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segunda, 11 setembro 2017 23:49

ADSE enviou 560 mil cartas e 271 emails aos beneficiários sobre eleições

Em causa estão as eleições para a escolha dos quatro representantes dos beneficiários, que terão assento no Conselho Geral e de Supervisão do novo instituto público.

A ADSE, sistema de saúde da função pública, enviou aos cerca de 831 mil beneficiários informação sobre o processo eleitoral, sendo que foram enviados 560 mil cartas e 271 mil emails, revelou à Lusa o presidente do instituto, Carlos Baptista. Em causa estão as eleições, que se irão realizar dia 19, para escolha dos quatro representantes dos beneficiários que irão ter assento no Conselho Geral e de Supervisão do novo instituto público.

A divulgação da informação junto dos beneficiários estava prevista na portaria publicada em Julho que regulamenta o processo eleitoral. Além da data prevista das eleições, a ADSE enviou informação sobre as listas de candidatos, o respectivo manifesto eleitoral, as formas e meios de votação e os locais para a votação, entre outras, contou o responsável. "Foi, portanto, essa tarefa que a ADSE concluiu já na passada semana, tendo a generalidade dos beneficiários recebido a informação referida", acrescentou Carlos Baptista.

Os beneficiários titulares da ADSE podem votar por voto electrónico, voto por correspondência ou em urna em diferentes cidades do país.

No início deste ano, a ADSE foi transformada em instituto público, com um regime especial e gestão participada, sendo um dos seus órgãos o Conselho Geral e de Supervisão, com funções de acompanhamento, controlo, consulta e participação na definição das linhas gerais de actuação do instituto.

No Conselho Geral e de Supervisão têm assento quatro representantes dos beneficiários (que serão eleitos a dia 19), bem como três representantes dos sindicatos e dois dos reformados. Os membros do Conselho Geral e de Supervisão terão uma palavra a dizer nas novas regras que irão permitir alargar a ADSE a novos beneficiários, como os cônjuges dos funcionários públicos, ou aos contratos individuais que trabalham no Estado.

FONTE - Público

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