros de saúde, entre outros

"A preparação e administração do leite e fórmulas lácteas, em ambiente hospitalar, associa-se a um risco de infeção mais elevado, carecendo de abordagem prioritária no contexto da segurança. É por isso necessário que os profissionais de saúde conheçam e apliquem boas práticas relativas à manipulação de leites e biberões, o seu transporte e armazenamento.

A presente Orientação tem por objetivo, divulgar e uniformizar essas regras de boas práticas para prevenção e minimização do risco de infeção associada a estes procedimentos, junto dos Serviços de Neonatologia, Pediatria e outras Especialidades Pediátricas."

"Este documento visa apresentar os resultados da avaliação do desempenho dos hospitais públicos de Portugal Continental, no que se refere à qualidade/efectividade dos cuidados prestados em internamento e ao ano 2012." 

Publicado pela ENSP a 2014

"Este guia de referência rápida sumariza as linhas de orientação baseadas na evidência na prevenção e tratamento das úlceras de pressão. Foi desenvolvido ao longo de quatro anos de colaboração entre European Pressure Ulcer Advisory Panel (EPUAP) e a American National Pressure Ulcer Advisory Panel (NPUAP).

Guidelines Internacionais Úlceras de Pressão - Guia de referência rápida – Prevenção, foi traduzido para Português por Filomena Mota, Domingos Malta, Rita Videira, Lúcia Vales e Paulo Alves"

O Plano Nacional de Saúde (PNS) é o instrumento e o recurso de Planeamento em Saúde enquadrador dos objetivos, planos e estratégias de todos aqueles que inscrevem, dentro da sua missão, manter, melhorar ou recuperar a saúde de indivíduos e populações em Portugal.

Índice:

 

1. E

NQUADRAMENTO

2. PERFIL DE SAÚDE EM PORTUGAL

2.1. ESTADO DE SAÚDE DA POPULAÇÃO

2.2. ORGANIZAÇÃO DE RECURSOS, PRESTAÇÃO DE CUIDADOS E FINANCIAMENTO

2.3. TENDÊNCIAS DA SAÚDE

3. EIXOS ESTRATÉGICOS

3.1. CIDADANIA EM SAÚDE

3.2. EQUIDADE E ACESSO AOS CUIDADOS DE SAÚDE

3.3. QUALIDADE EM SAÚDE

3.4. POLÍTICAS SAUDÁVEIS

4. OBJETIVOS PARA O SISTEMA DE SAÚDE

4.1. OBTER GANHOS EM SAÚDE

4.2. PROMOVER CONTEXTOS FAVORÁVEIS À SAÚDE, AO LONGO DO CICLO DE VIDA

4.3. REFORÇAR O SUPORTE SOCIAL E ECONÓMICO NA SAÚDE E NA DOENÇA

 

4.4. FORTALECER A PARTICIPAÇÃO DE PORTUGAL NA SAÚDE GLOBAL

Pode consultar aqui a versão completa: http://pns.dgs.pt/pns-versao-completa/

 

 

Na actualidade, uma percentagem significativa da população mundial depara-se com a necessidade de tomar medicação e de adoptar medidas para controlar e tratar, tanto as patologias agudas como as crónicas.
Os doentes portadores de patologia crónica são os que menos aderem à terapêutica. Estima-se que, nos países desenvolvidos, apenas 50% dos doentes crónicos cumprem o tratamento acordado com o profissional de saúde, condicionando a economia, o bem-estar e a qualidade de vida da sociedade. A compreensão deste fenómeno implica tomar conhecimento dos vários modelos conceptuais existentes, bem como analisar os seus pressupostos teóricos.

Dias, A. M., Cunha, M., Santos, A.,Neves, A., Pinto, A., Silva, A, Castro, S. (2011).  
Adesão ao regime Terapêutico naDoença Crónica: Revisão da Literatura.  
Millenium, 40: 201‐219

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