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Foram 6815 os casos de crianças e jovens em risco que mereceram a atenção dos serviços de saúde e que foram sinalizados às autoridades competentes em 2012, o que representa um crescimento de 25% em relação ao ano anterior, indicam os dados da Direcção-Geral da Saúde (DGS). A negligência continua a ser o motivo mais comum.

A acumulação de funções dos médicos passa a estar limitada a oito horas semanais, no caso de prestarem serviços a outra entidade do Serviço Nacional de Saúde, segundo o Orçamento do Estado para o próximo ano.

"O exercício de funções em entidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS) em regime de prestação de serviços, por um trabalhador de outra entidade do SNS, está limitado ao limite máximo de duração de oito horas por semana", segundo a proposta de lei do Orçamento do Estado para 2014, entregue hoje na Assembleia da República. Este regime é aplicável também ao profissional de saúde que exerça funções através de uma empresa de prestação de serviços.

A proposta prevê ainda que médicos contratados pelo Serviço Nacional de Saúde podem ser obrigados a permanecer no mesmo serviço ou organismo por um período de três anos.

De acordo com o documento, sempre que haja situações de carência de profissionais de saúde, os serviços podem proceder à contratação, desde que com autorização dos ministros das Finanças e da Saúde.

Caso, o profissional de saúde decida, por sua iniciativa, sair desse posto de trabalho não poderá celebrar contrato de trabalho, durante dois anos, com qualquer entidade integrada do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Diário Digital com Lusa

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=662285

O Serviço Nacional de Saúde vai receber no próximo ano 7.582 milhões de euros, menos 300,4 milhões de euros do que em 2013. É uma redução da ordem dos 3,8%, indica a proposta de Orçamento de Estado (OE) para 2014.

 

Tem apenas 10% da medida de um pacemaker convencional e pode ser colocado de forma intravenosa, sem necessidade de recorrer a cirurgia.

Os enfermeiros vão estar em greve no período da manhã, a partir de hoje e durante cinco dias, para contestar as medidas do Governo para o setor, discutir o processo negocial e delinear novas estratégias de luta.

A primeira razão invocada pela dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) Guadalupe Simões é a preocupação que estes profissionais sentem face ao agravamento da crise e consequente diminuição do acesso das pessoas aos cuidados de saúde.
«Esta é uma situação que se alastra de norte a sul do país e o que sentimos é que as pessoas cada vez menos têm condições de chegar aos serviços de saúde, até porque, para muitos deles, a perspetiva é de encerrar, e não conseguimos entender as razões pelas quais, já tendo sido ultrapassadas todas as metas iniciais da troika para a Saúde, o ministro continua a cortar no SNS [Serviço Nacional de Saúde] e essa seja mais uma vez a perspetiva para 2014», afirmou.

No que respeita concretamente aos enfermeiros, a contestação prende-se sobretudo com «o não reconhecimento» do valor do seu trabalho, das suas qualificações e competências e das responsabilidades que têm vindo a assumir.
Guadalupe Simões acusa o Governo e o Ministério da Saúde de pretenderem «tratar igual o que não é igual», quer seja pelo aumento das horas de trabalho por semana, diminuindo o valor do trabalho dos enfermeiros, quer seja pela sua falta de vontade de resolver problemas salariais dos enfermeiros.

«Por isso temos situações vergonhosas de enfermeiros a ganhar abaixo da tabela legal em vigor, enfermeiros que exercem desde há 10 e 11 anos e que continuam em situação precária e a ganhar 980 euros», lamentou.

A sindicalista referiu ainda o caso de enfermeiros que, com 27 anos de serviço, «apenas ganham mais 200 euros do que o valor legal em vigor na carreira de enfermagem», com um aumento de competências que não é valorizado em termos de remuneração.
O SEP aponta ainda os casos de chefes e supervisores que gerem os serviços em função das necessidades dos doentes e dos profissionais, que formam enfermeiros e que não têm «qualquer tipo de expectativa de desenvolvimento profissional».
A greve começa hoje e decorre durante cinco manhãs -- entre as 08:00 e as 12:00 -, período durante o qual os enfermeiros vão discutir o processo negocial e delinear estratégias de lutas.

Além disso, irão fazer «cerca de 53 plenários em 53 instituições», acrescentou.

Em consequência da greve, serão prestados apenas os serviços mínimos onde forem necessários e, nos centros de saúde, poderão não se realizar os cuidados de enfermagem.
Diário Digital com Lusa

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=662059 

As autoridades chinesas sancionaram 13 médicos e enfermeiras da cidade de Tianjin, no norte do país, por aceitarem subornos da Danone para recomendarem o leite em pó daquela marca francesa.

segunda, 14 outubro 2013 23:28

Seis hospitais a caminho das misericórdias

Anadia, Cantanhede, Ovar, Fafe, Régua e Serpa foram considerados os mais aptos para serem já devolvidos.
Os hospitais de Anadia, Cantanhede, Ovar, Fafe, Régua e Serpa foram os escolhidos para serem os primeiros devolvidos pelo Estado às misericórdias, apurou o SOL.

Se os doentes tratados no Hospital da Cruz Vermelha tivessem sido tratados "em hospitais do SNS, estima-se que a poupança ascenderia a cerca de 29,8 milhões de euros", indica o relatório agora divulgado, e a que o Expresso teve acesso.