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Pelo menos oito classes profissionais têm greves marcadas para este mês.
Ordem dos Médicos critica silêncio" e "passividade" do Ministério da Saúde em relação à greve inédita dos enfermeiros nos blocos cirúrgicos de cinco grandes hospitais do país.
"Temos 10 a 15 mil doentes para tratar, alguns não sabem que estão infectados, porque é uma doença silenciosa", diz director do Serviço de Gastrenterologia e Hepatologia do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte.
Marta Temido afirmou sexta-feira aos jornalistas que tem trabalhado com os cinco hospitais onde decorre a greve em blocos operatórios para "garantir os direitos dos doentes".
O representante dos médicos diz que os serviços mínimos não estão a incluir todos os doentes prioritários e que deviam ter sido acautelados serviços mínimos em função da duração da greve.
A nova app é apresentada na edição desta semana da revista Nature Communications e usa a imagem das unhas para fazer uma estimativa dos níveis de hemoglobina no sangue.
O número de casos de ébola em Kivu do Norte e Ituri subiu para 458 pessoas infetadas e 271 mortos. A epidemia é já a maior da história na República Democrática do Congo relativamente aos contágios.
Paralisação dos enfermeiros nos blocos operatórios levou ao cancelamento de quase cinco mil cirurgias. Médicos criticam "irresponsabilidade", "apatia" e "passividade" do Ministério da Saúde.