Social:

Desde 2016 que a campanha "Direito a viver sem mutilação genital feminina" é afixada nos períodos de férias nos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro.
Não há pessoas suficientes "para aguentar a urgência", diz administração hospitalar.
Miguel Guimarães, bastonário da Ordem dos Médicos, afirmou que "uma parte muito significativa das urgências entraria em colapso se os médicos com 55 anos deixassem de dar o seu contributo".
Promoção da aplicação de telemóvel MySNS usava o caso dos jovens resgatados na Tailândia. Críticas ao "mau gosto" e ao aproveitamento do Ministério levaram a apagar a campanha. "Fomos infelizes."
A carta foi entregue, mas os profissionais estão em funções e a situação encontra-se "controlada e ultrapassada", faz saber unidade de saúde.
Chefes de equipa de ginecologia e obstetrícia da Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, apresentaram a demissão à administração, que diz ao Observador que médicos "voltaram atrás" com a decisão.
A Ordem dos Médicos apela à administração do Centro Hospitalar de Lisboa Central para resolver rapidamente os problemas identificados pelos profissionais da Maternidade Alfredo da Costa.
Apesar de ser uma profissão antiga, o seu trabalho em prol das pessoas e da sociedade não é suficientemente conhecido e, consequentemente, menos reconhecido.