Ameaças e cartas de despedimento inesperadas. Um clima de medo e intimidação difícil de superar. Este foi o ambiente na Universidade Lusófona da Guiné (ULG) em Bissau durante vários meses de 2018, após um grupo de professores e funcionários — desesperados por uma instituição de ensino com melhores condições — ter decidido formar um colectivo sindical. Uma iniciativa que a administração e reitoria da ULG, com sede em Bissau, e o Grupo Lusófona, em Lisboa, tentaram evitar através de vários expedientes. Actualmente a situação mantém-se inalterada.
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