Social:

O deputado do PSD Ricardo Batista Leite explica que Marta Temido foi questionada sobre os problemas nos serviços de obstetrícia e ginecologia e nada disse sobre a situação de Lisboa, que já era do seu conhecimento.
O Presidente da República disse que é preciso explicar claramente às pessoas o que vai acontecer “porque não é possível fechar as maternidades”.
Quatro hospitais da grande Lisboa não têm pessoal suficiente para estarem abertos todo o verão. Solução rotativa em estudo. Grávidas não irão de ambulância de unidade para outra, garante ARS.
Presidente avisa que solução rotativa para resolver falha em urgências para grávidas no Verão na Grande Lisboa "tem de ser esclarecido e explicado". Bloco chama ministra da Saúde ao Parlamento.
O presidente da ARSLVT garante que as grávidas não vão andar de ambulância entre hospitais na região de Lisboa. A ministra da Saúde não quer, para já, prestar declarações.
Em declarações ao PÚBLICO o presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo adianta que o esquema de fecho das urgências pode começar logo no início de Julho, embora seja a partir da segunda quinzena que o problema se agrava.
Nos partidos à esquerda, o problema está identificado: a “falta de profissionais de saúde e de especialistas”. Para o minorar é necessário, acabar com a “promiscuidade entre o público e o privado”, diz Catarina Martins.
"Este processo está um pouco confuso e é bom ser claro. Em primeiro lugar, ainda não foi aprovada uma Lei de Bases à esquerda porque o Partido Socialista não quis até agora fazê-lo", disse.
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