Social:

O presidente da Administração Regional de Saúde (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo admitiu hoje dificuldades nos serviços clínicos e de urgência no hospital Amadora-Sintra, que atribuiu a internamentos mais prolongados e à falta de médicos.
28 dos 33 directores de serviço demitiram-se. E explicam as razões em carta enviada à administração e ao Governo.
A ausência de estratégia para evitar a “contínua degradação das condições de trabalho” no Hospital Amadora-Sintra é um dos motivos apontados pelos 28 diretores de serviço para a sua demissão, numa carta enviada à administração e ao Governo.
Um total de 1.868.173 pessoas era afetado por depressão em 2013 em Espanha, doença que tem aumentado a prevalência, devido à crise, e será a primeira causa de incapacidade em 2030, segundo previsões da Organização Mundial da Saúde (OMS).
A administração do hospital de Beja anunciou hoje um inquérito para apurar as razões da permanência de um doente oncológico nas urgências durante vários dias, assegurando haver capacidade de internamento nos serviços hospitalares.
A Direção-Geral da Saúde (DGS) apelou aos portugueses que apresentem situações clínicas menos graves para recorrerem aos centros de saúde ou utilizarem a Linha Saúde 24 a «fim de evitar o congestionamento» dos serviços de urgência hospitalares.
O hospital Amadora-Sintra vai ter um novo diretor clínico após a demissão de 28 dos 33 diretores de serviço que, entre outros motivos, dizem discordar da atual direção, disse à Lusa fonte oficial.
O Ministério da Saúde anunciou hoje o alerta máximo para Moçambique devido ao surto de cólera que já matou 28 pessoas e atingiu mais de 2.400 nas províncias do centro e do norte do país.