Investigadores da Universidade de Oviedo, do Instituto de Medicina Oncológica e Molecular e do Hospital Central das Astúrias sequenciaram o genoma de doentes com tumores malignos na laringe e descobriram que os genes que codificam as proteÃnas alfa-cateninas 2 e 3 estavam mutados e inativos em 15 por cento dos cancros e que a presença destas proteÃnas travava a progressão tumoral.
Os cientistas sequenciaram o exoma - a parte do genoma (código genético) que codifica todas as proteÃnas de uma célula - de quatro tumores malignos da laringe e identificaram os genes alterados em comum.
Além disso, analisaram os genes em 85 amostras de cancro da laringe adicionais, até concluÃrem que as alfa-cateninas 2 e 3 estavam frequentemente modificadas.
A equipa investigadora demonstrou que a inativação destas proteÃnas favorece a progressão tumoral e que, ao contrário, a sua presença trava-a.
Os dados clÃnicos dos doentes com cancro estudados permitiram determinar que os tumores que têm alteradas as duas proteÃnas apresentam um pior diagnóstico.
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