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Grupo de investigadores portugueses concluiu que o seu consumo tem benefícios na saúde, pois tem compostos importantes para a actividade biológica.
Aproveitado exclusivamente para a produção de aguardentes e licores, uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) quer ver também o medronho nacional fora das garrafas e consumido fresco ou incluído noutros alimentos.
Cerca de 60% do nosso corpo é composto por água. Esse líquido precioso é fundamental para manter o sangue em circulação, controlar a temperatura e permitir inúmeras reacções químicas que ocorrem a todo instante no organismo. Em dias normais, perdemos aproximadamente 2,5 litros pela respiração, pela urina, pelo suor e, em menor escala, pelas fezes. Claro que no Verão ou após uma actividade física intensa, a perda pode ser maior.
Um trabalho realizado por investigadores da Universidade de Aveiro (UA) de caracterização química detalhada do medronho, usado sobretudo em licores e aguardentes, revelou benefícios para a saúde do consumo daquele fruto, anunciou hoje fonte académica.
O encerramento dos postos de fronteira com a Guiné-Conacri para prevenir a entrada do Ébola na Guiné-Bissau pode «acentuar riscos de insegurança alimentar», alerta a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO, sigla inglesa).
A Organização Mundial de Saúde (OMS) indicou hoje que o último balanço de mortes provocadas pelo Ébola é de cerca de seis mil e não de sete mil como foi divulgado no sábado.