Social:
terça, 13 agosto 2019 14:54

Já se pode mergulhar na praia de Faro

Bandeiras verde e azul voltaram a ser içadas, depois das análises à água terem revelado níveis normais de coliformes fecais.

A praia de Faro, no Algarve, está interdita a banhos por terem sido detectados na água valores de coliformes fecais “muito superiores ao máximo permitido por lei”, disse à Lusa o comandante do Porto de Faro.

“O resultado das análises microbiológicas da água de mar da colheita efectuada na segunda-feira revelaram valores muito acima do valor máximo permitido por lei, pelo que, em coordenação com a autoridade de saúde, foram desaconselhados os banhos na praia de Faro”, indicou Nuno Cortes Lopes, Comandante da Capitania do Porto de Faro.

Mais populares

  • Reportagem

    A família que construiu uma microcasa (quase) 100% sustentável nos pastos açorianos

  • Economia Circular

    Em Roma, as viagens do metro podem ser pagas com garrafas de plástico

  • i-album
    Manifestação

    Hong Kong: a arte post-it da revolta anti-sistema

De acordo com o responsável da Autoridade Marítima Nacional, foi arreada a Bandeira Azul, símbolo de qualidade das águas balneares, e içada a bandeira vermelha, “que proíbe os banhos balneares”.

Nuno Cortes Lopes adiantou que a interdição dos banhos balneares “está restringida à praia de Faro”, sendo um situação pontual e que está a ser monitorizada em permanência pela ARH/Algarve (Administração da Região Hidrográfica), organismo integrado na Agência Portuguesa do Ambiente e pela Administração Regional de Saúde do Algarve.

“Existe um acompanhamento permanente da qualidade das águas, tendo sido efectuadas hoje [terça-feira] novas colheitas das águas, sendo os resultados apenas conhecidos amanhã [quarta-feira] e que determinarão se a interdição se manterá ou não”, sublinhou.

Nuno Cortes Lopes acrescentou que os valores máximos permitidos por lei referem-se à bactéria Escherichia Coli, vulgarmente conhecida por E. Coli, o que indica uma contaminação por elevada concentração de coliformes fecais.

“São desconhecidas as causas que estão na origem desta concentração elevada de coliformes fecais, existindo várias possibilidades, uma das quais uma eventual descarga não tratada por parte de uma embarcação”, concluiu o responsável da Autoridade Marítima.

FONTE - Público

Ler 19 vezes