Uma dupla de investigadores olhou para os registos de mais de duas décadas de gravidezes nos EUA, entre 1969 e 1988, à procura de mais dados sobre os efeitos da exposição ao calor no aumento de risco de parto. O estudo, publicado esta segunda-feira na revista Nature Climate Change, mostra que, por ano, uma média de 25 mil bebés nasceu mais cedo. A média da redução do tempo de gestação observada foi de 6,1 dias, mas os cientistas notam que algumas gravidezes acabaram duas semanas mais cedo por causa do calor. As contas feitas revelam ainda que o clima quente “roubou” um total de 150 mil dias de gestação por ano.
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