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José Manuel Silva garante que a doente com hepatite C, que morreu sem receber o fármaco necessário, não recusou tratamentos.
Pela primeira vez em 2015, subiu o número de casos da doença que já fez quase nove mil mortos.
O presidente do Infarmed garantiu que os hospitais portugueses começaram hoje a pedir os 100 tratamentos gratuitos para a Hepatite C oferecidos pela farmacêutica Gilead e admitiu que as farmacêuticas «têm nas mãos a vida dos doentes».
O filho da doente que morreu na sexta-feira, no Hospital de Santa Maria, alegadamente por falta de tratamento com um medicamento inovador para a Hepatite C, negou que a mãe tenha recusado tratamento anterior com terapêutica alternativa.
Oposição pede explicações ao ministro da Saúde sobre as declarações à Renascença da farmacêutica, que diz que doente de hepatite C poderia ter tido acesso a fármaco inovador sem qualquer custo para o Estado. PS acena mesmo com a necessidade de Macedo deixar o Governo.
David Gomes garante que a mãe “nunca rejeitou” outra terapêutica.
"Desde 2008, foi-lhe proposta por várias vezes a terapêutica convencional", diz o hospital. [em actualização]
O Hospital Egas Moniz esclareceu hoje que a doente que morreu de Hepatite C, alegadamente por falta de tratamento com Sofosbuvir, poderia ter sido tratada anteriormente com terapêutica alternativa, o que sempre recusou.